sexta-feira, 25 de maio de 2018

Teatro do Absurdo do Hamas: "Canibais em Gaza"



Para ver os mais recentes capítulos (e os vídeos) das encantadoras acções dos terroristas de Gaza, visite a nossa secção 

A mais recente produção do Hamas no seu Teatro do Absurdo - "Canibais em Gaza" - está em andamento. 

Há algumas semanas, liguei o computador e vi o vídeo mais revoltante do ano. Os "bravos" adolescentes e outros "rebeldes" de vinte poucos anos, os "palestinos" em Gaza, "resistindo à ocupação" na cerca da fronteira, atirando pedras contra as Forças de Defesa de Israel, e depois recuando para se esconderem atrás de um menino de quatro ou cinco anos de idade.


Bravos revolucionários 'palestinos', usando crianças pequenas como escudos humanos. 
Em outra cena, um menino pequeno é visto esperneando e agitando os braços, tentando escapar de alguém vestindo um colete do Crescente Vermelho e que parece tentar colocá-lo na linha de fogo. E há a foto do bebé de fraldas, segurando uma pedra. Ou o vídeo de quatro homens levando alguém numa maca, e depois que eles pensam que estão fora do alcance da câmara, param, e o "ferido" salta e pega numa pedra para atirar. 
A mais recente produção do Hamas no Teatro do Absurdo - "Canibais em Gaza" - está em andamento. 
É claro que a esquerda idiota dirá: “Eles estão a treinar para participar da Revolução Palestina”. Mas que padrões de humanidade eles estão a cumprir? Certamente não o que pensávamos ter evoluído até o século 21.
O Hamas continua essa produção há semanas, usando os árabes em Gaza como balas de canhão. Desde então, tem havido a falsa alegação "palestina", de que uma bebé de oito meses chamado Lila Randur, que foi trazido para a cena dos tumultos, morreu de inalação de gás lacrimogéneo. Além disso, o Hamas recusou-se a permitir a entrada em Gaza de camiões israelitas com suprimentos médicos. Para qual propósito? Para aumentar a contagem dos mortos? 
Sobre a bebé, o porta-voz do IDF, major-general Avihai Adre'i, respondeu que “os testemunhos recolhidos pelo IDF minam a credibilidade do anúncio do Ministério da Saúde de Gaza a respeito da morte da bebé".


As 10 críticas mais estúpidas contra a actuação de Israel na fronteira de Gaza

Onde estão os activistas dos direitos da criança? 

Um médico de Gaza disse à Associated Press, que a bebé era conhecida por ter uma condição médica pré-existente, e que ele não acredita que a sua morte tenha sido causada por gás lacrimogéneo. 
Mas pense sobre isso. Mesmo que seja verdade que a bebé morreu de inalação de gás lacrimogéneo, que tipo de pais levam um bebé de oito meses, deliberadamente, para as linhas de frente de uma zona de guerra? E que tipo de gente usa um bebé morto como um adereço ou uma arma de propaganda contra Israel?  
Nota do tradutor: O Ministério da Saúde de Gaza retirou essa criança da lista dos mortos, pois a mentira era por demais escandalosa, até para os parâmteros dos terroristas.
Onde estão todos os activistas dos direitos das crianças do mundo? Porque é que eles não estão a clamar contra o comportamento abusivo dos "palestinos" em relação aos filhos? 


Efeitos de séculos de extrema endogamia entre muçulmanos: baixo QI, violência e terrorismo


Logo após os confrontos mais sangrentos, que mataram 62 "palestinos", a Unidade Porta-Voz das Forças de Defesa de Israel anunciou que após uma investigação conjunta conduzida pelo IDF e pelo Serviço Geral de Segurança, pelo menos 24 dos mortos, nos distúrbios nas fronteiras de Gaza, eram terroristas filiados no Hamas e alguns na "Jihad Islâmica Palestina" 
Provando que a afirmação israelita é verdadeira, mais tarde, o membro do Politburo do Hamas, Salah Bardaweil, gabou-se, numa entrevista à agência de notícias "palestina" Baladna, de que “nas últimas rodadas de confrontos, se 62 pessoas foram martirizadas, 50 delas eram do Hamas”. 
O porta-voz do IDF, tenente-coronel Jonathan Conricus, disse em resposta: "Isso prova o que muitos tentaram ignorar, o Hamas está por trás desses tumultos e o branding dos distúrbios como 'protestos pacíficos' não poderia estar mais longe da verdade"
O Irão, que apoia a "Jihad Islâmica Palestina", alegou que três membros de sua ala militar Saraya al-Quds foram mortos pelas forças israelitas em Khan Younis. Portanto, 53 dos 62 mortos por atiradores de elite do IDF, e outras baixas, eram na verdade "combatentes" que participavam na violência, e não manifestantes pacíficos. A produção deve continuar, não importa que mais de 2.500 "actores" tenham sido feridos. 



