segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

História de Israel - O Império Romano‏

O Império Romano‏

Israel e a nossa Península Ibérica faziam parte do Império Romano, no seu auge.

O Império Romano foi uma consequência da política da antiga República Romana, cujas raízes remontam a 500 A.E.C. (Antes da Era Cristã). No primeiro século A.E.C., Júlio César, Pompeu e Crasso formaram o Primeiro Triunvirato, numa tentativa de ganhar o controle da República. César emergiu como líder de Roma, mas mais tarde foi assassinado.


O Primeiro Triunvirato, origem do Império Romano.

Octaviano, herdeiro escolhido por César, fazia parte do Segundo Triunvirato, e, em 31 A.E.C., tornou-se o soberano incontestado. Os Imperadores Romanos continuaram a expandir e conquistar mais território, até ao ponto em que os Romanos dominaram grande parte do mundo então conhecido. 
Durante a Pax Romana (Paz Romana, ver acima mapa do Império), no 1º e 2º séculos da nossa Era, num período de relativa paz, a economia Romana prosperou e várias rotas regulares de comércio foram estabelecidas. Os Romanos construíram enormes estruturas, arquitectonicamente impressionantes, como o famoso edifício do Coliseu, em Roma, e fizeram notáveis avanços em infra-estruturas, tendo construído aquedutos, sistemas de esgotos, pontes, e o primeiro sistema de auto-estradas.  


Em Portugal abundam os exemplos da ocupação Romana. Conímbriga (se puder, visite) é talvez o mais famoso. (Foto de Por Terras de Sefarad).

No primeiro século A.E.C., os Romanos conquistaram grande parte do mundo conhecido, encerrando o Reinado dos Gregos, bem como o Reinado da Dinastia dos Hasmoneus, em Israel. O Império Romano manteve o seu domínio até 476 E.C., quando o Império Romano do Oriente, ou Império Bizantino, ganhou o controle.

No início, os Romanos concederam ao povo Judeu alguma autoridade sobre os seus assuntos internos; no entanto, as frequentes rebeliões dos Judeus levaram os Romanos a acabar com essa autonomia.

O edifício do Coliseu, outrora símbolo do poderio Romano, é hoje um ícone maior de Itália.

Cerca de 40 A.E.C., o Senado Romano proclamou Herodes, o Grande, ou Herodes I, como "Rei dos Judeus", nomeando-o Governador da Judeia. Herodes I casou com uma princesa Hasmoneana, a fim de ganhar a simpatia dos Judeus e reforçar o apoio para seu reinado. Também iniciou um programa para reconstruir o Templo, que sofreu danos causados ​​por invasões ao longo dos anos.
 



 Herodes, o Grande.

Herodes I devolveu ao Templo a sua antiga glória, construiu a estrutura protectora do Túmulo dos Patriarcas e construiu a Fortaleza de Massada, mas nunca recebeu um, apoio completo da parte do povo Judeu, por ter sido nomeado por Roma, pela sua ascendência familiar Edomita, e pela sua natureza cruel, que o fez entrar na pouco invejável galeria dos grandes tiranos da História.

 

A Gruta de Machpelá, ou Gruta dos Patriarcas, na Judeia, Israel, território actualmente reivindicado pelos colonos Árabes, que invadiram Israel em 1920. É um dos locais mais sagrados e o mais antigo do Povo Judeu. Visite o site oficial. Nota: O site oficial foi vandalizado desde que a UNESCO declarou este local... muçulmano!!!

Após a morte de Herodes I, em 4 A.E.C., os Romanos assumiram o controle total de Jerusalém. As revoltas judaicas intensificaram-se, culminando na rebelião de 66 E.C. (Era Cristã), que levou à destruição do Templo, em 70 E.C.. O povo Judeu ainda foi capaz de conter os avanços Romanos por alguns anos, mas nunca chegou a representar uma ameaça séria para o poderoso exército Romano, mais forte e melhor equipado, sob o Imperador Tito.


A destruição do 2º Templo de Jerusalém originou uma dispersão dos judeus (a Diáspora Judaica) que dura até aos dias de hoje.

