quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

AVAAZ - Tentáculos de Soros



A AVAAZ é mais uma farsa da esquerda radical organizada.

A esquerda colecciona grupos de activistas da mesma maneira que algumas pessoas coleccionam selos ou navios em garrafas.  É difícil imaginar a esquerda sem a série de grupos de activistas. Esses grupos têm sido uma das tácticas mais usadas e mais bem sucedidas da esquerda.

Esses grupos são um modo de vida para a esquerda, porque, como a maioria dos movimentos extremistas, cujos pontos de vista reais não seriam tão apelativos para a maioria dos seus apoiantes, a esquerda tem que disfarçar as suas verdadeiras crenças.

O exército de grupos que a esquerda coloniza permite-lhe também separar os moderados dos verdadeiros crentes. Além disso, a segmentação numa série infinita de grupos permite que a esquerda colecte ​​dados demográficos muito específicos e organize os seus grupos de aparência independente num grande movimento.

Essas técnicas foram largamente usadas pelo Partido Comunista Americano na década de 1930 e pela campanha de Obama em 2012.

Entre nos meandros da esquerda e desembocará numa sala de espelhos, onde cada organização é uma frente para outra organização, onde o dinheiro dos subsídios é transferido através de uma rede complexa de grupos de activistas, fundações familiares e diversas organizações sem fins lucrativos que compartilham escritórios e servidores web com algumas das mesmas organizações que financiam, onde os funcionários se movem à vontade, das organizações que financiam para as organizações que gerem.

A Avaaz é mais do que apenas outra palavra estrangeira na moda transformada em nome de organização. Mas também é muito menos do que isso. É apenas mais um reflexo no enorme salão de espelhos da esquerda.

No seu site, a Avaaz afirma possuir 17 milhões de membros, que se mobilizam por causas como a destruição de Israel e a luta contra corporações e ditadores em vários lugares. Os megafones da Avaaz nos media descrevem a organização como a maior rede de activistas online do mundo. Essa afirmação, como muitas mais sobre a Avaaz, é altamente duvidosa.

As prioridades da Avaaz são internacionais e a organização afirma ser totalmente administrada pelos seus membros, de tal forma que nem sequer se preocupa em listar os seus administradores ou membros do conselho directivo. Em vez de uma lista de pessoal, há apenas uma conversa vazia sobre "liderança pelos membros". Mas, claro, a Avaaz não é “liderada pelos membros”. Nem é a organização independente de base que finge ser.

Para começar, a Avaaz não é um grupo activista. É um lobby com meio milhão de salários pagos aos seus "membros-líderes", que não são nomeados no site.

Como a maioria dos grupos testa de ferro, a Avaaz tem uma história escondida. A  Avaaz foi co-fundada por Ricken Patel, que anteriormente trabalhava para o International Crisis Group de George Soros.

Patel trabalhava então para o MoveOn.org, cujo presidente, Eli Pariser, também é presidente do conselho e co-fundador da Avaaz. Tanto Patel quanto Pariser serviram na direcção da J Street, pelo que tudo indica que a Avaaz é apenas mais um braço do império de Soros, com uma fachada moderna para disfarçar o colaborador nazi bilionário que está por trás.

A Avaaz foi criada através da Res Publica, um grupo testa de ferro destinado a mobilizar a esquerda religiosa. A Res Publica não foi a lugar algum, mas a Avaaz retomou a tentativa da Res Publica de fazer a defesa on-line do MoveOn.org e fê-lo globalmente. A Avaaz não só recebe dinheiro de Soros, como angaria dinheiro para a máquina de Soros, através de esforços como uma campanha de angariação de fundos para a democracia birmanesa, onde as doações seriam administradas pelo Open Society Institute.

Soros e a sua Open Society Institute são o mastodonte da esquerda, e a pretensão desonesta da Avaaz de que é uma organização independente dedicada a dar voz aos seus membros, quando é afinal um projecto de veteranos experientes em manipulação da opinião pública, financiados por alguns dos maiores nomes da esquerda, é uma tentativa sem vergonha de enganar os seus membros, fazendo-os acreditar que eles são jogadores, em vez de peões.

Mas a verdadeira questão é se existe mesmo uma Avaaz. Certamente, há um site com esse nome cheio de petições, e são pagos salários aos seus funcionários, mas a organização em si parece ser mais ficção do que realidade.

As credenciais da Avaaz e as reivindicações de ser uma rede global de activistas que coordenam a advocacia internacional raramente foram questionadas, até a organização ter afirmado estar envolvida no terreno na Síria. Em Maio, a Avaaz afirmou ter desempenhado um papel de liderança no resgate de Paul Conroy, um fotógrafo ferido, da Síria. Mas Conroy afirmou nunca ter ouvido falar da Avaaz ou ter tido algum contacto com a mesma.

A Avaaz construiu a sua imagem de ter uma rede extensa na Síria ao descrever os membros do exército sírio livre como seus activistas. Wissam Tarif, o seu principal activista na Síria, é na verdade um homem libanês que foi apresentado como sírio em várias ocasiões. Mentiras como esta levantam questões reais sobre se a Avaaz é mais alguma coisa além de um site, alguns vídeos virais e algumas acrobacias desagradáveis.

