segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Saber estas quatro palavras árabes pode salvar a nossa Civilização

"Um conhecido comentador de TV chamou a atenção para que, em todo o Mundo, e que ele soubesse,  NEM UM CLÉRIGO OU LÍDER COMUNITÁRIO MUÇULMANO TINHAM CONDENADO O MASSACRE DE PARIS."
Será que ainda podemos salvar a nossa Civilização e evitar mais 5 séculos de submissão à tirania muçulmana? Sim! Com armas? Com violência? Não! Com ESCLARECIMENTO! Com ESCLARECIMENTO, não teríamos chegado a precisar de armas.
INTRODUÇÃO AO SENSO-COMUM 

Abdelhamid Abaaud (na imagem), que fez uma carreira na Europa como criminoso, explorador do contribuinte europeu e foragido à Justiça; e que voltou à Europa como "refugiado", disse que orquestrou o Massacre de Paris "em nome do povo da Síria". O "povo da Síria" teria decerto aplaudido, não fora a circunstância de na altura se encontrar amarrado à traseira do seu carro - após ter sido feito em pedaços pelo Abdelhamid Abaaud.


Afinal, parece que tínhamos razão. De repente, na sequência do Massacre de Paris, já se dizem verdades, já se apontam FACTOS. 

Mas só porque o massacre se deu em Paris e vitimou muita gente.  
Quando os jihadistas massacram aldeias inteiras de cristãos em África, ou mandam pelos ares os cristãos que saem da Missa de Domingo, no Paquistão, a Imprensa mascara a jihad como "conflitos étnicos" ou "conflitos religiosos".  
Quando os massacres ocorrem na Rússia, na China ou nas Filipinas, a Imprensa diz que foram cometidos por "separatistas". 
Quando os massacres ocorrem na Europa, na Austrália ou nas Américas, a Imprensa diz que se tratou de casos isolados de indivíduos desequilibrados, e que nada têm a ver com terrorismo, e muito menos com terrorismo islâmico - o que, além de aldrabice pura, é redundância, porque praticamente TODO o terrorismo dos dias de hoje é islâmico.
Quando os massacres ocorrem em Israel, a culpa é das vítimas.



No Japão não há terrorismo. Porque não há há Islão. Porque este é incompatível com qualquer outra Civilização.
De repente, já ouvimos na TV os comentadores a dizerem o que sempre souberam mas não queriam ou não podiam dizer:
 
Que não podemos admitir que haja comunidades fechadas com as suas próprias leis bárbaras aqui na Europa; que as mesquitas radicais têm que ser fechadas; que os terroristas têm que ser presos e expulsos; que a entrada de muçulmanos na Europa deve ser objecto de um minucioso escrutínio; que as pessoas que viajam para a Síria e para outros locais onde há campos de treino de terroristas devem ter o seu regresso condicionado; que na maior parte das cidades europeias há vastas áreas onde os não muçulmanos praticamente já não podem entrar; que a Polícia não se atreve a entrar em bairros como o de Moulenbeek, a não ser em estado de guerra (como o que vivemos actualmente); etc., etc; etc..

Os nossos emigrantes, finalmente, já têm voz, e confessam que vivem no medo, que temem pela vida de cada vez que entram num transporte público, numa loja, que saem de casa, em suma. E e mesmo em casa, têm que estar bem trancados. Porque a geração de muçulmanos mais jovem "faz o que quer, não respeita nada, é um pesadelo".


INTRODUÇÃO À REALIDADE


O Grande Mufti da Austrália declarou que o massacre a sangue frio de 129 inocentes em nome de Alá constitui uma gravíssima chamada de atenção para todo o Mundo Muçulmano (25%  da Humanidade!), para que para que proceda a uma reflexão urgente, para que assuma as suas responsabilidades e para que tome uma posição firme e colectiva no repúdio e no combate ao terrorismo islâmico, de forma a eliminá-lo, de uma vez por todas. 
Esta alta autoridade islâmica (qualquer coisa de equivalente a um Cardeal no Catolicismo) fez saber que a culpa do massacre de Paris é da "Islamofobia", e que os 129 franceses foram assassinados em nome do Islão, porque tinham um medo "irracional" do Islão.
- Via The Religion of Peace / A Religião da Paz (também em Francês e Espanhol); escolha o idioma que mais lhe agrada e estude a História, a Filosofia e a Praxis Islâmica. É que se faz cada vez mais tarde...


Um conhecido comentador de TV chamou a atenção para que, em todo o Mundo, e que ele soubesse,  NEM UM CLÉRIGO OU LÍDER COMUNITÁRIO MUÇULMANO TINHAM CONDENADO O MASSACRE DE PARIS. 

Com uma excepção - disse o comentador Carlos Anjos, da CMTV - que é o conhecido David Munir. A nós, aqui no blogue, Munir não convence. Não por causa da famosa cotovelada islâmica, que isso não é novidade; mas por causa do que este post relembra:

 INTRODUÇÃO AO ESCLARECIMENTO

"Mas há três tipos de mentiras que são permitidos" - diz este doce xeque... É disso que vamos tratar a seguir.

SABER ESTAS QUATRO PALAVRAS ÁRABES PODE SALVAR A NOSSA CIVILIZAÇÃO DA CONQUISTA ISLÂMICA


As leis islâmicas inviabilizam qualquer confiança, porque permitem e encorajam todo o tipo de mentira e dissimulação: "Às vezes, os muçulmanos praticam 'muruna' da mesma forma que um camaleão muda de cor para evitar a detecção."

Do site Islam-Watch 
(a tradução é nossa; pode não estar grande coisa, mas, assim como assim, este serviço público aos infiéis, é gratuito feito nas nossas horas vagas - INFIÉIS DE TODO O MUNDO; UNI-VOS!)


Em 539 a.e.C., o Rei Belsazar da Babilónia viu quatro palavras proféticas escritas
na parede por uma mão sem corpo. Esta "escrita na parede" foi finalmente interpretada pelo profeta Daniel como predizendo a queda do reino. E Daniel estava certo. A Babilónia caiu
sob o domínio dos medos persas naquela mesma noite.
 

Tal como a "escrita na parede" que o Profeta Daniel interpretou, existem quatro palavras em Árabe que poderão levar à submissão de todo o mundo ao Islão, se os não-muçulmanos não entenderem completamente o seu significado e implicações. Essas palavras são: takiyya, tawriya, kitman, e muruna.


Rembrandt, Festa de Belsazar (1635)
National Gallery, Londres

Cada uma destas palavras descreve um estilo diferente de engano utilizado pelos muçulmanos ao discutirem o Islão ou as suas actividades enquanto muçulmanos.  

Muhammad disse a famosa frase: "A guerra é engano" - (Bukhari, Vol. 4, Livro 52, Número 268)

O Alcorão gaba-se de que Alá é o "mestre de todos as conspirações" (Sura 13:42) e que ele é "profundo em sua maquinações" (Sura 08:30)

As Civilizações ocidentais não estão acostumados a lidar com estas pessoas, que fizeram do engano uma forma de arte. Conhecimento é poder, e a melhor maneira de combater a agenda muçulmana é dizer: "Nós somos sabedores das vossas travessuras. Parem com isso!" .


Takiyya


A Takiyya é definida como a dissimulação sobre a identidade muçulmana. Ela vem no versículo do Alcorão que diz: "Que os crentes não façam amizade com os infiéis e que prefiram os fiéis - aquele que o faz não tem nada a esperar de Alá - a não ser que o faça em legítima defesa (illaa an-tattaqu minhum tuqah)" - ( Sura 3:28). 

Esta "legítima defesa" justifica a dissimulação. A Lei Islâmica Sharia ordena: "Quando é possível alcançar um objectivo mentindo, e não dizendo a verdade, é permitido mentir para atingir o objectivo, e mentir é obrigatório se o objectivo é obrigatório" - (Reliance of the Traveler, Para r8.2)

Os exemplos incluem mentir para proteger o Islão ou os muçulmanos.

Os muçulmanos marcavam - e marcam! -  escravas sexuais europeias e cristãs com ferros em brasa - The Muslim Issue. Mas, apesar de ser VERDADE, não se pode dizer. para não os "ofender". Leia ou releia, a este propósito: A Taqiyya e a Jihad Sexual

Tawriya

A Tawriya é definida como o acto de esconder, e poder ser chamada "mentira criativa". 

É legítimo no Islão mentir mesmo quando sob juramento, contanto que não se contrarie a letra do juramento. (Reliance of the Traveler, secções o19.1 e o19.5). 

Como é que isso funciona? Suponha que alguém protesta que a Surata 1 do Alcorão avilta cristãos e judeus, porque é uma súplica que os muçulmanos fazem a Alá dezessete vezes por dia para mantê-los longe "daqueles com quem Alá está zangado" e "que se perderam no caminho". Um muçulmano pode responder: "A Surata 1 nunca menciona judeus ou cristãos." Ele está a praticar tawriya, porque a Surata 1 não menciona os judeus e os cristãos pelo nome, mas ele sabe muito bem que as palavras "aqueles" se referem a judeus e cristãos.  

Outro exemplo seria quando um muçulmano responde à sua saudação de "Feliz Natal!". Ele pode dizer: "Desejo-lhe o melhor." Na sua mente, você acha que ele respondeu a um cumprimento do Natal. Na realidade, ele expressou o seu desejo para que você se converta ao Islão; ele quer o melhor para si: o que, segundo a sua opinião, é que você de torne um muçulmano.




Deixou a religião,  segue-se a decapitação! É o Islão...

- Que todos os problemas fossem estes. Desgraçadamente, morrem em média 11 cristãos por hora, executados pelos islamistas, por não quererem converter-se. Alguns são sacrificados a Alá e comidos - confira AQUI, com vídeos e tudo, se tiver estômago para tal. Decapitações por 'apostasia' para todos os gostos - AQUI.

Kitman 


Kitman é quando alguém diz apenas parte da verdade. O exemplo mais comum é quando um muçulmano diz que a jihad realmente se refere a uma luta espiritual interna. Ele não está a dizer "a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade", como as testemunhas juravam fazer nos Tribunais norte-americanos. Muitas vezes, os resultados da prática chamada kitman são uma grosseira distorção da verdade. No exemplo dado, o Alcorão usa a jihad e os seus derivados 59 vezes. Desses, apenas 16 (27%) poderiam ser considerados "internos" com nenhum objecto como alvo da luta, com base no contexto do Capítulo.
  

Outra forma comum de kitman é citar apenas as poucas passagens pacíficas do Alcorão, sabendo muito bem que essa passagem foi mais tarde revogada por uma mais militante e contraditória. Aqui está um exemplo:

"Não há compulsão na religião" - (Sura 2: 256), é dito inicialmente.
 

"Buscarão eles outra religião em vez da de Alá, quando cada alma nos céus e na Terra se tiver submetido a Ele, por vontade própria ou por compulsão?" -  (Sura 3:83), é dito posteriormente. 

Outro exemplo:  

"A permissão para pegar em armas fica dada àqueles que são atacados, porque eles têm sido injustiçados." (Sura 22:39), é dito inicialmente. 

"Quando os meses sagrados passarem, matarás os idólatras onde quer que os encontres. Prende-os, cerca-os e monta-lhes emboscadas em todos os lugares" - (Sura 9: 5), é dito posteriormente.

- São  estes e outros versículos que servem de base à jihad desde há 1400 anos, e que hoje vemos sob a forma do terror espalhado pelo Hamas, ISIS, Boko-Haram, Al-Qaeda, Irmandade Muçulmana, Autoridade Palestina, Al-Nushra, Hezzbollah (há quem goste...), etc., etc..:


Muruna 


Muruna significa usar "flexibilidade" para se misturar com o inimigo ou o ambiente. A justificação para este tipo de engano é uma interpretação um tanto bizarra da Sura 2: 106, que diz: "Para revogar um versículo ou fazer com que seja esquecido, vamos substituí-lo por outro melhor ou semelhante." Assim, os muçulmanos podem esquecer alguns dos mandamentos do Alcorão, se lhes convier de momento um mandamento melhor.
 

Os muçulmanos que se esforçam para fazer avançar o Islão, portanto, podem alterar as suas leis islâmicas, a fim de fazerem com que os não-muçulmanos baixem a guarda e confiem no seu homólogo muçulmano.  

Às vezes, os muçulmanos praticam muruna da mesma forma que um camaleão muda de cor para evitar a detecção. Os muçulmanos, por vezes, rapam a barba, usam roupas ocidentais, ou bebem mesmo álcool para se misturarem com os não-muçulmanos. Nada é mais valioso nos dias de hoje para os islamistas do que um caucasiano de olhos azuis muçulmano disposto a envolver-se em terrorismo.



Chamava-se Thomas Evans e era um infiel normal, como pode ver-se na imagem da esquerda. Viu a luz da Religião da Paz, juntou-se aos terroristas da Al-Shabab, e passou a ser conhecido como "A Besta Branca" (imagem da direita). Foi morto em combate no Quénia há uns dias.
A "Viúva Branca" é outro bom exemplo do que a Religião da Paz faz aos infiéis...


Outra forma comum de usar muruna é um muçulmano casar com um não-muçulmano ou comportar-se como um não-muçulmano. Assim, a sua verdadeira agenda não será suspeita.
   


Neste artigo, Daniel Pipes cita D. José Policarpo. e a sua advertência às mulheres do Mundo Livre que pensem casar com muçulmanos.
 
Os sequestradores do 11 de Setembro visitavam clubes de strip-tease e bares enquanto tinham aulas nos EUA, onde aprenderam a pilotar os aviões contra o World Trade Center, o Pentágono e a Casa Branca. Muitos americanos acreditam que a assessora de Hillary Clinton, Huma Abedin, casou com o congressista judaica Anthony Weiner, pelo menos em parte para polir as suas credenciais de segurança para que ela pudesse infiltrar-se nos mais altos níveis da Administração.  

As implicações destas tácticas altamente sofisticadas de engano poderão ser enormes para as despretensiosas sociedades ocidentais. Há vinte anos, o psicólogo Paul Ekman escreveu um livro perspicaz, "Contando Mentiras", onde demonstrou que as pessoas dão pistas reconhecíveis quando estão a praticar o engano. As suas consciências causam-lhes, involuntariamente, suores e aumento do tom de voz, ou levam-nos a fazer gestos reconhecíveis. No entanto, a pesquisa do Dr. Ekman foi feita exclusivamente com pessoas de culturas ocidentais. 

Os muçulmanos, por outro lado, não mostram sinais perceptíveis quando  estão a enganar, porque não há nenhum sentimento de culpa. Nas suas mentes que eles estão a fazer exactamente o que Alá quer que eles façam, para fazer avançar o Islão. 

Porque qualquer pessoa ocidental que tenha criado filhos sabe quase intuitivamente quando alguém está a mentir, assume que pode detectar mentiras em todos os casos. Infelizmente, essas mesmas pessoas ocidentais podem ser facilmente enganadas pelo dolo islâmico, porque não há sinais que denunciem o enganador.  

Esperemos que este artigo acorde os infiéis desavisados. Confie, mas verifique - uma velha estratégia americana para lidar com partes potencialmente hostis - é o caminho a percorrer para lidar com os islâmicos.

1 comentário:

  1. Maravilhoso saber disso. Agora sei como eles verdadeiramente são por dentro. Os objetivos eles sempre mostram mas escondem o que são sempre

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