Após a destruição do Templo e de Jerusalém, o povo Judeu foi devastado. Centenas de milhar de judeus foram mortos pelos Romanos, exilados, ou vendidos como escravos. A imagem dos Romanos triunfantes, levando os vasos sagrados do Templo foi imortalizada no famoso Arco de Tito. 
Há notícia da chegada de refugiados judeus à Península Ibérica logo no século I da nossa Era. Os judeus estiveram nos grandes momentos da História de Portugal, desde a fundação da nacionalidade aos nossos dias. Povo tradicionalmente dado ao estudo, os judeus foram determinantes, por exemplo, no importante capítulo dos Descobrimentos, contribuindo sobretudo com o seu conhecimento científico geográfico e cartográfico.

Pormenor do Arco de Tito, onde se pode ver o saque dos objectos sagrados do Templo de Jerusalém.

A esperança na restauração da soberania Judaica em Israel nunca desapareceu, e em breve materializar-se-ia na Rebelião de Bar Kokhba, uma figura messiânica e um líder militar poderoso, que conseguiu recuperar Jerusalém em 132 E.C.. 


 
 Os Judeus, tal como os Lusitanos (raiz do povo Português), lutaram contra a ocupação. Como figuras mais emblemáticas essa luta, nós tivemos Viriato, eles tiveram Simão Bar Kokhba.

A vitória de Bar Kokhba, por muita moral que tenha dado à Resistência, foi de curta duração; em 135 E.C., a sua rebelião foi esmagada, os judeus restantes exilados, e Jerusalém foi renomeada Aelia Capitolina. Os Romanos levaram a melhor.

"Que Massada!!!" - a popular interjeição que significa contrariedade tem origem na Fortaleza de Massada, em Israel, palco de episódios dramáticos de resistência à invasão Romana. O site oficial de Massada tem imagens que vale a pena admirar.

No entanto, este episódio trágico não acabou com a presença judaica em Israel. A norte, sobretudo em Tiberíades, floresceram centros de aprendizagem judaica e estudo da Torá.

Tiberíades, hoje. E para sempre judaica, que os tempos já não são de invasões e colonizações, são de autodeterminação dos povos. Os Judeus são da Judeia. Os Árabes são da Arábia.




Publicado também no no nosso blog-arquivo O Melhor do Amigo de Israel.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

De Jerusalém a Marte - Uma Odisseia Israelita no Espaço!


O Congresso Internacional de Astronáutica, organizado este ano em Jerusalém, pode ser o primeiro passo na exploração israelita de Marte!

O prestigiado evento, que conta  com a presença de especialistas em exploração espacial provenientes de 58 países, teve lugar na capital do Estado Judaico.

Foi organizada pela Agência Espacial de Israel e representou uma oportunidade única para os jovens israelitas conhecerem os mais renomados cientistas e pesquisadores espaciais do mundo.

Os participantes tiveram ainda a oportunidade de conhecer Buzz Aldrin, o segundo ser humano a ter pisado a Lua.

Veja por si mesmo como Israel se tornou um dos principais protagonistas na exploração espacial:




Esta notícia chegou-nos através do da organização UNITED WITH ISRAEL (UNIDOS COM ISRAEL). No site desta que é a maior organização global de apoio a Israel, pode encontrar notícias sobre Ciência, Política, Religião, Cultura, História, e tudo o que vai acontecendo na única democracia do Médio Oriente. Tem versão em Espanhol. De vez em quando, "pescamos" uma das notícias deste site, para vos encorajarmos a explorá-lo e a subscrevê-lo.






sábado, 27 de fevereiro de 2016

Feministas pedem: “Não nos protejam dos estupradores islâmicos!”


Muçulmanos atacam voluntária em campo de acolhimento de "refugiados". Isto, os media não mostram.

Este post vem na continuação dos posts anteriores, que relatam o estranho fenómeno do encobrimento da jihad sexual por parte das feministas e da Esquerda europeia em geral.
Os homens europeus, em resposta ao ataque islâmico às suas mulheres, VESTEM SAIAS
As mulheres europeias, na ausência de homens com os atributos clássicos do seu género, são obrigadas a vestir elas as calças. O tempo é de Joanas D'Arc e Padeiras de Aljubarrota, honra lhes seja ISLAMITE AGUDA.

(A razão pela qual este pessoal hippie, de extrema-esquerda, das causas "revolucionárias", islamófilo, ateísta, anda permanentemente com este ar furioso e de olhos arregalados, merece um estudo psicológico. Veja p. ex. neste post a actriz espanhola Nuria Gago, com os olhos a saltarem das órbitas, que até mete medo...).