Hamas ordena que os manifestantes levem facas e armas de fogo para matar judeus. Protestos pacíficos... 

A "Marcha de Retorno" permite que os moradores de Gaza aliviem a tensão 
Um desordeiro, que foi capturado por soldados israelitas depois de romper a cerca da fronteira e se infiltrar em Israel, disse ao IDF que o Hamas administrou as manifestações na fronteira para permanecer no poder. 
“O Hamas organizou as manifestações para que as pessoas não se 'revoltassem'”, afirmou, explicando que a situação humanitária em Gaza ficou tão má que o Hamas planeou os protestos da “Marcha de Retorno” para deixar as pessoas desabafarem, e fez isso de uma maneira que lhes proporcionasse publicidade. Alguns "palestinos" mortos, que lhes importa isso? 
“O Hamas controla tudo na Faixa. O Hamas envia-nos mensagens para as nossas contas do Facebook e para os nossos telemóveis. Eles vêm para as mesquitas entregar folheto dizendo para irmos para a cerca. Quando há electricidade e os televisores podem ser ligados, tudo que se pode ver é a marcha. As pessoas cansaram-se e ficaram entediadas, e eu sou uma dessas pessoas ”, disse ele. 


Nota do tradutor: Pode ver aqui vídeos e relatos de habitantes de Gaza culpando o Hamas pela violência. 

O detido apoiou a afirmação de Israel de que o Hamas usa mulheres e crianças como escudos humanos nos tumultos. “Eles dizem às mulheres para seguirem para a frente. Dizem à mulher: Vá em frente, você é uma mulher, e o exército israelita não atira em mulheres. Eles dizem às crianças pequenas: Vão em frente, o exército não atira em crianças pequenas. Eles dizem para uma criança ir em frente e ele vai, é um garotinho. Eles enganam-no”, ele reclamou. 
Embora o IDF seja explicitamente instruído a não atirar em mulheres ou crianças, deixou cair panfletos a partir de aviões e usou todos os os disponíveis para avisar os "palestinos" de que devem abster-se de chegar perto da cerca, dizendo que eles se colocam em perigo ao fazê-lo. 

Em 2000, dois soldados israelitas foram linchados pelos queridos'palestinos'. Na foto em cima podemos ver um dos bárbaros a mostrar as mãos cobertas de sangue à multidão. Os soldados foram despedaçados, após horrendas torturas (olhos e genitais arrancados, etc., como fizeram os terroristas das Olimpíadas de Munique e os do Bataclan) e a multidão de demónios, cá em baixo, partilhou as entranhas. A malta adora estes terroristas!

‘Liderança do Hamas é um bando de canibais’ 
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enfatizou que, às vezes, prejudicar os civis é inevitável. "Eles estão [o Hamas] a empurrar os civis, mulheres e crianças, para a linha de fogo, com a esperança de criar vítimas", explicou Netanyahu. “Tentamos minimizar as baixas. Eles tentam causar baixas para pressionar Israel, o que é horrível”. 
O ministro da Defesa, Avigdor Liberman, participando numa reunião da Divisão de Gaza - juntamente com o chefe do Estado-Maior, Gadi Eizenkot e o chefe do Comando Sul, Eyal Zamir - disse: A liderança do Hamas é um bando de canibais que tratam os seus filhos como armas. Eles têm mísseis, armas pessoais e outro tipo de armas: crianças e adultos”
“O objectivo deles é levantar o bloqueio de Gaza, e não construir uma economia ou manter conversações sobre coexistência. O objectivo deles é contrabandear armas [para Gaza] e criar um modelo do tipo Hezbollah”, enfatizou. 
No entanto, a cobertura da Imprensa internacional adoptou de forma esmagadora a "narrativa" "palestina", culpando Israel, em vez de denunciar a verdade, que o Hamas produziu este filme de horror, "Canibais em Gaza"
Seguiram-se as habituais reacções obrigatórias, neste costumeiro Teatro do Absurdo, com políticos condenando Israel por "exagerar", convocando os embaixadores israelitas, pedindo moderação, e depois a Turquia e a África do Sul retirando os seus embaixadores em protesto. Turquia e África do Sul, esses bastiões de paz e moderação. 
Uma excepção foi a administração americana. Nikki Haley tem sido maravilhosamente verdadeira na ONU, apontando que nenhum outro país no Conselho de Segurança teria agido de forma tão contida quanto Israel. 
Mas infelizmente, pessoas como os senadores norte-americanos Dianne Feinstein e Bernie Sanders correram para acusar Israel de usar força excessiva. Sanders também acusou o IDF de matar pessoas inocentes. Ele deveria verificar os factos antes de ir a correr condenar Israel. 
A propósito, se você é um activista dos direitos dos animais, vegetariano, ou partidário da PETA, alguém que clama pelo sofrimento de cada uma das criaturas de D'us, não seja um hipócrita, não chore por eles quando nós temos que matá-los. Eles são terroristas e não são humanos. Eles são canibais! 

- UNITED WITH ISRAEL

Imagine-se a ser atacado por 35.000 terroristas furiosos, COMO ESTES. 
Dezenas de milhar de demónios que gritam que querem arrancar o coração dos judeus.
Dezenas de milhar de canibais que, podendo apanhar um judeu, o estripam e se banqueteiam com as entranhas.
(Sim, o Islão permite, encoraja e pratica o CANIBALISMO).


O NAZISMO NUNCA ACABOU, APENAS TEM OUTROS DISFARCES:

quarta-feira, 23 de maio de 2018

PALLYWOOD - Jornalistas PAGOS para difamarem Israel

'QUEM PAGA, ESCOLHE A MÚSICA'

Liberman sugere que dinheiro muçulmano paga a propaganda anti-Israel da CNN, BBC, France 24 e outros.
Ministro da Defesa critica 'festival da hipocrisia' sobre a violência em Gaza.


O ministro da Defesa, Avigdor Liberman, afirmou na sexta-feira que o dinheiro para propaganda pago pelos países muçulmanos estimula o preconceito dos media globais contra Israel. 
Questionado durante uma entrevista no noticiário da Hadashot TV sobre se Israel estar a perder a batalha pela cobertura mediática sobre os eventos na Faixa de Gaza, Liberman disse: “Há um Estado judeu no mundo. Há 57 Estados muçulmanos, todos com orçamentos muito maiores” do que Israel. 
"Em última análise, a pessoa que paga, escolhe a música", disse ele. "Quando passamos por todos os canais internacionais - CNN, France 24, BBC - vemos que 90% de todas as propagandas vêm do mundo muçulmano". 


As mortes de 62 árabes de Gaza durante os protestos violentos de segunda-feira ao longo da fronteira de Gaza foram recebidas com indignação internacional e pede-se uma investigação independente dos eventos. 
O Hamas admitiu posteriormente que 50 dos mortos eram membros do grupo terrorista. Três outros eram membros da Jihad Islâmica. Mas esses factos receberam pouca cobertura na Imprensa internacional. 
- Excerto de um artigo do TIMES OF ISRAEL.


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Nem vale a pena traduzirmos o resto do artigo.  Os jornalistas são uma classe completamente vendida ao islamismo, ao serviço da extrema-esquerda e do globalismo. São uma classe profissional completamente desacreditada. 
Os jornalistas branqueiam o terrorismo islâmico, ocultam os massacres islâmicos, e atiram-se a Israel como gato a bofe, porque Israel se defende dos terroristas do Hamas, do Hezzbollah, do ISIS, da Jihad Islâmica, dos mesmíssimos terroristas que a França, o Reino Unido, os Estados Unidos, até Portugal, combatem.
Aliás, os jornalistas apoiam activamente esses gruipos terroristas, como temos demonstrado, com provas e exemplos concretos - veja a nossa secção Jornalismo.
Os jornalistas são quase todos militantes de extrema-esquerda, e portanto anti-Israel e pró-Islão. Os patrões deles só querem saber do dinheiro que os países islâmicos lhes pagam. É o casamento ideal. 
Veja também o post anterior, sff:
Para os islamistas, a existência de Israel é um insulto e uma ofensa


                     Descubra PALLYWOOD, a propaganda global anti-Israel!


Imagine que os jornalistas passavam a VERDADE sobre Israel nas Televisões! 
Quem é que as massas depois iriam odiar? Se lhes tirassem o bode expiatório, as massas iriam perceber quem é que realmente merece ser odiado... Para se manter o povão obediente e amorfo, nada como arranjar um inimigo exterior. Édos livros!...
Nos vídeos abaixo: alguns exemplos das encenações dos jornalistas com os terroristas, para demonizarem Israel. 


Pintam as criancinhas de encarnado, elas deitam-se e fazem-se de mortas, os jornaleiros nazis fotografam e e divulgam como sendo "crimes" dos mauzões dos judeus. Vale tudo! E com sorte ainda ganham um prémio de jornalismo, pelo seu heroísmo! Dos lobitinhos do Hezzbollah aos balsemões do Bilderberg, tudo lucra, minha gente!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Para os islamistas, a existência de Israel é um insulto e uma ofensa



Para os islamistas, a existência de Israel como Estado judeu é um insulto adicional à ofensa. Não é uma coincidência que quando um país de maioria muçulmana muda de um governo secular para um governo islâmico, o ódio a Israel aumenta consideravelmente. 
Isso aconteceu no Irão quando o regime secular do xá foi substituído pela ditadura teocrática dos aiatolas. O mesmo está a acontecer na Turquia desde que o Partido da Justiça e Desenvolvimento Islâmico governa o país.


Islamitas árabes que chamam a si mesmos 'palestinos', queimam uma bandeira israelita. (Foto: Ashraf Amra / Imagens APA)


A ofensa de Israel 
A ofensa de Israel ao Islão é que Israel existe como Estado não-islâmico numa região que no passado era parte integrante do mundo islâmico.
Para o Islão, o mundo é dividido em duas partes, Dar al-Islam ("a Casa do Islão") e Dar al-harb ("a Casa da Guerra").
Dar al-Islam são todas as terras governadas por muçulmanos e governadas pela Sharia, a lei sagrada islâmica. Os não-muçulmanos só podem viver lá se os muçulmanos permitirem e tolerarem.
Um território que fez parte do Dar al-Islam deve fazer parte dele para sempre, e se os muçulmanos perderam o controle, (como aconteceu no que hoje é Israel e a Andaluzia, na Espanha), a situação é puramente temporária e deve ser corrigida mais cedo ou mais tarde, usando qualquer meio.
Dar al-harb é o mundo exterior, ainda não conquistado pelo Islão, com o qual existe um estado perpétuo de jihad, ou guerra santa, que pode ser interrompida por tréguas quando isso é considerado conveniente e prudente.
Israel, o território governado hoje por uma maioria judaica, foi durante séculos uma parte do Dar al-Islam, e, portanto, o facto de que hoje há lá um governo não-islâmico é uma ofensa intolerável.

Árabes 'palestinos' queimam uma bandeira israelita durante os ataques islâmicos contra as forças de segurança israelitas na fronteira de Gaza com Israel, a leste de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 6 de Abril de 2018. (AFP PHOTO / SAID KHATIB)

O insulto de Israel
O insulto de Israel ao Islão é o facto de que os judeus, historicamente considerados dhimmis, governam os muçulmanos.
Dhimmi é o nome que o mundo islâmico deu aos judeus e cristãos que viviam nos seus países. A sua presença era tolerada, de acordo com a lei da Sharia, em troca do pagamento de impostos especiais, limitação de direitos e aceitação da discriminação social. 
Um muçulmano não poderia ser condenado pelo assassinato de um dhimmi, mas um dhimmi era executado se ele simplesmente levantasse a mão contra um muçulmano, mesmo em legítima defesa. 
Os dhimmis não podiam testemunhar nos tribunais para se defenderem. Se um dhimmi fizesse sexo com uma mulher muçulmana, ele era condenado à morte. Os dhimmis tinham que usar roupas especiais para serem facilmente reconhecidos e eram proibidos de ter empregados muçulmanos. Em resumo, os dhimmis eram considerados inferiores aos muçulmanos.

Um islamita palestino lança o fogo a bandeiras israelitas, em 10 de Abril de 2018, a escassos metros da fronteira entre Israel e Gaza, a leste de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza. (AFP PHOTO / Mohammed ABED)

Formalmente, já não existe a categoria de dhimmi nos países islâmicos de hoje, mas na prática a intolerância legal e social continua. As minorias religiosas são discriminadas, (a Arábia Saudita proíbe os cristãos de construir igrejas e templos) e os "infiéis"  são perseguidos (Bahai no Irão, cristãos em Gaza, etc.).

NOTÍCIAS DE ISRAEL

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COMENTÁRIO

A MÁFIA do Youtube/Google, Facebook, etc., que controla a Internet e os media, está permanentemente a retirar os vídeos que mostram os clérigos maometanos, os terroristas, os políticos islâmicos e os muçulmanos comuns a declararem que Portugal e Espanha são deles.
As nossas secções  Portugal  / Portugal e Espanha são uma dor de alma de vídeos retirados. Retirando as provas, os canalhas podem dizer que "é tudo mentira". O Islão e o Comunismo sempre foram assim.
Pode ver este vídeo, ainda online, das manifestações no Egipto pela reconquista da nossa Península:


A presente invasão maometana insere-se nessa estratégia de Islamização da Europa e Guerra Demográfica. Estamos no mesmo barco que Israel. Mas não sabemos.
Os "guerrilheiros da justiça social", que pregam a política de portas abertas à invasão islâmica e o ódio aos Estados Unidos e a Israel, serão os primeiros a ser eliminados.
É que os muçulmanos percebem que os traidores que traíram o seu próprio povo, nem para dhimmis servem.
É nesse contesto que se inserem as regulares decapitações rituais de jornaleiros ocidentais com uma vida inteira de bons serviços à causa da islamização global, e de outros traidores abjectos.


Os terroristas entram na Europa disfarçados de "refugiados".

É a única coisa em que concordamos com os muçulmanos: os traidores merecem a morte. Promover a islamização do Mundo Livre é colaborar com o inimigo em plena guerra.

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Israel fez parte do Império Otomano. Após a dissolução desse império, os países que dele faziam parte (re)conquistaram a independência. E ninguém se opõe. Mas o pequenino Israel, apesar de ter abdicado de 88% do seu território (que é hoje a Jordânia) em favor dos colonos árabes, é alvo de contestação. Pelo motivo que este artigo explica.

Onde fica Israel?

 

Os palestinianistas não percebem que Portugal e Espanha estão no mesmo barco que Israel. A seguir a Israel, são os territórios a conquistar, porque outrora os maometanos também colonizaram a nossa Península.

A TV da "Autoridade Palestina" ensina as crianças e o povo que não há alternativa que não a obliteração de Israel:


E os anti-semitas de todo o Mundo batem palmas, ignorando que o que começa com os judeus nunca fica pelos judeus. Já podemos vê-lo diariamente na Europa, onde os muçulmanos, acabados de chegar, já reivindicam os nossos países.

 SAIBA O QUE É O ISLÃO:

LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

domingo, 20 de maio de 2018

O engenheiro judeu por trás do "carocha" de Hitler

"Ele foi excluído da História por causa da sua religião".
Uma exposição em Nashville destaca as contribuições de Josef Ganz e outros que foram varridos para debaixo do tapete quando foram colocados na lista negra pelo Reich.

  
Josef Ganz na década de 1960.

Quando o carro conhecido hoje como o "carocha" ("fusca" no Brasil) foi lançado há 80 anos, em 1938, foi anunciado como o “carro do povo” - volkswagen - da Alemanha nazi, e a ideia atribuída a Adolf Hitler e ao Dr. Ferdinand Porsche.
Mas especialistas dizem que os nazis omitiram uma voz judaica da história da criação: Josef Ganz, engenheiro e jornalista alemão-judeu.


O "carocha" foi originalmente chamado KdF Wagen quando foi revelado em 1938, referindo-se ao lema da Juventude Hitleriana "Kraft durch Freude", ou "Força através da Alegria".

Uma reconhecida autoridade em engenharia automóvel, Ganz desenvolveu muitos conceitos incorporados ao "carocha". Mas foi ameaçado de assassinato, forçado ao exílio e esquecido pela História, morrendo de um ataque cardíaco aos 59 anos na Austrália em 1967.
Enquanto isso, "carochas" saíram das linhas de montagem do pós-guerra até 2003, tornando-o o carro mais vendido de todos os tempos.


 O "carocha" tem sido atribuído a Adolf Hitler e ao Dr. Ferdinand Porsche.

A história de Ganz está a merecer uma maior consciencialização. Uma exposição no Lane Motor Museum, em Nashville, Tennessee, intitulada “A História de Josef Ganz: Como um Engenheiro Judeu Ajudou a Criar o Volkswagen de Hitler”, vai até 8 de Outubro.
A exposição mostra carros que influenciaram Ganz e um "carocha" do pós-guerra. Decorre paralelamente com "Violins of Hope", uma colecção de instrumentos de propriedade ou tocados por vítimas do Holocausto.


Josef Ganz, à esquerda, com o seu protótipo Maikafer - ou "Carocha de Maio" - para o fabricante de carros Adler em 1932, e o seu contemporâneo francês Paul Jaray.

A exposição de Ganz "conta uma história desconhecida", disse Rex Bennett, curador da exposição e director de educação do museu, que tem a maior colecção de carros europeus nos EUA.


Josef Ganz com o seu Standard Superior em 1935.

“O nome de Josef Ganz foi removido extensivamente e de propósito. Muito crédito foi dado a outras pessoas não pertencentes à herança judaica. Esta exposição traz à vida não apenas uma história de engenharia individual, mas alguém que merece um pouco mais de crédito, francamente, na criação do carocha da Volkswagen”, disse Bennett.
Um factor que contribuiu para o ressurgimento de Ganz é uma biografia do jornalista holandês Paul Schilperoord, “A vida extraordinária de Josef Ganz: o engenheiro judeu por trás do Volkswagen de Hitler”, publicada na Holanda em 2009.
No início daquela década, Schilperoord tomou conhecimento da vida e obra de Ganz quando leu um edição da revista Automobile Quarterly de 1980.

 

"Intrigou-me muito, que um engenheiro judeu pudesse estar por trás do sucesso da Volkswagen", disse Schilperoord, cujo site apresenta informações sobre projectos dele e de outros.

Os projectos incluem um documentário e uma tentativa de Schilperoord e de um parente de Ganz, Lorenz Schmid, para restaurar um automóvel Ganz antigo.

"Pode ver-se claramente o interesse crescente em Josef Ganz", disse Schilperoord.
“Nos últimos anos, o meu livro apareceu em muitos lugares diferentes.”

No Outono passado, Bennett encontrou o livro na biblioteca do Lane Motor Museum. Nunca ouvira falar de Ganz; o livro deixou-o “espantado e chocado”, disse.


"Ele foi excluído da História por causa da sua religião", disse Bennett. "É triste e fascinante ao mesmo tempo."
O "carro do povo" judeu
Nascido em Budapeste em 1908, Ganz tornou-se o que Schilperoord chamou uma figura central da indústria automobilística alemã no final dos anos 1920 e início dos anos 1930.
Um engenheiro mecânico, Ganz também foi editor-chefe da revista Motor-Kritik - "a revista mais influente na indústria automobilística alemã e também no exterior", disse Schilperoord. “Ele analisava carros e invenções relacionadas a carros, com muito know-how técnico. Não tinha ainda sido feito por mais ninguém.”

Prospecto do Klein-Motos-Sport, de Ganz.

A indústria automobilística alemã era dominada por carros de luxo que se tornaram impraticáveis ​​pela derrota do país na Primeira Guerra Mundial e pela subsequente depressão económica.
Ganz abordou uma questão fundamental - como criar um "carro do povo", dinâmico, eficiente em termos de combustível e "um pouco mais barato, para as massas", disse Bennett.


 Josef Ganz testando o protótipo do Ardie-Ganz Volkswagen de 1930.


"Muito do que seria apresentado pela Volkswagen, ou Josef Ganz patenteou ou defendeu fortemente na sua revista", disse Bennett.
“Um carro leve, barato e aerodinâmico com suspensão independente e eixos dinâmicos na parte traseira do carro” - ajudando o veículo a viajar por “estradas irregulares”, com cada roda capaz de suportar solavancos.


Josef Ganz em 1933.
Ganz aprendeu com os seus próprios carros - o Hanomag 2/10 PS, apelidado de “Kommisbrot” ou “pão de soldado” pela sua semelhança com as rações do exército da Primeira Guerra Mundial; e o Tatra T11, um modelo checo similar ao famoso modelo americano T de Henry Ford.
Empresas alemãs como a Adler, a Mercedes-Benz e a Standard contrataram-no como consultor para projectar protótipos, incluindo o Adler Maikafer, o May Bug e o Standard Superior.

O Hanomag 2/10 PS é um dos vários carros clássicos exibidos na exposição Josef Ganz no Lane Motor Museum, em Nashville, Tennessee. Ganz possuía um desses carros, apelidado de "Kommisbrot", pela sua semelhança com as rações de pão do exército do Kaiser na Primeira Guerra Mundial.

O Standard Superior foi lançado no Salão do Automóvel de Berlim de 1933, com a participação de Hitler, que recentemente se tornara chanceler do Reich. Ganz e Hitler "realmente não interagiam um com o outro", disse Bennett.“Ganz estava de pé ao lado do seu carro na exposição da empresa Standard. Hitler e o seu séquito visitaram a exposição.
Hitler era uma pessoa que gostava de carros - não um engenheiro de profissão Acho que ele tomou notas mentais"."Este pequeno carro particular foi bastante revolucionário", disse Schilperoord, citando os eixos dinâmicos na parte de trás, um tubo de chassis no meio e um motor montado na traseira - tudo entrou no carocha.
"Adicione-se a forma básica, uma forma aerodinâmica semelhante a um besouro, e a sua forma conceitual é muito semelhante a um Volkswagen".



Prospecto de 1932 do Ganz-Klein-Wagen.

Mas o seu criador tinha um inimigo: o oficial nazi Paul Ehrhardt, que havia trabalhado com Ganz na Motor-Kritik quando eles tiveram um desentendimento."Foi ele quem denunciou Ganz como judeu aos nazis", disse Bennett.
Ganz enfrentou acções judiciais por causa das suas muitas patentes e deixou de receber pagamento da Mercedes-Benz, da Adler e da BMW. As razões anti-semitas para isso não foram "explicitamente declaradas nos documentos, mas todos sabiam, até mesmo os seus contemporâneos não-judeus", disse Bennett. (...)
Ganz perdeu o cargo de editor-chefe da Motor-Kritik e, de acordo com o site josefganz.org, a Gestapo prendeu-o por suposta chantagem do sector.

O Tatra T11 é um dos vários carros clássicos exibidos na exposição Josef Ganz no Lane Motor Museum, em Nashville, Tennessee. Ganz possuía um desses carros.

Um carro apoiado pelos nazis

Nem todos os alemães se voltaram contra ele, disse Schilperoord. Mas Hitler estava apoiar a criação de um carro do povo e, disse Schilperoord, “o governo não queria que um engenheiro judeu estivesse lhe ligado tão de perto [com a Volkswagen]”.

"Hitler queria fazer isso", disse Bennett. “Ele escolheu alguns desenhos. Ele queria que o Dr. Porsche liderasse um carro do governo, um programa do governo. Não foi apenas apoiado financeiramente pelo governo alemão, [o governo] foi um defensor e um proponente”.


Josef Ganz num dos protótipos da Volkswagen da Suíça em 1937.

Hitler anunciou o projecto no Salão do Automóvel de Berlim de 1934. Naquele Verão, Ganz foi alvo de uma tentativa de assassinato. Ele partiu para a Suíça, cujo governo o contratou para trabalhar numa versão suíça de carro do povo. Mas Hitler e Porsche receberam o crédito pelo "carocha".
"Eles viram onde o estilo nos desenhos de Josef Ganz", disse Bennett. “E transformaram-no em outra coisa… A engenharia é um pouco diferente num carocha da Volkswagen. É um pouco maior, custa mais caro".Mas, segundo ele, o Standard Superior e o Volkswagen Beetle eram “visualmente muito semelhantes”. (...)


Hitler no "carocha".


Outros também foram deixados de fora, incluindo o contemporâneo francês de Ganz, Paul Jaray; O designer-chefe da Tatra, Hans Ledwinka; e Erwin Komenda, colega de Ganz na Mercedes, que mais tarde trabalhou com a Porsche.

Em 2014, a BBC informou que a Tatra ameaçou mover uma acção legal contra a Volkswagen por suposta violação de patentes, incluindo a de Ledwinka. Mas 1938, o ano do Volkswagen, também testemunhou o Anschluss, e de acordo com a BBC, quando os nazis anexaram a Áustria, eles marcharam até à fábrica da Tatra e impediram o público de ver os protótipos de Ledwinka.
Enquanto isso, Ganz "tinha inimigos na Alemanha tentando bloquear o trabalho que estava a fazer" na Suíça, disse Schilperoord. "Havia também algumas pessoas simpatizantes do nazismo na Suíça, tornando-lhe a vida difícil".
 

 Josef Ganz no protótipo May-Bug, 1931.


Negligenciado pela História




Em 1950, a Suíça não renovou o visto de residência de Ganz. Quando a sua namorada suíça emigrou para a Austrália, "parece que Ganz a seguiu até à Austrália para começar uma nova vida", disse Schilperoord.

Ganz continuou a trabalhar com carros, desta vez para a GM - Holden. Morreu solteiro e sem filhos.

Até então, o carro que ele ajudou a criar estava a ter sucesso como Volkswagen Beetle.


Os bombardeamentos aliados destruíram a maior parte da fábrica da Volkswagen, que produzia veículos militares durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, segundo Bennett, os libertadores britânicos sentiram que a fábrica era promissora para a nova nação da Alemanha Ocidental se retomasse a fabricação do Carocha. "O resto é literalmente História", disse Bennett.

  
Brochura para o Standard Superior, 1933.


O primeiro "carocha" de Bennett foi uma edição de 1972 da qual só se separou há poucos anos. (...) Depois de ler o livro de Schilperoord, ele percebeu que havia mais na história.

"Não foi só o Dr. Porsche que, do nada, inventou o carro, houve muitos outros designers", disse Bennett. "Ganz foi muito influente". (...)

A exposição inclui um 1927 Hanomag 2/10 PS; um Tatra T11 (“nós temos um grande conjunto de Tatras, a maior colecção de veículos checos fora da República Checa”); um Mercedes-Benz 130H; e um "carocha" de 1956.

"O único carro que não temos", disse, "é o modelo Standard Superior exibido no Salão do Automóvel de Berlim em 1933".
 Standard Superior como exibido no Salão do Automóvel de Berlim de 1933.


Schilperoord e o parente de Ganz, Schmid, estão a restaurar o que Schilperoord chama o único sobrevivente da série original deste carro. Eles esperam concluir o restauro do original de 1933 neste Verão.

"A ideia é usá-lo para ajudar a promover a história de Josef Ganz", disse Schilperoord. “Provavelmente neste este Outono, depois de o carro estar a funcionar e restaurado, vamos levá-lo para participar em alguns eventos de carros clássicos”.

E a exposição de Nashville está a contribuir para restaurar a reputação da Ganz.

O protótipo do Mercedes-Benz 120H tipo "carocha" de 1931 com um motor montado na traseira.

"A exposição atrai pessoas interessadas em carros e que não têm ideia da verdadeira história do carocha", disse Bennett. "Nós ensinamos às pessoas algo sobre História, justiça social, política, sobre o qual elas podem não ter conhecimento".


- Traduzido por nós do artigo original do TIMES OF ISRAEL (com o correspondente pagamento de 10 biliões de sheckels por parte da Mossad, dos Iluminátes Maçónicos Judeus da Baviera, e dos Lagartos Espaciais Zionistas do Centro da Terra). 
- Algumas imagens deste site.

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COMENTÁRIO
Ora cá temos mais uma enorme maldade cometida pelos judeus: o carocha!




Boicote o carocha, amigo comunista/islamista/nazi/hippie-halal, coisa e tal, Bloco de Esquerda, Ana Bola e Salvador Sobral!

 


Visite o site JUDEUS CÉLEBRES:

  http://juifs-celebres.fr/

Mas o que deve mesmo boicotar (insistimos) são os medicamentos!

Então você quer boicotar Israel?


Um bocadinho de diversão para o seu domingão: