terça-feira, 23 de maio de 2017

Robert Spencer: Outro Massacre Jihadista no Reino Unido; May deve pedir desculpas e renunciar

Posts anteriores sobre mais este massacre islâmico:



Cá vamos nós outra vez... 22 pessoas morreram e 50 ficaram feridas num suicídio-martírio-ataque jihadista num concerto de Ariana Grande em Manchester, um alvo que os assassinos jihadistas aparentemente escolheram por causa da concentração de crianças e adolescentes, de modo a maximizar o potencial de "golpear com o terror os corações dos inimigos de Alá" (Alcorão 8:60). 

Mas não fique preocupado: a primeira-ministra britânica, Theresa May, está no seu posto, e afirma numa declaração: "Estamos a trabalhar para esclarecer todos os detalhes do que está a ser tratado pela Polícia como um terrível ataque terrorista. Todos os nossos pensamentos estão com as vítimas e as famílias daqueles que foram afectados".

Este é um exemplo de uma resposta enlatada, embalada, processada ​​e incolor. Que bom! Ela está a pensar nas vítimas e suas famílias. E a polícia está a trabalhar! Maravilhoso! Os britânicos podem voltar a dormir descansados, sabendo que funcionários públicos altruístas, como May, estão a trabalhar incansavelmente para os proteger.

Mas houve um elemento-chave que May deixou de fora da sua declaração: um pedido de desculpas.

Uma das coisas por que ela deve pedir desculpas é o aspecto rotineiro da sua resposta a este último massacre jihadista. Não houve nada que ela dissesse sobre este ataque jihadista que não pudesse ter sido dito sobre os dez massacres jihadistas anteriores, e que não possa ser dito sobre os próximos dez. 

O presidente muçulmano de Londres, Sadiq Khan, disse após os ataques jihadistas em Nova Iorque, em Setembro de 2016, que tais ataques eram "parte integrante da vida numa grande cidade" e que as pessoas teriam que "estar preparadas para aceitar este tipos de coisas". E May comporta-se como tendo interiorizado profundamente essas instruções.

Na realidade, ninguém, em qualquer cidade, grande ou pequena, ou no campo, deve  aceitar massacres terroristas jihadistas como "parte integrante" de viver lá. A declaração de Sadiq Khan foi uma declaração da sua incapacidade ou relutância em fazer qualquer coisa eficaz para combater a ameaça jihadista.

Nota nossa: Recordamos que Sadiq é um apoiante do ISIS.



Sadiq Khan é um terrorista islâmico, como Obama.


E isto leva-nos à segunda e mais importante razão pela qual May deve pedir desculpas: porque ela e o establishment político que ela representa permitiram que isto acontecesse.

Se não fosse pelas políticas de imigração que May e o seu Partido Conservador, em colaboração com os outros partidos  britânicos do sistema, perseguem há mais de uma década, os jihadistas que perpetraram este massacre não estariam na Grã-Bretanha. É claro, ainda pode ser descoberto que eles eram "terroristas caseiros", nascidos e criados no Reino Unido. Mas aqui novamente, o establishment político britânico tem acomodado e apaziguado a comunidade muçulmana em todos os sentidos, permitindo a criação de tribunais de lei Sharia e parceria com numerosos "moderados", que se mostraram, afinal, e supreendentemente, "extremistas".

Enquanto isso, a ira total do governo britânico foi desencadeada sobre os cidadãos britânicos que ousaram discordar desta loucura e declarar publicamente o seu apoio à preservação da segurança nacional britânica, bem como ao carácter nacional da sua cultura. Muitas dessas pessoas foram perseguidas, presas e processadas com os pretextos mais frágeis. Outros que estavam em posição de processar as gangues de estupro muçulmanos hesitaram, por medo de serem rotulados de "racistas"

Enquanto isso, May proibiu os inimigos estrangeiros de entrarem no país (inclusive eu), permitindo que os pregadores mais arrepiantes da violência jihadista entrassem no país e pregassem do norte a sul, com impunidade.

Ao implementar essas políticas, o que poderiam os Britânicos pensar que aconteceria? Será que eles realmente pensam que por apaziguarem a sua população muçulmana, fechando os olhos aos crimes muçulmanos cometidos em nome do Islão e de acordo com os seus ensinamentos, e amordaçando todos os dissidentes dessas políticas, que iriam fazer os muçulmanos sentir-se bem-vindos na Grã-Bretanha, e que os muçulmanos e os não-muçulmanos marchariam de braços dados, juntos, para o glorioso futuro multicultural?

Por outras palavras, eles realmente pensaram que, sendo gentis com os muçulmanos, fariam os muçulmanos esquecer os imperativos da jihad, do Alcorão e da Sunnah? Será que eles realmente pensaram que se  apaziguassem a sua comunidade muçulmana,  seriam poupados a mais mortes causadas pela jihad?

Não será assim. Manchester foi "apenas o começo", disse um jihadista do Estado Islâmico num vídeo lançado logo após o massacre na noite desta segunda-feira. E é verdade: Manchester é apenas o começo, graças a Theresa May. Se um mínimo de sanidade prevalecesse na Grã-Bretanha, ela seria forçada a pedir desculpas e a renunciar em desgraça.

Em vez disso, ela prepara-se para ser esmagadoramente eleita para Primeiro-Ministra nas próximas eleições. Os britânicos devem apreciar essa eleição, porque não apreciarão muitas mais.

Robert Spencer

Tradução nossa.



ALGUNS APONTAMENTOS

1 - Para os muçulmanos, o concerto de Ariana Grande é "indecente", é "pecaminoso" (ver reivindicação do ISIS). Mas matar a assistência, é louvável e agrada ao deus Alá. Pessoas - algumas cheias de livros - que nunca viveram no mundo real, não conseguem entender mentalidades bárbaras. Balbuciam alarvidades como "não se deve incentivar o ódio", etc.. Qual ódio? Só se ir acender velinhas e meter ursinhos de peluche nos lugares dos massacres também ofende os muçulmanos!

2 - "O que leva um jovem de 22 anos a cometer esta loucura? Onde é que NÓS errámos?" - perguntam invertebrados sem se rirem. O trabalho de vulgarização, de relativização, de inversão, de santificação dos terroristas, que os media estão a fazer, com raras excepções, dá vómitos! Pior só declarações hipócritas como as de Emanuel Macron, de Angela Merkel, dos políticos do Sistema globalista, da direita à esquerda (leia-se o texto acima, de Robert Spencer).

3 - A Polícia britânica já avisou que "não vai permitir ódio". Ou seja: as ordens recebidas são para proteger os terroristas e simpatizantes. Quem criticar o Islão, vai preso. As vítimas têm o direito de morrer caladinhas. 

4 - Os pregadores de ódio, continuam em liberdade. E os próprios terroristas também (os que fizeram este ataque terrorista eram jihadistas notórios e andavam à solta!).

5 - O Islão é intrinsecamente criminoso, terrorista, é totalmente contra as nossas Leis, é anticonstitucional. Não existe Islão "moderado", como não existe Nazismo "moderado". 

6 - Não é por se enfeitar com o título de religião que o Islão deve ser tolerado. Diversas seitas religiosas criminosas têm sido proibidas e desmanteladas e os seus líderes condenados à morte. Veja-se o caso de Shoko Azahara, o japonês líder da religião Verdade Suprema, que matou 13 pessoas no metro de Tóquio. Aguarda enforcamento.
 

Veja a nossa secção:

Confira no LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. Confira no PERIGO ISLÂMICO. Confira em EX-MUÇULMANOS. Qualquer um destes sites (e milhares de outros) documentam o horror islamista (a ideologia mais terrorista e genocida da História, estima-se em 270 milhões de mortos deste o século 7; algumas fontes avaliam em muito mais):
 

E nem uma palavra do Alcorão foi abolida, reformada ou re-interpretada. O Islão é genocídio, terrorismo e barbárie, desde a sua origem. Como, aliás, se pode ver TODOS OS DIAS!


Jornalistas: As Forças Especiais do Califado! 

As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico


«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.
Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.
A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).
Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.
Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.
A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.
Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).
A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.
A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.
A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados
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Veja com atenção, como no Ocidente Alá é louvado e Deus é renegado:


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