quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Shariabol

A islamização da Europa avança. Já existem áreas de França, Reino Unido, Suécia, Noruega, onde as leis do Estado nada valem, onde vigora a Sharia e onde a entrada é proibida aos não muçulmanos. Estas áreas são os chamados "territórios perdidos". O Londristão, por exemplo, ameaça transbordar e transformar Londres em Islamabad:



As patrulhas muçulmanas, tal como as Brigadas do Vício e da Virtude no Irão, perrcorrem já as ruas de diversas capitais europeias para impor a Sharia, a lei religiosa que restringe praticamente tudo o que seja agradável e exprima gosto de viver (beber, dançar, música, roupa não islâmica. etc.):



O choque cultural e o preconceito anti Ocidental são simplesmente demais para certos muçulmanos. Este, por exemplo, assegura que na Dinamarca as mulheres casam com cães e com burros:



Em França assiste-se desde há alguns anos à islamização das selecções desportivas nacionais, com diversos problemas associados, tais como a indisciplina, o desrespeito e a inadaptação aos costumes e valores ocidentais.
Agora, a tendência avança para as equipas desportivas regionais. Um exemplo recente é o da equipa de basquetebol de Ronceray, Mans, que caiu nas mãos do Islão político:


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Basquetebol de calças, manga comprida e véu islâmico: eis o futuro da Europa

O véu não é obrigatório no Islão. Os pregadores da Irmandade Muçulmana e outros supremacistas islâmicos exigem o seu uso como símbolo da submissão feminina e da colonização islâmica.. Antes da década de 90 e do início da islamização dos países do Magreb, o véu já só era usado no ambiente rural, por motivos práticos, e pelas avós.

Na Argélia dos anos 70-80, como no Egipto de Nasser, assistiu-se ao surgimento de uma nova classe média  e de líderes mulheres, elegantes, convivendo sem problemas entre o Oriente e o Ocidente, capazes de pensar a cultura árabe sem serem reduzidas às exigências sexuais masculinas.

No vídeo abaixo, ouça como o entrevistado muçulmano se posiciona como vítima, acusando as aldeias francesas de provavelmente virem a ser "intolerantes" para com o véu islâmico. Lembre-se de que o véu é um símbolo de submissão, e que parte do princípio de que os homens não podem ver um fio de cabelo feminino, sob pena de se descontrolarem sexualmente:

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