domingo, 30 de abril de 2017

Alemanha usa UNESCO para completar missão falhada


Basicamente é isto que o Mundo não suporta: ver os judeus ganharem.

«Israel acredita que Berlim liderou mais uma resolução anti-Israel na ONU - apresentada pela Argélia, Egpito, Líbano, Marrocos, Omã, Qatar e Sudão - a que os Estados da União Europeia provavelmente votarão "sim" ou se absterão.
Agora que os 11 Estados-Membros da UE no Conselho Executivo da UNESCO, entre 58 membros, deram sua aprovação tácita ao documento, disseram fontes diplomáticas, será difícil para Israel influenciar outras nações a oporem-se à resolução.»


"Os contínuos assaltos do ministro alemão dos Negócios Estrangeiros Sigmar Gabriel contra a legitimidade do governo israelita podem ter como motivação a vitória nas eleições federais em Setembro.

Na última sondagem sobre a relação entre sentimentos anti-semitas e os resultados eleitorais na Alemanha, jornalistas e especialistas alemães diagnosticaram que Gabriel usa como método a hostilidade crescente contra Israel."
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PORQUE É QUE SER ANTI-SEMITA FAZ GANHAR ELEIÇÕES NA ALEMANHA?
1) Porque a Alemanha ainda não digeriu o seu falhanço em varrer os Judeus da face da Terra.

2) Porque a população alemã dentro de alguns anos vai ser quase toda islâmica.


Não sou judeu (pelo menos que eu saiba, já que, pelos vistos, 30% dos portugueses são judeus e não sabem). Nunca senti acrimónia pelos judeus, apesar de, na minha infância, "judeu" ser um insulto comum. Para começar, não sabia (nem eu nem nenhum dos meus amigos de infância) o que era um judeu. Como hoje a maior parte das pessoas continua a não saber.

Nem os próprios judeus sabem o motivo de o resto da Humanidade ser tão obcecado com eles, para o bem e para o mal (mas sobretudo para o mal, infelizmente). Os judeus são uma pequena tribo. Constituem hoje apenas 0,17% da população do globo (menos de 1 em cada duas mil pessoas é um judeu, portanto). 

O Estado Judaico (o único do Mundo, entre 50 Estados Islâmicos) ocupa uns ridículos 0,5% do Médio Oriente e 0,02% de todo o Mundo Islâmico. 


Consegue encontrar Israel no meio da mancha verde que é o mundo muçulmano?


Veja neste post o tamanho relativo de Israel e de alguns países do Mundo.


Durante dois mil anos, os judeus que ficaram na sua Terra estiveram permanentemente sob implacável perseguição e repressão. E os da Diáspora também. Nenhum povo sofreu perseguição tão continuada e brutal como os judeus (outra particularidade que os judeus de bom grado recusariam).

Até à restauração da independência de Israel, há 70 anos, os judeus eram acusados simultaneamente de serem demasiado ricos e demasiado pobres, de serem simultaneamente os criadores do Capitalismo e do Comunismo, de serem simultaneamente brigões e cobardes. Etc., etc.. O que quer que alguém odiasse, atribuía-o aos judeus. Como hoje acontece, de novo.

Já no século 20, na Era da Plena Luz, da democratização do Conhecimento, da difusão da Liberdade e da Democracia, os judeus foram vítimas de um genocídio sistemático, por parte dos comunistas soviéticos e dos comunistas alemães (vulgo nacional-socialistas, ou "nazis"). Milhões de judeus exterminados no Holocausto nazi e comunista.

Hoje, os judeus estão de volta à sua Terra. Vão juntar-se aos seus irmãos que lá permanecem ininterruptamente há mais de 5 mil anos. Uma das razões para a aliá (migração para Israel) é o renovado crescimento global do anti-semitismo.

Seria de esperar que as pessoas que nutrem aversão aos judeus estivessem aliviadas. Mas não. Os que dizem "Voltem para Israel!", dizem também "Saiam de Israel!".

Kafka só podia ser judeu...

Na Austrália e na Nova Zelândia, na América do Norte, Centro e Sul, onde todos os países foram erguidos sobre as terras das nações tribais que lá existiam, os habitantes clamam contra Israel, acreditam que os judeus realmente "roubaram a Terra aos Árabes".

Sempre a velha projecção. Os países que se estabeleceram efectivamente sobre terras roubadas aos nativos (regra geral após genocídios), culpam Israel dos seus pecados passados.