O documentário Kony 2012 mostrou quão efectivamente uma pequena organização com uma presença na Internet exagerada pode criar a ilusão de representar um movimento maior. A Avaaz parece ser Kony 2012 num nível global, sem qualquer foco real, excepto a obsessão habitual da esquerda com o Estado judeu. A Avaaz não é um movimento. É uma propaganda online para os toxicodependentes esquerdistas do clique.

O que é a Avaaz realmente? O seu nome pode significar "Voz" em Persa, mas também pode significar auto-importância. A Avaaz mete-se em todas as questões da actualidade, não conseguindo nada, mas colhendo doações e endereços de e-mail que provavelmente serão úteis em projectos muito maiores para os grupos que estão a montante.

A Avaaz na verdade não faz nada de positivo, nem se destina a tal. A Avaaz garante a Ricken Patel um cheque mensal e mantém o dinheiro a entrar para um movimento que na verdade não é maior do que um site. O foco da Avaaz  é acompanhar as tendências da Internet, angariar fundos e reclamar protagonismo através de uma rede de activistas da Avaaz que na verdade não são activistas da Avaaz.

O salão dos espelhos da esquerda tem reflexos tão estranhos, que a luz se transforma em sombra, homens pequenos parecem grandes e grandes homens parecendo pequenos. Grupos testa de ferro como a Avaaz são criados pela esquerda para enganar os ingénuos, mas às vezes, como em todos os salões de espelhos, eles acabam por enganar até os enganadores.



Daniel Greenfield, FrontPageMag


Aconselhamos muito muito muito o blog do escritor Nova Iorquino Daniel Greenfield, o Sultan Knish.
Active o tradutor automático e aprecie a lucidez das análises deste membro incansável do Freedom Center. Também  no Gatestone.



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Aconselhamos também a leitura do artigo do Mídia Sem Máscara:

Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil


http://midiasemmascara.org/

Este site é, para nós, obrigatório, e está em destaque na barra lateral. De vez em quando é alvo de ataque informático pelos Donos Disto Tudo...


Provavelmente quem nos lê também se preocupa, como nós, com a destruição da floresta nativa de Madagáscar para plantar palma, e com a consequente morte dos orangotangos e a perda do património biológico. 
Amigos dos animais, amantes da Natureza, também nós caímos na esparrela de subscrever as petições da Avaaz. Por causa dos orangotangos, das tartarugas, das florestas, dos rios e dos mares. 


É possível apoiar os orangotangos sem apoiar o terrorismo!

Cedo verificámos, contudo, que esta é mais uma organização da extrema-esquerda mais radical e pró-terrorista, que tem como objectivo principal a destruição de Israel. Indiferentes às atrocidades islâmicas globais (que apoiam, embora não o digam, para não perderem clientes), os patrões da AVAAZ usam tudo o que podem para difamar Israel.
Agora, por exemplo, todos os esforços da AVAAZ estão concentrados em beatificar a famosa Shirley Temper, uma rapariga árabe de 17 anos que faz vida de atacar soldados israelitas para as câmaras:


Apoiante da Indiferente à jihad global (e felicíssima com a 'INTIFACADA' contra os judeus) a AVAAZ visa acima de tudo a difamação e a destruição de Israel.
Para a AVAAZ, estas doces meninas são "vítimas" do exército israelita:

 


Acerca de George Soros: os anti-semitas batem bastante na tecla de que ele é judeu. De facto, o Soros nasceu judeu. Foi nazi na sua juventude (os tempos mais felizes da sua vida, segundo ele), mandou centenas de judeus para as câmaras de gás, e é dos maiores inimigos de Israel a nível global, empregando a sua fortuna e o seu génio maléfico na tentativa de erradicar Israel e os judeus da face da Terra.



Soros nos "tempos mais felizes da sua vida".


É um dos maiores patrocinadores da extrema-esquerda e de movimentos como a invasão islâmica do Mundo Livre.
Às vezes recebemos umas provocações dos que nos acusam do gravíssimo pecado de não odiarmos os judeus. O argumento preferido é a existência do anti-semita Soros.
Há pessoas assim. Se um judeu é canalha, aproveitam para clamar que todos o são. Como se não houvesse canalhas em todos os grupos humanos.
Soros é judeu e é dos seres humanos menos recomendáveis que por aí andam. Também são judeus tantos que o combatem. David Horowitz, Daniel Pipes, Dennis Prager,  Ben Shapiro, Pamela Geller, Andrew Klavan, Daniel Greenfield (autor deste artigo), etc., etc..
"Ah, mas isso é só para despistar!", dizem eles. Até teria graça, se não fosse triste. É o anti-semitismo-doença, que não tem cura.