Feministas suecas pedem: “não nos protejam de estupradores islâmicos”

A esquerda europeia vai-se revelando cada vez mais desonesta e cínica, desumana ao ponto de apavorar até mesmo alguns psicopatas.

Segundo o Barritrad, grupos feministas da Suécia iniciaram uma campanha não contra os imigrantes islâmicos que estupram as mulheres suecas, mas contra os homens suecos que decidam protegê-las.

Grupos feministas criaram a hashtag #inteerkvinna – que pode ser traduzida como “não somos suas mulheres. Como parte da propaganda, ainda tiveram o desplante de lançar o frame: “É de VOCÊ que temos medo”. Quer dizer: o problema é o “patriarcado e a cultura masculina de proteção à mulher”, e não os estupradores islâmicos, que rejeitam a cultura atacada por elas.

Mas na verdade, essas feministas mentem ao distorcer os fatos do mundo. Para um homem, dizer “minha mulher”, é como para uma mulher dizer “meu homem”. Algo plenamente normal. Daí a biologia nos mostra o maior potencial físico masculino, e, portanto, maior capacidade de defender sua mulher de violência física do que uma mulher tem de defender seu homem Obscurantista no nível das eras tribais, o feminismo ignora não apenas a biologia, como toda a ciência.

O pior é que, ao rejeitarem o conhecimento humano sobre as relações animais, as feministas tripudiam sobre várias mulheres que foram estupradas por imigrantes islâmicos na Suécia e as muitas que ainda sofrerão o mesmo destino.
Fonte: Ceticismo Político

Este vídeo - do excelente canal da "infiel" Khadija Kafir -  explica o estranho fenómeno divulgado na Internet sobre o facto de as feministas suecas (e outras) não quererem que os homens as protejam dos estupradores muçulmanos, pondo assim todas as mulheres em sério risco:


Os casos de assédio, estupro e até assassínio, multiplicam-se. Às vítimas é dito que não divulguem os factos, "para não prejudicar a causa". Os agentes da Polícia nada fazem, pois temem represálias por "islamofobia" e "racismo".
Exemplos ao acaso:
"Não aguento mais!" - testemunho de uma trabalhadora de um centro de acolhimento de "refugiados".
"Refugiado" muçulmano estupra alemã e 25 anos depois de lhe ter comunicado que "as alemãs só servem para sexo".
Japão - dois muçulmanos presos após estupro em grupo de uma mulher.
Menina alemã de 13 anos raptada por muçulmanos e violada em grupo durante 30 horas.
Mulher estuprada em festa de BOAS VINDAS AOS REFUGIADOS.
Menina de 17 anos violada e a sua irmã de 14 anos vítima de abusos sexual enquanto a tentava salvar do assalto por um grupo de "migrantes" muçulmanos numa piscina pública na Alemanha.
Ataque de muçulmanos: "refugiado" pontapeia mulher na face e parte-lhe o maxilar, por ela ter resistido ao estupro.
Muçulmanos arrastam mulher para o subterrâneo do metropolitano de Colónia, enquanto esta grita em desespero (screenshot acima; vídeo retirado pelo poderoso lóbi islamista)

A Europa é um parque de diversões para os "traumatizados refugiados da Síria":

 

 (Tipicamente sírios, diga-se de passagem, como a maior parte dos que chegam de todo o lado, desde o Norte de África ao Paquistão...)

Estes são meros exemplos, gotas de água num oceano de barbárie. O motivo de os apresentarmos num blogue sobre Israel, é para ajudarmos os nossos leitores e amigos a compreenderem que as mulheres em Israel lidam diariamente com este tipo de ameaças - temos até noticiado os decretos religiosos islamistas que ordenam o estupro das mulheres israelitas judias, e, infelizmente, o estupro e assassínio de muitas delas. Podemos aprender com o enorme erro que Israel cometeu, ao pensar que é possível o convívio com islamistas.
Israel, que é o extremo oriental da nossa Civilização (na expressão certeira de um amigo que nos contactou recentemente), lida com esta barbárie há séculos. Israel não é o mau da fita. Israel está no mesmo barco que nós. 
Poderíamos continuar a apresentar centenas largas de casos que chegaram ao conhecimento público, apesar da censura dos media mainstream. Se acha que mentimos, consulte a lista de sites abaixo e confira a fiabilidade das fontes que demonstram que a jihad global está em curso e não poupa "infiéis". Começando pelas mulheres e pelas crianças.
Se V. é daqueles que apenas dispõe de um caixote com slogans que puxa consoante a ocasião, então branda lá os de "ISLAMOFOBIA", "RACISMO", "ALARMISMO", "XENOFOBIA". De nada lhe valerão quando chegar a sua vez. NADA!

