segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Adivinhe de quem descendem os Macacos!

Que se cale tudo quanto a humana Ciência canta, quando o Islão se alevanta!

Caros amigos,

Há alturas na vida de um homem em que a Alegria se casa com o Júbilo, a Felicidade com o Regozijo, a Satisfação com o Contentamento,a Jucundidade com o Gáudio, a Alacridade com o Aprazimento, a Ledice com o Deleitamento, e todos eles e mais uns quantos, de mãos dadas, se encaminham para o cintilante Altar da Glória, quais Noivos de Santo António em aprazível tarde de Junho, ao som dos sinos da Sé, que em breve serão, e para edificação geral, substituídos pelo chamamento do muazzin do alto do minarete.

Durante anos, este que vos escreve (figurativamente, pois, como bom "zionista", tenho aqui um escravo "palestino" a escrever por mim, crivadinho de chicotadas), este que vos escreve, dizia eu, debateu-se com as garras afiadas da Dúvida cravadas no seu pescoço delicado de mancebo infiel:

Teriam os dogmáticos religiosos razão, e o ser humano foi criado directamente por Deus? Teria Charles Darwin razão, e o ser humano evoluiu a partir dos seus parentes símios pelo mecanismo de selecção natural? Teria Alfred Russel Wallace razão, e o ser humano é um ramo da Árvore dos Primatas, cuja evolução teve uma mãozinha Superior? Teria Giorgio Tsoukalos (foto à esquerda) razão, e a espécie humana é uma experiência alienígena falhada? Teria Frank Zappa razão, qualquer que fosse a sua opinião?

Crueis, crueis, crueis dilemas...

Eis senão quando a Verdade desembainha sua espada luminosa e dissipa, de uma assentada, as trevas da Dúvida! O Grande Moussab Al-Mosharraf, jornalista sudanês e omnisciente especialista em Islão e Coisas em Geral, lança a bomba:

"Certos macacos são claramente descendentes dos judeus punidos por Alá, que os transformou em símios por estes terem profanado o Shabbat, conforme é descrito pelo Alcorão."

  Origem do Homem? Bóf!

 

Os domínios em que estão registados os dois blogues de Moussab Al-Mosharraf (Kashakeel.blogspot.co.il e http://midstationcafe.blogspot.co.il/), são israelitas (co.il)

 

Era já de há muito um dado adquirido para os muçulmanos, que os judeus são descendentes de macacos e porcos. A fonte para tal revelação absoluta e incontestável é o único Livro verdadeiro jamais escrito, obviamente o Alcorão (versículo 65 da Surata Al-Baqara e versículos 163-169 da Surata Al-Araf) - ver relatório de MEMRI n° 11, Based on Koranic Verses, Interpretations, and Traditions, Muslim Clerics State: The Jews Are the Descendants of Apes, Pigs, And Other Animals, 1 de Novembro de 2002). 

 

Contudo, as novas conclusões de Moussab Al-Mosharraf vêm fazer ainda mais Luz, pelo que aconselhamos severamente os nosso leitores a munirem-se uns óculos de sol ou de uma radiografia para continuarem a leitura deste post.

 

Uma das muitas fotos usadas pelo esclarecido articulista no seu esclarecido artigo, e destinadas a comprovar o óbvio: os judeus são os antepassados dos macacos! O que não entendemos é que, sendo os judeus (macacos) apenas 0,17% da Humanidade, ganharam 193 Prémios Nobel (da última vez que contámos). Ao passo que os muçulmanos, que são 25% da Humanidade (1 em cada 4 pessoas é muçulmano!!!) só ganharam 2...

VAMOS TRADUZIR ALGUMAS PARTES DO ARTIGO DE AL-MOSHARRAF, PUBLICADO NUM SITE MUÇULMANO "PROGRESSISTA":

"É indiscutível que existem macacos judeus"

O macaco preto está em perigo de extinção por causa da caça e da perda do seu habitat natural. Estes macacos são encontrados em ilhas do sudeste asiático, como a Malásia e a Indonésia; os macacos prata vivem no Extremo Oriente, incluindo China e Japão. Os macacos são simpáticos e sociáveis, e são muito semelhantes aos seres humanos. Alguns acreditam que eles são os descendentes dos ​​judeus que Alá se transformou em macacos.