Em países como a Bélgica, que chacinou atrozmente 8 milhões de africanos, ou o Reino Unido, que teve um dos impérios mais cruéis e genocidas da História, as manifestações contra Israel (que foi alvo dos mesmos extermínios) são sempre bastante concorridas.



 "O inglês Vitoriano, a flor mais fina da civilização" (Cecil Rhodes)


Mais recentemente temos exemplos como o da gigantesca China, que invadiu o Tibete (outro Estado tribal, como Israel ou o Japão), e já exterminou mais de 2 milhões de Tibetanos, e que também é crítica de Israel.

Neste post temos uma lista das potências coloniais que subsistem nos nossos tempos, e que condenam Israel porque o microscópoco Estado Judaico não se suicida colectivamente.

Depois, temos o Mundo Islâmico, que ao longo da sua História sangrenta dizimou mais de 240 milhões de vidas inocentes, tendo levado populações inteiras à extinção, e projecta em Israel as suas próprias atrocidades. Ver:

 


Islão: 1400 anos de HORROR:


E agora, vemos de novo os alemães unirem esforços com os muçulmanos para tentarem cumprir o seu mais querido desígnio: exterminar os judeus, obliterar Israel.

O pretexto agora é a "Palestina". Há 80 anos outra acusação igualmente forjada e absurda, a dos "Protocolos dos Sábios do Sião". Como já foi que os judeus comiam crianças e envenenavam poços, e como mais recentemente é a de que os judeus são lagartos interplanetários que querem dominar a Terra:



Alice Walker (careca, uma das mais famosas proponentes da teoria dos judeus-lagartos espaciais) com outros membros de um conhecido grupo gay, exigindo que Israel deixe passar carregamentos com armas e bombas para Gaza, de modo a que os terroristas do Hamas possam matar ainda mais judeus. O facto de as pessoas gay serem executados no mundo muçulmano, nomeadamente em Gaza, não incomoda estas pessoas.


Se não sabe e quer saber o essencial sobre o mito da "Palestina" Árabe, pode começar por estes posts:

A Mentira Soviético-Palestina

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!

Mas afinal quem são os "palestinos"?

 Inventando a Palestina e os palestinos - 3



Voltando ao princípio: qual o motivo de tanto ódio? 


O Nazismo, o Comunismo e o Islamismo - três ideologias cujos milhões de vítimas inocentes já dizem tudo - odeiam, acima de tudo, os judeus. Todas tentaram, e ainda tentam, exterminá-los. Como outrora tentaram, pelos mesmos motivos, os Impérios do Egipto, Filístia, Assíria,  Babilónia, Pérsia, Grécia, Roma, Bizâncio, Espanha, etc.. Outros candidatos se perfilam, sendo o mais recente o Irão xiita.

O ódio aos judeus costuma estar na razão directa da maldade de uma ideologia ou de um indivíduo. O Povo Judeu foi quem primeiro recebeu a Revelação do Deus Único. E com ela o conceito de Bem e de Mal, da dimensão moral do ser humano. Todo o Judaísmo pode ser condensado na frase "Tratai os outros como gostais de ser tratados". O conceito de amar o próximo como a nós mesmos, é a antítese das ideologias supracitadas e de todas as outras que valorizam apenas a Força e a Matéria, e têm como fim único não o Bem da Humanidade, mas o triunfo do seu próprio clã. 

Os judeus (seres humanos como quaisquer outros e tão falíveis como quaisquer outros) são, contra a sua vontade, o lembrete vivo de uma Ideia que incomoda os maus: a de Deus existe, a de que não existe outro deus, e a de que as suas acções estão erradas e serão punidas. Não podendo atacar Deus, os maus atacam o modesto mensageiro. Atacam os judeus.


Hino de Israel tem origem portuguesa


 

"Novas pesquisas foram feitas sobre a origem da letra e da melodia do hino nacional israelita. Até agora, era aceite que a melodia teria origem numa balada do folclore da Roménia. No entanto, foi descoberta uma fonte mais antiga, num texto de 1330 escrito com as anotações musicais da época, numa antiga sinagoga portuguesa.
Novas pesquisas foram feitas sobre a origem da letra e da melodia do hino nacional israelita. Até agora, era aceite que a melodia teria origem numa balada do folclore da Roménia. No entanto, foi descoberta uma fonte mais antiga, num texto de 1330 escrito com as anotações musicais da época, numa antiga sinagoga portuguesa."

