terça-feira, 15 de abril de 2014

Boko Haram adquire mais 100 escravas sexuais




No site Jihad Watch, Robert Spencer explica e cita clérigos islâmicos sobre a teologia e a prática da escravatura sexual na "Religião da Paz"

O artigo de Spencer está aqui.

"O comentador do Alcorão Maulana Bulandshahri explica a sabedoria desta prática, e diz sentir saudades dos bons velhos tempos:

     Durante a Jihad (guerra religiosa contra os infiéis), muitos homens e mulheres tornam-se prisioneiros de guerra. O Amirul Mu "minin [líder dos crentes, ou califa - um cargo agora vago] tem a opção de distribuí-las entre os mujahidin [guerreiros da jihad], caso em que elas se tornam propriedade destes Mujahedin. Esta escravidão é a penalidade pela descrença."
Então isto não é LINDO, co'a breca???!!!...

 
Se não entende Inglês, nesta manifestação de rua na Dinamarca os muçulmanos retribuem a hospitalidade dos nativos (que os sustentam!), exigindo que o país seja bombardeado e as mulheres tomadas como escravas. Em muitos países ocidentais, a percentagem das violações cometidas por muçulmanos ronda os 100%. Nem as crianças escapam.

Gangue de violadores muçulmanos no Reino Unido violou em grupo mais de 100 raparigas menores. Uma epidemia.
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"A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima" - Salwa al-Mutairi

O Alcorão permite a posse de escravas sexuais:

    
Se você tem medo de não agir com justiça para com os órfãos, case com as mulheres que lhe pareçam as suficientes, uma, duas, três, quatro, ou então, apenas uma, ou as que a sua mão direita abranja, assim é provável que você não venha a ser parcial. (Alcorão 04:03 )
Este versículo é a base para a poligamia islâmica, permitindo que um homem possa tomar até quatro esposas, desde que acredite que é capaz de "lidar de forma justa" com todas elas. Mas a justiça, nestas circunstâncias, está nos olhos de quem vê.
Ibn Kathir diz que esta a exigência para lidar justamente com as esposas não é grande coisa, já que tratá-las com justiça não é o mesmo que tratá-los igualmente: "Não é obrigatório tratá-las da mesma forma, trata-se apenas de uma recomendação. Então, se a pessoa fizer isso, tanto melhor, mas se não o fizer, não lhe advém nenhum mal".
O versículo continua, dizendo que se um homem não pode lidar de forma justa com várias esposas, então ele deve casar com uma só, ou recorrer ao "que a sua mão direita abranja" - isto é, escravas. O comentarista do Alcorão Maulana Bulandshahri explica a sabedoria desta prática, e anseia pelos bons velhos tempos:
   "Durante a Jihad (guerra religiosa), muitos homens e mulheres tornam-se prisioneiros de guerra. O Amirul Mu'minin [líder dos crentes, ou califa - um lugar agora vago] tem a opção de distribuí-los entre os mujahedin [guerreiros da jihad], caso em que elas passam a ser propriedade desses mujahedin. Esta escravidão é a penalidade pela descrença (kuffar)".
E passa a explicar que isto não é uma história antiga:
    "Nenhuma das leis referentes à escravidão foi abolida na Sharia. A razão pela qual os muçulmanos de hoje não têm escravos é porque eles não se envolvem na Jihad (guerra religiosa). As suas guerras são travadas pela instrução dos descrentes (kuffar) e são interrompidas pelos mesmos criminosos. O muçulmano [sic] foram algemados por esses tratados com os infiéis (kuffar), em que não podem escravizar ninguém  no caso de uma guerra. Os muçulmanos foram privados de um grande benefício, pelo qual cada casa poderia ter um escravo. Que Allah conceda os muçulmanos a capacidade de escapar dos tentáculos do inimigo e permanecer firmes no Din (religião) e se envolverem na Jihad (guerra religiosa) de acordo com os preceitos da Sharia. Amen!"

Esta não é uma visão excêntrica ou heterodoxa no Islão. O sheikh egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni, em Maio 2011, declarou que "estamos na era da jihad", e que à medida que a guerra travada contra os infiéis avançar, os muçulmanos tomarão escravos. Ele esclareceu o que quis dizer numa entrevista posterior:
    "A Jihad é só entre muçulmanos e infiéis. Despojos, escravos e prisioneiros, só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos, no passado, conquistaram, invadiram, e governaram países. Isto é aceite por todos os estudiosos - não há desacordo sobre isto de qualquer deles, desde o menor até ao maior, sobre a questão de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, e incluem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante."
    "Quando um mercado de escravos é erguido, este é um mercado em que são vendidas as escravas sexuais, que são chamados no Corão com o nome de al-Yamin , "o que sua mão direita possui" [ Alcorão 4 : 24] . Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As al-Yamin são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, olha para a escrava pretendida, e compra-a. Ela torna-se como sua esposa, mas não precisa de um contrato (casamento) ou um divórcio, como uma mulher livre. Todos os estudiosos concordam neste ponto - não há nenhuma discordância de nenhum deles. [ ... ] Quando eu quero uma escrava sexual, é só ir ao mercado escolher a mulher que eu gosto e compro-a."


- "Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

Solução para os problemas financeiros dos muçulmanos: escravatura!
Em 25 de Maio de 2011, uma activista kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática é autorizada pela lei islâmica e pelos parâmetros da moralidade islâmica.
    "Um comerciante disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não seria negligente com ela, e que o Islão o permite. Ele estava a falar verdade, e eu trouxe a situação aos muftis em Meca. Eu disse-lhes que tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens especializados no que é halal (permitido pela lei islâmica) e no que é bom, e que amam as mulheres. Eu perguntei: "O que diz a lei sobre as escravas sexuais?".
    "O mufti disse: "Com a lei das escravas para o sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã ou com uma nação que não é da nossa religião.  E deve haver prisioneiros de guerra".
    "Isso é proibido pelo Islão?", perguntei.
    "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islão. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não - ela só precisa ser comprada pelo seu marido, e pronto. Portanto, a escrava sexual é diferente da mulher livre."
Enquanto a exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é um fenómeno infelizmente transversal, só na lei islâmica é que tem sanção divina. Aqui está mais um escândalo de direitos humanos ocasionado pela lei islâmica, que a comunidade internacional de direitos humanos e os meios de comunicação cobardemente ignoram.


A activista kuwaitiana explicando que a escravatura sexual é permitida no Islão

2 comentários:

  1. shalom estou por dentro de tudo que acontese em yirael.continuem fazendo o trabalho de voçêis divungando noticias destes miseraveis terroristas,Dia menos dias eles vão pagar pelo mal que estão fazendo no mundo.não tenho medo deles,se eu pudese eu mesmo os mataria,Mas o meu Deus é Maior e vai punilos com rigor e crueldade.Eles são mal e só fazem destruição em todo mundo.um dia isso vai acabar prometo diante do Deus que sirvo.façãom o trbalho de voçêis.que Deus os guarde...

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