domingo, 19 de janeiro de 2014

A Taqiyya e a Jihad Sexual

Omitir também é mentir. Também é 'taqiyya'. Os media ocidentais não divulgam esta faceta da guerra do Islão contra o Mundo Livre. Os media ocidentais alinham na 'taqiyya'.

100% é uma percentagem relativamente elevada, não é?  É difícil clamar contra «generalizações abusivas», quando se trata de percentagens de 100%. Pois bem: 100% da violência sexual dos últimos 5 anos em Oslo/Noruega foi jihad islâmica. E Oslo é apenas um exemplo...

O que é a 'taqiyya'? É um belo truque!

 2013-635126285559649694-964_main.jpg

A jihad ofensiva é legal - lembra um grande jurista da Universidade de Al-Azhar








Um dos problemas que a presença de islamistas no Mundo Livre mais tem suscitado é a onda de violações sexuais que trazem com eles. Habituados a odiar e desprezar os «infiéis», não lhes parece mal a violação, e têm o apoio dos clérigos a que obedecem. Há os gangues de violadores muçulmanos, que agem de forma organizada, em cumprimento dos preceitos religiosos que os autorizam a ter escravas/os sexuais, mas há também os violadores de oportunidade, que não poupam ninguém. Uma religião que permite sexo com bebés de 1 ano de idade tem necessariamente que entrar em choque com o Mundo Livre e razoavelmente civilizado que somos...

O Islão permite a violação de mulheres infiéis:



80% dos 50 milhões de muçulmanos na Europa não trabalham, e entendem que os infiéis não fazem mais que a sua obrigação em lhes pagar o imposto de infiel, a famosa jizya. Praticam a poligamia, e o seu número cresce exponencialmente, ameaçando tornar a Europa um continente islâmico a breve trecho. É jihad demográfica.


A escravatura sexual é parte integrante do Islão:


 arab-muslim-sheikhs-examine-slave-for-sex
"A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima" - Salwa al-Mutairi
O Alcorão permite a posse de escravas sexuais:

    
Se você tem medo de não agir com justiça para com os órfãos, case com as mulheres que lhe pareçam as suficientes, uma, duas, três, quatro, ou então, apenas uma, ou as que a sua mão direita abranja, assim é provável que você não venha a ser parcial. (Alcorão 04:03 )
Este versículo é a base para a poligamia islâmica, permitindo que um homem possa tomar até quatro esposas, desde que acredite que é capaz de "lidar de forma justa" com todas elas. Mas a justiça, nestas circunstâncias, está nos olhos de quem vê.
Ibn Kathir diz que esta a exigência para lidar justamente com as esposas não é grande coisa, já que tratá-las com justiça não é o mesmo que tratá-los igualmente: "Não é obrigatório tratá-las da mesma forma, trata-se apenas de uma recomendação. Então, se a pessoa fizer isso, tanto melhor, mas se não o fizer, não lhe advém nenhum mal".
O versículo continua, dizendo que se um homem não pode lidar de forma justa com várias esposas, então ele deve casar com uma só, ou recorrer ao "que a sua mão direita abranja" - isto é, escravas. O comentarista do Alcorão Maulana Bulandshahri explica a sabedoria desta prática, e anseia pelos bons velhos tempos:
   "Durante a Jihad (guerra religiosa), muitos homens e mulheres tornam-se prisioneiros de guerra. O Amirul Mu'minin [líder dos crentes, ou califa - um lugar agora vago] tem a opção de distribuí-los entre os mujahedin [guerreiros da jihad], caso em que elas passam a ser propriedade desses mujahedin. Esta escravidão é a penalidade pela descrença (kuffar)".
E passa a explicar que isto não é uma história antiga:
    "Nenhuma das leis referentes à escravidão foi abolida na Sharia. A razão pela qual os muçulmanos de hoje não têm escravos é porque eles não se envolvem na Jihad (guerra religiosa). As suas guerras são travadas pela instrução dos descrentes (kuffar) e são interrompidas pelos mesmos criminosos. O muçulmano [sic] foram algemados por esses tratados com os infiéis (kuffar), em que não podem escravizar ninguém  no caso de uma guerra. Os muçulmanos foram privados de um grande benefício, pelo qual cada casa poderia ter um escravo. Que Allah conceda os muçulmanos a capacidade de escapar dos tentáculos do inimigo e permanecer firmes no Din (religião) e se envolverem na Jihad (guerra religiosa) de acordo com os preceitos da Sharia. Amen!"

Esta não é uma visão excêntrica ou heterodoxa no Islão. O sheikh egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni, em Maio 2011, declarou que "estamos na era da jihad", e que à medida que a guerra travada contra os infiéis avançar, os muçulmanos tomarão escravos. Ele esclareceu o que quis dizer numa entrevista posterior:
    "A Jihad é só entre muçulmanos e infiéis. Despojos, escravos e prisioneiros, só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos, no passado, conquistaram, invadiram, e governaram países. Isto é aceite por todos os estudiosos - não há desacordo sobre isto de qualquer deles, desde o menor até ao maior, sobre a questão de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, e incluem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante."
    "Quando um mercado de escravos é erguido, este é um mercado em que são vendidas as escravas sexuais, que são chamados no Corão com o nome de al-Yamin , "o que sua mão direita possui" [ Alcorão 4 : 24] . Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As al-Yamin são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, olha para a escrava pretendida, e compra-a. Ela torna-se como sua esposa, mas não precisa de um contrato (casamento) ou um divórcio, como uma mulher livre. Todos os estudiosos concordam neste ponto - não há nenhuma discordância de nenhum deles. [ ... ] Quando eu quero uma escrava sexual, é só ir ao mercado escolher a mulher que eu gosto e compro-a."


- "Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

Solução para os problemas financeiros dos muçulmanos: escravatura!
Em 25 de Maio de 2011, uma activista kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática é autorizada pela lei islâmica e pelos parâmetros da moralidade islâmica.
    "Um comerciante disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não seria negligente com ela, e que o Islão o permite. Ele estava a falar verdade, e eu trouxe a situação aos muftis em Meca. Eu disse-lhes que tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens especializados no que é halal (permitido pela lei islâmica) e no que é bom, e que amam as mulheres. Eu perguntei: "O que diz a lei sobre as escravas sexuais?".
    "O mufti disse: "Com a lei das escravas para o sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã ou com uma nação que não é da nossa religião.  E deve haver prisioneiros de guerra".
    "Isso é proibido pelo Islão?", perguntei.
    "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islão. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não - ela só precisa ser comprada pelo seu marido, e pronto. Portanto, a escrava sexual é diferente da mulher livre."
Enquanto a exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é um fenómeno infelizmente transversal, só na lei islâmica é que tem sanção divina. Aqui está mais um escândalo de direitos humanos ocasionado pela lei islâmica, que a comunidade internacional de direitos humanos e os meios de comunicação cobardemente ignoram.


A activista kuwaitiana explicando que a escravatura sexual é permitida no Islão

Sem comentários:

Enviar um comentário

Seja bem-vindo a esta caixa de comentários quem vier por bem.