ATREVA-SE A ENFRENTAR A REALIDADE:

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Ela foi mostrar quão pacífico é o Islão...

ACTUALIZAÇÃO

Lei da rolha nas Polícias europeias

Os posts mais recentes do nosso blogue* tiveram como mote a onda de estupros da Passagem de Ano, que foi simplesmente grande demais para ser abafada, como é política das autoridades políticas, policiais e dos media. Mas hoje chega-nos a notícia de que a Polícia de Colónia lançou uma investigação para apurar quem divulgou os relatórios internos relativos ao assédio e agressões sexuais na véspera de Ano Novo. A Imprensa mundial só teve acesso a esses ataques ultrajantes quatro dias após o incidente.
* Ver   


e anteriores.
1. DA DOCE IDEOLOGIA À AMARGA REALIDADE 

 
De uma vez por todas, senhores extrema-esquerdistas, hippies, islamófilos, poetas sonhadores e outros românticos:  A REALIDADE NÃO DEPENDE DOS VOSSOS SONHOS COR-DE-ROSA! O Islão não é "A Religião da Paz". Esta senhora, que queria provar esse "ponto de vista", foi violada e morta ao abrigo da ideologia islâmica.

O texto que se segue é traduzido e condensado do site YES, I'M RIGHT:
UMA MULHER RESOLVEU PERCORRER O MÉDIO ORIENTE À BOLEIA*, PARA PROVAR QUE OS MUÇULMANOS SÃO PACÍFICOS - FOI ESTUPRADA E MORTA POR MUÇULMANOS.

* "Carona", para os nossos leitores brasileiros. 

Nós, conservadores, temos má reputação quando dizemos que os muçulmanos e o Islão não obedecem a ideologias pacíficas. Os liberais (a maior parte da esquerda, e a extrema-esquerda) argumentam que os muçulmanos e o Islão são absolutamente pacíficos. Mais uma vez, fica patente que eles estão errados, só que, infelizmente, foi preciso alguém morrer da pior maneira imaginável.

Esta notícia pode ser um pouco mórbida, mas achamos que é importante divulgá-la, para mostrar aos liberais de coração mole a dura realidade.
 
É uma história chocante e triste que deve ser compartilhada e bem divulgada. Uma mulher italiana que resolveu ir de boleia da Itália a Israel para promover a paz mundial, foi estuprada e assassinada por muçulmanos na Turquia.

Via The New York Times:
O corpo nu de Giuseppina Pasqualino di Marineo, 33 anos, conhecida como Pippa Bacca, foi encontrado nuns arbustos, perto da cidade de Gebze, na sexta-feira.
A artista tinha dito que queria mostrar que poderia colocar a sua confiança na bondade das pessoas locais. A polícia turca diz ter detido um homem em conexão com o assassinato.
Os relatos dizem que o homem levou a polícia ao corpo. A senhora di Marineo pretendia ir de boleia de Milão até Israel e aos "Territórios Palestinianos", com uma colega artista, no seu projecto "Noivas on Tour".
 
Aos leitores antiquados (como nós) esclarecemos que, nos dias que correm, andar à boleia é "Arte". Só que uma coisa é calçar as sandálias, meter o bornal ao ombro, a erva ao bolso, a foice e o martelo na lapela, tomar banho em patchouli, e ir ao Festival Islâmico de Mértola. Outra coisa é a realidade do Islão!

Esta viagem à boleia era considerada uma peça de arte performativa. A viagem através de quase uma dúzia de países, nos Balcãs e no Médio Oriente, muitos deles recentemente devastados pela guerra, foi concebida para destacar que "ao superar diferenças e reduzir o nível de conflito, indivíduos e culturas poderiam unir-se", disse a artista companheira de viagem, a senhora Moro, numa entrevista por telefone. "Conhecer pessoas era a chave" - concluiu.

A viagem da artista Bacca foi interrompida perto da aldeia de Gebze, cerca de 40 milhas ao sudeste de Istambul. Um homem desempregado, Murat Karatas, 38 anos, confessou tê-la assassinado, a 31 de Março, disseram as autoridades.

"Aceitar boleia de estranhos era crucial para o sucesso do desempenho artístico", disse Moro. A declaração das artistas no seu site, bridesontour.fotoup.net, diz: "apanhar boleia é escolher ter fé nos outros seres humanos, e o homem, como um pequeno deus, recompensa aqueles que têm fé nele."


O assassino (um deles) e a vítima.
Moro explicou: "Nós queremos mostrar que não se pode promover o amor entre as pessoas, se se está escondido em classe executiva. Uma pessoa não pode ir para, digamos, as Ilhas Maurícias, e comer massas italianas. Você não vai entender as pessoas até que você parta o pão com elas, porque é nas pequenas diversidades que irá encontrar semelhanças."

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Eis o que acontece com uma religião que estupra e mata a quem não respeita as suas leis e não adora o seu deus

Isto é absolutamente nojento e não tem lugar no nosso mundo moderno, e o facto de que quase não houve cobertura noticiosa deste caso - a não ser em obscuras secções de artes de alguns jornais -  diz tudo sobre a agenda de mentira dos media.
Fonte: BBC, The New York Times 

2. LAVAGEM CEREBRAL

Assim terminou a experiência de Pippa Bacca. Assim terminam os pacifismos imprudentes que não levam em conta a realidade.


Com todo o respeito que as pessoas bem intencionadas (como a falecida senhora Bacca) nos merecem, esta gente é tremendamente ingénua. Mas não é sua culpa exclusiva, pois os media divulgam incessantemente propaganda islamista, induzindo a população do Mundo Livre em erro.  

E a ideologia política 'avant-garde' faz o resto. 

Elegeram como a causa de todos os males o Ocidente, o Judeo-Cristianismo, a iniciativa privada e a economia de mercado, a democracia, o sexo masculino, a pele branca. E por contrapartida, tudo o resto é intrinsecamente bom, puro, impoluto, livre das garras sujas do "homem branco".

Nem a morte de Pippa demoveu a sua companheira de viagem artista de continuar a provar a teoria que ambas acalentam. Quando a ideologia se sobrepõe à realidade, é assim.

3. NENHUMA OUTRA RELIGIÃO ADMITE O ESTUPRO, A TORTURA, A MUTILAÇÃO, O ASSASSÍNIO, O CANIBALISMO E O GENOCÍDIO!  

O argumento clássico do Islão é que estupros ocorrem em todas as sociedades. É verdade. Mas nas sociedades decentes, os estupros são punidos, não são encorajados ou tolerados:

O Ex.o imã da Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém (o alibi dos muçulmanos para exigirem soberania sobre a cidade e o país, um edifício onde há há alguns anos pastavam cabras e onde se pratica parkour e terrorismo) não hesita em ordenar a jihad sexual sobre as mulheres "infiéis":
 


No post anterior demonstrámos, mais uma vez, que a escravatura sexual e o estupro das mulheres infiéis são parte integrante do Islão. O assassínio dos "infiéis" também. Estupro, tortura, genocídio, assassinato dos "infiéis" - ATÉ O CANIBALISMO! - não são ocorrências esporádicas; fazem parte da própria essência do Islão.


- Algumas secções do nosso blogue sobre o que afirmamos:

Jihad Sexual Mulheres Crianças


- Alguns sites que mostram o Islão que os media escondem: 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O FIM: Homens europeus já andam de saias!

Complementando o post anterior, de EJSantos:


As festividades de Passagem de Ano testemunharam um festival de estupro por parte dos "refugiados" que a Europa acolhe, e que na realidade não passam de invasores, como temos demonstrado vezes sem conta.

E o que fazem os homens europeus em resposta à violação das suas mulheres? Vestem saias!


A jornalista Iben Thronholm diz o que precisa ser dito: os homens estão efeminados, com apoio do feminismo:

A doutrinação esquerdo-lunática promovida pelos media e pelos políticos modernaços, lançou o Mundo Livre num estado de apatia, perda de valores e confusão. Os invasores aproveitam. A extrema-esquerda esfrega as mãos; a Democracia, assim, está por um fio, o caos vai reinar, e eles vão reinar sobre o caos.



Imigrante muçulmano africano: ... porque nós, africanos, não gostamos de falar com os rapazes noruegueses, mas nós gostamos de mulheres norueguesas. Como viemos do Senegal, gostamos das mulheres norueguesas, porque na cultura Africana nós respeitamos as mulheres, mas não os homens.

Jornalista norueguês:
Vocês respeitam as mulheres? Mas alguns noruegueses dizem que os africanos [muçulmanos] atacam [estupram] as mulheres norueguesas!

Africano muçulmano: Ahh ... sim, às vezes isso acontece. Nós atacamos [estupramos] quando bebemos muito. Então nós temos que atacar [estuprar], mas se não bebermos não as atacamos [estupramos]. Nós respeitamos.

Jornalista norueguês: Ok ... mas quando [vocês] as apalpam contra a vontade delas?

Muçulmano africano: Eu sinto-me bem, eu sinto-me bem,
eu sinto-me bem, eu sinto-me bem! (rindo e amigos rindo ao fundo).

- Imigrante muçulmano africano do Senegal sendo entrevistado por jornalista norueguês.




NÃO DEIXE DE (RE)LER:


 
Os muçulmanos paquisteses violadores de Rotherham.  
MILHARES DE CRIANÇAS FORAM VIOLADAS (E SÃO) POR ESTAS REDES DE ESTUPRADORES ISLÂMICOS. AS AUTORIDADES IGNORARAM (E IGNORAM) AS QUEIXAS, COM MEDO DA DITADURA DO POLITICAMENTE CORRECTO.


Enquanto as Adrianas Loperas do Berloque de Esquerda e as outras luminárias do pensamento comunista pretendem criminalizar o piropo, as mulheres e as crianças europeias vão sendo pasto para os instintos animalescos dos invasores bárbaros.
A camarada Adriana Lopera diz que piropo é assédio sexual. Mas não lhe ouvimos (nem a uma única feminista-comunista), qualquer crítica ao estupro islâmico.

POST-SCRIPTUM 27/3/16:

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

EJSantos comenta a Jihad Sexual da Passagem de Ano


Nos países islamizados, a História é apagada, passa a contar-se a partir do dia em que a sharia é implantada. O "antes do Islão" é descrito como "a era dos bárbaros". Os muçulmanos invadiram e islamizaram o Médio Oriente, o Norte de África, o Sul da Europa e extensas áreas da Ásia. Chegam como um relâmpago, e demora séculos a reparar os estragos. O Estado Islâmico não é nada de novo. É apenas o Islão de novo a fortalecer-se, agora que o Ocidente está em crise. É a sempre acalentada marcha rumo ao Califado Global. À escuridão. As mulheres, cobertas de panos negros, são a imagem do Islão.

EJSantos comenta a Jihad Sexual da Passagem de Ano

Finalmente, após uns dias a aguardar respostas…
Contactei vários amigos meus, que estão a viver em França, Alemanha e República Checa. Isto para tirar a limpo o que se passou nas comemorações do fim de ano. E cá vai:

Houve distúrbios, houve assédio sexual, houve atos de vandalismo da parte de grupos de pessoas de origem arábe e africana. Duas amigas a viver na Alemanha disseram-me (via mail) que não se confirmam as acusações de violação. Mas que o comportamento ordinário e sujo dos protagonistas desta história sórdida foi mesmo feio e indigno

Bem, agora uns comentários da minha parte. Vivi 6 anos num pais de leste, aonde tirei o meu curso superior. Tive contacto com muitas pessoas, de muitos países, incluindo muçulmanos. Os cidadãos de países muçulmanos que conheci eram pessoas com estudos e com educação. Mas em alguns deles (e não eram poucos) era visível a misoginia e o desprezo pelas mulheres locais; “umas putas, umas porcas, só servem para fo***”, diziam eles. “Casar com estas pegas? Nunca!” continuavam. Quando se falam em abusos e assédio, cometidos por parte de ALGUNS dos refugiados, lembro-me sempre que esse comportamento é compatível com o que presenciei e ouvi. 

Finalmente, algumas questões: 

1.    Se há “refugiados” que se comportam como animais, porque razão os midia não noticiam devidamente? 

2.    Sendo alguns destes refugiados vândalos, porque razão não são imediatamente detidos e expulsos? 

3.    Estas questões vão para a malta meiguinha e doce que está a subestimar o problema: o que vão vocês fazer se um dia isto tocar a vocês? Se um dia as vossas mulheres, filhas, amigas, etc, foram agredidas na sua dignidade, o que pretendem vocês fazer? Paz e amor? Seguem mansamente as pegadas de Neville Chamberlaim? (cá entre nós, boa sorte, mas pelo que sei de História, o apaziguamento não funciona com energúmenos – por isso não fiquem muito desapontados com os fracos resultados).

Ainda para a malta, toda paz e amor que subestima o problema: 

A liberdade e a democracia não são dados adquiridos; a História não acabou, e vai continuar a haver conflitos e guerras. Como querem viver? Que mundo querem deixar aos vossos filhos e FILHAS?

De certa forma, o grande inimigo do Ocidente já cá mora há muitos anos… 

EjSantos


Nota: Estes estupros nada tiveram de novo; há anos que a Europa está a contas com redes islâmicas de estupradores de mulheres e de crianças - veja por exemplo a nossa secção JIHAD SEXUAL. A única diferença foi que, com mais alguns milhões de colonos muçulmanos na Europa, os jornalistas e os políticos não conseguiram abafar o caso. Os pobres polícias, impotentes para conterem o frenesim de estupro islâmico, e receosos de perderem o emprego, ficaram, como sempre, estáticos, bloquearam!
1. POST-SCRIPTUM
Enquanto publicávamos este post, estava esta notícia ser publicada no OBSERVADOR:  
São ELES que o dizem: "Temos de dizer ao Ocidente que estamos a estender-lhe a mão em paz, agora - mas que não será assim por muito tempo. Mesmo quando uma civilização está pronta a desmoronar-se (como está a acontecer agora no Ocidente, com todas as características de deterioração dos últimos impérios caídos), eles não cairão até que nós, os muçulmanos, nos esforcemos para lhes dar esse último empurrão, a última palha que vai dobrar as costas do camelo".

Leia também:  ISLAMITE AGUDA, o testemunho de Maria João Marques, uma Mulher que não tem medo de chamar os bezerros pelos nomes!

2. APELO À JIHAD SEXUAL PARTE DE AL-AQSA


 
O vídeo está permanentemente a ser removido - como são todos os vídeos que mostram a verdadeira natureza do Islão. Mas cá está ele, de novo, o imã da famosa mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, a incitar os muçulmanos a estuprarem as mulheres europeias.

Ah, a sagrada mesquita de Al-Aqsa, essa fonte de virtudes que "obriga" os muçulmanos a manterem parte de Jerusalém ocupada e a impedirem os judeus de visitarem o local mais sagrado do Judaísmo, o Monte do Templo. As lindas coisas que se pregam na sagrada mesquita de Al-Aqsa...

Via Daily Mail:
O Imã da mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém incitou os imigrantes muçulmanos a fazerem filhos às mulheres europeias, de modo a conquistarem os respectivos países, e prometeu:
"Vamos esmagar-vos sob os nossos pés, se Alá quiser".

    O Sheikh Muhammad Ayed fez o discurso na
mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém.
 

     Disse que os americanos, italianos, alemães e franceses são obrigados a aceitar refugiados.
 
 Disse aos muçulmanos para usarem a crise dos "migrantes" para se cruzarem com as mulheres europeias e "conquistarem os seus países".

3. RECAPITULANDO POSTS SOBRE OS ESTUPROS DE ANO NOVO

A nova normalidade: todos os dias mais estupros. Numa volta pela jihad sexual de cada dia, escolhemos aleatoriamente o caso de um rapaz, um jovem de 19 anos, estuprado em grupo na Noruega. Os "migrantes" gabam-se de terem o vídeo do festim. Já assassinaram trabalhadores dos centros de acolhimento. A Europa assiste, atónita!


Imã de Jerusalém apela à jihad sexual na Europa

Os Estupros de Ano Novo e a Lógica Islâmica

Os estupradores islâmicos apenas cumprem o Islão


Na Passagem de Ano, os "refugiados" encontraram-se no meio de um mar de mulheres "infiéis", na rua, à noite, e, como na sua cultura as não muçulmanas só servem para escravas sexuais*, toca a estuprar!
A Polícia, assistia, mas comunicava que estava tudo bem, e relatava o "ambiente de diversão".