quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Jogo da Galinha

A Turquia, em processo acelerado de reislamização, procura de novo um pretexto para nova jihad ofensiva contra Israel. Em terra, as deputadas já são obrigadas a usar o véu islâmico. No ar, os pilotos já são obrigados a espetar-se de frente contra os aviões israelitas.

 Greek and Israeli warplanes participate in an exercise.
                                  Aviões gregos e israelitas em exercício conjunto
"Militares turcos  'tentam provocar um incidente' com os israelitas no Mediterrâneo"
World Tribune, 31 de Outubro:

    
TEL AVIV - A Turquia continua a provocar Israel no Mediterrâneo.
    Fontes militares disseram que a Turquia tem usado a sua Marinha e Força Aérea para interromper as operações militares israelitas no Mediterrâneo. A Força Aérea e a Marinha turca têm assediado aviões israelitas durante patrulhas e exercícios, ao longo dos últimos seis meses.

    
"Eles estão a tentar provocar um incidente connosco que pode ter repercussões estratégicas", disse uma fonte militar.

    
As fontes disseram que
o primeiro-ministro turco Recep Erdogan ordenou aos militares turcos que interrompessem as operações israelitas perto das águas ou do espaço aéreo reivindicados por Ancara, incluindo em torno da República de Chipre. Estas interferências têm dificultado os exercícios recentes no Mediterrâneo Oriental, com a Grécia, incluindo um que ocorreu no início deste mês.

    
"Os turcos vêem-nos como aos gregos, o que significa que os militares turcos nos 'mostram os músculos' em todas as oportunidades que apanham", disse a fonte . "No ar, os aviões de guerra turcos jogam o jogo da galinha com nossas forças".

Nota nossa: o «jogo da galinha» consiste em dois oponentes avançarem um para o outro em qualquer veículo, a grande velocidade, procurando, cada um deles, ser o último a desviar-se. Para os muçulmanos, esta é uma situação de 100% de ganho; ou ganham o jogo, ou perdem, mas têm a glória do martírio na luta contra os infiéis - o que também é ganho!
 

    
As fontes disseram que Ankara está consternada com a crescente cooperação militar de Israel com a Grécia. Disseram também que a cooperação israelita, que inclui exercícios militares, treinos e projetos de armas, tem agora a Grécia em vez da Turquia como um dos principais parceiros de defesa do Estado judaico. Em Novembro, Israel planeia convidar três membros da NATO para o maior exercício militar internacional já realizado no país.
    "Erdogan pensou que a Turquia poderia isolar Israel militarmente, particularmente no âmbito da NATO, mas sucedeu o oposto", disse outra fonte. "Israel tem agora mais intercâmbio militar do que nunca com os membros individuais da NATO, enquanto Ankara foi marginalizada" ...

- As provocações da Turquia incluiram, entre outras, o célebre episódio da flotilha de jihadistas enviada para Gaza, uma bandeira da propaganda anti-Israel de que prometemos falar qualquer dia.

O Fosso Civilizacional Ocidente x Islão

 
 Materazzi posa ao lado da estátua em que é agredido por Zidane


Estava eu posto em sossego, a ver a CMTV, quando começam as notícias sobre o fundamentalismo islâmico (as poucas que os media de grande circulação não conseguem esconder). Foi mais uma rodada de dezenas de mortos no Iraque e no Afeganistão, que eles andam todos os dias a matar-se uns aos outros para ver quem mais agrada a Allah, foi o ataque terrorista da Praça Tian'anmen, e nunca, nunca uma palavra sobre a verdadeira motivação de todo esse terrorismo: o Islão. São sempre "combatentes", "grupos armados", ou, na melhor das hipóteses, "extremistas religiosos", para deixar a porta aberta à ideia errada de que todas as religiões fazem destes atentados...
Jamais a Imprensa se lhes refere como aquilo que são: terroristas islâmicos. Quando o IRA atacava na Irlanda do Norte, ou quando os ingleses desfilavam em provocação pelos bairros católicos a comemorar as derrotas militares destes últimos, ninguém se coibia de falar da violência entre católicos  protestantes. Mas com o Islão há que ter muito juizinho...