É indiscutível que há macacos de origem judaica; ninguém nega, excepto aqueles que não acreditam no Alcorão, que Alá enviou por Maomé. 
Alá disse acerca desses macacos judeus: "Conhecem aqueles dentre vós que transgrediram o Sábado? Dissemos a eles: 'Que sejam macacos abjectos!'". E foi, na verdade, um exemplo para os seus contemporâneos e para os seus descendentes, e um aviso para aqueles que temem a Alá" (Alcorão 2: 65-66).


Foto do artigo do Grande Moussab Al-Mosharraf
Segundo a história do Alcorão, Alá proibiu os judeus de trabalharem no Shabat. Ele evoca uma aldeia de judeus que pescavam para a sua subsistência. O peixe fluiu em abundância no Sábado e desapareceu no domingo. Esses judeus sentiram tristeza e raiva e, em desafio à ordem de Alá, desenvolveram um processo para capturar o peixe no Sábado, com rede, que era removida no domingo de manhã [após o Sábado]. Muitos dos seus profetas proibiram-nos de usar esse método, mas eles não se deixaram dissuadir, como de costume. Por isso Alá os puniu e os transformou em macacos.

 Foto do artigo do Grande Moussab Al-Mosharraf
O resto dos judeus que não violaram o mandamento de Alá e não foram transformados em macacos recusaram-se a viver com os judeus transformados em macacos e perseguiram-os em direcção às montanhas. Eles (os judeus que Alá transformou em macacos) continuaram a multiplicar-se, e foram forçados a dispersar-se por todo o mundo. Optaram por viver nos países do Sudeste Asiático e do Extremo Oriente, como pode ser visto hoje.
O que é interessante é que há duas espécies de macacos, preto e prata, correspondentes aos dois tipos de judeus de duas cores de pele: Ashkenazi, de origem europeia e sefardita, asiático.
Note-se que Charles Darwin, (judeu), ocupou o mundo por longo tempo com a sua teoria de que o homem evoluiu do macaco. Aparentemente, ele chegou a esta hipótese a partir do seu estudo sobre a história de alguns dos seus ancestrais símios judeus.
O problema dos macacos é que os hindus e os budistas do Sudeste da Ásia e do Extremo Oriente os caçam para o consumo e para medicina popular. O que é surpreendente e inacreditável é que a maioria dos países onde há um número crescente de macacos são países islâmicos ...

Sabe-se que os judeus sempre se sentiram à vontade entre os povos islâmicos, onde preferem viver, residir e estabelecer-se porque se sentem seguros e em casa ... A proliferação de judeus na Espanha, e mais tarde no Reino de Marrocos, e actualmente na Palestina, oferece excelente prova dessa observação factual.


Note-se que os judeus foram submetidas a isolamento e humilhação em toda a Europa, incluindo a Alemanha nazi sob o governo de Adolf Hitler. Os macacos hoje recebem alguma atenção e interesse, porque as pessoas temem que eles possam extinguir-se.
Na ilha de Sulawesi, na Indonésia, um fotógrafo tirou várias fotos deles, e ficou surpreso ao saber que esses macacos têm uma vida familiar feliz, como seres humanos. Ele também ficou surpreso ao ver que eles se comportam como seres humanos quando são convidados a ficar de pé ou a sentar-se para serem fotografados. Estes macacos são surpreendentemente hábeis a posar para a câmara.
Seria supérfluo recordar que a indústria do cinema, o saber posar para uma câmara, é uma prerrogativa dos judeus. A maioria dos actores e actrizes de cinema 'avant-garde' em Hollywood e Paris, tiveram e ainda têm origens judaicas.

