segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

"Quanto tempo durará ainda este pesadelo?"

ACTUALIZADO
 
Estávamos ontem pacatamente, em espírito carnavalesco, a digitalizar e a postar as magníficas aventuras do profeta Moisés e das suas calças sem fundilhos, quando nos chega a notícia de mais um ataque islamista na Europa.


Escrevíamos, no final do nosso artigo, que a  linha que separa o Mundo Livre do Mundo Islâmico é que se alguém desenhar uma história sobre Moisés ou Jesus de rabo à mostra,  o pior que poderá acontecer serão reacções de desagrado. Mas se alguém ousar fazer o mesmo com Maomé, estará de imediato a assinar a sua sentença de morte. É por isso que o conceituado artista sueco Lars Vilks vive há anos sob custódia policial. Por ter ousado desenhar Maomé, como tinha desenhado outras figuras religiosas. 


No Islão não existe arte, não existe cultura, não existe criatividade, não existe alegria. Só existe medo, sofrimento e fanatismo. O Islão é inconciliável com a Democracia, a Liberdade e a Dignidade Humana, pilares da nossa Civilização!

FOSSO CIVILIZACIONAL


O Islão declarou guerra global. Como sempre fez.
 
Por mais que os intelectuais de esquerda e os políticos afirmem que não é uma guerra de Civilizações, é exactamente do que se trata. Todos os dias, em todo o Mundo. O Islão está actualmente na "Casa da Guerra". É assim há 1400 anos. É a natureza Islão: conquistar e submeter.

Em Outubro de 2013 fizemos um post chamado O Fosso Civilizacional Ocidente x Islão. Lembramos também de novo esta passagem do tirano e líder religioso aiatolá Khomeini:

"Alá não criou o homem para que ele pudesse divertir-se. O objectivo da criação foi a Humanidade a ser posta à prova por meio de sofrimento e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os campos. Não há piadas no Islão. Não há humor no Islão. Não há diversão no Islão. Não pode haver diversão e alegria no que é grave" 
Aiatolá Khomeini

Meditem nisto os que pretendem desculpar estes ataques, em nome de uma mentalidade infantil que compara a sátira, o humor, a arte, a cultura, com "gozo".


COMPREENDER A MENTALIDADE MUÇULMANA

Lars Vilks foi atacado numa Universidade, na Suécia, apenas por ter mostrado uma imagem (não era sequer uma caricatura) de Maomé. A histeria e a fúria assassina estalaram de imediato, e a Polícia viu-se em palpos de aranha para evitar mortes:




É este o tamanho do fosso civilizacional que nos separa. Não é, como alguns idiotas apregoam, que o Charlie ou outra publicação estejam a "gozar" com a religião de ninguém.

 DEBATE DE IDEIAS À MODA DO ISLÃO


 - Quanto tempo durará ainda este pesadelo? - pergunta uma testemunha do massacre. Nós respondemos: enquanto tivermos muçulmanos na Europa.

Por esta altura já toda a gente sabe que ontem, na Dinamarca, o terrorismo islâmico ceifou mais duas vidas e deixou um rasto de sangue. Estes ataques foram reportados porque ocorreram aqui na Europa, bem nas nossas barbas. Se tivesse sido em Israel ou na Nigéria, dois pobres diabos abatidos em nome do Islão não seria notícia.

O primeiro ataque, repetiu o  massacre do Charlie Hebdo em Paris no mês passado. O alvo foi um café em que decorria a conferência "Arte, Blasfémia e Liberdade de Expressão". O Embaixador francês, Francois Zimeray estava no evento, e elogiou o apoio da Dinamarca à liberdade de expressão, na sequência dos ataques terroristas muçulmanos no mês passado, em que 16 pessoas foram assassinadas.

A contribuição islâmica para o debate de ideias consistiu numa saraivada de tiros de metralhadora (50 tiros, ao que dizem), que ceifou uma vida (um homem de 55 anos) e deixou três feridos.

O terrorista estava de há muito referenciado pela Polícia e tinha registo criminal, mas o politicamente correcto impediu as autoridades de agirem como deveriam.




Poucas horas depois, um homem armado abriu fogo contra uma sinagoga não muito longe do café, matando Dan Ozen, 37 anos, membro da comunidade judaica e segurança voluntário na sinagoga. Dois policias foram atingidos a tiro, um no braço e outro na perna. A "colheita" só não foi tão proveitosa como o terrorista ambicionava, porque a Polícia já estava em alerta, junto da sinagoga, em vista do sucedido em Paris.

Começa a ser um padrão: os islamistas fazem um massacre contra a liberdade de expressão, e depois rematam com outro de judeus.  

Dois crimes igualmente graves segundo o Islão: ser artista e ser judeu! Mas o que é que não é crime no Islão? No dia anterior, a Polícia canadiana desmontou o planeado Massacre de S. Valentim.

Amar, viver, ser feliz, é pecado capital no Islão.


 
  
 
A polícia dinamarquesa lançou uma caça ao homem. Helicópteros foram ouvidos nos céus e veículos blindados foram vistos patrulhando as ruas. Um terrorista abriu fogo contra a Polícia em Copenhaga e foi abatido. As forças de segurança dinamarquesas permanecem em alerta máximo. 

O ISLÃO É O MESMO


Não há diferenças ideológicas entre os terroristas do ISIS, Hamas, Al-Qaeda, Boko-Haram, Hezzbollah, Fatah, etc., etc., etc.. Combatem todos pelo domínio global do Islão. Cumprem todos os mandamentos islâmicos e a lei sharia.

O Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, classificou como "tragédia" mais este "ataque terrorista brutal contra os valores e liberdades fundamentais, incluindo a liberdade de expressão."

Brent Lexner, ex-rabino-chefe  da Dinamarca, disse que a comunidade não se surpreendeu

 O PRIMEIRO PAÍS MUÇULMANO DA EUROPA

Na Dinamarca, como em Israel, os colonos muçulmanos não se acanham em impor a sua lei medieval e em mostrar a sua ambição de submeter os seus hóspedes.

Para que conste, há 8 mil judeus na Dinamarca. Os muçulmanos na Dinamarca já serão 270 mil - 4.8% numa população total de 5 milhões e 600 mil.  Em Setembro de 2014 os muçulmanos dinamarqueses já avisavam que a Dinamarca se tornaria em breve o primeiro país muçulmano da Europa.

 REACÇÕES DO MUNDO LIVRE



Avigdor Lieberman e Benjamin Netanyahu


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, exortou os judeus europeus a emigrarem para Israel em massa.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Avigdor Liberman, respondeu declarou que estes ataques voltam a "demonstrar o que afirma há anos: Israel e o povo judeu têm sido vítimas deste horror porque estão na vanguarda da guerra que o terrorismo move contra o Ocidente e contra todo o mundo livre ".

Liberman
observou: "A comunidade internacional não deve satisfazer-se com as declarações e manifestações contra o terrorismo, deve ir além dos limites do que é politicamente correcto e travar uma guerra para acabar com o terror islâmico".


Muçulmanos franceses celebrando o massacre de editores do Charlie Hebdo e de judeus, há cerca de em mês.

Tal como aconteceu na sequência do massacre de Paris, as celebrações islâmicas globais por mais este acto de terrorismo e supremacismo, não devem tardar.

 ENCRUZILHADA PARA A EUROPA

O que está a passar-se na Europa não é imigração. É INVASÃO. Os muçulmanos vêm para nos colonizar, para nos suplantar em número, e para nos submeter. É assim há 1400 anos. O Islão não mudou. Os FACTOS falam por nós.



Com mais de 50 milhões de muçulmanos na Europa (uma verdadeira invasão, promovida pela esquerda) os nossos governantes estão agora perante uma encruzilhada:

- Começa a ser evidente para todos que as leis que temos, desenhadas para uma população que aceita os valores democráticos, são inadequadas para bárbaros, terroristas e invasores

- Em nome da liberdade e da democracia, estes indivíduos procuram por todos os meios acabar com a liberdade e com a democracia. Massacram, pregam o ódio nas ruas e possuem verdadeiros arsenais de armamento letal. A qualquer momento um muçulmano pode entrar em "modo jihad" e massacrar cidadãos inocentes.
- A Polícia e as Forças Armadas assumem que não podem estar em todo o lado, proteger todos os alvos potenciais e ter sob controlo todos os muçulmanos. 

Na Europa, como em Israel e em todo o mundo não islâmico a única solução para a sobrevivência dos nativos é a deportação dos invasores, leia-se dos muçulmanos. Geert Wilders tem sido difamado, perseguido, punido judicialmente e ameaçado de morte por afirmar essa evidência. Quando reconhecerem que ele tem razão, o pesadelo acabará.



Não é por uma ideologia nefasta ostentar o título de religião que deve ser tolerada. 


P.S. - Já se fala abertamente sobre a inevitabilidade de os judeus deixarem a Europa, porque imposição dos muçulmanos, que nem mortos os toleram.

Tal como em Israel, os judeus é que são perseguidos e assassinados pelos islamistas, mas os judeus é que devem partir. Devem partir não se sabe bem para onde, porque os muçulmanos não os querem na terra de que são os nativos - Israel - nem os querem lado nenhum onde estejam muçulmanos. E os muçulmanos já estão em todo o lado!

4 comentários:

  1. Espero que haja uma reacção a tempo! E se houver gostaria de ver julgados e sentenciados todos os que promoveram esta invasão em massa de gente que, a menos da aparência, são tudo menos humanos.

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    1. Em nome da Democracia, temos que continuar a permitir a invasão e a ser submetidos e chacinados. A menos que os políticos deixem de caçar os votos muçulmanos, ou que os nativos acordem, ou seremos islamizados ou será a guerra civil. Infelizmente, pois o que mais queremos é paz.

      I.B.

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  2. Toda a minha ascendencia na Dinamarca sao cristaos, e tenho perquisa até 1600, todas as cidades eram cristas. O Isla nao faz parte da Europa. O mundo tem que parar de ter medo e dzer isso claramente, Que eles sejam visitas e que se comportem como visitas nos países cristaos. Keep walking!

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    1. Já não peço mais: peço que os muçulmanos na Europa sejam tratados como os europeus são tratados nos países islâmicos. Equidade basta.

      E, é claro, todos os muçulmanos que assumidamente sejam cidadãos normais, cumpridores das nossas leis, e leais aos respectivos Estados que os acolhem, são tão bem-vindos, como quaisquer outros cidadãos de todo o Mundo que por cá fazem a sua vida.

      Abraço,

      Israel Bloom

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