Parecendo que não, as instalações de uma Rádio, de um Jornal, de uma TV, ainda custam dinheiro, e é chato ver aquilo tudo ir pelos ares. Já para não falar em irem os jornalistas pelos ares. Se forem estagiários ou pré-reformados, ou infiéis em geral, ainda é como o outro, mas agora se calha a ir alguma jornalista como deve ser, seria uma desgraça!

Por causa dessas e de outras, a CMTV explicou que famosa estátua da famosa cabeçada do muçulmano Zidane ao infiel Materazzi, que estava numa exposição no Qatar, chamada 'A Idade do Ouro' (!!!), "foi retirada, porque no Islão a idolatria é proibida".  

Demos a palavra ao Correio da Manhã, na notícia da edição online:

Portanto: para impedir que as pessoas se vão prostrar em adoração, e confundam Zidane ou Materazzi com a divindade, o melhor é remover-se a obra. Talvez assim algumas pessoas comecem a perceber que o Islão não é o que está no seu imaginário mitológico das Mil e Uma Noites de tapetes voadores, mas uma ideologia que teve origem e permanece no século VII.

 Seeing red: Zidane plants his brow into Materazzi's chest
 O momento da agressão

O escultor argelino Adel Abdesemed é o autor desta obra monumental, que esteve em exposição no Centro Pompidou, em Paris. Que volte, e que sirva como metáfora do que o Islão está  a fazer à Europa e ao mundo em geral. Para saber mais sobre o Islão dito 'radical', algumas sugestões de leitura, em constante actualização, à razão de 5 atentados terrotistas por dia, em média:



Um dedo que adivinha!


Fez-me lembrar quando foi dos atentados bombistas em Boston, cometidos pelos irmãos Tsarnaev - o mais velho dos quais já tinha degolado os seus três únicos amigos nos EUA (três judeus, diga-se). Assim que se soube que houve um atentado na Praça da Paz Celestial, em Pequim, os amigos do islamismo garantiam a pés juntos que o atentado teria sido cometido por toda a gente no mundo - menos por muçulmanos! Na caixa de comentários do Público - um conhecido antro desses espécimens - até havia loucos furiosos que asseguravam, e asseguram!, que se trata de uma fotomontagem e que nada aconteceu!

Agora que o Governo chinês admitiu oficialmente que foi um atentado, e prendeu cinco muçulmanos, os paranóicos do costume avançam com a «tese» (esta gente adora «teses») de que se tratou de um banal suicídio! Um grupo de pessoas mete-se num carro e avança contra uma multidão inocente: suicídio!

Tal como no caso dos atentados de Boston (ou dos do 11 de Setembro em Nova Iorque, ou dos de Madrid, ou dos de Londres, ou dos de Bali, ou dos do Quénia, ou dos 21817  atentados terroristas islâmicos que se registaram desde 2001), eu, que não tenho nenhum dedo que adivinha, ainda não falhei uma única vez quando disse: "atentado terrorista islâmico"

E porquê? Porque nos dias que correm, a única ideologia que faz ataques brutais contra pessoas inocentes e anónimas, em todo o mundo, é o Islão, ou, se preferirem, o islamismo radical. Os islamistas asseguram que não há Islão moderado, que há apenas Islão, pelo que uma pessoa nem sabe em quem acreditar...

Tal como no caso da Maratona de Boston, ou no 11 de Setembro, e em todos os atentados terroristas islâmicos, os ocidentais afectos à esquerda sociológica, americanofóbicos e raivosamente antissemitas, não tardarão a inventar as habituais teorias da conspiração. Uma certeza teremos: os responsáveis por mais estes atentados serão os americanos ou os israelitas... para os maluquinhos do costume, são sempre eles! Ou, se encostados á parede, admitirão que foram muçulmanos, mas, coitadinhos, levados pelo desespero de serem «oprimidos» pelos ocidentais (americanos e israelitas em particular).

Tal como o Público, o Independent também dá a notícia, e faz eco dos protestos dos muçulmanos uigures: "Se um chinês da etnia Han fizer um atentado, é apenas um atentado, mas se for um uigure, já é terrorismo islâmico!". Um dos suicidas levava a mãe e esposa no carro,  dispositivos com gasolina, facas e uma bandeira com escritos de conteúdo extremista religioso. Foi uma coincidência. E é de registar que se trata de famílias unidas! Já noutro dia, em Volvogrado, o marido fez o colete de bombas para a Esposa suicida! Os valores da Família estão em declínio no Ocidente, mas em alta no Islão!

 A fotomontagem do atentado terrorista que afinal foi um suicídio colectivo:

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cortesia Barack Hussein Obama

Os muçulmanos voltaram a disparar mísseis desde Gaza contra Israel, mesmo quando os israelitas se preparavam para libertar mais "palestinos" - terroristas e assassinos jihadistas. No entanto, os meios de comunicação do sistema e as agências governamentais vão continuar a conceder aos "palestinos" a superioridade moral, ainda que todas as evidências em contrário lhes sejam mostradas. 
O Público, por exemplo, dá hoje a notícia da libertação de 26 terroristas, envolve-os numa aura de heroísmo, omite que se trata de terroristas, fala em «colonatos» israelitas quando se refere a território de Israel, mas não noticia, por exemplo, o lançamento de mísseis desde Gaza. Assim, quando Israel retalia, a opinião pública condena, pois desconhece os motivos.
Conhecedores de que têm a opinião pública mundial  devidamente intoxicada pela Imprensa mainstream, os terroristas dão-se ao luxo de atacar israel na véspera da libertação dos criminosos. sabem que Israel cumpre os seus acordos. Afinal, é a única democracia do Médio-Oriente. Aliás, não há nem um país islãmico que seja uma democracia. São todos, mais ou menos, tiranias teocráticas.


Os terroristas festejam...

"Faiscam mísseis desde Gaza contra Israel Gaza na véspera da libertação de prisioneiros"
da AFP, 28 de Outubro: :

    Cidade de Gaza (Territórios Palestino ) (AFP) - Aviões israelitas invadiram o norte da Faixa de Gaza na segunda-feira depois que militantes dispararem mísseis na fronteira, quando Israel se prepara para libertar um novo lote de prisioneiros palestinos.


    Foi o primeiro ataque aéreo em Gaza em mais de dois meses, e ocorreu após dois mísseis terem sido  disparados em direção ao sul de Israel.


    Apesar dos constantes ataques ao longo da fronteira de Gaza, durante meses, as autoridades israelitas disseram que era improvável que afectam a libertação de prisioneiros, que deverá ter lugar na terça-feira à noite, como parte das negociações diretas de paz em curso com os palestinos.

    Testemunhas disseram que o ataque aéreo atingiu um campo de treino de terroristas a oeste de Beit Lahiya, usado por militantes do braço armado do movimento Hamas, no poder em Gaza ....

(...)

    A lista de prisioneiros previstos para serem libertados, 21 deles da Cisjordânia e cinco de Gaza, foi aprovaao na segunda-feira por altos ministros israelitas.


    Os nomes foram publicados e foi dado às vítimas e seus familiares um prazo de 48 horas para interpor recurso antes de a libertação se efectuar.
    Todos com exceção de um deles foram presos antes da assinatura dos acordos de paz de Oslo de 1993, que asseguraram um Governo palestino, mas não conseguiu levar à criação de um Estado independente.
    Todos os prisioneiros agora libertados foram condenados por assassinato de israelitas, de acordo com os dados publicados pelo Serviço Prisional de Israel.

    Um funcionário do Fatah disse à AFP que 19 dos presos a serem libertados eram membros de seu movimento, que é liderado pelo presidente palestino Mahmud Abbas, enquanto quatro pertencem à Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) e três  ao Hamas.

    Meir Indor, chefe do Almagor, um grupo que representa vítimas israelitas de ataques palestinos, disse à AFP que sua organização vai pedir ao Supremo Tribunal que impeça a liberação iminente.


    Ele disse também que a libertação mostrou um "duplo padrão", porque é resultado da pressão americana e europeia em Israel, que ao contrário do Estado Judaico, disse, "não libertam terroristas".

    O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu comprometeu-se a libertar um total de 104 palestinos em quatro etapas, em linha com os compromissos que provocaram a retoma das negociações directas em 30 de Julho, depois de um hiato de quase três anos ....

Jihadistas libertados em troca de compromissos com a certeza de que tudo vai acabar apenas com mais concessões israelitas. Loucura! - cortesia Barack Hussein Obama.

Mapa da Terra Santa desde 1516:


Nunca houve nenhum Estado Árabe chamado Palestina. Mapas como este (já publicado pelo Al Público), são aldrabices que a História desmonta facilmente:

 


Perguntas para quem defende a «libertação» da Palestina:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?

2. Quais foram as suas fronteiras?

3. Qual foi a sua capital?

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?

5. Quais foram as bases de sua economia?

6. Qual foi a sua forma de governo?

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?

9. Qual era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na História e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma "orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Israel é a ÚNICA democracia do Médio Oriente e o único país efectivamente interessado em acabar este conflito. Para tal, já assinou acordos sem fim (todos atraiçoados pelos árabes) e já cedeu mais de 2/3 do seu território para a constituição do chamado Estado Palestino. Israel tem 1% da área do Médio Oriente. O problema dos árabes com Israel não é sobre território! É sobre ódio aos judeus!

  

Cada porção de terra que Israel cede, é tomada por países Árabes, que na realidade se estão nas tintas para os «palestinos», e os usam como pretexto para o seu objectivo real: a destruição total de Israel.

Aperitivo ao estudo da História:

 

Israel cumpre o Direito Internacional:

A realidade da vida em Gaza; ou a indústria de propaganda para fazer o mundo odiar Isral e amar os terroristas:


Terrorista libertada por Israel ri-se ao ser informada de que matou 8 crianças - mais 5 do que ela pensava:



E você, continua a  comer a propaganda que lhe põem no prato?

Ataque islâmico: 128 mortos na Nigéria



"A islamofobia é a maior ameaça para a paz no mundo de hoje" - Kevin Barrett, "académico" norte-americano na TV estatal iraniana PressTV.

Via Jihadwatch:

 

"Ataque islâmico: 128 mortos na Nigéria" 
por Adamu Adamu e Michelle Faul da Associated Press, 29 de Outubro

    
A batalha de 5 horas entre extremistas islâmicos e tropas do exército na capital do estado de Yobe matou pelo menos 127 pessoas (...)

   
Na morgue do Hospital de Damaturu um repórter contou 31 corpos identificados como de extremistas.

    
Os detalhes do ataque ainda estão a chegar aos poucos, mas sabe-se que os terroristas atacaram os militares ao anoitecer de quinta-feira, num quartel a 20 quilômetros de Damaturu, onde dominaram os soldados, apreenderam um carro blindado, saquearam o arsenal e deixaram o quartel em chamas
com explosivos improvisados ​​.

    
Os relatórios foram entregues ao
Governador Ibrahim Gaidam por policiais militares, quando este visitou os locais destruídos, com uma escolta fortemente armada, na segunda-feira. Jornalistas que o acompanharam ouviram os relatos.

    
Os agressores tomaram a estrada principal para a cidade, onde abriram caminho
com o carro blindado, atacaram a sede da Polícia Anti-Terrorista e incendiaram mais três edifícios.

