segunda-feira, 31 de julho de 2017

Post patrocinado pelas Tartarugas-Ninja


Um empregado de uma pizzaria  num subúrbio de Tel Aviv defendeu-se com sucesso contra um terrorista - com um prato de pizza.

Novas imagens de um ataque terrorista na semana passada mostram Shlomi Madar, empregado de uma pizzaria em Petah Tikvah, defendendo-se do assaltante com um prato de pizza e batendo com ele na cara do terrorista.

O terrorista, de 21 anos, acabara de esfaquear e ferir outro homem no mesmo bairro.
Atordoado pelo golpe, foi capturado por civis próximos.

O terrorista é de Qalqilya, uma aldeia da Samaria administrada pela "Autoridade Palestina", e disse que estava a lutar "por causa de Al-Aqsa" no Monte do Templo.

 

A ONU já deve estar a preparar mais um protesto e mais uma condenação de Israel por violência com pizzas sobre os pobres terroristastazinhos islâmicos.
Em Israel, como no Mundo Livre em geral, os terroristas e que podem andar armados. As pessoas normais têm que se defender como podem. E a seguir, toca a tratar o terrorista e devolvê-lo ao seu habitat natural.



Boas Férias!

EUA e Israel - os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial



Durante os anos do consulado Obama, os Estados Unidos deixaram de ser alvo da ira mediática. O país, que é um dos pilares do Mundo Livre, estava no caminho do abismo. Tudo ia bem para os agentes da Nova Ordem Mundial.
Depois Trump venceu:

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

Agora, Trump está a enfrentar o que nenhum outro Presidente dos Estados Unidos jamais enfrentou. Porque veio atrapalhar os planos globalistas-islamistas-comunistas. 
Israel, sempre na berlinda, é claro. É pequenino, mas é o outro pilar do Mundo Livre. 
O cinismo dos tiranos é ignóbil. Pagam aos media para demonizarem os Estados Unidos e Israel. E muita gente engole isco, anzol e chumbada. Vale-nos a Internet - por enquanto!!!


Não há razão para alegar ignorância:


POST-SCRIPTUM:
Exemplos de lacaios da Nova Ordem Mundial:
Tal como o embaixador da "Autoridade Palestina" na ONU, a Al-Jazeera lusitana, vulgo Al-Público, continua a promover o terrorismo abertamente, deixando de lado a duplicidade de discurso até aqui vigente - com a ajuda dos Al-Públicos da vida, o anti-semitismo já está a níveis pré II Grande Guerra e já se pode.
Perante a onda de assassinatos de israelitas a que aqui chamamos INTIFACADA, o velho  Al-Público dá voz à conhecida jihadista Shahd Wadi, (membro do Bloco de Esquerda e outros grupos de gente de ideologias assassinas) que, entre as clássicas mentiras da propaganda neo-nazi/islamista e os habituais libelos de sangue, afirma:
Pode ir lá à notícia e deixar a sua "sugestão de correcção".
Narciso Machado, é o nome desta coisa repugnante aqui em cima.
Mas a má-fé, a mentira descarada, a difamação, o branqueamento do terrorismo, a manipulação, o anti-semitismo mais raivoso e mais fanático, deste outro propagandista do Al-Público, é ainda pior. Esta criatura pelos vistos é juiz e debita as mais descabeladas ALDRABICES, toldada pelo ódio doentio que lhe corrói o ser.

Israel, o minúsculo Estado que cabe 4 vezes dentro de Portugal,  respeita escrupulosamente o Direito Internacional, os Direitos Humanos, é a única democracia do Médio Oriente e possui o Exército mais ético da História. A Jordânia, Gaza e a Península do Sinai foram dados aos Árabes - e nem 1 milímetro de Israel lhes deveria ter sido dado! Porque raio há-de Israel dar a sua Terra???
- Diz esta espécie de nazi requentado com batatas, que Israel pratica "apartheid" porque instalou detectores de metais na entrada do Monte do Templo. O Monte do Templo está ilegitimamente ocupado pelos muçulmanos, que aí praticam o apartheid, como praticam em todo o lado. Desde logo, judeus e cristãos não entram!
- Omite que os detectores foram instalados após o assassinato de mais dois israelitas, por muçulmanos armados que levaram as armas para a mesquita no Monte do Templo. E que existem detectores de metais em Meca, no Vaticano, em toda a parte - e aí já não são "apartheid"!
- Omite a campanha islâmica de genocídio dos judeus que dura desde o século 7, e que é diariamente instilada por Mammoud Abbas e Companhia, e cita um episódio de uma represália de jovens judeus que mataram um árabe - e que foram condenados a prisão perpétua.
- Omite ainda que, enquanto a política oficial dos seus amigos "palestinos" é premiar com milhões os assassinos de judeus, Israel condena a perpétua os judeus que pagam na mesma moeda aos terroristas.
 - Afirma que existem "refugiados palestinos", mas não diz que são colonos árabes que chegaram a Israel em 1920 e que saíram de Israel voluntariamente para que os exércitos árabes coligados "atirassem os judeus todos ao mar". Israel ganhou a guerra, sem ter exército nem armas! Azarito, Narciso! :-)
 - Fala de "territórios ocupados", quando estes não existem, pura e simplesmente. A Judeia E Samaria são Israel:

Usem as palavras CORRECTAS

Imprensa e entidades oficiais: Usem as palavras correctas; a "Cisjordânia" não existia há 46 anos, e a "Palestina" é uma pura invenção.


- Mas, mesmo assim, Israel deu aos árabes a Jordânia, a Península do Sinai e Gaza. E quer há décadas negociar a doação de terras na Judeia e Samaria - o que se passa é que os árabes apenas aceitam a destruição total de Israel:

História de Israel - Porque é que não há paz?

Islamismo veja como os muçulmanos são "bonzinhos"

Mas a vampiros assim, que não têm nenhuma crítica aos países islâmicos e  à jihad, nada contenta, a não ser a extinção dos judeus. Exige este indivíduo que Israel dê ainda mais terra aos "palestinos", que por sua vez não aceitam menos que TODO o território de Israel. Mais vale que cuspilhe o seu veneno do que chore lágrimas de crocodilo pela extinção dos judeus - que ele ardentemente deseja!








Q Al-Público, sempre aberto aos assassinos de judeus e seus apoiantes - como a jihadista Shahd ou este Narciso - já tinha dado voz, por exemplo, ao terrorista  representante da "Autoridade Palestina" em Portugal, apelando à continuação do Holocausto em versão século 21:

TERRORISMO NO PÚBLICO 



O Al-Público é o exemplo de uma Imprensa podre, que só sobrevive como nós sabemos, e só porque me mandaram o libelo da terrorista é que passei os olhos por essa folha de couve nauseabunda.

 Questionário «palestino»:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?  
2. Quais foram as suas fronteiras?  
3. Qual foi a sua capital?  
4. Quais foram as suas cidades mais importantes?  
5. Quais foram as bases de sua economia?  
6. Qual foi a sua forma de governo?  
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?  
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?  
9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Poucos países possuem a legitimidade de Israel, e nenhum deu tanto do seu território e fez tantas cedências em troca de uma paz que jamais virá, enquanto o Mal imperar - personificado pelas Shahds e pelos Machados da vida:

Uma História do Templo Sagrado e sua Centralidade no Judaísmo




Com o Tisha b'Av, o dia do luto pelo Templo Sagrado, a chegar, é hora de abordar a importância de Jerusalém, e neste caso, o Templo e o Monte do Templo - o ponto focal de Jerusalém.


O Primeiro e Segundo Templos ficavam situados em Jerusalém, no Har Habayit, o Monte do Templo, conhecido como o Monte Moriah em toda a Bíblia. Hoje, uma famosa mesquita da cúpula de ouro ocupa o local.

Ao contrário do conceito popularmente generalizado, o Templo Sagrado era muito mais do que uma sinagoga. Era o centro de toda a vida judaica, tanto espiritual como material. Do Sumo Sacerdote e do Tribunal Superior às lojas e cambistas ao longo do seu passeio exterior, o Templo Sagrado foi o coração da vida judaica em Jerusalém e, por extensão, do mundo inteiro.
 
De acordo com a tradição judaica, a criação do mundo começou a partir do Monte do Templo. Além disso, Deus usou a Terra do Monte do Templo para criar Adão e Eva. De acordo com alguns relatos, os primeiros sacrifícios oferecidos por Noé depois de desembarcar da Arca foram no Monte do Templo. Foi também o local da Akeida, o sacrifício-teste de Isaque no altar por seu pai, Abraão, a mando de Deus. 

Na verdade, esse evento ocorreu na "rocha" que pode ser vista hoje na mesquita conhecida como Domo da Rocha.

A Bíblia diz-nos que o Primeiro Templo foi construído em 957 ante da Era Comum, pelo Rei Salomão. Antes desse tempo, as pessoas podiam oferecer sacrifícios a Deus em qualquer momento e lugar, mesmo no seu próprio quintal. Uma vez que o Templo foi concluído, tornou-se proibido oferecer sacrifícios em qualquer outro lugar


O Templo substituiu o Tabernáculo do deserto



O Templo Sagrado (cortesia Instituto do Templo)


O Templo substituiu o Tabernáculo, a sinagoga portátil que acompanhou o povo judeu durante os seus 40 anos a vaguear no deserto, bem como na Terra de Israel até o Templo ser construído. O primeiro templo foi destruído pelos Babilónios em 586 AEC..

De acordo com o Livro de Ezra, a construção do Segundo Templo foi autorizada pelo Rei Ciro e começou em 538 AEC, após a queda do Império Babilónico no ano anterior. Foi completado 23 anos depois, no terceiro dia de Adar, no sexto ano do reinado de Dario, o Grande (12 de Março de 515 AEC). A cerimónia de dedicação foi liderada pelo governador judeu Zorobabel. O pátio principal tinha 13 portões dos quais um dava para o Templo e o Monte do Templo. 

O Segundo Templo foi quase destruído em 332 AEC, quando os judeus se recusaram a reconhecer a deificação de Alexandre, o Grande da Macedónia. Alexandre foi supostamente "parado na sua raiva" à última hora por alguma diplomacia e lisonja astuta.  

Após a morte de Alexandre, em 13 de Junho de 323 AEC, os Ptolomeus vieram a dominar a Judeia e o Templo. Sob os Ptolomeus, os judeus receberam muitas liberdades civis, apesar de viveram sob seu domínio. No entanto, quando o exército ptolemaico foi derrotado por Antíoco III dos Selêucidas em 198 AEC, esta política mudou. Antíoco queria helenizar os judeus. Uma rebelião seguiu-se e foi brutalmente esmagada, mas nenhuma outra acção de Antíoco foi tomada.



Rebelião judaica contra Antíoco III

Antíoco Epifânio IV imediatamente adoptou a política anterior de seu pai, de helenização universal. Os judeus rebelaram-se novamente e Antíoco, em fúria, retaliou em força.


A palha que quebrou as costas do camelo para o povo judeu foi quando Antíoco proibiu a observância do Sábado e a circuncisão. Além disso, quando Antíoco erigiu uma estátua de Zeus no Templo e os sacerdotes helénicos começaram a sacrificar porcos (o sacrifício usual oferecido aos deuses gregos na religião helénica), a ira dos judeus começou a estalar. Quando um oficial grego ordenou a um sacerdote judeu que realizasse um sacrifício helénico, o sacerdote, Matatias, matou-o.


A violência muçulmana contra os visitantes judeus e cristãos está em andamento no Monte do Templo, incluindo o mês passado, quando os manifestantes entraram em confronto com a Polícia. (Foto: veooz.com)



Em 167 AEC, os judeus levantaram-se em massa guiados por Matatias e seus cinco filhos, para lutar e ganhar a liberdade e a emancipação da autoridade Selêucida. O filho de Matatias, Judas Macabeu, rededicou o templo em 165 AEC, e os judeus celebram este evento até hoje como uma parte importante do festival de Chanucá. 

Durante a ocupação romana da Judeia, o Templo permaneceu sob o controle do povo judeu. Mais tarde, foi destruído pelos romanos em 70 EC durante o cerco de Jerusalém. Durante a última revolta dos judeus contra os Romanos, em 132-135 EC, Simon bar Kokhba e o rabino Akiva queriam reconstruir o Templo, mas a revolta do bar Kokhba falhou e os judeus foram banidos de Jerusalém. 

Após a conquista muçulmana de Jerusalém no século 7, o califa Umayyad Abd al-Malik ibn Marwan ordenou a construção de um santuário islâmico, conhecido hoje como o Domo da Rocha, no local do Templo. O santuário está no monte desde 691 AEC. 

A que é conhecida como Mesquita Al-Aqsa, aproximadamente do mesmo período, também fica no pátio do Templo. 



NOTA DO TRADUTOR: Ver  Mesquita de Al-Aqsa não fica nem jamais ficou em Jerusalém.



O Monte do Templo, juntamente com toda a Cidade Velha de Jerusalém, foi capturado à Jordânia por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias, permitindo que os judeus mais uma vez orassem no seu local mais sagrado desde 1948.

Serviço tradicional em grande parte inalterado desde os tempos do Templo

Grande parte do serviço tradicional judaico da manhã, especialmente o Shema e o Shemoneh Esrei (a oração devocional silenciosa), mantém-se praticamente inalterado desde o culto diário no Templo. Além disso, o Shemoneh Esrei tem um novo significado em que corresponde e lembra a oferta diária do Templo.


O Templo Sagrado é mencionado extensivamente nos serviços ortodoxos, incluindo:


- Recitação diária de passagens Bíblicas e Talmúdicas relacionadas com os sacrifícios realizados no Templo;


- Referências à restauração do Templo e cultos sacrificiais nos três dias Shemoneh Esrei;


- Apelo à reconstrução e restauração do Templo em vários pontos em cada um dos três serviços diários; 


e

- Recitação do Salmo do dia - o Salmo cantado pelos levitas no Templo para aquele dia durante o serviço diário da manhã. 


Judaísmo ortodoxo: reconstruindo o Templo

O judaísmo ortodoxo acredita no futuro edifício de um Terceiro Templo e na retomada das oferendas, embora haja desentendimento sobre como a reconstrução deve ocorrer. A maioria das autoridades rabínicas acredita que a reconstrução do Templo só deve ser realizada pelo Messias na era messiânica, embora alguns acreditem que o povo judeu deveria reconstruir o seu próprio Templo. De acordo com outro ensinamento, Deus mesmo enviará o Templo Terceiro, e Final, do céu.


Bem conhecido pelas suas posições polémicas sobre a soberania judaica sobre o Monte do Templo, o rabino Shlomo Goren, rabino-chefe do IDF (e depois rabino-chefe do Estado de Israel) após a captura do Monte em Israel em 1967, começou a organizar a oração pública para os judeus no local.  


Em 15 de Agosto de 1967, o rabino Goren liderou um grupo de 50 judeus no Monte do Templo. Lutando contra os guardas muçulmanos e contra a polícia israelita, eles realizaram um serviço de oração.  

O rabino Goren continuou a rezar por muitos anos num prédio com vista para o Monte do Templo, onde realizou serviços de festividades anualmente. O seu pedido para o estabelecimento de uma sinagoga no Monte do Templo foi posteriormente reiterado pelo seu cunhado, o Rabino Chefe de Haifa, Shear Yashuv Cohen.

 


Pelo rabino Ari Enkin

United With Israel, hiperligações no original. 

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Unidos com Israel em Espanhol (clique no símbolo): 


https://unitedwithisrael.org/es/



Veja também:

Um Templo, Dois Templos, Três Templos