quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cortesia Barack Hussein Obama

Os muçulmanos voltaram a disparar mísseis desde Gaza contra Israel, mesmo quando os israelitas se preparavam para libertar mais "palestinos" - terroristas e assassinos jihadistas. No entanto, os meios de comunicação do sistema e as agências governamentais vão continuar a conceder aos "palestinos" a superioridade moral, ainda que todas as evidências em contrário lhes sejam mostradas. 
O Público, por exemplo, dá hoje a notícia da libertação de 26 terroristas, envolve-os numa aura de heroísmo, omite que se trata de terroristas, fala em «colonatos» israelitas quando se refere a território de Israel, mas não noticia, por exemplo, o lançamento de mísseis desde Gaza. Assim, quando Israel retalia, a opinião pública condena, pois desconhece os motivos.
Conhecedores de que têm a opinião pública mundial  devidamente intoxicada pela Imprensa mainstream, os terroristas dão-se ao luxo de atacar israel na véspera da libertação dos criminosos. sabem que Israel cumpre os seus acordos. Afinal, é a única democracia do Médio-Oriente. Aliás, não há nem um país islãmico que seja uma democracia. São todos, mais ou menos, tiranias teocráticas.


Os terroristas festejam...

"Faiscam mísseis desde Gaza contra Israel Gaza na véspera da libertação de prisioneiros"
da AFP, 28 de Outubro: :

    Cidade de Gaza (Territórios Palestino ) (AFP) - Aviões israelitas invadiram o norte da Faixa de Gaza na segunda-feira depois que militantes dispararem mísseis na fronteira, quando Israel se prepara para libertar um novo lote de prisioneiros palestinos.


    Foi o primeiro ataque aéreo em Gaza em mais de dois meses, e ocorreu após dois mísseis terem sido  disparados em direção ao sul de Israel.


    Apesar dos constantes ataques ao longo da fronteira de Gaza, durante meses, as autoridades israelitas disseram que era improvável que afectam a libertação de prisioneiros, que deverá ter lugar na terça-feira à noite, como parte das negociações diretas de paz em curso com os palestinos.

    Testemunhas disseram que o ataque aéreo atingiu um campo de treino de terroristas a oeste de Beit Lahiya, usado por militantes do braço armado do movimento Hamas, no poder em Gaza ....

(...)

    A lista de prisioneiros previstos para serem libertados, 21 deles da Cisjordânia e cinco de Gaza, foi aprovaao na segunda-feira por altos ministros israelitas.


    Os nomes foram publicados e foi dado às vítimas e seus familiares um prazo de 48 horas para interpor recurso antes de a libertação se efectuar.
    Todos com exceção de um deles foram presos antes da assinatura dos acordos de paz de Oslo de 1993, que asseguraram um Governo palestino, mas não conseguiu levar à criação de um Estado independente.
    Todos os prisioneiros agora libertados foram condenados por assassinato de israelitas, de acordo com os dados publicados pelo Serviço Prisional de Israel.

    Um funcionário do Fatah disse à AFP que 19 dos presos a serem libertados eram membros de seu movimento, que é liderado pelo presidente palestino Mahmud Abbas, enquanto quatro pertencem à Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) e três  ao Hamas.

    Meir Indor, chefe do Almagor, um grupo que representa vítimas israelitas de ataques palestinos, disse à AFP que sua organização vai pedir ao Supremo Tribunal que impeça a liberação iminente.


    Ele disse também que a libertação mostrou um "duplo padrão", porque é resultado da pressão americana e europeia em Israel, que ao contrário do Estado Judaico, disse, "não libertam terroristas".

    O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu comprometeu-se a libertar um total de 104 palestinos em quatro etapas, em linha com os compromissos que provocaram a retoma das negociações directas em 30 de Julho, depois de um hiato de quase três anos ....

Jihadistas libertados em troca de compromissos com a certeza de que tudo vai acabar apenas com mais concessões israelitas. Loucura! - cortesia Barack Hussein Obama.

Mapa da Terra Santa desde 1516:


Nunca houve nenhum Estado Árabe chamado Palestina. Mapas como este (já publicado pelo Al Público), são aldrabices que a História desmonta facilmente:

 


Perguntas para quem defende a «libertação» da Palestina:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?

2. Quais foram as suas fronteiras?

3. Qual foi a sua capital?

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?

5. Quais foram as bases de sua economia?

6. Qual foi a sua forma de governo?

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?

9. Qual era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na História e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma "orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Israel é a ÚNICA democracia do Médio Oriente e o único país efectivamente interessado em acabar este conflito. Para tal, já assinou acordos sem fim (todos atraiçoados pelos árabes) e já cedeu mais de 2/3 do seu território para a constituição do chamado Estado Palestino. Israel tem 1% da área do Médio Oriente. O problema dos árabes com Israel não é sobre território! É sobre ódio aos judeus!

  

Cada porção de terra que Israel cede, é tomada por países Árabes, que na realidade se estão nas tintas para os «palestinos», e os usam como pretexto para o seu objectivo real: a destruição total de Israel.

Aperitivo ao estudo da História:

 

Israel cumpre o Direito Internacional:

A realidade da vida em Gaza; ou a indústria de propaganda para fazer o mundo odiar Isral e amar os terroristas:


Terrorista libertada por Israel ri-se ao ser informada de que matou 8 crianças - mais 5 do que ela pensava:



E você, continua a  comer a propaganda que lhe põem no prato?

1 comentário:

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