    
Enquanto alguns dos extremistas trocaram tiros com a Polícia, uns no carro blindado e outros em camiões todo-o-terreno, investiram sobre as forças da autoridade e atearam fogo aos escritórios da Polícia de Investigação Criminal e a outros quatro escritórios policiais espalhados pela cidade, até que chegaram à Base de Polícia Móvel, incendiaram o blindado e abandonaram o local.    
Os terroristas foram de seguida para o hospital, onde saquearam medicamentos e curativos, enquanto a equipa médica fugia, aterrorizada, de acordo com os relatos dos médicos do hospital.
 (...)

- E o relato continua, no mesmo tom. Notícias como esta não rompem a barreira  que os media Ocidentais impõem às notícias sobre a Religião da Paz. Se um pastor norte-americano tivesse queimado um Alcorão, ou se um polícia israelita tivesse detido um delinquente "palestino", já haveria um clamor nos jornais, na Rádio e na TV.

Esta notícia é apenas uma, num mar delas do mesmo quilate, que nos chegam a cada hora, provenientes de todo o mundo. Onde há radicais islamistas, há terrorismo, seja entre eles, seja contra os infiéis, na tentativa de instalarem a sua hegemonia religiosa. Divulgamos uma ou outra, ao acaso, porque para divulgarmos todas teriamos que ser uma agência noticiosa. O silêncio das liderenças religiosas muçulmanas é ensurdecedor, para não variar.

Algumas COISAS acerca do Islão/A few THINGS about Islam

O TERRORISMO ISLÂMICO GLOBAL


 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Como espancar os seus escravos

A fantasia islâmica (encontrado na página pessoal de um jovem que distribui insultos a Israel, com a legenda 'PEACE'):


A realidade islâmica:

 

O Correio da Manhã diz que o homem asiático foi espancado por ter falado com a mulher do árabe. O Daily Mail detalha que o trabalhador imigrante do sudeste asiático olhou para a mulher do patrão, na Arábia Saudita, e levou a sova de cinto que as imagens documentam.

Isto só é surpresa para quem não conhece as deploráveis condições dos trabalhadores emigrados nesse país, que são de pura escravidão. Muitos são executados, por qualquer suspeita infundada. Os espancamentos são a regra. Neste caso, fica em evidência o que acontece a quem supostamente tenha olhado para a Esposa de um adepto da Religião da Paz, a tal que que 'trata as mulheres como flores' e que até tem regras para as espancar.

No vídeo a seguir, um clérigo muçulmano explica, na TV, como um bom muçulmano deve espancar as suas Esposas. Mas há exemplos a dar com um pau (literalmente), por esse youtube fora. Este, por exemplo, de um ocidental convertido ao Islão.



Como espancar os seus escravos já sabemos:

Injury: The Saudi man is seen repeatedly whip the Asian man with his belt. The victim falls to the floor crying out in pain, where he is kicked and whipped over and over

Mais uma razão para amar Lou Reed

  Lou Reed morreu. Chamam-lhe um espírito livre.


Nenhum obituário cita o judaísmo étnico e o sionismo militante de Lou Reed

Como a maioria das pessoas de mentalidade independente e sem medo de falar  e dizer a verdade ao poder, Lou Reed foi um sionista. Ele nunca o escondeu, e cantou contra a colaboração imoral dos media na propaganda palestina e contra os "direitos" dos antissemitas, muitos anos antes de o antissemitismo e o filo-palestinianismo ser a norma. Para honrar a sua memória, transcrevemos o artigo de Tom Gross na National Review Onl
ine:


Take a Walk on the Wild Side. Seja sionista.

Talvez até mais do que as outras estrelas judaicas do rock americano - como Billy Joel ou Bob Dylan - Lou Reed tinha orgulho em ser judeu - e incluiu letras a favor de Israel e contra o antissemitismo em algumas das suas canções. Menciono o  judaísmo de Reed, porque nem um único obituário o cita. Para Reed esse era um factor importante.
Reed, que morreu ontem de insuficiência hepática aos 71 anos de idade, nasceu Lewis Allan Reed numa família judia em Brooklyn. Ele disse que "não tinha nenhum deus além de rock'n'roll", mas as suas raízes judaicas e o apoio a Israel significavam muito para ele. Era  visitante frequente do país, actuou pela ultima vez em Tel Aviv em 2008, e a sua tia e muitos primos vivem em Haifa e outras cidades israelitas.

Uma espécie israelita de aranha foi baptizada com o nome do cantor, em homenagem pelo seu apoio ao país.

A sua ligação com Israel e o seu desgosto com o antissemitismo pode ser ouvido em letras como as da canção "Good Evening Mr. Waldheim" no álbum a solo de 1989, New York:


God evening Mr. Waldheim (1)
And Pontiff how are you?
You have so much in common
In the things you do
And here comes Jesse Jackson (2)
He talks of common ground
Does that common ground include me
Or is it just a sound?
A sound that shakes
Oh Jesse, you must watch the sounds you make
A sound that quakes
There are fears that still reverberate
Jesse you say common ground
Does that include the P.L.O?
What about people right here, right now
Who fought for you not so long ago?
The words that flow so freely
Falling dancing from your lips
I hope that you don't cheapen them
With a racist slip
Oh common ground (3)
Is common ground a word or just a sound?
Oh, oh, common ground
Remember those civil rights workers buried in the ground
If I ran for president
And once was a member of the Klan
Wouldn't you call me on it
The way I call you on Farrakhan? (4)
And Pontiff, pretty Pontiff
Can anyone shake your hand ?
Or is it just that you like uniforms
And someone kissing your hand?
Or is it true
The common ground for me includes you too?
Oh, oh, is it true
The common ground for me includes you too?
Good evening Mr. Waldheim
Pontiff how are you?
As you both stroll through the woods at night
I'm thinking thoughts of you
And Jesse you're inside my thoughts
As the rhythmic words subside
My common ground invites you in
Or do you prefer to wait outside?
Or is it true
The common ground for me is without you?
Or is it true
The common ground for me is without you?
Oh is it true
There's no ground common enough for me and you?

    
Para os leitores mais jovens, apenas no caso de precisarem de uma explicação para os acontecimentos na década de 1980:

[1] Esta é uma referência a Kurt Waldheim, o oficial da SS nazis, que se tornou secretário-geral das Nações Unidas, e foi eleito presidente da Áustria, mesmo depois de ter sido provado que ajudou a matar dezenas de milhares de judeus da Grécia e de outras origens.

[2] Referência a Jesse Jackson, que na época tinha feito muitas observações antissemitas, incluindo referir-se a Nova Iorque como "Hymietown" e ter simpatia pelao terrorismo da OLP.

[3] Referência a judeus norte-americanos que tinham ajudado defender os direitos civis dos Afro-americanos (e em alguns casos foram mortos para fazê-lo).

[4] Louis Farrakhan é o líder notoriamente antissemita da chamada Nação do Islão.

No seu livro The Heebie-Jeebies at CBGB’s: A Secret History of Jewish Punk,, Steven Lee Beeber argumentou que havia um elemento judeu chave para o movimento punk-rock de Nova York e que Reed foi fundamental para outros artistas de origem judaica que incluíam Joey e Tommy Ramone, o guitarrista de Patti Smith - Lenny Kaye, Richard Hell, Jonathan Richman  e o guitarrista dos Blondie Chris Stein - para não falar de Malcolm McLaren (que era totalmente judeu, mas cuja família mudou o nome para escapar do antissemitismo ) e que criou os Sex Pistols.

Saul Austerlitz, numa resenha do livro, escreveu: "O novo punk judeu foi inspirado em partes iguais pelos guerreiros das Forças de Defesa de Israel, os super-heróis de histórias em quadradinhos escritas por uma geração anterior de artistas judeus, e uma repulsa instintiva pelos excessos musicais contemporâneos".