  Foto do artigo do Grande Moussab Al-Mosharraf 

Outro trecho do blog postado por Al-Mosharraf: "Os judeus são a raiz de todos os males"
Em 3 de Agosto de 2015, após o assassinato de uma adolescente por um extremista judeu ortodoxo na Marcha do Orgulho Gay em Jerusalém, Al-Musharraf escreveu:
"Na verdade, os judeus são a raiz de todo o mal e do desvio da tradição que as pessoas respeitam no mundo. Eles foram os primeiros a inventar a prostituição e o lesbianismo, os jogos de azar, o interesse, a indústria do vinho, e tiveram o "privilégio" de trazer a homossexualidade e a sua proliferação entre as pessoas após o seu desaparecimento do mundo, quando Alá abriu a terra para engolir o povo de Lot."

A história da destruição de Lot e do seu povo é uma de milhares de incongruências encontradas no Alcorão. Neste caso consta da Surata Al-Hij, versículo 15.

"O desvio sexual e o casamento entre pessoas do mesmo sexo são comuns entre os jovens e estudantes universitários judeus. Abaixo está uma imagem de uma cerimónia de contrato de casamento entre eles, sob o patrocínio de Satanás, a quem eles convidam para testemunhar por intermédio de fogo em forma de coração como na figura abaixo."

 
A foto que exemplifica o "convite a Satanás para testemunhar num casamento gay" é esta, de jovens a acenderem velas para homenagear o adolescente assassinado durante a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém, e constante da edição do diário israelita Maariv, de 5 de Agosto de 2015, e  foi amplamente divulgada pela Imprensa.

Numa nota final, queremos dizer aos nossos leitores que, se fazem parte do número dos esclarecidos que "sabem" que Israel invadiu a "Palestina"; que matou os pobres árabes todos; que mata criancinhas; que domina o Mundo através de Hollywood, do sistema bancário e da Imprensa; este artigo é para juntarem ao vosso acervo de VERDADE E LUZ!

ALELUIA!, DIGO, ALLAHU AKBAR!


E aqui vai um site que descobrimos recentemente, que deve interessar aos malandros como nós, que se calhar também temos costela de macacos: http://www.exmuculmanos.com/


P.S. - Não esquecer que este artigo é considerado "progressista" e "científico" nos meios muçulmanos. Em certas "Universidades" muçulmanas ensina-se por exemplo que a Terra é plana e o Sol se move ao seu redor.

P.P.S. -  Os judeus/macacos são apenas 0,17% da Humanidade, e ganharam 193 Prémios Nobel (da última vez que contámos). Ao passo que os muçulmanos, que são 25% da Humanidade só ganharam 2... Mais um mistério!

domingo, 30 de agosto de 2015

Um Óscar para Shirley Temper!

O soldado do IDF sendo atacado pelas mulheres e mordido pela famosa "Shirley Temper". Uma soberba actuação! Bravo!

Hoje como todos os dias, os muçulmanos ditos radicais continuaram a matar, às centenas e milhares de inocentes, como todos os dias. Mas nada disso interessa. Hoje, o que provoca clímaxes entre a brigada antissemita são as imagens da famosa "Shirley Temper", a jovem actriz palestinianista, que conseguiu mais uma vez excelentes imagens para a propaganda anti-Israel.

A FAMOSA "SHIRLEY TEMPER":


O que se passou é o habitual: os soldados israelitas apedrejados, cuspidos, insultados, atacados. Um grupo de criaturas salta em cima de um soldado, que, como é mania dos israelitas, não se deixa matar. Elas batem-lhe e mordem-lhe. Os fotógrafos ao estilo do antissemita e amigo dos terroristas, o torpe Nuno Lobito, estão à coca (eles vão a Israel para isso mesmo) e conseguem imagens que, bem manipuladas, dão a ideia que eles querem.




O contexto.
"O garoto estava a atirar pedras, e o IDF tomou a decisão de o prender. Durante a prisão, começou uma provocação violenta que incluiu mulheres e crianças palestinas. Como resultado do ataque violento, foi tomada a decisão pelo comandante regional de cessar a prisão", disse o IDF disse em comunicado.
    
