segunda-feira, 1 de maio de 2017

Yom Hazikaron homenageia os que caíram por Israel

O Dia Memorial dos Soldados Caídos une os Cidadãos de Israel 


Consagrado na Lei em 1963, o Yom Hazikaron, o Dia da Memória dos Soldados Caídos em Combate por Israel, tem como objectivo unir os cidadãos com a memória dos seus soldados, cujo sacrifício permitiu a existência de Israel.

A cada ano, no dia 4 do mês hebraico de Iyar ou na proximidade dessa data, Israel observa o Yom Hazikaron - exactamente um dia antes do Dia da Independência.


O Yom Hazikaron também honra a memória dos membros falecidos da Polícia de Israel, do Serviço Geral de Segurança, da Mossad, e, nos últimos anos, as vítimas do terror.
O Yom Hazikaron começa ao pôr-do-sol e termina ao pôr-do-sol do dia seguinte. É lançado às 8 da madrugada com uma sirene de um minuto que é ouvida em todo o país, seguida por uma cerimónia nacional realizada no Muro das Lamentações em Jerusalém, com a presença do Presidente e do Chefe do Estado Maior. Outros encontros e serviços são realizados em cidades e comunidades em todo o Estado de Israel.
No dia seguinte, soa uma sirene de dois minutos às 11 da manhã, seguida de serviços de memorial nacional em todos os cemitérios militares. O serviço central é realizado no cemitério militar no Monte Herzl, em Jerusalém.

Um serviço nacional é realizado às 1 da tarde, em memória de vítimas do terror, no Memorial do Monte Herzl, Jerusalém.

A cerimónia de iluminação das velas no Monte Herzl é o evento de encerramento, bem como a cerimónia de abertura do Dia da Independência.

Este ano, o presidente israelita Reuven Rivlin abriu a cerimónia oficial em Jerusalém, prometendo não esquecer os soldados que estão desaparecidos em acção.

Desde 1860, o ano do início do movimento Sionista moderno, 23.544 homens e mulheres caíram a defender Israel e as comunidades judaicas pré-Estado, bem como 3.117 vítimas do terrorismo.


Ao longo do ano passado, 97 soldados das Forças de Defesa de Israel morreram, incluindo 37 veteranos do IDF.

- UNITED WITH ISRAEL, com elementos do site oficial do Governo de Israel, traduzido por nós.

Israel homenageia os seus soldados caídos em combate e as vítimas do terror


Israel parou este domingo à noite para assinalar o Yom Hazikaron, o seu Dia Memorial, para homenagear os 23.544 soldados do IDF caídos em combate, e as vítimas de ataques terroristas. 
É uma das datas das mais sombrias do calendário israelita. Os lugares de entretenimento fecham. Nas estações de rádio e TV são transmitidos documentários sobre os soldados caídos e as vítimas do terror.
O número de 23.544 soldados caídos é contado a partir de quando os judeus começaram a estabelecer-se fora de Jerusalém na década de 1860, incluindo as 97 mortes de militares das Forças de Defesa de Israel no ano passado. 
Desde a criação do Estado, 3.117 civis foram assassinados em actos de terrorismo.
Desde o Yom Hazikaron do ano passado, 11 civis foram mortos em ataques dos terroristas. A mais recente vítima é a estudante de intercâmbio inglesa, Hannah Bladon, que foi esfaqueada até à morte em Jerusalém.



Os mortos incluem membros das Forças de Defesa de Israel, do Shin Bet (Serviço de Segurança de Israel), da Mossad, da Polícia de Israel, do Serviço de Prisões de Israel e da Brigada Judaica da Segunda Guerra Mundial, incluindo 148 soldados caídos que também eram sobreviventes do Holocausto, e soldados que morreram dos ferimentos sofridos durante o combate.

Actualmente, existem 9.157 pais enlutados em Israel, 4.881 viúvas de militares e agentes de segurança caídos, 1.843 órfãos com menos de 30 anos, milhares de irmãos enlutados e órfãos mais velhos.
Os ataques terroristas deixaram muitos órfãos, incluindo 109 órfãos que perderam ambos os pais, juntamente com 826 viúvas e viúvos e 939 pais enlutados.
Mais de 1,5 milhão de israelitas visitam hoje os 52 cemitérios militares e outros em Israel pelo Yom Hazikaron.
(...) Os eventos do dia terminam com a cerimónia do acender de velas no Monte Herzl, numa atmosfera melancólica que coincide com o pôr-do-sol desta segunda-feira, quando Israel começa as suas celebrações do 69º Dia da Independência.

Por: Aryeh Savir, World Israel News, traduzido por nós.

Um comovente tributo aos soldados caídos das Forças de Defesa de Israel

Este é um vídeo belo e comovente, que presta homenagem aos muitos soldados das Forças de Defesa de Israel que deram as suas vidas a defender a sua Terra.
Contam-se em mais de 23.000 soldados e vítimas civis da guerra e do terrorismo desde a fundação do Estado, em 1948.

Há cerca de 553 soldados, incluindo o Sargento Oron Shaul, que foi morto durante a Operação Protecção Limite, cujo lugar de enterro permanece desconhecido. Há pelo menos 9.753 famílias desamparadas, 4.958 viúvas e 2.049 órfãos de até 30 anos.

Com corações pesados e muitas lágrimas, o povo judeu chora os que caíram.
Lembramos aqueles que deram as suas vidas defendendo esta Terra Santa e rezamos para que não haja mais vidas sacrificadas para que permaneçamos aqui.


- UNITED WITH ISRAEL, traduzido por nós.

Sugerimos anos nossos leitores e amigos que visitem as nossas secções IDF, Operação Protecção Limite e Intifacada, Pallywood e Mitos sobre Israel.
A existência de Israel é, em si mesma, um milagre. Cercado por 1 bilião e 650 milhões de muçulmanos, cujo máximo objectivo de vida é exterminarem os judeus e conquistarem Israel; infiltrado por outros muçulmanos cujo desejo é o mesmo (quando na maior parte dos países muçulmanos é proibida a entrada e permanência a judeus, e os que lá viviam foram todos mortos); acossado por todas as nações do Mundo, que subsidiam os terroristas; Israel subsiste, os judeus são de novo Livres, e as Profecias continuam a cumprir-se, uma a uma (quem não concorde, que discuta com Deus, pois foi Ele que assim determinou, pelo menos assim está exarado na Bíblia/TANAKH).

"Quem abençoar o povo de Israel será abençoado; e quem o amaldiçoar será amaldiçoado." 
Números, 24:9


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A diferença entre Israel e os terroristas islâmicos que atacam Israel, também conhecidos como os  "palestinos". 

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