sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Carta aberta a Luís Silva, o amigo dos "refugiados"


(...) possuímos conterrâneos do calibre de Luís Silva, o herói que, sem receio de arranjar bolhas nos pés e aparecer no “Público”, executa “uma caminhada solitária de 500 quilómetros pela costa alentejana e algarvia até à fronteira com Espanha” a fim de “angariar fundos para associações que ajudam refugiados” (de modo a simular as condições dos ditos, Luís Silva “leva na mochila uma muda de roupa, uma lata de salsichas e de atum e um saco-cama”. O “Público” não informa se, a benefício do realismo, o rapaz tentará afogar um cristão na Praia da Rocha).
Alberto Gonçalves, A Estátua da Nulidade

Olá Luís Silva,
- Teve notícias do Massacre de Barcelona, levado a cabo pelos seus amigos "refugiados"? Não lhe pesa a consciência por estar a defender bárbaros ASSASSINOS, piores que os nazis e os comunistas?
- Consegue entender que as pessoas a quem  chama "refugiados da guerra na Síria" não são refugiados, não vêm da Síria e são responsáveis pela onda de terrorismo que assola a Europa? Ou já está no estado em que entra em crise histérica se lhe tentam mostrar que está errado?
- Vamos tentar explicar-lhe algo que uma criança de 4 anos já entende: todo o efeito tem uma causa.

1 - A União Europeia e as lideranças políticas fecham os olhos à invasão islâmica. Aqui, vemos mais um grupo de colonos a desembarcarem em Espanha:


2 - Assim que chegam, os muçulmanos, cuja ideologia supremacista os manda atacar, matar, estuprar ou escravizar os não-muçulmanos, passam à acção e começam a aterrorizar as populações locais. Aqui, colonos muçulmanos causam o caos em Espanha:


3 - Escandalizados perante a visão de pessoas que recusam a conversão ao Islão, apesar dos seus melhores esforços, os muçulmanos aderem a células terroristas e desatam a matar os infiéis. Aqui, o massacre de 14 inocentes esta quinta-feira, em Espanha:


Luís Silva,
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a guerra da Síria não é em África, no Paquistão, ou em qualquer das dezenas de países islâmicos de onde chegam os "refugiados da Síria".
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se constatar que o grosso dos "refugiados da Síria" são homens e são jovens, exactamente a população que, numa guerra, está mais capacitada a defender os seus.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se verificar que os países muçulmanos não recebem nem um destes pseudo-refugiados.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se ESTUDAR e se constatar que o Islão é terrorista e genocida por natureza - até porque são os próprios muçulmanos que o admitem. E não colhe o argmenyo de que "nem todos são". Nazis são nazis, mafiosos são mafiosos, muçulmanos são muçulmanos!
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a esquerda defende a invasão islâmica porque os muçulmanos votam à esquerda e só assim a esquerda consegue aceder ao poder, hoje em dia:

França: voto muçulmano torna impossível vitória de um candidato não pró-islâmico

É por ser comunista que o Luís defende a colonização islâmica?
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que, tal como os nazis, os muçulmanos têm que ser travados, ou pereceremos TODOS. Mesmo você, Luís Silva. Não pense que eles o vão poupar, mesmo após este seu gesto de submissão. Eles odeiam-no ainda mais pela sua patética cobardia.

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QUER ESTUDAR, LUÍS SILVA?

 Então veja as nossas secções:
Temos milhares de posts a explicar tudo isto, com provas, com vídeos (a canalha do Google/YouTube censura tudo, mas vai dando para ver), com depoimentos de ex-muçulmanos, etc., etc.. Depois não diga que não foi avisado.

Os Cagalhões Desprezíveis

Invasão Islâmica - as pessoas começam a entender!

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


A Invasão que eles escondem -conclusão




Outro cidadão europeu que aprova a invasão islâmica camuflada como "refugiados da guerra na Síria". É esta a sua gente, Luís Silva.



Consegue ver estes dois pequenos vídeos, como introdução ao tema?

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