Blog do Canhoto e Conhecer o Judaísmo

HaTkivah

Kol ʻaod baléváv pê'nīmá
Nêfêsh Yê'húdī homiyá
Ul'faâtéi miz'rách kádīmá
ʻAyin le'Tziyon tzofiyá
ʻAod lo av'dá ṭikváténu
ha'Ṭikvá bat shnot alpayim
Lihiyot ʻam chof'shī bê'artzéinu
Êrêtz Tziyon vi'Yerushálayim


A Esperança
Enquanto no fundo do coração
Palpitar uma alma judaica
E em direcção ao Oriente
O olhar se voltar para Sião
Nossa esperança ainda não está perdida
Esperança de dois mil anos
De ser um povo livre em nossa Terra
A Terra de Sião e Jerusalém


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Viktor Órban salva CRISTÃOS: daí tanto ÓDIO




Uma das explicações para o ódio insano a Donald Trump, por parte dos que jamais vimos protestarem contra os terroristas islâmicos (pelo contrário!!!), radica nos mesmos motivos:


(Ó minha senhora, a gente já sabe! Vá para o Irão mais a Ana Bolinha e a Ritinha Ferro, o Abade Louçã e a Marisa Matias, todos de burqa, e não chateie, bolas!).

Trump salva CRISTÃOS: daí tanto ÓDIO


Israel é o único país do Médio Oriente onde os cristãos estão em segurança, e Trump é a grande esperança dos cristãos da região.

O lóbi esquerdista, islamista e globalista está interessadíssimo na substituição populacional dos europeus, como temos repetidamente demonstrado. O que une os três é o ódio visceral a tudo e a todos, nomeadamente aos valores judaico-cristãos.


Hungria ajuda cristãos perseguidos, e resiste à imigração muçulmana 

A Hungria fez recentemente algo sem precedentes, e do mais puro senso-comum e espírito humanitário: tornou-se o primeiro governo a abrir um departamento especificamente para abordar a perseguição dos cristãos no Médio Oriente e na Europa. 

Zoltan Balog, ministro húngaro dos Recursos Humanos, explicou:

"Hoje, o Cristianismo tornou-se a religião mais perseguida. Em cada cinco pessoas mortas por razões religiosas, quatro delas são cristãos. Em 81 países ao redor do mundo, os cristãos são perseguidos, e 200 milhões de cristãos vivem em áreas onde são discriminados. Milhões de vidas cristãs são ameaçadas por seguidores de ideologias religiosas radicais".

"Seguidores de ideologias religiosas radicais", é, naturalmente, um código para designar os muçulmanos - os responsáveis pela esmagadora maioria da perseguição aos cristãos no mundo.

Denunciar o extermínio em curso dos cristãos nos países islâmicos é o foco da actividade de Raymond Ibrahim, cristão de origem egípcia.

Este movimento vem "depois de o primeiro-ministro de Direita da Hungria, Victor Orban, ter criticado a União Europeia, dizendo que a Europa deve concentrar-se em ajudar os cristãos antes de ajudar milhões de muçulmanos a entrarem na Europa".

Orban explicou: "Se realmente queremos ajudar, devemos ajudar onde está o problema real ... Primeiro devemos ajudar o povo cristão, antes do povo islâmico".
Mas os governos ocidentais "querem realmente ajudar" aqueles que sofrem verdadeira perseguição? Se o fizessem, não só ajudar o "povo cristão antes do povo islâmico" seria a coisa mais humana a fazer, como também beneficiaria as nações ocidentais.
Consideremos alguns factos:
Ao contrário dos muçulmanos, as minorias cristãs estão a ser escolhidas e perseguidas simplesmente por causa da sua desprezada identidade religiosa. Do ponto de vista humanitário, então - e o humanitarismo é a razão sempre citada para o Ocidente aceitar milhões de refugiados - os refugiados cristãos devem receber maior prioridade sobre os imigrantes muçulmanos.
Mesmo antes de o Estado Islâmico ter sido formado, os cristãos eram, e continuam a ser, alvo dos muçulmanos – dos muçulmanos, dos regimes muçulmanos, dos terroristas muçulmanos, dos países muçulmanos de todas as raças (árabes, africanos, asiáticos) - e pelo mesmo motivo: eles são o infiel número um. Veja em Crucificado de Novo: Expondo a Nova Guerra do Islão Contra os Cristãos, centenas de casos de perseguição, antes do surgimento do ISIS, e como as doutrinas muçulmanas criam tal ódio e desprezo pelos cristãos).
Por outro lado, os refugiados muçulmanos – ao contrário dos terroristas do ISIS e outros simpatizantes jihadistas que são apresentados como "refugiados" - não fogem da perseguição religiosa (a maioria dos imigrantes muçulmanos são, como o ISIS, sunitas), mas do caos criado pelos ensinamentos violentos e supremacistas da sua própria religião.
Por isso, quando um grande número de muçulmanos entra nas nações ocidentais - na Alemanha, Suécia, França, Reino Unido - a tensão, os crimes, as violações e o terrorismo disparam.
E por isso o ministro húngaro Balog também disse:
"O nosso interesse não reside apenas no Médio Oriente, mas em formas de discriminação e perseguição de cristãos em todo o mundo. Por conseguinte, é de esperar que tenhamos um olhar vigilante sobre as formas mais subtis de perseguições dentro das fronteiras europeias".

