sábado, 14 de novembro de 2015

Apontamentos sobre os ataques de Paris - 2


CONTINUAMOS A PEDIR A TODOS OS QUE NOS LÊEM QUE NÃO DESÇAM, EM CASO ALGUM, AO NÍVEL DOS BÁRBAROS E DOS TERRORISTAS. NO MUNDO LIVRE, ONDE TEMOS A FORTUNA DE VIVER, A JUSTIÇA FAZ-SE NOS TRIBUNAIS E A DEFESA CABE ÀS FORÇAS POLICIAIS. A NOSSA ARMA NA LUTA CONTRA O MAL É A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

Apontamentos sobre os ataques de Paris - 1

(No post anterior referimos os "refugiados", que estão a chegar à Europa às centenas de milhar - em breve milhões! - e chamámos a atenção para que - ó blasfémia! - a maior parte deles não serem de todo refugiados, mas sim invasores. Confirma-se entretanto que a quase totalidade dos terroristas dos ataques de Paris são "refugiados", com idades entre os 15 e os 18 anos, daqueles que partem o coração aos bem-pensantes).
Calhei a estar com um grupo de pessoas quando chegaram as primeiras notícias sobre o massacre de Paris. Timidamente, os jornalistas da CM-TV (o canal que estava sintonizado em casa alheia), foram dizendo que tinha havido tiroteio em dois lugares diferentes de Paris, nas imediações do estádio onde se disputava um França-Alemanha em futebol, e que a selecção alemã já tinha sido evacuada por ameaça de bomba.
"Mais um massacre islamista" - comentei. Claro que os simpáticos convivas me caíram de imediato em cima, apelidando-me de islamofóbico, fanático, louco, e outros mimos.
Foi assim há uns dias, quando um avião russo explodiu por via de uma bomba a bordo, reivindicada pelo ISIS. Foi assim nos ataques islamistas da Maratona de Boston. Foi assim nos ataques ao Charlie Hebdo e ao Hyper Casher. É sempre assim. Toda a gente se galvaniza a seguir a um ataque terrorista, enquanto pensa que foi obra da ETA, da extrema-direita americana pró-armas, dos hooligans do futebol. A partir do momento em que se sabe que foram islamistas, começa a argumentação habitual, de que sobressai:
- Pode acontecer em qualquer religião! 
Pois pode! Nenhuma religião está livre de que alguém se arme em justiceiro apocalíptico e desate a varrer o que a seus olhos seja "O Pecado". Curiosamente, são sempre muçulmanos que o fazem. E enquanto não tomarmos consciência desse FACTO, o problema perdurará.
Passado um bocadinho, aos tiroteios já se juntava a explosão de bombas. Depois, os locais de tiroteio eram três e não dois. Depois eram quatro, cinco, seis... Depois, as vítimas já não eram "apenas" seis, mas já eram 12, 16, 24... E as invectivas que me eram dirigidas foram abrandando. Se calhar já não era coisa de hooligans, como os jornalistas iam sugerindo.
Em rodapé, passavam tweets de testemunhas dos ataques. Todas tinham nomes árabes.  É preciso passar permanentemente a ideia de que o terrorismo islâmico "não tem nada a ver com o Islão".
A emissão prosseguia, e a palavra Islão nunca foi pronunciada. Timidamente, um dos comentadores - por ter alguma vergonha na cara, honra lhe seja - aventou timidamente que o decapitador-mor do ISIS, o tristemente famoso Jihadi John fora abatido, e que se calhar as coisas poderiam ter alguma ligação... Que a intervenção francesa na coligação internacional que combate o grupo terrorista talvez possa estar ligada a estes tiroteios...
Mas a palavra Islão nunca foi proferida.

Nota à margem: neste exacto momento, em que as Televisões estão a recolher reacções de figuras públicas aos ataques terroristas, Maria de Belém, do Partido Socialista, candidata à Presidência da República de Portugal, verbaliza a sua maior preocupação: "que neste momento em que tantos 'refugiados' chegam à Europa, possa haver sentimentos de xenofobia". É por causa de pessoas como esta que chegámos a este ponto.

 

O que um bilião e 600 milhões de muçulmanos pensam: que a sua religião legitima um Califado Global, e o abate e escravização de todos os "infiéis". Ontem, em França, tivemos mais uma vez a demonstração de que assim é.

 CURIOSAS COINCIDÊNCIAS 


Está oficialmente estabelecido que o Islão é uma religião pacífica. E quem o conteste, sofre pesadas penalizações judiciais - como demonstrámos, por exemplo no post FRANÇA - GOVERNO JÁ APLICA A SHARIA

Nota à margem: Estamos a ver na TV muitos portugueses que saem à rua em solidariedade com os franceses. Sem medo de levarem um tiro ou serem apanhados por uma bomba islâmica (porque os terroristas também andam por cá). Em Israel também é assim: os bárbaros atacam, e os cidadãos reiteram a sua fé na Liberdade.

CURIOSAS COINCIDÊNCIAS QUE VALERIA A PENA ANALISAR, SE NÃO ESTIVÉSSEMOS, TODOS OS NÃO MUÇULMANOS, SOB PERMANENTE SUSPEITA DE DISCRIMINAÇÃO, ISLAMOFOBIA E RACISMO:
Os terroristas dos ataques ao Bataclan, Stade de France e outros: eram muçulmanos
Os terroristas do ataque ao Charlie Hebdo e ao Hypercasher em Paris: eram muçulmanos
O bombista no autocarro em Tel Aviv: era muçulmano
O terrorista do sapato: era muçulmano
Os decapitadores dos dois reféns japoneses: eram muçulmanos
As atiradores do café na Austrália: eram muçulmanos
O atirador de Fort Hood: era muçulmano
O bombista da cueca: era muçulmano
Os decapitadores do soldado Lee Rigby, em Londres: eram muçulmanos.
Os bombistas dos comboios de Madrid: eram muçulmanos
Os bombistas do metro de Londres: eram muçulmanos

Os bombistas discoteca em Bali: eram muçulmanos 
Os atacantes do Teatro em Moscovo: eram muçulmanos
Os bombistas do voo 93 da Pan-Am: eram muçulmanos
Os sequestradores do avião da Air-France: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos em Beirute: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos na Líbia: eram muçulmanos
Os bombistas suicidas de Buenos Aires: eram muçulmanos
Os assassinos dos atletas olímpicos israelitas em Munique: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos no Quénia: eram muçulmanos
Os atacantes das Torres Khobar, na Arábia Saudita: eram muçulmanos 
Os terroristas da escola russa de Beslan: eram muçulmanos
Os terroristas do World Trade Center: eram muçulmanos
Os terroristas de Bombaim e Mumbai, na Índia: eram muçulmanos
Os sequestradores do navio Achille Lauro: eram muçulmanos
Os terroristas do 11 de Setembro de 2001: eram muçulmanos
Os atacantes do centro comercial no Quénia: eram muçulmanos.
Os assassinos que massacram ou massacraram povoações inteiras de "infiéis" nas Filipinas, Quénia, Sudão, Timor-Leste, Síria, Iraque, Egipto, Líbia, etc., etc.: são muçulmanos
E muito, muito mais...
"Em breve seremos a maioria!" - garante esta muçulmana enraivecida. Aqui é em New Jersey, Estados Unidos, mas é assim em todo o Mundo.
COMO É O CONVÍVIO ENTRE RELIGIÕES NÃO ISLÂMICAS:
Budistas que vivem com Hindus = sem problemas
Hindus que vivem com os cristãos = sem problemas
Hindus que vivem com judeus = sem problemas
Cristãos que vivem com xintoístas = sem problemas
Xintoístas que vivem com confucionistas = sem problemas
Confucionistas que vivem com Baha'is = sem problemas
Bahá'ís que vivem com judeus = sem problemas
Judeus que vivem com ateus = sem problemas
Ateus que vivem com budistas = sem problemas
Budistas que vivem com Sikhs = sem problemas
Sikhs vivem com Hindus = sem problemas
Hindus que vivem com Baha'is = sem problemas
Bahá'ís que vivem com cristãos = sem problemas
Cristãos que vivem com judeus = sem problemas
Judeus que vivem com budistas = sem problemas
Budistas que vivem com xintoístas = sem problemas
Xintoístas que vivem com ateus = sem problemas
Ateus que vivem com confucionistas = sem problemas
Confucionistas que vivem com Hindus = sem problemas
Já percebeu a ideia...
"A Sharia só pode ser estabelecida com armas" - informa o terrorista islâmico. Na Austrália têm-se sucedido as manifestações públicas de raiva e as desordens, porque as autoridades já começaram a prevenir o terrorismo islâmico.

COMO É O CONVÍVIO QUANDO HÁ MUÇULMANOS EM CENA:
Muçulmanos que vivem com Hindus = Problema
Muçulmanos que vivem com budistas = Problema
Muçulmanos que vivem com cristãos = Problema
Muçulmanos que vivem com judeus = Problema
Muçulmanos que vivem com Sikhs = Problema
Muçulmanos que vivem com Baha'is = Problema
Muçulmanos que vivem com xintoístas = Problema
Muçulmanos que vivem com ateus = Problema
Muçulmanos que vivem com os muçulmanos = GRANDE PROBLEMA
Poderíamos ilustrar com séculos de História e milhares de exemplos de intolerância total dos muçulmanos, contra os infiéis e entre eles.

Mais 30 cristãos executados por não quererem pagar a jyziia, o imposto exigido aos "infiéis" para financiamento da "guerra santa" aos "infiéis".

ONDE É QUE OS MUÇULMANOS NÃO ESTÃO FELIZES
Eles não estão felizes em Gaza
Eles não estão felizes no Egipto
Eles não estão felizes na Líbia
Eles não estão felizes em Marrocos
Eles não estão felizes no Irão
Eles não estão felizes no Iraque
Eles não estão felizes no Iémen
Eles não estão felizes no Afeganistão
Eles não estão felizes no Paquistão
Eles não estão felizes na Síria
Eles não estão felizes no Líbano
Eles não estão felizes na Nigéria
Eles não estão felizes no Quénia
Eles não estão felizes no Sudão
Eles não estão felizes em NENHUM país muçulmano


A famosa Amira Abase, uma jovem muçulmana privilegiada, imigrante em Inglaterra, ficou famosa por ser uma "noiva jihadista" (uma daquelas raparigas que fogem para o Califado para casarem com terroristas) e por causa das suas reacções de júbilo aquando do massacre na estância balnear na Tunísia

ENTÃO, ONDE É QUE OS MUÇULMANOS ESTÃO FELIZES?
Eles estão felizes na Austrália
Eles estão felizes em Inglaterra
Eles estão felizes na Bélgica
Eles estão felizes em França
Eles estão felizes em Itália
Eles estão felizes na Alemanha
Eles estão felizes na Suécia
Eles estão felizes nos EUA e no Canadá
Eles estão felizes na Noruega e na Índia
Eles estão felizes em quase todos os países que não sejam islâmicos!
Manifestações  islâmicas com as proverbiais promessas de decapitação. Eternamente indignados com a nossa liberdade, com a nossa democracia, com a nossa religião, com a nossa alimentação, com o nosso vestuário, eles não vão embora!

E QUEM É QUE OS MUÇULMANOS CULPAM QUANDO NÃO ESTÃO FELIZES?
E quem é que eles culpam, por serem infelizes nos seus países? Não o Islão! Não as suas lideranças! Não a eles mesmos! Eles culpam os países onde são felizes!!! E eles querem mudar os países em que são felizes, para que se tornem como os países de onde vieram porque lá não eram felizes!

GRUPOS TERRORISTAS EM NOME DA RELIGIÃO:
JIHAD ISLÂMICA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
ISIS: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
AL-QAEDA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
TALIBAN: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
HAMAS: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
HEZBOLLAH: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
BOKO HARAM: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
AL-NUSRA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ABU SAYYAF: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
AL-BADR: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
IRMANDADE MUÇULMANA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
LASHKAR-E-TAIBA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
FRENTE PELA LIBERTAÇÃO DA PALESTINA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
ANSARU: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
JEMAAH ISLAMIYAH: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ABDULLAH AZZAM BRIGADES: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ETC., ETC., ETC., ETC., ETC.. NÃO HÁ NENHUM GRUPO TERRORISTA RELIGIOSO DE OUTRA RELIGIÃO. NO ISLÃO HÁ CENTENAS.

É claro, é absolutamente fora de dúvida que o Islão é rigorosamente pacífico, e não existe nenhuma religião melhor no planeta Terra, na Lua e no próprio sistema solar. Mas esta amostra de factos incontestáveis, não merecia alguma atenção por parte de tantos sociólogos, psicólogos, e quiçá até astrólogos? O mistério é profundo!... A não ser que não seja mistério nenhum e seja CLARO COMO ÁGUA:

1 comentário:

  1. http://fiel-inimigo.blogspot.pt/2015/11/apontamentos-sobre-os-ataques-de-paris.html

    Cumps.

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