segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Mulher que vai ao mar, vai adulterar!


Adúltera contente, após ter permitido que o mar tocasse as suas partes íntimas. Ignora-se se o marido foi tirar satisfações com o mar.

- Obviamente que estas coisas só acontecem porque nós, os ocidentais malandros, andamos a «roubar os recursos» aos pobres dos muçulmanos - seja lá isso o que for...
"Fatwa: As mulheres que nadam no mar cometem adultério e devem ser punidas"
 Índia Today, 28 de Novembro
    "Quando uma mulher vai nadar, como a palavra de 'mar' é masculino, quando a água toca as partes íntimas da mulher, ela torna-se uma 'adúltera' e deve ser punida"
- Resumo de um relatório intitulado "As fatwas equivocadas da Irmandade Muçulmana e dos Salafistas", conforme publicado no Al Masry Al Youm.

    
Um relatório de um comité criado pela Al Azhar, uma das universidades islâmicas mais antigas e prestigiadas no Cairo, para estudar as fatwas emitidos pela Irmandade Muçulmana e pelos salafistas, revela como os islâmicos vêem as mulheres.

    
As conclusões do relatório da comissão foram publicados no jornal egípcio Al Masry Al Youm. Ao todo, a comissão estudou 51 fatwas emitidas pela Irmandade e pelos salafistas durante o mandato do presidente Mohamed Morsi.

    De acordo com o relatório, "as fatwas emitidos por ambos os grupos (Irmandade Muçulmana e salafistas) consideram as mulheres como criaturas estranhas que são criadas exclusivamente para o sexo. Eles consideraram as vozes das mulheres, a sua aparência e presença fora dos muros de suas casas, como 'uma ofensa'. Alguns até foram tão longe a ponto de considerar a mulher como uma criatura ofensiva de todo".

    
Outra fatwa proibiu as mulheres de "comerem certos vegetais, ou mesmo tocarem em pepinos ou em bananas", devido à sua aparência fálica, que poderia levar as mulheres para o caminho errado.

    
Outra fatwa dirigida às mulheres mandava-as "desligar os aparelhos de ar condicionado em casa, na ausência de seus maridos, pois isso poderia indicar aos vizinhos que a mulher está sozinha em casa e qualquer um deles poderia cometer adultério com ela".

    
Outras ordens contidas em fatwas aconselhavam o casamento de meninas de até 10 anos de idade, "para impedi-las de se desviarem do caminho certo".

    
Outras meninas foram proibidas de ir à escola se esta se situasse a mais de 25 km de distância de suas casas.

 
Outra fatwa ditou que o casamento de um casal seria anulado se este copulasse sem roupa.

    
Curiosamente, uma fatwa que fez manchetes em todo o mundo, foi emitido pela universidade Al Azhar, e apelava para que as mulheres "amamentassem conhecidos homens, tornando-os, assim, parentes, e justificando a sua sociedade de economia mista". A fatwa foi, no entanto, mais tarde, retirada.

- Raymond Ibrahim tem escrito acerca da amamentação de adultos no Islão...


    Ao mesmo tempo, algumas dessas fatwas também sancionaram o uso de mulheres como escudos humanos durante as violentas manifestações e protestos.
 - Na altura dos confrontos pró e contra Morsi, mostrámos alguns vídeos em que membros da Irmandade Muçulmana alvejavam correlegionários e os precipitavam de edifícios, para culparem o Exército. Basta procurarem na etiqueta Egipto.
    O Instituto Gatestone, em relatório anterior, havia dito que algumas das fatwas emitidas pela Irmandade e pelos salafistas durante o mandato de Morsi, defenderam a destruição das pirâmides e da esfinge, a demolição do Acordo de Camp David, a execução de qualquer um que protestasse contra o presidente egípcio deposto, Mohamed Morsi, a proibição de os muçulmanos saudarem cristãos, proibição aos motoristas de táxi muçulmanos de transportarem sacerdotes cristãos, proibição programas de TV que ridicularizassem ou esclarecessem acerca dos islamistas, e proibição de as mulheres se casarem com qualquer homem envolvido com o ex-governo de Mubarak.

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Ante a incredulidade dos jornalistas da TV egípcia, um clérigo salafista advogou a destruição das pirâmides e da esfinge...



"O silêncio em face do mal é o próprio mal. Não falar é falar. Não agir é agir".


Dietrich Bonhoeffer, pastor Luterano alemão, opositor e mártir do Nazismo

2 comentários:

  1. Eh Pá, fo##-##, quanto mais leio mais atónito fico. Juro. Neste momento não sei se ria, não sei se chore com estas descomunais cretinices. Até parece inventado por comendiantes.
    Agora fora de brincadeiras: esta "boa" gente é mesmo doente.
    EJSantos

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    1. E o cúmulo do absurdo é que quem divulga estas realidades, corre o risco de ser decapitado, como tem sucedido a tanta gente. Ou seja: os gajos fazem, mas não gostam que se saiba. É mau demais. Pior que isso só a impassibilidade, e o medo que o Ocidente tem desta gente.

      I.B.

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