- Temos uma pequena secção dedicada ao canalha global George Soros.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Netanyahu aprofunda os laços com a Índia, olhando para o futuro


Netanyahu disse que é importante para Israel que a Índia, uma das principais potências do mundo, queira estreitar laços com o Estado judeu. 
Por: Aryeh Savir, World Israel News 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu concluiu o primeiro dia da sua visita de Estado histórica de seis dias à Índia no domingo, onde foi recebido calorosamente pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi no aeroporto. 
A visita oficial de Netanyahu celebra os 25 anos desde o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e ocorre cerca de seis meses após a histórica visita de Modi a Israel em Julho.

  
Netanyahu desembarcou em Deli, onde recebeu uma 'saudação surpresa' do Primeiro-Ministro Modi.


Reunido com o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia, Sushma Swaraj, Netanyahu disse que era "uma verdadeira honra e uma verdadeira alegria estar aqui"
"Há muito entusiasmo, não só nas nossas reuniões ao nível de governos e líderes, mas também nas pessoas. Eu vejo isso e é reconfortante", afirmou Netanyahu, dizendo que estava ansioso para melhorar ainda mais os laços entre os dois países. 
Em Hebraico, Netanyahu disse que é importante para o Estado de Israel que uma das principais potências do mundo, a Índia, queira desenvolver uma colaboração próxima em muitas áreas, incluindo economia, comércio, segurança e agricultura
Swaraj disse que os sentimentos positivos em torno da visita de Netanyahu eram "mútuos".

"Esse sonho tornou-se realidade" 
"Estávamos ansiosos pela vossa visita. Depois da visita do primeiro-ministro Modi, todos nós queríamos muito receber-vos na Índia. E hoje, esse sonho tornou-se realidade", disse o ministro. 
Swaraj enfatizou a amizade especial entre os dois países, lembrando as visitas recíprocas do ano passado, que reflectem o aprofundamento dos vínculos. 

O Presidente da República de Israel, Reuven Rivlin, e o Primeiro-Ministro da Índia, Narendra Modi.

Os laços entre os dois países estreitaram-se consideravelmente nos últimos anos, especialmente desde que Modi assumiu o cargo. 
O relacionamento teve um novo impulso durante a visita do presidente indiano Pranab Mukherjee a Israel em 2015 e a visita recíproca do presidente Reuven Rivlin à Índia em Dezembro passado. 
À noite, Modi deu um jantar em honra de Netanyahu e sua esposa Sara, na sua residência oficial em Nova Deli. 
Durante a visita oficial, serão realizadas reuniões profissionais entre as duas partes e serão assinados acordos bilaterais nos campos da energia, ciber-tecnologia e aviação.


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"Os judeus nunca experimentaram a perseguição na Índia" - lembra Netanyahu.
Numa conferência de imprensa conjunta em Nova Deli, Netanyahu chamou ao seu homólogo indiano "um líder revolucionário no melhor sentido da palavra" revolução":


"Durante 2.000 anos, o povo judeu sofreu a perseguição em muitos países, mas nunca na Índia", disse o primeiro-ministro israelita ao seu homólogo em Nova Deli. 
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu a Narendra Modi, "não só pela honra que me deu, mas também ao povo de Israel e ao Estado de Israel". 
Modi foi o primeiro líder da Índia a visitar Israel, disse Netanyahu, chamando a essa visita um evento histórico, especialmente para os israelitas de origem indiana. 
Em 2.000 anos, judeus na Índia nunca experimentaram anti-semitismo, observou o primeiro-ministro israelita.

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Órfão sobrevivente do ataque terrorista de Bombaim regressa ao local de ataque


Quase 10 anos depois de os seus pais, os emissários do movimento Chabad, o rabino Gavriel e a esposa Rivka Holtzberg, terem sido assassinados por terroristas islâmicos na Índia, Moshe Holtzberg, de 12 anos, regressou ao local pela primeira vez.  
Moshe Holtzberg retornou pela primeira vez ao local do ataque em Mumbai, na Índia, onde os seus pais foram assassinados. Moshe juntou-se ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu numa cerimónia para descerrar uma placa memorial que homenageia os seus pais no Centro Chabad de Bombaim, onde foram mortos num ataque terrorista islâmico. 
A placa servirá como primeira pedra para o memorial planeado para o local, que incluirá o apartamento onde viviam os Holtzberg e o sítio exacto onde ocorreram os assassinatos. 



Moshe tinha apenas dois anos quando os seus pais foram assassinados, juntamente com outras seis pessoas, no Centro Chabad, que foi um dos alvos de 10 islamistas radicais que se infiltraram Mumbai e abateram 166 pessoas durante três dias de terror. 


Sandra SamuelMoshe Holtzberg.


Moshe foi salvo pela sua ama indiana, Sandra Samuel, que o protegeu durante o a matança, e viajou com ele para Israel, onde recebeu cidadania em 2010. Ela permanece em contacto directo com Moshe, que vive com os seus avós maternos em Afula.





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Quando Modi esteve em Israel, foi saudado na sua Língua natal:


Agora, os indianos retribuíram. Vídeo aqui.


"Temos encontrado aqui muito amor", diz Netanyahu no Taj Mahal
"Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor", disse Netanyahu ao visitar o famoso Taj Mahal.


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa, Sara, chegaram a Nova Deli para uma histórica visita de seis dias à Índia, onde o líder israelita e o seu homólogo, Narandra Modi, estão a reforçar os laços entre os dois países em muitas áreas. 
Acompanhado pelo monge e político Yogi Adityanath, ministro-chefe do Uttah Pradesh, um Estado no norte da Índia, o primeiro-ministro israelitae sua esposa fizeram escala para visitar o magnífico Taj Mahal. 
"Este é um momento de descontracção numa visita muito intensiva. Gostaria de agradecer ao primeiro-ministro indiano Modi também por nos proporcionar este momento. Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor".

Fontes: United With Israel e World Israel News


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Israel e a Índia são desde sempre alvos primordiais da política islâmica de invasão e genocídio. Ambos os países foram obrigados pelas potências coloniais europeias a dar grande parte aos muçulmanos (a Jordânia e Gaza; e o Paquistão, respectivamente). Israel e a Índia vivem cercados de países islâmicos (todos ditaduras, obviamente), que lhes negam o direito de existir. Ambos os países são obrigados a manter dentro das suas fronteiras uma população hostil, que não é leal ao Estado e que apoia a aspiração islâmica do Califado Global. Israel e Índia só têm a ganhar em se unirem.

A aliança do Leão Israelita com o Tigre Indiano:



Israel e Índia inovam, para um futuro melhor:

 

Longa vida a esta aliança!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Israel Segue em Frente, Mundo Árabe Preso no Passado



Contra todas as probabilidades, o minúsculo Israel estabeleceu-se como uma próspera ilha do primeiro mundo, cercada por um mundo árabe muçulmano decadente e fracassado.
Por: Daniel Krygier, exclusivo United with Israel

A comunidade judaica na ilha tunisina de Djerba foi hoje atacada durante protestos contra o governo. Esta pequena comunidade, que tem cerca de 1.000 pessoas, é uma das últimas comunidades judaicas no mundo muçulmano e árabe, que já contou com quase um milhão de judeus.


Enquanto o mundo árabe despótico tem carta branca para banir todos os judeus, o Israel democrático, que abriga 1 milhão  e 500 mil cidadãos árabes, é descaradamente acusado de "apartheid".
O chefe da comunidade judaica local da Djerba tunisina, Perez Trabelsi, disse à Reuters que "pessoas desconhecidas aproveitaram os protestos e atiraram cocktails Molotov contra uma escola religiosa judaica em Djerba".
Não é a primeira vez que esta pequena comunidade judaica foi alvo de uma Tunísia muçulmana que afirma ser moderada. Em 1985, três judeus foram assassinados na sinagoga local. Em 2003, um camião-bomba estacionado no exterior da sinagoga por extremistas muçulmanos, matou 20 pessoas, incluindo 14 turistas alemães.

  
Judeus tunisinos fazem peregrinação apesar das ameaças terroristas.


Após a agressão árabe contra Israel em 1948, quase um milhão de judeus fugiram ou emigraram dos países árabes e muçulmanos. A maioria instalou-se em Israel. Apesar do facto de que a maioria chegou sem dinheiro, os imigrantes judeus e seus descendentes foram integrados com sucesso na sociedade israelita moderna.
Itamar Levin, autor do livro Portas Fechadas: O Roubo da Propriedade Judaica nos Países Árabes, estima que o valor das propriedades judaicas que os regimes árabes saquearam é de 6 a 10 biliões de dólares.
Ao contrário dos árabes, que fugiram da agressão árabe fracassada contra Israel em 1948, os refugiados judeus do mundo árabe muçulmano não receberam um centavo da comunidade internacional e o seu sofrimento foi largamente ignorado:

 

Refugiados árabes permanecem peões em guerra contra Israel
Em contraste, o mundo árabe, que perdeu a sua guerra de agressão contra Israel, recusou-se a reassentar os refugiados árabes e continua a usá-los cinicamente como peões na guerra política em curso contra o Estado judeu.
Enquanto os cristãos e os muçulmanos podem caminhar livremente nas ruas de Israel, os poucos judeus restantes no mundo árabe muçulmano devem manter-se muito discretos em sociedades que foram alimentadas à colher com uma dieta constante de ódio aos judeus e mentiras sobre Israel.
Contra todas as probabilidades, o minúsculo Israel estabeleceu-se como uma próspera ilha do primeiro mundo cercada por um mundo árabe muçulmano decadente e fracassado. Enquanto o mundo árabe está irremediavelmente enredado na auto-piedade de ferimentos auto-infligidos passados, Israel prospera, porque segue em frente, e concentra-se no futuro.
A verdadeira paz entre árabes e judeus só chegará quando o mundo árabe muçulmano aceitar a existência de Israel e deixar de culpar os judeus e o Ocidente pelos seus próprios problemas auto-infligidos.



Clique e viste a versão em Espanhol:

https://unitedwithisrael.org/es/


NOTA: Os Árabes invadiram Israel em 1920, e saíram voluntariamente em 1948, de modo a que os exércitos árabes aliados pudessem cumprir o seu desígnio de "atirar todos os judeus ao mar". Israel voltou a abrir as portas aos Árabes, mas parte deles ficaram retidos em países islâmicos, como propaganda vida das "maldades de Israel".

Ver por exemplo:

Apartheid e escravatura no Líbano não incomodam




Ver secção  HISTÓRIA DE ISRAEL.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Netanyahu: Israel impediu dezenas de ataques terroristas de grande escala na Europa



Netanyahu convidou a OTAN a juntar-se ao Estado judeu na sua luta para travar o maremoto do extremismo islâmico e do terrorismo.

Por: TPS e United with Israel (artigo em Espanhol).

Israel impediu dezenas de grandes ataques terroristas planeados pelo grupo terrorista do Estado Islâmico (ISIS) na Europa, incluindo ataques a aviões civis, revelou o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu na terça-feira.

Dirigindo-se aos participantes num almoço com os embaixadores do Estados-Membros da OTAN em Israel, presidido pelo embaixador da Grécia em Israel, Bikas Konstantinos, Netanyahu disse que Israel, por meio dos seus serviços de informações, forneceu dados que permitiram "impedir dezenas de grandes ataques terroristas, muitos deles em países europeus. Alguns desses ataques poderiam ter sido ataques em massa como os piores  já vistos na Europa, ou piores ainda, porque teriam envolvido a aviação civil".

"Israel impediu-os, e, desse modo, ajudou a salvar muitas vidas europeias", disse Netanyahu.

Netanyahu acrescentou que a Europa e a OTAN também estão a beneficiar dos esforços de Israel para impedir o estabelecimento do que ele chamou um "ISIS Ocidental" na Península do Sinai.

"Como o ISIS está a ser destruído no Iraque e na Síria, está a tentar estabelecer uma base territorial alternativa no Sinai. Israel está a contribuir para prevenir que isso aconteça, de inúmeras maneiras, e, em geral, eu diria que Israel é a força indígena mais poderosa no Médio Oriente a combater o islamismo radical".


'Um ataque a um é um ataque a todos'


O radicalismo sunita, no entanto, não é a única ameaça islâmica que a Europa enfrenta, advertiu Netanyahu. O Irão xiita, disse ele, busca o domínio global através da militância islâmica, da aquisição de armas nucleares e do estabelecendo um "império territorial de Teerão até Tartus no Mediterrâneo, envolvendo a região também a partir do sul através do Iémen, na esperança de conquistar todo o Médio Oriente".



Líder da Oposição síria: "Queremos paz com Israel. A maioria das pessoas entende que o inimigo é o Irão e não Israel", disse Salim Hudaifa do Exército Sírio Livre.


"Estamos absolutamente empenhados em impedir o Irão de formar uma base, uma base militar na Síria, e apoiamos as nossas palavras com acção", disse Netanyahu aos embaixadores antes de os alertar de que, se o Irão alcançasse os seus objectivos, isso também ameaçaria a Europa, desde logo porque provocaria uma nova onda de refugiados que inundariam o continente.

"Se o Irão conseguir o seu objectivo de trazer 100.000 combatentes xiitas para o Irão ... teremos os filhos do ISIS e os netos da Al-Qaeda a lcombater essa nova força xiita. Quem apanhará por tabela? A Europa. Para onde se dirigirá o fluxo humano? Para a Europa.", disse Netanyahu. "Quem está a prevenir que isso aconteça? Israel. Até agora, só Israel", acrescentou.

A mensagem de Netanyahu à OTAN é: "O Islão radical, xiita ou sunita, ameaça-nos a todos. Israel está a lutar contra ambos. Israel procura a vossa cooperação".

"Vocês têm um lema e um slogan na OTAN, que eu acho que é particularmente apropriado:" Um ataque contra um é um ataque contra todos. Um ataque do Islão radical, de qualquer orientação, contra qualquer das nossas democracias, é um ataque contra todas as nossas democracias. Esta não é apenas uma afirmação de princípios abstracta, esta é a verdade simples. Então, eu sugiro que o que devemos fazer é aumentar a nossa cooperação para os nossos interesses comuns, para a nossa segurança comum e para a busca da paz", concluiu Netanyahu.




Clique e viste a versão em Espanhol:



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Já por diversas vezes dissemos que Israel é a guarda-avançada do Mundo Livre no Médio Oriente e a soberania-chave (juntamente com os Estados Unidos) para a segurança da Civilização Ocidental.
Aqui na Europa (mas não apenas), a tecnologia, o know-how e o pessoal na área da segurança e do contra-terrorismo, são em grande parte israelitas.
A paga é a que se conhece...


O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel



 

Já para não mencionar o anti-semitismo doentio que volta a culpar os judeus e Israel por todos os males do Mundo (enquanto beneficia da medicina, da tecnologia ou da segurança israelitas).
Às vezes dá vontade de dizer a Israel para não ser "parvo"...

sábado, 13 de janeiro de 2018

Presidente italiano: "Algo extremamente bonito aconteceu: fomos invadidos pelos imigrantes"



Enquanto é inundada com migrantes muçulmanos, a Europa mergulhará mansamente nas trevas, ou revoltar-se-á e lutará pela luz? Se o presidente de Palermo, Itália, Leoluca Orlando, serve de indicação, a Europa já desligou o interruptor da luz e celebra a iminente escuridão. 

Orlando declarou recentemente num artigo pró-migrantes publicado pelo jornal francês Libération:
"Se me perguntarem quantos imigrantes existem em Palermo, não responderei 60, 70 ou 80.000. Qualquer um que chegue em Palermo é de Palermo".
Sério? Todos os que estão numa garagem são um automóvel?
Mas Orlando não ficou por aí. Ele continuou:
"O futuro tem dois nomes: Google e Ali, o imigrante. O Google expressa a conexão virtual e Palermo é hoje a melhor cidade computadorizada em todo o Mediterrâneo. Ali, o imigrante, representa a conexão humana. Queremos ser uma cidade acolhedora e moderna".
Quão maravilhoso - porque, é claro, o presidente Orlando pensa que os imigrantes muçulmanos vão lutar contra a Máfia:
"Até há 30 anos, não vi um único imigrante em Palermo. Porque a Máfia os afastava. Eles têm medo da diversidade. Desde que me tornei presidente e a Máfia já não governa a cidade, algo extremamente bonito aconteceu: fomos invadidos pelos imigrantes".

Os media franceses promovem a agenda islamizadora: "É maravilhoso ser invadido por imigrantes".

Quão extremamente bonito, de facto. No entanto, o que nem Leoluca Orlando nem ninguém reconhecerão é que o islamismo é um sistema político e social, bem como uma religião.
Muitos dos migrantes muçulmanos que vêm para a Itália vêm de um modelo de sociedade e governo que eles consideram superiores ao modelo italiano, e estão determinados a substituí-lo pelo seu.
E há outras considerações também: muitos dos "refugiados" são terroristas jihadistas.
Todos os jihadistas que assassinaram 130 pessoas em Paris em Novembro de 2015 acabavam de entrar na Europa como refugiados.
Em Fevereiro de 2015, o Estado Islâmico/ISIS gabava-se de que em breve inundaria a Europa com até 500 mil refugiados.


Muammar Kaddafi anunciou que o Mediterrâneo se tornaria um "mar do caos", quatro anos antes de o Estado Islâmico/ISIS ter decapitado 21 cristãos egípcios numa praia na Líbia - provocando uma resposta rápida e brutal do Egipto, que lançou ataques aéreos contra a Líbia.

O influxo de migrantes muçulmanos para a Europa começou logo depois desse anúncio do Estado Islâmico.
O Ministro da Educação do Líbano, Elias Bou Saab, disse em Setembro de 2015 que havia 20 mil jihadistas entre os refugiados em campos no seu país.


Enquanto isso, 80% dos migrantes que vieram para a Europa alegando estar a fugir da guerra na Síria não são realmente da Síria.


É racista notar que estas pessoas não vêm da Síria? 


Então, porque afirmam ser sírios os indivíduos que estão a invadir a Europa, e agora os EUA também?
Um membro do Estado Islâmico/ISIS deu a resposta quando se gabou em Setembro de 2015, pouco depois de o influxo migrante ter começado, que entre o fluxo de refugiados, 4.000 jihadistas do Estado Islâmico já haviam entrado na Europa.
Ele explicou o seu propósito:
"É nosso sonho que deve haver um Califado, não só na Síria, mas em todo o mundo, e nós vamos tê-lo em breve, inshallah".


Mapa dos ataques mais mortíferos do ISIS.


Esses muçulmanos vêm para a Europa ao serviço desse Califado:
"Eles vão como refugiados", disse o membro do ISIS, "mas eles vão para semear sangue e caos nas ruas europeias".
Quando ele disse isto aos jornalistas, sorriu e declarou: "Esperem só...".
Em 10 de Maio de 2016, Patrick Calvar, chefe da Agência de Informações Interna da DGSI da França, disse que o Estado Islâmico/ISIS estava a usar rotas de migrantes através dos Balcãs para infiltrar jihadistas na Europa.
Mas nada disso interessa a Leoluca Orlando. No que diz lhe respeito, a vida é linda, Palermo é linda, e só está ainda mais bonita com a entrada de todos estes belos novos palermenses.
O que poderá dar errado? Somente os islamofoóbicos racistas e intolerantes pensariam que qualquer desses recém-chegados tem intenções malévolas, certo? Todos eles estão gratos aos seus anfitriões italianos, e juntos irão dar as mãos e marchar alegremente, juntos, em direcção ao glorioso futuro multicultural, certo?
Isto não vai terminar bem. Mas, quando a faca jihadista começar a cortar a garganta de Leoluca Orlando, ele pode sorrir, feliz, nos últimos momentos de vida, pensando no quão bom, quão bonito, tudo foi.

- Robert Spencer, do site Jihad Watch, para Geller Report, de Pamela Geller.

- Há muito que pregamos no deserto. Tudo isto já escrevemos, por exemplo, na nossa secção ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA.
- Alguns vídeos que o Google/YouTube (completamente ao serviço do Islão) vai retirar em breve:








Obama escondeu documentos da colaboração Al-Qaeda-Irão

Obama sabia que Bin Laden estava a trabalhar com o Irão. Obama e os seus directores da CIA mantiveram essa informação escondida para garantir a aprovação do seu acordo nuclear iraniano. A esquerda elogia o seu herói Obama como um herói e quer afastar Trump do mandato. Obviamente que está a ignorar esta bomba.
 Pam Geller


    O que a equipa de Obama não queria que você soubesse sobre a aliança Al Qaeda-Irão

 
New York Post Editorial Board:

    
O director da CIA, Mike Pompeo, acaba de lançar centenas de milhares de documentos retidos pelo governo Obama, que foram confiscados no ataque de 2011 que matou Osama bin Laden.

    
Não há revelações surpresa - mas documentam mais completamente a extensa cooperação entre Al Qaeda e o Irão, que ainda estava em curso quando Bin Laden encontrou o seu fim.

    
E isso levanta questões ainda mais perturbadoras sobre o acordo nuclear de Obama - e sobre a verdadeira razão pela qual esses documentos não foram divulgados até agora.

    
Particularmente uma avaliação de 19 páginas da autoria de um jihadista sénior sobre os laços Al Qaeda -Teerão: como o Irão forneceu "tudo o que precisávamos", incluindo "dinheiro, armas" e "treino nos campos do Hezbollah no Líbano", bem como refúgio para outros jihadistas.

    
Sim, houve conflitos e desentendimentos ocasionais - mas não o suficiente para quebrar a aliança, que o próprio bin Laden descreveu como "a principal artéria da Al Qaeda, pós-2001, para fundos, pessoal e comunicação".

    
A Casa Branca de Obama reteve essa informação por quase cinco anos , antes de negociar o acordo nuclear - negociações em que se recusou a enfrentar o patrocínio contínuo do terrorismo por parte do Irão, mesmo quando concordou em fornecer mais de 100 biliões em alívio de sanções e pagamentos de resgate de reféns.

    
O próprio secretário de Estado, John Kerry, admitiu que a maior parte do dinheiro se destinava a apoiar grupos terroristas.

    
E isso inclui a Al Qaeda - que, segundo os documentos, estava sob o controle de Bin Laden até o momento em que uma equipa de Navy SEAL o abateu.
    Para garantir a aprovação do acordo que permite ao Irão ter armas nucleares, Obama e os seus directores da CIA retiveram tudo o que pudesse prejudicar a sua proclamada vontade de incentivar os "moderados" iranianos?

  
É o que parece.

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Todos os dias, um novo ataque mediático concertado contra Trump. Todos os dias, os jornalistas a ignorarem as bombas sobre o Terrorista da casa Branca. Uma palhaçada que julgaríamos impossível, mas nos tempos que correm, tudo é possível! Por exemplo, os media ignorarem isto:

O conluio de Obama com o tráfico de drogas do Hezbollah

Se ainda não conhece o melhor site do mundo sobre Obama, aqui vai:



(Nós temos apenas uma pequena secção Obama)

E não se esqueça:

"O Trâmpe é cor de laranja!" - Isso é que interessa!

Como a Dinamarca salvou os seus judeus

Há setenta e cinco anos, o povo da Dinamarca mostrou a sua coragem, mesmo correndo de grandes riscos. Durante a Guerra, eles não permitiram que os judeus da Dinamarca fossem deportados para uma morte certa. Assista e veja como a Dinamarca enviou judeus dinamarqueses para a segurança e salvou a vida de milhares deles:

 


Via 

https://worldisraelnews.com/watch-how-denmark-saved-its-jews/?utm_source=MadMimi&utm_medium=email&utm_content=After+Week+of+Violence%2C+Jerusalem+Returns+to+Calm%3B+Why+Trump%E2%80%99s+Palestinian+Aid+Cut+Makes+Sense%3B+IDF+Recruits+Autistic+Soldiers&utm_campaign=20180112_m143585325_After+Week+of+Violence%2C+Jerusalem+Returns+to+Calm%3B+Why+Trump%E2%80%99s+Palestinian+Aid+Cut+Makes+Sense%3B+IDF+Recruits+Autistic+Soldiers&utm_term=WATCH_3A+How+Denmark+Saved+Its+Jews

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Trump e os "Países de Merda" (sic)



O deus-Obama chamou à Líbia um país de merda e ninguém se exaltou :-) Já para não falar de como a administração Obama chamava merda de galinha a Benjamin Netanyahu! Tomara o queniano das saunas chegar aos calcanhares de Netanyahu...

P.S. em 19/1/18: Não costumamos escrever palavrões, mas os media traduziram as supostas declarações de Trump como "países de merda".
 E a "indignação" continua, e pode ser resumida assim:
 "O Trump é um racista porque disse que essas pessoas vêm de países de merda. Mas não as vamos mandar embora para os seus países, porque... são países de merda!".

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Nas capas de todos os jornais e a abrir todos os noticiários, está hoje uma suposta pergunta de Trump: "Porque é que os Estados Unidos são obrigados a receber migrantes de países de merda?". Uma pergunta que, se foi feita, é de puro bom-senso. Mas o bom-senso hoje em dia é considerado "racismo".
Uma "notícia" que vem mesmo a propósito para ocultar o escândalo da cumplicidade de Obama com o tráfico de drogas do Hezbollah...
De notar também que "shithole countries" é um bocadinho diferente de países de merda. Será talvez mais traduzível como "países que estão na merda".


Ihhh!!!... Tantas viúvas e tantos órfãos!!!...


O PRESIDENTE TRUMP FEZ UMA BOA PERGUNTA SOBRE A IMIGRAÇÃO
Será esta é uma das costumeiras campanhas e invencionices do Washington Post? Possivelmente é, como o recente caso do livro de Wolff. Mas, quer Trump tenha ou não feito a pergunta, é uma boa pergunta.  

“Porque é que todas essas pessoas de países de merda vêm para cá?", terá perguntado Trump, referindo-se a países africanos e ao Haiti. Trump terá sugerido que os Estados Unidos deveriam, em vez disso, trazer mais pessoas de países como a Noruega, cujo primeiro-ministro conheceu ontem.

Se você é esquerdista, a sua resposta é gritar "racismo" a plenos pulmões. Mas se você é esquerdista, essa é a sua resposta a tudo. Incluindo o seu pequeno-almoço. 
Mas é uma boa pergunta. 


 Gratidão: "Americanos, nós somos a vossa MORTE!".


Porque temos um sistema de imigração que favorece os países em chamas em detrimento dos países que não estão a arder? 
Falei com um advogado de imigração britânico que me disse o quanto é difícil para os britânicos mudarem-se para os Estados Unidos. Se você tiver algo a contribuir para este país, não entra. Se você pretende estar a receber benefícios sociais sem trabalhar durante as próximas três gerações, vá para a frente da fila. 
A esquerda nunca admitiria que é política, mas é política. 
Não é puramente partidário. Esse hipotético imigrante norueguês está muito longe de um voto seguro nos Republicanos. É bem possível que um imigrante norueguês seja tão estatisticamente propenso a votar no Partido Democrata como o imigrante haitiano. Pode até ser mais profissionalmente de esquerda. 
Mas essa não é a única questão. 
A esquerda não quer apenas que eleitores potenciais ​​entrem no país. Muitos imigrantes que vêm à procura de viver à conta dos contribuintes nunca se incomodarão em obter a cidadania e terão baixas taxas de participação como os eleitores. Mas eles utilizam o máximo possível do sistema. E é aí que está o dinheiro real. 
Lembre-se, as eleições vêm e vão, mas a burocracia perdura. 
O sistema de segurança social dá muito mais dinheiro à esquerda do que aos verdadeiros destinatários. Não é tanto o poder. 
A coisa começa com o reassentamento de refugiados, continua com as senhas de comida, médicos gratuitos, formação profissional, estudos gratuitos, assistência jurídica gratuita, aconselhamento variado… os habitantes dos países em chamas são aqueles que criam inúmeras carreiras para a esquerda profissional. 
O sector sem fins lucrativos da esquerda, por si só, consome uma fortuna. Então liga-se ao governo para criar a indústria da segurança social. 
É por isso.

Daniel Greenfield, FrontPage Mag 

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O que mais irrita os industriais dos "refugiados" em Portugal é que eles fogem de cá e vão para países ricos, onde lhes pagam mais!

- Até pessoas comuns e nada entendidas em política, como nós, entendem que a indústria dos "refugiados" alimenta uma vasta clientela partidária. Os nossos responsáveis políticos não se importam absolutamente nada com a islamização da Europa e com a destruição acelerada da nossa sociedade.
Não se importam nada com a criminalidade à solta que decorre da chegada de bandidos vindos em massa de países sem lei. Não se importam com os ataques terroristas, com os roubos, as pilhagens, os assassinatos, os estupros em massa, a dessacralização e destruição de templos, a profanação de cemitérios, etc., etc..


"Allah Akbar! A França será destruída!": quando só se sabe destruir...

Desde que possam "mamar" rapidamente, aos políticos (e aos seus amigoscúmplices e afilhados) tanto se lhes dá como se deu. Podem sempre fugir, de bolsos cheios, para lugar seguro, ou ficar por cá, mantendo os seus guarda-costas armados e as suas mansões com muros electrificados. O povo que pague a factura.


Ajudar os "refugiados" custa 135 VEZES MAIS cá, do que lá!


Os vídeos que expõem a destruição da Europa, da América, da Austrália, de todo o Mundo, pelos "refugiados", estão permanentemente a ser retirados pelo lóbi islamista YouTube/Google:



Os "amigos dos refugiados" não os levam para casa:


Trump está a ser um sucesso a drenar o "pântano". Daí que a esquerda, os maometanos, os globalistas e os nazis o odeiem: