segunda-feira, 31 de julho de 2017

EUA e Israel - os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial



Durante os anos do consulado Obama, os Estados Unidos deixaram de ser alvo da ira mediática. O país, que é um dos pilares do Mundo Livre, estava no caminho do abismo. Tudo ia bem para os agentes da Nova Ordem Mundial.
Depois Trump venceu:

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

Agora, Trump está a enfrentar o que nenhum outro Presidente dos Estados Unidos jamais enfrentou. Porque veio atrapalhar os planos globalistas-islamistas-comunistas. 
Israel, sempre na berlinda, é claro. É pequenino, mas é o outro pilar do Mundo Livre. 
O cinismo dos tiranos é ignóbil. Pagam aos media para demonizarem os Estados Unidos e Israel. E muita gente engole isco, anzol e chumbada. Vale-nos a Internet - por enquanto!!!


Não há razão para alegar ignorância:


POST-SCRIPTUM:
Exemplos de lacaios da Nova Ordem Mundial:
Tal como o embaixador da "Autoridade Palestina" na ONU, a Al-Jazeera lusitana, vulgo Al-Público, continua a promover o terrorismo abertamente, deixando de lado a duplicidade de discurso até aqui vigente - com a ajuda dos Al-Públicos da vida, o anti-semitismo já está a níveis pré II Grande Guerra e já se pode.
Perante a onda de assassinatos de israelitas a que aqui chamamos INTIFACADA, o velho  Al-Público dá voz à conhecida jihadista Shahd Wadi, (membro do Bloco de Esquerda e outros grupos de gente de ideologias assassinas) que, entre as clássicas mentiras da propaganda neo-nazi/islamista e os habituais libelos de sangue, afirma:
Pode ir lá à notícia e deixar a sua "sugestão de correcção".
Narciso Machado, é o nome desta coisa repugnante aqui em cima.
Mas a má-fé, a mentira descarada, a difamação, o branqueamento do terrorismo, a manipulação, o anti-semitismo mais raivoso e mais fanático, deste outro propagandista do Al-Público, é ainda pior. Esta criatura pelos vistos é juiz e debita as mais descabeladas ALDRABICES, toldada pelo ódio doentio que lhe corrói o ser.

Israel, o minúsculo Estado que cabe 4 vezes dentro de Portugal,  respeita escrupulosamente o Direito Internacional, os Direitos Humanos, é a única democracia do Médio Oriente e possui o Exército mais ético da História. A Jordânia, Gaza e a Península do Sinai foram dados aos Árabes - e nem 1 milímetro de Israel lhes deveria ter sido dado! Porque raio há-de Israel dar a sua Terra???
- Diz esta espécie de nazi requentado com batatas, que Israel pratica "apartheid" porque instalou detectores de metais na entrada do Monte do Templo. O Monte do Templo está ilegitimamente ocupado pelos muçulmanos, que aí praticam o apartheid, como praticam em todo o lado. Desde logo, judeus e cristãos não entram!
- Omite que os detectores foram instalados após o assassinato de mais dois israelitas, por muçulmanos armados que levaram as armas para a mesquita no Monte do Templo. E que existem detectores de metais em Meca, no Vaticano, em toda a parte - e aí já não são "apartheid"!
- Omite a campanha islâmica de genocídio dos judeus que dura desde o século 7, e que é diariamente instilada por Mammoud Abbas e Companhia, e cita um episódio de uma represália de jovens judeus que mataram um árabe - e que foram condenados a prisão perpétua.
- Omite ainda que, enquanto a política oficial dos seus amigos "palestinos" é premiar com milhões os assassinos de judeus, Israel condena a perpétua os judeus que pagam na mesma moeda aos terroristas.
 - Afirma que existem "refugiados palestinos", mas não diz que são colonos árabes que chegaram a Israel em 1920 e que saíram de Israel voluntariamente para que os exércitos árabes coligados "atirassem os judeus todos ao mar". Israel ganhou a guerra, sem ter exército nem armas! Azarito, Narciso! :-)
 - Fala de "territórios ocupados", quando estes não existem, pura e simplesmente. A Judeia E Samaria são Israel:

Usem as palavras CORRECTAS

Imprensa e entidades oficiais: Usem as palavras correctas; a "Cisjordânia" não existia há 46 anos, e a "Palestina" é uma pura invenção.