     O oficial do Exército acrescentou que: "Dois jovens palestinos foram presos por atirarem pedras durante os violentos confrontos. O soldado ficou
levemente ferido em resultado das acções violentas contra ele".


CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP! CLAP!  CLAP!  CLAP! CLAP!

É claro que pimenta no dos outros é refresco. E se for no dos israelitas é champanhe! Estes romantizados atiradores de pedras são idolatrados pela extrema-esquerda e pelos nazis. Pelos islamistas nem é bom falar... Mas estes inocentes atiradores de pedras MATAM! O que é precisamente o que os inimigos de Israel mais gostam!


Adele Biton foi uma das mortes recentes devida aos apedrejadores

Umas pedrinhas de nada! - 1

Umas pedrinhas de nada! - 2

Umas pedrinhas de nada! - 3

 

Sites como o Israelycoll e o Europe-Israel reportaram mais esta parcialidade nojenta.  O site PaLIEStine, um dos nossos preferidos, contém muitos exemplos desta manipulação antissemita.

Em Portugal também há bairros conhecidos como "problemáticos", onde os habitantes também odeiam a Sociedade ordeira e trabalhadora. Vemos muitas vezes na TV (por exemplo no programa Rua Segura, da CMTV) como as autoridades se deparam com manobras de distracção em que mulheres e crianças as provocam, para permitirem aos homens escapar. E ninguém se indigna por a nossa Polícia não se deixar dominar por marginais. Mas a certas pessoas, o ódio tolda a razão.

 

O TERRORISMO ISLÂMICO GLOBAL NÃO INTERESSA NADA. SÓ ISRAEL INTERESSA. E NÃO HAVENDO NADA A APONTAR-LHE, INVENTA-SE!


Padre iraquiano: "Estado Islâmico é a verdadeira face do Islão"



De acordo com os especialistas em contra-terrorismo, estão a entrar na Europa hordas de terroristas do ISIS, camuflados no meio dos "migrantes". O próprio ISIS admite que está a enviar "migrantes" aos milhões como arma psicológica para a submissão da Europa.

75% dos "migrantes" que entram na Europa são homens jovens. Com eles chegam terroristas do ISIS, como estes, que foram detidos com propaganda islamista e vídeos de decapitações nos seus telemóveis. 

Trazemos hoje o testemunho de alguém que está no terreno e passa pelo que as outras vítimas do chamado "Islão radical" passam. Aqui na Europa, quem se atreve a dizer o mesmo, é levado à barra do Tribunal. É o que está a passar-se com o Pastor James McConnell no Reino Unido, que declarou que a religião islâmica é maléfica.
NINGUÉM SE RALA COM AS VÍTIMAS DOS ISLAMISTAS. TODA A SOLICITUDE VAI PARA OS COLONOS QUE OS ISLAMISTAS PARA CÁ MANDAM, COMO MANDARAM EM 1920 PARA COLONIZAR ISRAEL.


PADRE CALDEU ADVERTE: "O CANCRO ESTÁ À VOSSA PORTA"
O sacerdote católico caldeu e ex-pároco da paróquia de Mar Eliya, em Bagdadpadre Douglas Al Bazi Joseph Shimshon, que agora exerce o seu ministério em Erbil (capital do Curdistão iraquiano), foi convidado do Encontro para a Amizade entre os Povos, organizado pelo movimento católico Comunhão e Libertação, que acontece em Rimini, Itália, todos os anos desde 1980, na comuna de Emília-Romanha.
A sessão deste ano teve lugar entre 22 e 28 de Agosto. Tal como tantos outros prelados lúcidos, confrontados com o Islão no Médio-Oriente, o padre Al-Bazi rompe com a cegueira dos políticos e também de muitos religiosos e ocidentais, e lança-nos um aviso que deve ser levado a sério ...
No domingo, 23 de Agosto, durante o grande Encontro Cristão de Rimini, que também atrai grandes personalidades do mundo político e económico, o padre Douglas Al Bazi Joseph Shimshon, natural de Bagdad e que agora oficia para os refugiados em Erbil, no Curdistão iraquiano, alertou os italianos e os europeus: "Aqui em Itália, os muçulmanos vivem entre vós e coabitam convosco. Mas quando é ao contrário, quando são os cristãos entre os muçulmanos, a coabitação é impossível."
Ele mesmo sofreu os abusos de muçulmanos, foi sequestrado e torturado durante nove dias, e agora está a trabalhar com outros refugiados cristãos que fugiram do avanço do Estado Islâmico. O padre Al-Bazi sabe do que fala.
O Estado Islâmico é a verdadeira face do Islão.
Os muçulmanos radicais do ISIS (Estado Islâmico) fazem o mesmo que Mohammed fez há 1.400 anos. "Os muçulmanos moderados provavelmente já não existem no Iraque", disse o pároco de Erbil, advertindo que as futuras gerações islâmicas serão provavelmente ainda piores.

Confrontado com o afluxo de muçulmanos, que vimos a rejeitarem os pacotes da Cruz Vermelha na fronteira da Macedónia com o pretexto de que eles não eram halal, o padre católico adverte os europeus:
"O cancro está à vossas porta. Eles vão destruir-vos.
"[...]" Nós, cristãos, somos o único grupo a ter visto a face do mal, o Islão", alertou mais uma vez o padre Al-Bazi. "Orem pelos meus irmãos, ajudem-nos, salvem-nos", pediu aos presentes, porque "o que acontece com o meu povo é um genocídio, e o único que o reconhece é o Papa Francisco".
"O CANCRO ESTÁ À VOSSA PORTA! ELES VÃO DESTRUIR-VOS!"

Os idolatrados Hamas, Hezbollah ou Autoridade 'Palestina', são a mesmíssima coisa que o ISIS, a Al-Qaeda ou o Boko-Haram. Só que estes últimos atacam-nos também a nós, não apenas a Israel.

Discordamos que os cristãos estejam a ser o único grupo a ver a face do Mal. Os yazidis, os curdos, os judeus, e basicamente todos os não muçulmanos e todos os muçulmanos realmente moderados, estão a ser alvo, todos os dias, da fúria da jihad islâmica. O terror é maior no Médio Oriente, mas ocorre um pouco por todo o Mundo. Basta seguir os acontecimentos nos media alternativos (ver na nossa barra lateral O TERRORISMO GLOBAL) e verificar a macabra contabilidade em sites como A Religião da Paz (que tem a opção de Língua Espanhola, para quem esteja menos à vontade com o Inglês).

O padre François Murad foi das primeiras vítimas globalmente faladas do Estado Islâmico. Foi decapitado pelos islamistas do ISIS, sob os urros de alegria de uma multidão de... "moderados":

   

Nessa altura, como agora, o discurso oficial dos políticos, dos jornalistas, dos analistas, dos clérigos na sua generalidade, é que se trata de "actos isolados de alguns fanáticos". Actos isolados que vitimam em média 11 cristãos por hora!

Já alertámos os nossos leitores de que está em curso uma invasão.Os "migrantes" não vão para os países islâmicos - alguns deles riquíssimos. Eles são enviados da Líbia para a Europa pelo próprio ISIS, para nos destruírem por dentro.

Chegam bem alimentados, felizes, prontos a juntarem-se aos mais de 52 milhões de colonos muçulmanos que já estão a parasitar e destruir a Europa. 

No post Os Cagalhões Desprezíveis partilhámos o testemunho de uma francesa que vive numa área já dominada pelos "migrantes". Esta é uma filmagem da alegria e animação que reinam num campo de "refugiados", na Hungria, onde se grita a plenos pulmões a proclamação supremacista e terrorista de Allah Akbar:



Na série de posts intitulada A Invasão Que Eles Escondem, demos um la-mi-ré de toda esta desgraça. Aconselhamos os leitores a consultarem a nossa secção GUERRA DEMOGRÁFICA. E lembramos que este blogue está longe de ser exaustivo. É um pequeno esforço de consciencialização, para que cada vez mais gente acorde e olhe para o exemplo de Israel, cercado e infiltrado por terroristas e bárbaros islamistas.

LEIA OU RELEIA:

A Invasão que eles escondem - 1

A Invasão que eles escondem - 2

A Invasão que eles escondem - 3

A Invasão que eles escondem - 4 

 A Invasão que eles escondem - Conclusão

 

 Descubra as diferenças entre os nazis e os terroristas islâmicos:


JÁ PERCEBEU?

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Cai a Máscara do Anti-Sionismo

Corbin e outros membros da extrema-esquerda sentem a vida vazia quando as coisas melhoram. Como já não podem protestar contra o apartheid na África do Sul, inventam outros protestos.

Cai a Máscara do Anti-Sionismo
Aby Ben Cohen / JNS.org

No primeiro sábado de Setembro a selecção nacional de futebol de Israel jogar em Cardiff, capital do País de Gales, numa qualificação crucial para o Campeonato Europeu do próximo ano, em França. Como se está a tornar norma quando atletas israelitas viajam para o exterior, a equipa enfrentará protestos fora do campo, liderados por activistas que acreditam que Israel não tem o direito de competir internacionalmente.
Um dos palestrantes agendados para o comício anti-Israel fora do estádio de futebol é Jeremy Corbyn, um membro de extrema-esquerda do Parlamento do Reino Unido, eleito pela oposição Trabalhista, e, mais importante, o principal candidato na batalha pela liderança daquele partido.
Se Corbyn ganhar a corrida, desencadeada pela renúncia do ex-líder Ed Miliband, na sequência do seu fraco desempenho nas eleições gerais do Reino Unido no início deste ano, teremos um apoiante entusiástico do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) à frente de um dos mais augustos partidos de esquerda da Europa.

 Hippie velho não aprende nada

Corbyn é um padroeiro da Campanha de Solidariedade
pró-Palestina BDS do Reino Unido, que é bem conhecida pela sua orientação anti-semita e contra Israel, através das suas constantes comparações do Estado judeu com a Alemanha nazi e com a época do apartheid na África do Sul. Mas isso, sem dúvida, é o de menos.
Durante a última semana, Corbyn tem sido confrontado nos meios de comunicação sobre as suas ligações com um negador do Holocausto, sediado em Londres e activista da "solidariedade com a Palestina" chamado Paul Eisen. No passado, Corbyn defendeu Ra'ed Salah, líder do Movimento Islâmico em Israel, apesar do endosso de Salah ao libelo de sangue anti-semita e da sua afirmação de que os judeus foram avisados ​​com antecedência das atrocidades terroristas da al-Qaeda a 11 de Setembro de 2001.
Quando Salah entrou numa disputa legal com as autoridades britânicas durante uma estadia prolongada no Reino Unido, Corbyn pediu um inquérito parlamentar sobre a influência do "lobby pró-Israel" na política do governo. Esta sinistra declaração foi feita depois de o CST, um corpo profissional e altamente respeitado que lida com a segurança da comunidade judaica do Reino Unido, ter fornecido elementos de prova dos pontos de vista tóxicos de Salah ao Governo.
Agora, Corbyn é quem aparentemente vai liderar o ataque contra a presença britânica da equipa que o futebol israelita, que, ironicamente, só joga nas competições europeias porque o Estado judeu foi expulso da Confederação Asiática de Futebol em 1974, graças ao diktat da Liga Árabe no boicote a Israel.

Um bonezinho à Lenine e um amor desmedido aos ditadores 
Desde sempre Corbyn é um entusiasta de ditadores, como o agora morto Hugo Chávez na Venezuela, e o ainda vivo Vladimir Putin na Rússia, pelo que não vai incomodá-lo que o boicote árabe tenha sido imposto por alguns dos piores violadores dos Direitos Humanos da História. Na verdade, ele não vai descansar até que Israel esteja completamente isolado, e não apenas no Médio Oriente, mas em todos os cantos do globo.

Não admira, então, que uma pesquisa do jornal Jewish Chronicle de Londres revele que quase 70 % dos judeus britânicos estão "preocupados" com a perspectiva de Corbyn vir a ser o líder do Partido Trabalhista, com uma esmagadora percentagem de 83 % expressando alarme na descrição infame que Corbyn faz do Hamas e do Hezbollah como "nossos amigos."

O que é que isto nos diz? Desde logo, que a grande maioria dos judeus britânicos não estão a "comprar" o absurdo que o anti-sionismo não é anti-semitismo, e de  que estes movimentos distinguem
entre judeus e israelitas.
Grande parte da multidão que vai apoiar as estrelas de futebol de Israel será composta por judeus britânicos que expressam a sua afinidade emocional e cultural com o Estado judeu. E porque eles se atrevem a fazer isso, serão perseguidos por uma multidão latindo slogans sobre supostos crimes de guerra e supostas ideologias racistas de Israel; uma multidão liderada por um homem que aspira a tornar-se primeiro-ministro da Grã-Bretanha.


Ideias de "vanguarda": Em 1992, Corbin fechou os olhos às redes pedófilas que actuavam no seu círculo eleitoral, alegando (ele e os seus camaradas) que os pedófilos "amavam as crianças" e estavam a "libertá-las sexualmente". Ver DAILY MAIL: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3181783/Did-Jeremy-Corbyn-try-protect-fellow-Left-wingers-implicated-paedophile-scandal.html.

Corbyn claramente não se sente excessivamente perturbado pela evidência de que anti-sionismo é anti-semitismo; quando o Jewish Chronicle lhe dirigiu uma série de perguntas, ele, em vez de pegar no telefone, como faria qualquer político que se importasse com os sentimentos da comunidade judaica, nomeou um porta-voz para responder por email.
Foi assim que os leitores ficaram a saber que "Jeremy" considera  "a negação do Holocausto vil e errada", embora em nenhum momento "Jeremy" condene qualquer dos negadores do Holocausto e e dos teóricos da conspiração (entre eles os seguidores de Lyndon Larouche, um líder americano de extrema-direita) com quem ele se tem associado. Corbyn pode tomar essa atitude relaxada porque sabe que os seus partidários consideram as acusações de anti-semitismo como uma mancha política sem importância. Este ponto de vista é comum entre os progressistas na América também.
Por outro lado, o termo "anti-sionismo", abraçam-no calorosamente, considerando-o como parte integrante da sua matriz de valores e metas progressistas, ao lado da oposição à austeridade política, do activismo ambiental, da "solidariedade" com os regimes "progressistas" no mundo em desenvolvimento, da hostilidade implacável a quaisquer acções militares levadas a cabo por governos democráticos, e assim por diante.
Apoiante confesso dos bandos terroristas Hamas e Hezbollah
Significativamente, a pesquisa do Jewish Chronicle inclui uma pergunta inteligente que os pesquisadores judaicos na América deveriam também fazer: "Como é que se sente quando um político se descreve a si mesmo como 'anti-sionista'?". O jornal revelou que "mais de 44 % dizem pensar 'sempre' que tal declaração significa realmente "anti-semita", com mais de 27 % dizendo que 'muitas vezes' acham que essa afirmação  é anti-semita na sua intenção."
"No total, quase 90 % dos judeus sentem que 'anti-sionista' é usado pelos políticos como eufemismo para 'anti-judeu'."
Devagar, devagar, assistimos à queda da máscara: o anti-semitismo tem-se disfarçado de anti-sionismo. Vimo-lo graficamente na Espanha esta semana, quando um festival de reggae desconvidou o cantor Americano-Judaico Matisyahu, depois de ele se recusar a condenar Israel. De forma encorajadora, o facto de que o festival voltou atrás depois de uma onda de protestos, restabelecendo o convite a Matisyahu, mostra que há muitos não-judeus que têm uma visão semelhante à dos judeus.

Temos de desmascarar os anti-sionistas como Jeremy Corbyn: absterem-se de ataques aos judeus enquanto judeus não é suficiente para os absolver da acusação de intolerância anti-judaica. Substituírem a palavra
"judeu" por "sionista", ou consorciarem-se com anti-semitas activos (e, em seguida, distanciarem-se deles se esses encontros se tornarem do conhecimento público), é um truque gasto, e eles até são mais espertos do que isso.
Crucialmente, entendemos que o alvo imediato dos ocidentais anti-sionistas não é Israel, mas os judeus que, nos seus próprios países, se identificam com Israel.
Antes de encerrar, eu deveria responder a qualquer leitor que se pergunte se Jeremy Corbyn poderá realmente acabar por ser o primeiro-ministro britânico. Dado que muitos especialistas estão a prever que o Partido Trabalhista se irá dividir se ele ganhar a liderança, e que o partido tem sido invariavelmente inelegível quando se inclina muito para a esquerda, é de pensar que as chances são pequenas. Mas, mesmo como líder da oposição, ele vai ganhar um púlpito com que só poderia ter sonhado há apenas uma década.

Ben Cohen, editor sénior de TheTower.org escreve uma coluna semanal para a JNS.org sobre assuntos judaicos e política do Médio Oriente. Os seus escritos foram publicados no Commentary, New York Post, Haaretz, The Wall Street Journal, e muitas outras publicações. Ele é o autor de  “Some of My Best Friends: A Journey Through Twenty-First Century Antisemitism”  (Critic Edition, 2014).

Deputado cristão sul-africano arrasa BDS


Nazis do BDS levam a pior com Matisyahu


Vimos recentemente como a organização antissemita BDS mostrou a sua verdadeira face em Espanha, ao boicotar a presença do cantor Matisyahu num festival de reggae, por este ser judeu. 


A BDS recorre frequentemente à propaganda de estilo nazi, sem quaisquer escrúpulos. Uma das estratégias é acusar Israel de apartheid, e nem se coíbe de usar o Photoshop para produzir medíocres montagens de Mandela com um lenço à moda do terrorista Arafat, a dizer mal de Israel. Tão ridículo... 



De apartheid percebia também Martin Luther King, um homem de Paz, um herói e um grande Amigo de Israel...

Na falta de melhor, os neo-nazis da BDS inventam citações antissemitas e atribuem-nas às mais diversas personalidades - de preferência já falecidas, como é o caso de... Einstein! Para além de ridículo!!!

Pessoas de bem de todo o mundo estão a condenar a BDS. Se mais gente se chegasse à frente, o terrorismo, o Nazismo, as ditaduras - o Mal, enfim - não vingariam.


Deputado sul-africano: "Nada em Israel se assemelha a 'apartheid'"
O membro do Parlamento Sul-Africano Kenneth Meshoe manifestou-se contra a alegação dos activistas do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), de que Israel é um "Estado de apartheid".
"Há muitos cristãos que apoiam Israel, mas que não se manifestam ... Aqueles que sabem o que  apartheid realmente é, como eu sei, sabem que não há nada em Israel que se pareça com apartheid", disse Meshoe, que é o presidente da Partido Democrata Cristão Africano, ao Canal 10. E acrescentou que aqueles que apoiam Israel na África do Sul frequentemente se deparam com "intimidação".
A visão de que Israel é um estado de apartheid, disse ele, "é uma declaração política vazia que não detém a verdade. Em Israel pode ver-se a coexistência entre pessoas de diferentes cores, origens e religiões".
"O movimento BDS é uma verdadeira dor para nós, os que na África do Sul amamos a verdade. O movimento BDS não é um movimento democrático; eles são um movimento de intimidação, um movimento que pratica o ódio. As pessoas que não acreditam no ódio não devem permitir que o movimento BDS as impeça de fazer o que está certo", acrescentou Meshoe ao Jerusalem Post.
Meshoe fez os comentários no contexto de uma discussão sobre a recente controvérsia envolvendo a estrela do reggae judaica Matisyahu, que foi banido de um festival de música em Espanha devido à pressão da BDS pela sua recusa em aderir à exigência do festival de que apoiasse publicamente um Estado palestino, mas mais tarde, foi re-convidado.
Por: JNS.org