domingo, 24 de abril de 2016

Marine Le Pen e Frente Nacional com os judeus franceses

A Frente Nacional criou um grupo informal dirigido aos eleitores judeus, para "desafiar a ditadura de representação e a difamação contínua contra o CRIF*".
O pai é nazi, mas a filha não o será obrigatoriamente.

Há bastante tempo que Marine Le Pen pretende apresentar a Frente Nacional como um baluarte aos judeus franceses, na luta contra o "fundamentalismo islâmico". Os judeus franceses "devem lutar ao lado daqueles que foram claros sobre o perigo do fundamentalismo e oferecem soluções reais", disse a Presidente Frente Nacional, em Março de 2015.
Em ano de eleição presidencial, o partido fundado por Jean-Marie Le Pen decidiu ir mais longe. Um grupo informal de eleitores judeus será criado, anunciou o Jerusalem Post em 13 de Abril.  (...)
Este movimento deverá, de acordo com Michel Thooris, ser desenvolvido ao abrigo da lei de associação 1901. Será independente da Frente Nacional e de outros colectivos recentemente lançados pelo partido.
"Não é uma criação da FN, mas de amigos da FN e de Marine Le Pen", disse Lab Louis Aliot.
O terrorista islâmico Mohammed Merah, de 23 anos, andou a assassinar soldados franceses e judeus franceses em Março de 2012. É um poster-boy do Islão e da Extrema-esquerda, que se alegraram com a matança e ficaram desaustinados e a espumar pela boca quando a besta foi abatida.

"Este não é um colectivo, mas uma associação de patriotas fé judaica, que já existia em 2012, na qual Michel Thorris já tinha responsabilidades e na qual nem Marine Le Pen nem o seu partido intervieram".
O presidente da FN refere-se à União de Judeus Franceses, presidida por Michel Ciardi e à qual já pertencia Michel Thooris. "O grupo informal que vai ser criado não tem nada a ver com UFJ. Lançamos uma nova associação, começamos algo novo", disse ele.
"Estatutos próprios foram elaborados e serão apresentados em breve. Esta associação é independente da FN, mas terá proximidade com Marine Le Pen", disse o membro do comité central do partido.

A nova rotina em França: muçulmanos atacam e espancam judeus em plena rua. A maior parte dos vídeos foi retirada da Internet e substituída por propaganda muçulmana. O lóbi islamo-esquerdista é poderoso e petroliferamente rico.

E continuou:
"Marine Le Pen deixa as iniciativas acontecerem. Deixa-nos a nossa liberdade de acção, mas mantém-se atenta ao nosso trabalho. O nosso objectivo é pensar sobre todas as questões, para permitir que as pessoas da comunidade judaica se expressem. Vamos fazer propostas para a campanha presidencial, mas sem pressão sobre Marine Le Pen".
Dirigir-se directamente a uma comunidade pode parecer contraditório para um partido que enfatiza sempre a indivisibilidade da comunidade nacional. Ainda mais quando este movimento político tem, pelo seu fundador, uma história um pouco complicado com a comunidade judaica.
"Erros foram cometidos, com certeza", admite Wallerand de Saint Just. As palavras de Jean-Marie Le Pen, que disse que as câmaras de gás foram um "detalhe da Segunda Guerra Mundial" ou quando pensou fazer uma boa piada com o lançamento do "crematório do senhor Durafour", provavelmente não criaram um terreno fértil para relações amistosas.

Sob a capa do palestinianismo, muçulmanos atacam judeus em França e espalham o caos. O palestinianismo, e os modernos movimentos islamistas, têm todos raízes nazis.

No entanto, "este grupo não é uma associação comunitária", diz Michel Thorris. Louis Aliot concorda:
    "O objectivo é desafiar a ditadura da representação e a permanente difamação do CRIF. Este grupo não faz comentários sobre política externa ou religião, como o CRIF. Ele existe para lutar contra a demonização da FN."
"O nosso objectivo é desmascarar a ideia de que a FN não defenderia a comunidade judaica", continua Michel Thooris. "Hoje, há um estrangulamento no  CRIF [Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França] e muitos judeus franceses procuram soluções políticas alternativas. O CRIF representa-se apenas a si mesmo e não é vocacionado para defender os interesses da comunidade judaica".


Mohamed Merah invadiu uma escola judaica em Toulouse e metodicamente executou um rabino, os seus dois filhos e uma outra menina judia. A última vítima - Miriam Monsonego, de 8 anos (em cima) - tentou fugir quando a arma do assassino encravou. Então, Mohamed Merah agarrou Miryam pelo cabelo, sacou de outra arma e alvejou-a na cabeça - Egnorance.

Wallerand de Saint-Just vê esta associação como uma maneira de ter contactos dentro da comunidade judaica: "Se pudermos encontrar fórmulas para falar com órgãos institucionais, melhor", afirma o tesoureiro da FN.
Michel Thooris tem defendido repetidamente a Liga de Defesa Judaica (JDL), como associação detém uma "missão de serviço público, defendendo as pessoas e bens".

Judeus franceses rumam a Israel


Cansados de serem atacados e de viverem com medo, cada vez mais judeus franceses se refugiam em Israel. Os judeus em França são uns 500 mil. São cidadãos ordeiros, produtivos e leais. Os muçulmanos, já ultrapassam os 10% da população, em Paris são 6 milhões, e estão em França assumidamente para dominar os "infiéis". A Frente Nacional, com todas as reticências que nos suscita, é a única força política que o denuncia. As outras forças políticas competem pelo voto islamista.



Paris: Impunemente, um muçulmano ataca pessoas, por estarem a comer durante o Ramadão. Imagine-se que um judeu faria o mesmo por causa do Yom Kippur ou um cristão por causa da Sexta-Feira Santa. Quem protestar é "racista" e "islamofóbico":

 

Como é que chegámos aqui?

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