- Mas, mesmo assim, Israel deu aos árabes a Jordânia, a Península do Sinai e Gaza. E quer há décadas negociar a doação de terras na Judeia e Samaria - o que se passa é que os árabes apenas aceitam a destruição total de Israel:

História de Israel - Porque é que não há paz?

Islamismo veja como os muçulmanos são "bonzinhos"

Mas a vampiros assim, que não têm nenhuma crítica aos países islâmicos e  à jihad, nada contenta, a não ser a extinção dos judeus. Exige este indivíduo que Israel dê ainda mais terra aos "palestinos", que por sua vez não aceitam menos que TODO o território de Israel. Mais vale que cuspilhe o seu veneno do que chore lágrimas de crocodilo pela extinção dos judeus - que ele ardentemente deseja!








Q Al-Público, sempre aberto aos assassinos de judeus e seus apoiantes - como a jihadista Shahd ou este Narciso - já tinha dado voz, por exemplo, ao terrorista  representante da "Autoridade Palestina" em Portugal, apelando à continuação do Holocausto em versão século 21:

TERRORISMO NO PÚBLICO 



O Al-Público é o exemplo de uma Imprensa podre, que só sobrevive como nós sabemos, e só porque me mandaram o libelo da terrorista é que passei os olhos por essa folha de couve nauseabunda.

 Questionário «palestino»:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?  
2. Quais foram as suas fronteiras?  
3. Qual foi a sua capital?  
4. Quais foram as suas cidades mais importantes?  
5. Quais foram as bases de sua economia?  
6. Qual foi a sua forma de governo?  
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?  
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?  
9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Poucos países possuem a legitimidade de Israel, e nenhum deu tanto do seu território e fez tantas cedências em troca de uma paz que jamais virá, enquanto o Mal imperar - personificado pelas Shahds e pelos Machados da vida:

6 comentários:

  1. Entretanto na Hungria oficial-diplomata israelita diz que criticar Soros é "anti-semitismo".

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    1. Ora veja como esse blog distorce a verdade:

      http://www.jerusalemonline.com/news/world-news/the-jewish-world/israel-against-jewish-billionaire-george-soros-29614

      http://www.independent.co.uk/news/world/europe/george-soros-israel-hungary-posters-defence-anti-immigrant-campaign-vilify-businessman-a7836316.html

      http://www.jta.org/2017/07/09/news-opinion/israel-middle-east/israel-not-defending-soros-in-denouncing-campaign-against-him-foreign-ministry-clarifies

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    2. Imagine que espalham cartazes do assassino em série português Militão, que matou uma quantidade de portugueses no Brasil, na véspera de uma visita do nosso PM ou PR ao Brasil, tentando fazer passar a ideia de que os portugueses são todos assassinos em série como o Militão. Naturalmente que V. e eu e todos os portugueses nos sentiríamos injustiçados e difamados. Não somos todos como o Militão, que até matou portugueses.

      Ora isso não é: "Portugal diz que criticar o Militão é anti-portuguesismo".

      Nem deva ser necessário explicar isto, e acho que V. sabe bem que assim é...

      Tudo serve para malhar nos judeus...

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  2. aqui http://omarxismocultural.blogspot.pt/2017/07/oficial-israelita-afirma-que-criticar.html

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    1. Deixei há dias um comentário a esse post mas eles não publicaram. O que se passou foi que, dias antes da visita de Estado de Netanyahu, estavam a ser espalhados cartazes por todo o país, usando Soros como espantalho anti-semita. Ora Soros é o inimigo nº1 de Israel, é um anti-semita e um ex-nazi responsável pela morte de centenas de judeus.

      http://amigodeisrael.blogspot.pt/search/label/George%20Soros

      O que o embaixador ("oficial"? Que tradução fajuta!) fez foi chamar a atenção para uma campanha anti-semita. No entanto, quando o ódio anti-semita tolda o entendimento e a má-fé entra em jogo, a verdade é distorcida.

      Estive para falar desses episódios aqui no blogue, mas eu sou um amador que traduz e escrevinha nas horas vagas, não poso estar em todo o lado!

      A visita de Netanyahu decorreu muito bem, eu diria em apoteose, e os dois líderes (Órban e Netanyahu) fizeram declarações conjuntas em perfeita sintonia.

      Soros é uma das cabeças da hidra da Nova Ordem Mundial, e os agentes da dita cuja usam o facto de ele pelos vistos ter nascido judeu para culparem os judeus todos das malfeitorias desse pulha - o costume.

      Se um judeu é comunista, todos são comunistas. Se um judeu é capitalista, todos são capitalistas. Se um judeu é nazi (como o Soros) chega-se ao cúmulo de dizer que os judeus são todos... nazis!

      Oliveira

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    2. "O primeiro-ministro israelita disse que a Hungria está na vanguarda da luta contra o antisemitismo"

      Jack Montgomery, Breitbart, 18 de Julho de 2017:

      O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu à Hungria por "defender Israel repetidamente" durante uma visita oficial histórica a Budapeste.


      Netanyahu disse sentir-se "honrado por ser o primeiro primeiro-ministro israelita a fazer uma visita oficial à Hungria" numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.


      O primeiro-ministro Viktor Orbán disse aos media que os governos húngaros anteriores haviam "pecado" quando não conseguiram proteger a população judaica do país durante a Segunda Guerra Mundial e "deixou claro ao primeiro-ministro Netanyahu que o governo protegerá a minoria judaica e terá tolerância zero para com o anti-semitismo".


      Netanyahu agradeceu o líder húngaro pelas suas "palavras importantes" e sugeriu que agora é hora de olhar para o futuro em vez de para o passado.


      "O povo judeu sofreu uma grande tragédia. Nós conseguimos superá-la ... e também o povo da Hungria enfrentou grandes lutas, e superou-as", disse ele.


      "Ambos construímos Estados modernos e vibrantes. Reconhecemos o passado quando aproveitamos o futuro".


      "Eu acho que há um futuro excelente para ambos", acrescentou, num discurso focado nas oportunidades para que os países construam laços culturais e cooperem em tecnologia, inovação e segurança.


      O primeiro-ministro Netanyahu também agradeceu ao primeiro-ministro Orbán pessoalmente pelo apoio constante do seu governo ao Estado judaico no cenário mundial.


      "Eu também quero agradecer, primeiro-ministro, por defender Israel em fóruns internacionais. O senhor tem-no feito uma e outra vez", disse ele.


      "Agradecemos essa posição não só porque o senhor está com Israel, mas também está com a verdade", continuou, aludindo ao "novo anti-semitismo que se expressa no anti-sionismo".


      "De vários modos, a Hungria está na vanguarda dos Estados que se opõem a esta política anti-judaica, e eu agradeço-o. Exprimo a apreciação do meu governo e de muitas pessoas em Israel por isso".


      Os críticos do governo conservador e resolutamente anti-migração em massa do primeiro-ministro Orbán, incluindo altos funcionários da União Euroepia, como o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, mancharam o país da Europa Central como "anti-semita" por falar contra as actividades de George Soros, o bilionário e activista das fronteiras abertas.


      O governo húngaro repudiou essas acusações como "cínicas e desonestas", insistindo que a sua disputa com Soros se baseia no facto de que ele está a "desestabilizar governos nos Balcãs, a apoiar inimigos de Israel e a enviar para a Europa centenas de milhares de migrantes não controlados do Médio Oriente e África, alguns dos quais são lar de organizações terroristas "- e não a herança judaica.


      O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel divulgou uma declaração de apoio em relação às acusações, observando que é importante não "deslegitimar a crítica de George Soros ...".

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