Zoltan Balog

Na verdade, o que mais é necessário do que o facto de que os chamados "refugiados" muçulmanos atiram os cristãos ao mar durante as suas viagens de barco pelo Mediterrâneo até à Europa? Ou que a maioria muçulmana dos centros de refugiados na Europa são essencialmente microcosmos das nações de maioria muçulmana? Lá, as minorias cristãs continuam a ser perseguidas.


Requerentes de asilo na cidade sueca de Kalmar, onde os refugiados cristãos foram forçados a sair das habitações públicas depois de serem assediados e ameaçados pelos muçulmanos.


Recentemente, um relatório revelou que 88% dos 231 refugiados cristãos entrevistados na Alemanha sofreram perseguição religiosa sob a forma de insultos, ameaças de morte e agressões sexuais. Alguns foram pressionados a converter–se ao islamismo.
"Realmente não sabia que, depois de vir para a Alemanha, seria assediado por causa da minha fé, da mesma forma que no Irão", disse um refugiado cristão.
"Estes não são casos isolados. Não conheço nenhum abrigo de refugiados desde Garmisch a Hamburgo, onde não encontramos tais casos", disse uma autoridade alemã.
Perseguir as minorias religiosas é o comportamento próprio de pessoas que precisam de um acolhimento simpático por parte de europeus e americanos? Ou este comportamento é mais um lembrete de que não são os muçulmanos do Médio Oriente que estão verdadeiramente necessitados de refúgio?
As nações ocidentais devem dar prioridade aos refugiados cristãos porque as políticas externas ocidentais são directamente responsáveis por exacerbar a sua perseguição.
O senador John McCain encontra-se com "rebeldes sírios", muitos dos quais não são sírios, e um dos quais é um conhecido sequestrador (Esq.-Muhammad Nour).

Os cristãos não fugiram da Síria de Bashar Assad, do Iraque de Saddam Hussein ou da Líbia de Muamar Kadhafi. A sua perseguição sistemática - até o genocídio - começou somente depois de os Estados Unidos e outras nações europeias terem interferido nessas nações sob o pretexto de instalar a "democracia". Tudo o que eles fizeram foi libertar as forças jihadistas que os ditadores haviam mantido por muito tempo reprimidas. Agora, o Estado Islâmico está profundamente enraizado nas três nações, escravizando, estuprando e matando incontáveis infiéis cristãos e outras minorias.

Como dizemos vezes sem conta, daqui a uns anos vai-se dizer (mais uma vez hipocritamente), que "nunca mais":



Certamente, se o Ocidente é responsável por desencadear a jihad plena contra os cristãos, o mínimo que pode fazer é colocar os cristãos no topo da sua lista de refugiados - isto se "realmente se preocupa" em ajudar!
Na verdade, é o oposto: relatório após relatório demonstram que nas nações ocidentais os cristãos perseguidos estão "no fundo da lista" de refugiados para ser concedido asilo.
Apesar de o governo dos Estados Unidos já ter reconhecido que o ISIS está a cometer genocídio contra os cristãos na Síria, o governo Obama aceitou 5.435 muçulmanos, mas apenas 28 cristãos - embora os cristãos sejam aproximadamente 10% da população da Síria. Por outras palavras, para estarem na mesma proporção com os muçulmanos, pelo menos 500 cristãos deveriam ter recebido asilo, e não 28.
Cristãos Assírios marcham em solidariedade com os irmãos de crença abduzidos por terroristas islâmicos na Síria, em Beirute, Líbano, 28 de Fevereiro de 2015. Os media mantêm um silêncio total sobre o Holocausto dos Cristãos.

Há ainda alguns benefícios em recebermos os cristãos do Médio Oriente em vez de muçulmanos. Os cristãos são facilmente assimilados nos países ocidentais, devido à herança cristã compartilhada. Os muçulmanos seguem um plano completamente diferente, a lei islâmica ou a Sharia - que condena e apela à guerra constante (jihad) contra todos os não-muçulmanos, e defende práticas claramente anti-ocidentais (subjugação feminina e escravidão sexual, morte para os blasfemadores e apóstatas, etc.).
Por isso, não é nenhuma surpresa que muitos muçulmanos que buscam asilo sejam anti-ocidentais de coração - ou, como disse recentemente o chefe da união policial alemã, os imigrantes muçulmanos "desprezam nosso país e riem de nossa justiça".
Os cristãos do Oriente Médio também trazem linguagem confiável e habilidades culturais que são benéficas para o Ocidente. Eles compreendem o Médio Oriente, incluindo a mentalidade islâmica, e podem ajudar o Ocidente a compreendê-la.
Além disso, ao contrário dos muçulmanos, os cristãos não têm problemas de "lealdade conflituosa": a lei islâmica proíbe os muçulmanos de fazerem amizade ou ajudarem os "infiéis" contra os companheiros muçulmanos (clique aqui para ver algumas das traições a que os mandamentos islâmicos têm levado nos EUA e aqui para ver as traições que os cristãos têm sofrido por parte dos seus vizinhos muçulmanos e "amigos" de longa data).
Nenhuma ameaça existe por parte dos cristãos do Médio Oriente. Eles também dão a Deus o que é de Deus, e a César o que é de César.
Questionado pelo Juiz sobre o seu juramento ao ter-se naturalizado Americano, ao ser condenado por um ataque terrorista em Times Square, em Maio de 2010, Faisal Shahzad respondeu: "Eu jurei, mas não valeu".

 O Islão manda mentir e iludir:

A MARCA DA BESTA - Ontem, tomavam chá com os cristãos. Com a aproximação dos jihadistas, marcaram as casas dos cristãos com o "N" de Nazareno, puseram as marcas na testa e no braço, e depois foi só CHACINAR. Há quem ache impossível pessoas "simpáticas" fazerem isto...


Todas as razões acima - daquelas que oferecem ajuda humanitária às verdadeiras vítimas da perseguição, àquelas que oferecem segurança e até benefícios para o Ocidente - são inatacáveis na sua lógica. A Hungria parece entender tudo isso.

Mas esse senso comum, essa razão, esse verdadeiro altruísmo e até mesmo o próprio interesse poderão prevalecer entre a elite governante do Ocidente? Assumindo que os seus motivos para aceitar milhões de muçulmanos são sinceros, para começar?...


Raymond Ibrahim é um cristão egípcio/norte-americano. É Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center, é Judith Friedman Rosen Writing Fellow no Middle East Forum e colaborador da CBN News. É autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) e The Al Qaeda Reader (2007).
Este artigo foi publicado no site RAYMOND IBRAHIM (que se dedica especialmente a reportar o Holocausto dos Cristãos às mãos dos muçulmanos), e traduzido por nós. Temos todo o gosto em que o partilhe, citando a fonte: Raymond Ibrahim.

"Discurso épico do primeiro-ministro da Hungria sobre a crise migratória na Europa. Viktor Orbán ou é o único que não está a dormir ou é o único que não está comprometido...":

Os húngaros experimentaram o horror do Comunismo e do Nazismo. Não querem o do Islamismo, que é pior (quem experimentou os três horrores, confirma):

terça-feira, 25 de abril de 2017

PROJECÇÃO ISLÂMICA: Porque é que os muçulmanos odeiam infiéis




Acusando os não-muçulmanos de fazerem aos muçulmanos o que o Islão ordena que os muçulmanos façam aos outros.

Um facto pouco conhecido: quando os muçulmanos perseguem as minorias religiosas, muitas vezes justificam essa perseguição projectando os piores aspectos do Islão sobre os "infiéis". Um fenómeno bem conhecido, a "projeção" é definido como "a atribuição das suas próprias ideias, sentimentos ou atitudes a outras pessoas". Um artigo académico afirma: "A projecção permite que o assassino projecte o seu (inaceitável) desejo de matar (torturar, estuprar, roubar, dominar, etc.) em algum grupo-alvo ou pessoa. Isso demoniza o seu alvo, tornando ainda mais aceitável matar".

Por conseguinte, quem ouça o último vídeo feito pelo ISIS incitando à violência contra os coptas do Egito, pensará que a minoria cristã está a oprimir a maioria muçulmana - daí a necessidade de o heróico ISIS "retaliar".

Os islamistas do ISIS executaram 21 cristãos para vídeo de propaganda. Vídeo disponível no site do ex-terrorista 'palestino' e hoje cristão e Amigo de Israel, Walid Shoebat.
 

O ISIS fez um vídeo numa praia da Líbia em 2016, assassinando cristãos, e retratou as suas acções como "vingança" contra a Igreja Copta, que o ISIS acusa bizarramente de sequestrar, torturar e forçar mulheres muçulmanas a converterem-se ao Cristianismo - tudo o que os muçulmanos fazem regularmente aos cristãos no Egipto. (Aparentemente, o assassinato de cerca de 60 cristãos numa igreja de Bagdade alguns anos antes - que os jihadistas também retrataram como vingança contra a conversão forçada de muçulmanos pela Igreja Copta - não foi suficiente).


 Bebé assassinado em "operação abençoada" numa igreja iraquiana em 2010. A mesma terminologia usada quando assassinam judeus em Israel.RE

Quando um clérigo muçulmano disse que "sempre que eles (os Estados Unidos) invadem um país muçulmano, eles atacam a um domingo”, ele também estava a projectar o que ele sabe sobre os ataques muçulmanos contra os infiéis. Olhe-se para qualquer relatório de ataques muçulmanos contra os cristãos e suas igrejas, especialmente no Egipto: são quase sempre às sextas-feiras, pois esse é o dia da semana em que os muçulmanos se reúnem nas mesquitas para as orações, apenas para ouvirem invariavelmente sermões que exaltam o seu ódio contra os infiéis.

Mas talvez o melhor exemplo seja Ayat Oraby - a mulher de rosto sorridente, de hijab rosa, uma activista muçulmana com muitos seguidores muçulmanos nas redes sociais. Num vídeo que ela fez alguns há alguns meses (na mesma época em que as autoridades disseram que os cristãos egípcios estavam a sofrer ataques "a cada dois ou três dias"), esta mulher muçulmana que reside na América procurou fomentar tanta hostilidade contra os coptas quanto possível. E ela fez isso acusando-os de fazerem aos muçulmanos o que os muçulmanos estão sempre a fazer aos cristãos. Depois de chamar à Igreja Copta de "um bando de gangsters" e uma "máfia total" que "governa [o Egipto] por trás das cortinas", ela acusou os cristãos de "esconderem armas nas igrejas" e "pretenderem criar um Estado copta" para continuarem a travar "uma guerra contra o Islão".





Enquanto isso, no mundo real - que consiste em cerca de 200 nações - o Egipto é a 21ª pior nação para os cristãos viverem. No Egipto os cristãos experimentam "perseguição muito elevada", de acordo com a escala da "Portas Abertas", uma organização internacional dos Direitos Humanos. O rapto de mulheres e crianças cristãs e a sua conversão forçada ao Islão são moeda corrente. Aldeias e igrejas cristãs inteiras são regularmente incendiadas por boatos de que um cristão "blasfemou" contra Maomé nas redes sociais, ou de que um cristão está a namorar uma mulher muçulmana.

Mas muitos muçulmanos, como esta Ayat Oraby, vêem-se sempre como vítimas, e são cegos a tais factos. As suas noções de realidade são formatadas pelo Islão. E se o Islão pede hostilidade constante contra o "outro" - o não-muçulmano, o infiel - que deve ser aniquilado ou subjugado de um modo ou de outro, isso deve significar que o "outro" está constantemente a trabalhar para aniquilar e subjugar os muçulmanos.

Este tipo de pensamento vem desde o começo do Islão: as conquistas islâmicas do sétimo século - essas "maravilhosas aberturas altruísticas" - são constantemente retratadas, não como uma guerra ofensiva, mas defensiva. Os muçulmanos supostamente deixaram a Arábia, conquistando e saqueando o Médio Oriente, o Egipto, o Norte da África, a Espanha e a França, para travarem os infiéis, que aparentemente se preparavam para partir para a Arábia para apagar um Islão nascente. É assim que a disciplina de História é ministrada nas escolas islâmicas ao redor do mundo.

Vamos voltar a Ayat Oraby e considerar as suas reivindicações "projectivas". Ela acusa os cristãos do Egipto de controlarem os acontecimentos "por trás das cortinas". Essa é uma afirmação tão irónica quanto antiga. Em 2010, o proeminente clérigo egípcio Khalid al-Jundi queixou-se de que no Egipto "os muçulmanos têm menos direitos que os cristãos, e nem mesmo têm o direito de adorar como os cristãos". Na realidade, e como é bem sabido, as igrejas cristãs enfrentam imensas restrições; apenas falar de construir uma igreja desencadeia distúrbios em massa e ataques contra os cristãos. Os factos falam claramente: há 114.000 mesquitas no Egipto, mas apenas 2.000 igrejas, o que representa 57 mesquitas para cada igreja, embora os cristãos sejam pelo menos dez por cento da população.



Uma mulher exibe fotos de Mariem, uma criança de oito anos que foi morta num ataque a um casamento na Igreja da Virgem, no Cairo, e uma caricatura de um minarete abraçando uma igreja, durante uma manifestação silenciosa para exigir que o governo forneça maior protecção aos Cristãos, no Cairo, Egipto, 22 de Outubro de 2013.
© 2013 Reuters

Além disso, num país onde o Islão reina como poder supremo, onde a lei religiosa Sharia (que exige a subjugação dos não-muçulmanos - ver Corão 9:29) faz parte da Constituição, onde os coptas foram condicionados ao longo de séculos a contentarem-se com serem deixados viver - é razoável acreditar que esses "infiéis" idiotas, que representam dez por cento da população, estejam a planear uma tomada de poder violenta no Egipto?

Quanto às alegações de Oraby de que os cristãos do Egipto estão "a armazenar armas nas igrejas" e a "esforçarem-se para criar um Estado copta" para continuarem a "lutar contra o Islão", essa é outra acusação estafada. Muhammad Salim al-Awwa, ex-secretário-geral da União Internacional para os Estudantes Muçulmanos, apareceu na Al-Jazeera a acusar os coptas de "transportarem armas e munições para as suas igrejas e mosteiros" - importados de Israel, que é descrito como "o coração da causa copta" - e a "prepararem-se para fazer guerra contra os muçulmanos". Ele advertiu que se nada for feito, o "país vai ser incendiado", incitando os muçulmanos a "contrabalançar a força da Igreja [copta]".


Vídeo feito por muçulmanos orgulhosos, estuprando uma menina cristã copta enquanto a sua mãe tenta protegê-la. Em plena luz do dia, nas ruas perto de um grande mercado no Alto Egipto, Os cânticos de Allahu Akbar são muito comuns quandoos muçulmanos estupram as mulheres infiéis. Este é dos vídeos mais censurados pelos islamofascistas do YouTube/Google.

Na realidade, o que é sempre incendiado no Egipto são as igrejas coptas, pelas mãos de turbas e terroristas muçulmanos - como quando quase 70 igrejas foram atacadas e muitas destruídas após a expulsão do Muhammad Morsi da Irmandade Muçulmana. Além disso, são os muçulmanos que contrabandeiam e armazenam armas, inclusive nas mesquitas, para alimentarem as suas jihads separatistas, para se separarem dos poderes "infiéis" (vide por exemplo, as tentativas separatistas na Chechénia ou Mindanao, onde os jihadistas tentam separar-se da Rússia e das Filipinas respectivamente, ou contra o governo Sisi, no Egipto, onde vastos arsenais de armas de fogo são regularmente descobertos nas mesquitas).



O egípcio Sheikh Wagdi Ghoneim, líder da organização terrorista Irmandade Muçulmana, a viver na Turquia, diz que os massacres nas igrejas no Egipto são a punição do deus Alá contra os "Cruzados".


Como o activista copta Mounir Bishai disse uma vez: "De repente, nós [os coptas] deixámos de pugnar pela nossa auto-defesa, de exigir [os nossos] direitos, para passarmos a ter que explicar ao público que não estamos a privar os outros dos seus direitos... agora nós estamos a ser acusados de acumular armas... Como é que de repente nos transformámos de perseguidos em perseguidores, do partido fraco em partido forte e tirânico, de atacados em infames atacantes e de pobres em ricos exploradores? Como é que essas mentiras se generalizaram, sem que ganhássemos terreno ou melhorássemos a nossa situação?".

Mesmo no campo da teologia, os muçulmanos projectam as noções de jihad e "martírio" do Islão, a luta até a morte pelo Islão, em teologia cristã. Por exemplo, no meio da acusação de que os coptas estão a armazenar armas para combater os muçulmanos, a Al Azhar Scholars Front, que consiste em alunos de Al Azhar, declarou: "O Cristianismo está constantemente a definir a sua política aberta e secreta de eliminar todos os seus rivais e em degradar os seguidores de outras religiões, privando-os de todas as razões para viver, de modo que eles sejam forçados a converter-se ao Cristianismo".




De facto, isso é precisamente o que o Islão faz: através da jihad, que consiste precisamente em "eliminar todos os seus rivais" ou, através da instituição da dhimmitude, que consiste precisamente em "degradar os seguidores de outras religiões e os privar de toda razão de viver , para que sejam forçados a converter-se ao Islamismo". Isso é historicamente e doutrinariamente demonstrável.

Da mesma forma, quando o Bispo Bishoy declarou que os cristãos do Egipto estão a ser martirizados devido ao aumento da sua perseguição, isso também foi completamente "islamizado" como uma declaração de "guerra até à morte", incluindo por al-Awwa, que, durante o discurso na Al Jazeera, afirmou: "O padre Bishoy declarou que iriam chegar ao ponto do martírio, o que só pode significar guerra. Ele disse: ‘Se você falar sobre as nossas igrejas, partiremos para o martírio’. Isto é uma declaração de guerra!".

Naturalmente, a noção de que um mártir é alguém que faz a guerra e morre em jihad, ou "guerra santa", é intrínseca ao Islão (ver por exemplo, Corão 9: 111). O conceituado Arabic-English Dictionary de Hans Wehr traduz shahid (“mártir”) como “o que morre a combater os infiéis”. Por outro lado, o martírio cristão sempre significou ser perseguido e morto por recusar-se a rejeitar o Cristianismo - e essa definição de "martírio" é a que durante séculos que durante séculos se aplicou aos cristãos do Egipto, e é a definição a que o Bispo Bishoy claramente se referiu (veja este artigo para mais informações sobre as diferenças importantes entre as noções cristãs e muçulmanas de martírio).


RECAPITULANDO:

- Os muçulmanos regularmente raptam, estupram, lavam o cérebro e obrigam as meninas cristãs a converter-se.

- Os muçulmanos regularmente contrabandeiam e armazenam armas, inclusive nas suas mesquitas. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- Os muçulmanos estão constantemente a tentar destruir ou conquistar nações infiéis. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- Os muçulmanos procuram eliminar ou subjugar o infiel de acordo com a doutrina da jihad e da dhimmitude. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- A violência islâmica aparece regularmente às sextas-feiras. E os muçulmanos acusam os cristãos (ou meramente os ocidentais) de atacar o Islão aos domingos.

- O martírio islâmico significa matar os outros e a si mesmo enquanto se faz a jihad para fortalecer o Islão. O martírio cristão, que sempre significou aceitar a morte em vez de renunciar à fé, é definido como exactamente a mesma coisa.

Esta longa excursão às projeções islâmicas sobre os cristãos, usando o Egipto como paradigma, serve a outro propósito: sugere que, se a projecção civilizacional permeia o mundo muçulmano, apesar da realidade, poderá também ser por isso que os povos do Ocidente – na sua maior parte praticantes do Cristianismo ou influenciados pela sua ética e costumes - não podem aceitar as realidades do Islão - porque também projectam os ideais da sua herança religiosa - que prega o amor, a tolerância e o perdão pelos inimigos - sobre os muçulmanos e o Islão?

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Raymond Ibrahim é um cristão egípcio. É Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center, é Judith Friedman Rosen Writing Fellow no Middle East Forum e colaborador da CBN News. É autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) e The Al Qaeda Reader (2007).

Este artigo foi publicado no site RAYMOND IBRAHIM (que de dedica especialmente a reportar o Holocausto dos Cristãos às mãos dos muçulmanos), e no FRONT PAGE MAG. Temos todo o gosto em que o partilhe, citando a fonte: Raymond Ibrahim.


A tradução é nossa, e as imagens e legendas foram escolhidas por nós, à excepção da que encabeça o artigo. 

Convidamos o leitor de boa-fé a fazer a sua parte para proteger os cristãos e todas as vítimas do Islão. E a comparar a difamação/projecção islâmica dos cristãos, com a difamação/p+rojecção islâmica de Israel e dos judeus.

Chamamos a atenção para o último parágrafo: cristãos, judeus, pessoas de Bem em geral, preferem fuzilar o mensageiro, porque se recusam a acreditar que o Islamismo seja todo esse horror. Mesmo quando os próprios muçulmanos assumem, sem papas na língua, que o objectivo do Islão é dominar o mundo e submeter ou exterminar os infiéis: