segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Antirracismo: uma patologia necrófila" - Gabriel Mithá Ribeiro


Pedro Passos Coelho, líder do Partido Social Democrata (e vencedor das eleições, afastado do poder por um golpe de Estado extrema-esquerdista) concorda que Portugal deve ter cuidado com a admissão de muçulmanos ordenada pela senhora Merkel. O suficiente para a extrema-esquerda o apodar de... nazi! O ódio é tanto que nem a Esposa, Laura Ferreira, é poupada!



Postamos aqui um excelente texto de Gabriel Mithá Ribeiro

no OBSERVADOR

Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. É apenas um cadáver em putrefação.

À boa maneira provinciana, a agenda mediática portuguesa decidiu apontar baterias a Pedro Passos Coelho. O líder do PSD vive e viverá compelido a envergar a farda de racista e xenófobo, entre outros mimos. Os pretextos multiplicam-se.

Há semanas foi a manutenção do apoio do PSD ao candidato autárquico a Loures, André Ventura, por este ter abordado – e bem! – questões associadas à integração problemática da minoria cigana na sociedade portuguesa, como se esse não fosse um problema existente e como se a simples referência a qualquer identidade coletiva (cigana, portuguesa, africana ou outra) não implicasse necessariamente uma certa carga de estereotipação. Sem estereótipos seria impossível qualquer cabeça normal gerir o sem-número de informações intrínsecas aos objetos que envolvem pessoas, isto é, sem estereótipos não seria possível qualquer discurso racional sobre a vida social. Não haveria esquerda, direita, católicos, islâmicos, homens, mulheres, crianças, etc. A vida social e a sua interpretação equivaleriam a folhas em branco, num mundo ainda mais absurdo do que aquele que temos. Quem quiser que experimente pensar sem estereótipos.

Há dias o pretexto foi o de Pedro Passos Coelho ter referido – e bem! – que compete ao Estado cumprir um dos seus deveres básicos: proteger a dignidade da identidade portuguesa, prática indissociável da garantia de condições de segurança no espaço territorial nacional. Para que se saiba, qualquer Estado existe para regular as relações com os outros Estados e, necessariamente, para regular as relações da sociedade acolhedora que tutela com os imigrantes. Não apenas um Estado que não cumpra essa função será necessariamente um Estado falhado, como também fechar a porta ao debate público sobre o assunto significa recusar, e de forma grosseira, a legitimidade da existência de propostas distintas na matéria. Isso é o mesmo que recusar a liberdade e o pluralismo próprios de uma democracia.

Num momento histórico em que um dos desafios mais sensíveis das sociedades ocidentais é o da xenofilia, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra a xenofobia. Num momento histórico em que as sociedades ocidentais integram minorias (raciais, religiosas, sexuais, étnicas) como não acontece noutros locais do planeta e como nunca se verificou no passado, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra o racismo existente na Europa e nos EUA.

Estou-me marimbando para o que pensam, nestas matérias, antixenófobos e antirracistas encartados e respetivas entidades repressivas que usurparam as funções do Estado numa democracia. Faço-o com o à-vontade de quem tem um seguro de vida tão simples quanto estúpido: não sou branco. É nesse mesmo caldo cultural obscurantista que, ainda assim, Pedro Passos Coelho tem também garantido o seu escudo: um casamento “multirracial” e “multicultural”.

De forma manifesta ou, bem pior, de forma latente a importância decisiva conquistada no espaço público por atributos dessa natureza tão primária como fundamento do direito à liberdade de pensamento e à legitimidade da palavra sobre temas tão sensíveis demonstra, se dúvidas existissem, que as discussões sobre xenofobia e sobre racismo não partem de pressupostos racionais, antes de lógicas tribais primárias. É o que me permite escrever o que escrevo e é o que permite a Pedro Passos Coelho escapar à imolação. Sintoma da conquista intelectual do Ocidente pelo terceiro-mundismo mental.

Por cobardia própria, a população branca perdeu o direito à sua dignidade identitária como nenhuma outra pertença racial na face da terra. O facto revela-se ainda mais absurdo porque os seus controleiros internos – a minoria também branca que tomou de assalto o espaço público – nem sequer evidencia preocupações morais genuínas ou de sentido de justiça em relação às minorias. Limitam-se a seguir o instinto porque a anti-xenofobia e o antirracismo permitem colher votos. A escolha do alvo Pedro Passos Coelho constitui prova que sobeja. A complementar está a composição exclusiva ou esmagadoramente branca de grupos parlamentares como os do PS, PCP e BE em mais de quarenta anos de democracia.

Parece também que os controleiros esquerdistas acreditam que se não colocarem depressa o açaimo no homem, Pedro Passos Coelho, depressa veremos nas ruas de Portugal brancos a matar ciganos e pretos a-torto-e-a-direito. Aqui fica o meu agradecimento pessoal e público a indivíduos como Fernanda Câncio, Isabel Moreira, Catarina Martins, Ana Catarina Mendes ou, aqui mesmo no Observador, a Luís Aguiar-Conraria.

Anoto, no entanto, que tanta perfeição moral só pode esconder algum defeito, no caso, a necrofilia. Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo (tal como o da xenofobia) deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. Trata-se de um cadáver em putrefação que faz com que alguns se percam de amores por ele.

Insisto, por isso, em ideias que há muito defendo. O que está a acontecer no século XXI é como se, no século XIX, se tivesse continuado a chamar escravatura ao racismo, apenas porque um e outro fenómeno tinham elementos em comum. A verdade é que aquilo que os distinguia, aos olhos da época e bem, era bem maior do que aquilo que os aproximava. Daí que a escravatura nunca se tenha confundido com o racismo.

Comparativamente e cingindo-me aos temas em apreciação, as sociedades ocidentais são hoje menos racionais do que eram no século XIX. Basta qualquer ocidental pensar comparativamente o que eram as suas sociedades há meio século em matéria de relações raciais e em matéria de relações com os estrangeiros e no que se tornaram hoje. Tal comparação permite a qualquer inteligência mediana compreender a fraude intelectual que é persistir na utilização da palavra racismo no século XXI.

Existem e existirão, sem dúvida, desafios intrínsecos às relações entre maiorias e minorias. Porém, as sociedades brancas ocidentais são as que melhor os resolveram e resolvem comparativamente às demais sociedades. Continuar a utilizar a palavra ‘racismo’, e o modo como se faz no debate público e político, serve apenas para perpetuar no tempo o estigma da população branca. O resultado disso, hoje por demais evidente, é o do agravamento dos problemas e da violência associada porque a palavra ‘racismo’ impede a identificação dos obstáculos onde eles hoje são verdadeiramente problemáticos e graves. A saber, fora das sociedades ocidentais maioritariamente brancas e no interior das minorias raciais, étnicas ou religiosas que, vivendo nas sociedades ocidentais, integram segmentos que usam e abusam da sua tolerância como nenhum outro tipo de sociedade admite.

E não é difícil compreender as razões do fenómeno ter deixado de existir. O racismo é do tempo da discriminação racial formalmente instituída no interior dos Estados, prática historicamente ultrapassada no final da segunda guerra mundial (1939-1945) e nas décadas imediatas que se sucederam. O racismo é do tempo da colonização europeia, fenómeno que também passou à história vai para meio século. O racismo é do tempo da guerra fria; é do tempo dos regimes brancos da África Austral; é do tempo do apartheid sul-africano – conjunto de fenómenos que fecharam em definitivo o seu ciclo em inícios da década de noventa do século XX quando já eram historicamente residuais.

Não é possível que os fenómenos-chave que geraram, enquadraram e alimentaram o racismo tenham sofrido transformações profundas e irreversíveis ao longo de décadas e, por seu lado, o racismo, tal como o conhecíamos, permanecer intacto. A postura atual de antixenófobos e antirracistas europeus e ocidentais constitui inclusivamente um insulto ao esforço histórico que as suas sociedades de maiorias brancas fizeram no último meio século. Foram, aliás, as únicas que o fizeram de forma genuína e com provas dadas. Não conheço outras.

Sendo o racismo um cadáver em putrefação resta a decência de sepultá-lo.


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 Vale muitíssimo a pena ler mais de Gabriel Mithá Ribeiro:

O colapso moral da esquerda: Freud explica

Moral coletiva: a vantagem civilizacional europeia

A pandemia esquerdista

Trump e os ‘agentes da virtude’


Papa: Direitos dos 'migrantes' muçulmanos acima da segurança nacional

O Papa disse recentemente: "Podemos falar hoje sobre uma invasão árabe" da Europa. Mas cá está ele activamente a encorajar essa invasão. Achará o Papa que os 'migrantes' muçulmanos não incluem aqueles que desejam destruir a sociedade existente por meio da jihad e impor a sharia?
Ele disse que "o islamismo autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência", por isso ele deve pensar que os 'migrantes' muçulmanos na Europa estão aí para envolver os nativos num abraço amoroso.

"Deixa-os, eles são guias cegos. E se um cego conduz um cego, ambos cairão num poço."
(Mateus 15:14)
Robert Spencer/JihadWatch


"Papa: os direitos dos migrantes superam as preocupações de segurança nacional"
de Nicole Winfield, Associated Press, 21 de Agosto de 2017 

    CIDADE DO VATICANO (AP) - O Papa Francisco exortou na segunda-feira os países a melhorarem grandemente a sua recepção aos migrantes e impedirem as expulsões colectivas, dizendo que a dignidade dos migrantes e o direito à protecção superam as preocupações de segurança nacional.

    
A mensagem politicamente apontada de Francisco foi feita em vista do dia mundial dos refugiados da Igreja Católica de 2018, comemorado em 14 de Janeiro. Chega no meio do crescente sentimento anti-imigrante na Europa em face das sucessivas ondas de chegadas de migrantes e ataques extremistas islâmicos.

    
Na mensagem, Francisco exigiu que os governos recebam, protejam, promovam e integrem migrantes, dizendo que a mensagem de amor de Jesus está enraizada em acolher os "estranhos rejeitados de todas as épocas".

    
Ele exigiu um processo simplificado de concessão de vistos humanitários e temporários e rejeitou as expulsões arbitrárias.

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Que o Vaticano insista em tratar os terroristas islâmicos da Fatah e outros que matam judeus, como "parceiros para a paz", compreende-se. É um sonho antigo, quer do Islão quer do Cristianismo serem senhores de Jerusalém, a Cidade Santa. Ambos o tentaram e conseguiram, inúmeras vezes. Ter Jerusalém significa, para as duas religiões, que são as "legítimas" versões revistas e melhoradas do original.
Além disso, os judeus já duram há 5 milénios. Impérios ergueram-se e foram reduzidos a pó, e Israel persiste, em cumprimento das profecias. Matar ou deixar morrer os judeus todos para reinar finalmente sobre a Terra Santa é uma ideia agradável às duas religiões e acaba-se finalmente com esses chatos que têm a irritante mania de viver.
Mas porque raio quererá tanto o Papa que os europeus continuem a morrer? Fará parte de algum acordo que não conhecemos? Porque será que o Papa se está totalmente nas tintas para o Holocausto dos Cristãos, que são chacinados à média de 1 a cada 5 minutos? Esses infelizes, que preferem morrer a negar a Deus, parecem ser moeda de troca de qualquer coisa.


O líder máximo do Catolicismo foi distinguido com o título de defensor do Islão pelo líder de 80 a 90% de 1,8 biliões de muçulmanos, os sunitas.

Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Os filhos dos judeus são chacinados todos os dias, como desde sempre, e mais ainda agora que Israel voltou a ser independente, para gáudio das Bestas. Mas isso é apenas a ordem natural das coisas. Judeus, moscas, mata-se e pronto.
Mas se tolerarmos isto, os nossos filhos serão os próximos! E aí vai doer. Já dói, vejam o sangue inocente que corre por essa Europa. Para gáudio das Bestas. 


Holes in your head today
But I'm a pacifist
I've walked La Ramblas
But not with real intent

And if you tolerate this
Then your children will be next

Os Esquecidos:

Obrigado, Jerry Lewis/Joseph Levitch!


Jerry Lewis (1926 - 2017)

Devia ter uns 6 ou 7 anos quando vi o filme 'Sailor Beware' (não me lembro do nome em Português), com a dupla Dean Martin e Jerry Lewis. Foi a minha primeira comédia.
Esta cena, muito de humor físico, encheu completamente as medidas deste jovem espectador:


Não conseguia conceber, na altura, coisa mais engraçada que a representação de Jerry Lewis. Lewis era para mim a face do humor, até hoje o meu género preferido. O humor é um dos aspectos mais extraordinários da experiência humana. O sentido de humor anda frequentemente a par com outras boas qualidades, e vice-versa.
Esta cena da ginástica na recruta foi também inspiradora para a minha vida.  Na infância e adolescência, se tivesse que me comparar a um dos elementos da dupla Martin-Lewis, seria o segundo, sem qualquer dúvida. Não era muito forte, não era muito bonito, não era muito popular nem era muito desembaraçado. No entanto, sabendo rir de mim mesmo e das contrariedades, não procurando ser o que não sou, acabei sempre por chegar onde quis, a par com os mais capacitados, que nunca me negaram uma ajuda, como a personagem de Martin fazia à de Lewis.


 Dean Martin e Jerry Lewis.

Mais tarde, soube que  Jerry Lewis era o nome artístico de Joseph Levitch, norte-americano filho de judeus russos. Os pais de Lewis foram dos muitos judeus que fugiram da perseguição anti-semita, foram acolhidos nos Estados Unidos e aí refizeram as suas vidas.
Soube do intenso trabalho de Lewis na angariação de fundos para crianças doentes com distrofia muscular (chegou a ser proposto para Nobel da Paz). Soube da sua luta contra a doença (uma queda em cena marcou-o para o resto da vida). Lewis mostrou-se tenaz perante as contrariedades e retribuiu o seu sucesso sob a forma de ajuda aos doentes.
Uma vez, Lewis disse ser "o judeu mais afortunado do mundo". Era também um conhecido defensor de Israel.

Depois de sair do avião em Israel em 1981, na sua primeira visita à Terra Santa, para angariar dinheiro para crianças com deficiência, ele exclamou: "Tenho tentado vir aqui [Israel] desde que nasci há 55 anos. Na verdade, eu tinha reserva num voo desde Londres na noite anterior à Guerra dos Seis Dias".
Jerry Lewis morreu esta madrugada, em Las Vegas, Estados Unidos. Quero agradecer-lhe publicamente pelas horas de intensa alegria que me proporcionou, a mim e a tantos fãs em todo o mundo. Quero agradecer-lhe a inspiração que foi na minha vida.
Que a memória de Joseph Levitch seja uma bênção.



POST-SCRIPTUM:

"Basta!" - Gonçalo Dorotea Cevada


Da série: Os atentados são perpetrados por europeus e não por "refugiados": Ahmed Bourguerba é argelino e foi preso em Julho, por pertencer a organizações terroristas, estava a receber 625 euros em ajuda de integração mais 250 euros para arrendamento de casa.


Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa?

Já se escreveram dezenas, centenas de artigos de opinião sobre o terrorismo islâmico. Sobre os ataques que assassinaram nesta e naquela cidade Europeia, gente como nós. Inocentes. Muitos deles crianças. (Eu próprio já o fiz: o meu último artigo no Observador foi aliás sobre o 22 de Março em Londres).

Impõe-se a pergunta: será que depois de tantas palavras ainda há alguma coisa a dizer sobre o terrorismo islâmico? Será que já não foi escrito tudo e mais alguma coisa? Não. Falta sempre, e há sempre alguma coisa a dizer. E este gesto é provavelmente a única, e a melhor homenagem que nós, cidadãos, podemos fazer às vítimas de Barcelona.

Escrever mais um texto é simultaneamente não cair na tentação da indiferença de mais um ataque terrorista, e não cair na tentação da banalidade dos acontecimentos, nas estatísticas das vítimas. É evitar o quotidiano do medo. E é por isto que sou mais um a escrever sobre os ataques das Ramblas.

A 17 de Agosto, Barcelona entrou para a lista negra das cidades Europeias vítimas do terror. Palcos do pior que há nos homens.

E não tentemos racionalizar estes acontecimentos. Não tentemos justificar actos criminosos com explicações conjunturais de natureza social ou económica. Não há justificação para a matança das Ramblas, como não houve justificação para a matança de London Bridge ou para a matança no mercado de Natal de Berlim.

O atentado de Barcelona não foi diferente dos anteriores em Manchester, Londres ou Nice. Tal como nesses, no de Barcelona há um “nós” e há um “eles”. E a diferença não reside no ser, no acreditar ou no pensar mas no fazer. Eles mataram inocentes. Nós fomos as suas vítimas.

E isto tem que ficar claro: há um “nós” inocentes e há um “eles” terroristas islâmicos. Há um “nós” vítimas e há um “eles” culpados.

O 17 de Agosto em Barcelona não revela uma potencial fraqueza das autoridades Espanholas, que como sabemos têm neutralizados várias células terroristas e evitado vários ataques aqui e ali, mas a imprevisibilidade característica deste tipo de ataques.

Já o escrevi e repito: devemos fazer ou mudar alguma coisa? Não. Pelo menos se quisermos continuar a viver à nossa maneira. Como escrevi na altura do 22 de Março em Londres, a vida continua para aqueles que tiveram a sorte, sim, a sorte, de não estar naquela icónica Rambla que nos leva ao Mediterrâneo.

Mas não mudar nada no nosso quotidiano não significa que não possamos exigir mais aos nossos Governos. E exigir mais significa identificar mesquitas de propaganda política que não são mais do que buracos de lavagem cerebral de jovens e adultos. Exigir mais significa encerrar mesquitas onde se ensina o manifesto do Estado Islâmico e onde se planeiam ataques cobardes a inocentes como nós. 

Exigir mais significa repensar as relações diplomáticas com países do Golfo como o Qatar, a Arábia Saudita e o Kuwait. Países que não são mais do que fontes de financiamento de mesquitas salafistas que não servem mais do que centros de propagação da Sharía na Europa.

Dirão: este delirou. Respondo: longe disso.

Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa, e financiadas por Estados supostamente “amigos”? Quantos mais vão ter que ser esmagados por carros para dizermos basta? Se queremos manter as nossas Democracias temos que ser claros quanto a isto: não há espaço para ninhos de culto terrorista na Europa.

Em 2015, a Tunísia, país maioritariamente muçulmano, encerrou perto de 100 mesquitas salafistas que não eram mais do que antros de fanáticos e potenciais assassinos. Porque é que não fazemos o mesmo? Que suposta superioridade moral é essa que nos impede de reconhecer que para mantermos as nossas liberdades há linhas que têm que ser cruzadas? De quê é que estamos à espera?

Perdoem-me mas não há diálogo possível ou integração possíveis. E não há diálogo possível ou integração possíveis porque não podemos desculpar, racionalizar ou justificar os atentados de Barcelona, Bruxelas, Paris e Estocolmo.

Não temos que pedir desculpa por sermos Europeus, por nos embebedarmos a níveis de pré-coma alcoólico nas Ramblas ou por irmos nus tomar banho às seis da manhã a Barceloneta. Somos assim. É esta a nossa natureza. Acusem-nos de “infiéis”. Assumirei tal adjectivo como um elogio sobre os Homens livres.

Basta de justificação, basta de pedirmos desculpa, basta de acharmos que o problema é nosso e que está em nós e no nosso modo de vida. Nós somos os inocentes e eles, os terroristas, os culpados.

Como escreveu Rosa Díez, “El mejor homenaje a las víctimas y la mejor herencia que podemos dejar a las próximas generaciones es que no pidamos perdón por vivir en democracia”.


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O colunista do Observador não pode ir mais longe. Porque o problema não são as "certas mesquitas". Se um padre ou um rabino pregassem a morte dos "infiéis", as respectivas congregações seriam as primeiras a denunciá-los.
O problema é que o Islão é isto, sempre o foi e sempre será. A excepção são as mesquitas e os imãs moderados - que os há, mas pouquíssimos!
E de que serve uma mesquita ter fama de moderada se a doutrina é terrorista, genocida, criminosa, supremacista, ainda que para fora eles digam outra coisa?
Eis o que se ensina às crianças nas mesquitas "moderadas":


O Poder decidiu islamizar o Mundo:





Karl Popper e o Paradoxo da Tolerância
"A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância.
Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, então, os tolerantes serão destruídos, e a tolerância juntamente com eles.
Essa formulação não implica que devemos sempre suprimir as filosofias intolerantes, desde que tenhamos mecanismos para combatê-las com argumentos racionais, e que possamos mantê-las sob controlo diante da opinião pública. [.......] Devemos, portanto, em nome da tolerância, reivindicar o direito de não tolerar os intolerantes.
Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser considerado fora da lei, e considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal."

- Fonte: Livro "A Sociedade Aberta e os seus inimigos".

 Não é segredo, está à vista de toda a gente:


domingo, 20 de agosto de 2017

Alemanha: 6 meses de prisão por foto da colaboração nazi/muçulmana


O Islão e o Nazismo foram aliados. É um facto histórico tão indesmentível como a II Grande Guerra. Houve diversos batalhões muçulmanos a combater ao lado de Hitler, e o Grande Mufti de Jerusalém foi o principal incentivador do Holocausto. Aliás, os movimentos islamistas como o Hamas, continuam a defender a doutrina nazi, e o livro de Hitler é um best-seller no mundo islâmico.

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

Michael Stürzenberger é alemão. Postou no seu Facebook uma imagem de Hitler a apertar a mão ao Grande Mufti. Apanhou 6 meses de prisão, apenas por dizer uma verdade histórica. Aqui o temos a dizer de sua justiça:

O Juiz era do calibre deste pró-islamista, decerto. As pessoas que foram assistir ao julgamento foram tratadas como terroristas (como se fossem elas que andassem aí a fazer explodir) e as suas identidades recolhidas (decerto para irem constar das listas).
Este senhor não é o único preso por dizer a VERDADE sobre o Islão, longe disso!
O caso merece destaque devido ao momento peculiar que estamos a viver:
Não tem havido um único dia sem ataques terroristas aqui na Europa, como os nossos leitores e amigos devem saber, por muito que evitem jornais e TV. Em resposta a esses ataques jhadistas islâmicos, os poderes político, judicial e os media, estão a rotular quem se opõe à islamização da Europa como... nazi!
O comunista, islamófilo e auto-proclamado assassino João Quadros tem sido dos mais efusivos nessa tarefa, curiosamente.
Em Barcelona, por exemplo, a Esquerda saiu à rua após o massacre da passada quinta-feira, em manifestação de apoio ao Islão, sob a designação de "manifestação anti-racista".
Outros cidadãos saíram à rua em manifestação de apoio às vítimas.
A Imprensa e o Poder apelidaram estes últimos de... nazis!
É perversamente irónico! 


 E Não Sobrou Ninguém
"Quando os nazis levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata.
Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista.
Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu.
Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"

Martin Niemöller


Martin Niemöller, pastor luterano e opositor ao Nazismo.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Carta aberta a Luís Silva, o amigo dos "refugiados"


(...) possuímos conterrâneos do calibre de Luís Silva, o herói que, sem receio de arranjar bolhas nos pés e aparecer no “Público”, executa “uma caminhada solitária de 500 quilómetros pela costa alentejana e algarvia até à fronteira com Espanha” a fim de “angariar fundos para associações que ajudam refugiados” (de modo a simular as condições dos ditos, Luís Silva “leva na mochila uma muda de roupa, uma lata de salsichas e de atum e um saco-cama”. O “Público” não informa se, a benefício do realismo, o rapaz tentará afogar um cristão na Praia da Rocha).
Alberto Gonçalves, A Estátua da Nulidade

Olá Luís Silva,
- Teve notícias do Massacre de Barcelona, levado a cabo pelos seus amigos "refugiados"? Não lhe pesa a consciência por estar a defender bárbaros ASSASSINOS, piores que os nazis e os comunistas?
- Consegue entender que as pessoas a quem  chama "refugiados da guerra na Síria" não são refugiados, não vêm da Síria e são responsáveis pela onda de terrorismo que assola a Europa? Ou já está no estado em que entra em crise histérica se lhe tentam mostrar que está errado?
- Vamos tentar explicar-lhe algo que uma criança de 4 anos já entende: todo o efeito tem uma causa.

1 - A União Europeia e as lideranças políticas fecham os olhos à invasão islâmica. Aqui, vemos mais um grupo de colonos a desembarcarem em Espanha:


2 - Assim que chegam, os muçulmanos, cuja ideologia supremacista os manda atacar, matar, estuprar ou escravizar os não-muçulmanos, passam à acção e começam a aterrorizar as populações locais. Aqui, colonos muçulmanos causam o caos em Espanha:


3 - Escandalizados perante a visão de pessoas que recusam a conversão ao Islão, apesar dos seus melhores esforços, os muçulmanos aderem a células terroristas e desatam a matar os infiéis. Aqui, o massacre de 14 inocentes esta quinta-feira, em Espanha:


Luís Silva,
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a guerra da Síria não é em África, no Paquistão, ou em qualquer das dezenas de países islâmicos de onde chegam os "refugiados da Síria".
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se constatar que o grosso dos "refugiados da Síria" são homens e são jovens, exactamente a população que, numa guerra, está mais capacitada a defender os seus.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se verificar que os países muçulmanos não recebem nem um destes pseudo-refugiados.
 - Não é preciso ser-se um ás em Política para se ESTUDAR e se constatar que o Islão é terrorista e genocida por natureza - até porque são os próprios muçulmanos que o admitem. E não colhe o argmenyo de que "nem todos são". Nazis são nazis, mafiosos são mafiosos, muçulmanos são muçulmanos!
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que a esquerda defende a invasão islâmica porque os muçulmanos votam à esquerda e só assim a esquerda consegue aceder ao poder, hoje em dia:

França: voto muçulmano torna impossível vitória de um candidato não pró-islâmico

É por ser comunista que o Luís defende a colonização islâmica?
- Não é preciso ser-se um ás em Política para se entender que, tal como os nazis, os muçulmanos têm que ser travados, ou pereceremos TODOS. Mesmo você, Luís Silva. Não pense que eles o vão poupar, mesmo após este seu gesto de submissão. Eles odeiam-no ainda mais pela sua patética cobardia.

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QUER ESTUDAR, LUÍS SILVA?

 Então veja as nossas secções:
Temos milhares de posts a explicar tudo isto, com provas, com vídeos (a canalha do Google/YouTube censura tudo, mas vai dando para ver), com depoimentos de ex-muçulmanos, etc., etc.. Depois não diga que não foi avisado.

Os Cagalhões Desprezíveis

Invasão Islâmica - as pessoas começam a entender!

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


A Invasão que eles escondem -conclusão




Outro cidadão europeu que aprova a invasão islâmica camuflada como "refugiados da guerra na Síria". É esta a sua gente, Luís Silva.



Consegue ver estes dois pequenos vídeos, como introdução ao tema?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

João Quadros: AMEAÇAS DE MORTE e PONTAPÉS NA C***


Já há anos que João Quadros insulta Laura Ferreira apenas por esta ser Esposa de um político conservador. Para mais insultos e ameaças de pancada e de morte, visitar o site JOÃO QUADROS A INSULTAR:


Introdução: O conhecido esquerdopata João Quadros chamou "nazi" a Passos Coelho (ex-Primeiro Ministro e líder do PSD) por este não querer que a entrada de colonos muçulmanos em Portugal se faça tão desbragadamente como este governo de extrema-esquerda está a fazer.
Quadros, como todos os esquerdopatas, anseia pelos colonos muçulmanos. Odeia tanto a sociedade em que vive, que conta com os muçulmanos para a destruírem.
Deve estar a festejar o enriquecimento cultural de hoje em Espanha. E odeia tanto quem se opõe à islamização, que voltou a festejar o câncer que aflige a mulher de um político que não pensa exactamente como ele.
(Aos nossos muitos amigos brasileiros que não sabem quem é este João Quadros: é uma espécie de Gregório Duvivier luso, um menino rico que não cresceu, maconheiro, esquerda-caviar, famoso por ser famoso e por escrever graçolas sem graça, que cultiva os mesmos tiques de superioridade e o mesmo desprezo pelo povo).
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Já há anos que João Quadros faz as mais abjectas piadolas com Laura Ferreira, Esposa de Passos Coelho:
Inclusive ofereceu-lhe "pontapés na co**" - ver tweet acima.
Uma verdadeira obsessão, um ódio de morte. Se não fosse de esquerda estaria preso.
Esta gente que passa vida a proferir ataques miseráveis contra políticos como Passos ou Trump, não poupando nem os familiares, ficaria indignada se fizessem o mesmo ao Jerónimo de Sousa ou ao Obama.
É essa diferença de tratamento que é grave. Quanto a este idiota, é apenas um idiota, que se não tivesse o nome de família e as cunhas que tem, e se não pertencesse à pandilha esquerdista que domina os media e o espectáculo, seria apenas mais um idiota da aldeia, a quem ninguém liga.

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João Quadros, um ícone do politicamente correcto.

João Quadros é uma de muitas vozes que diariamente despejam na TV, na rádio e nos jornais, toneladas de Marxismo cultural, de esquerdismo panfletário, de ódio gratuito, de mentalidade decadente, de inversão de valores, de aplausos às ideologias comunista e islamista e de ódio às democracias.
Como ele há milhares, a trombetearem a sua propaganda, a fazerem lavagem ao cérebro às pessoas. 

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André Ventura, o homem que o sistema odeia, porque diz algumas verdades.

André Ventura, que ficará na História como o primeiro político não politicamente correcto de Portugal, disse que esmurraria João Quadros, por este se ter regozijado à com a doença de Laura Ferreira. E a delicada sensibilidade dos camaradas de João Quadros abespinhou-se. A Imprensa, que está branquear a alma negra de João Quadros, não poupa André Ventura. Nunca poupou:

Abriu a caça ao André Ventura!  


Mas ninguém se abespinhou em todos estes anos em que Quadros distribuiu insultos (e não estamos a falar de comédia, atenção!) ameaças de morte e de pancada a todos os que não lêem pelo seu Livro Vermelho. Não a desconhecidos em picardias da Internet, mas a figuras públicas.
Imaginemos que era uma figura pública cristã e conservadora a distribuir ameaças de pancada, ameaças de morte, insultos refinadamente obscenos. Já teria sido mediaticamente linchado. Já teria perdido o emprego e a reputação!

Fica aqui uma breve amostra, que pode consultar no site JOÃO QUADROS A INSULTAR:













Em resposta a esta polémica, João Quadros não só não pede desculpas como redobra os insultos e escreve:
"E que fique claro não me sinto vítima de perseguição,odio, maus olhados, piadas com os meus filhos, etc Zero Estou me a cagar para vocês".
Claro que está a "cagar-se" para todos nós! Ele tem um tacho eterno que lhe garante uma pequena fortuna em cachets, a escrever piadas secas e a participar todos os painéis de comentadores!
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P.S. - Dizem-me que é da droga. Pois seja, mas se um cidadão normal beber cinco litros de vinho e fizer metade do que ele faz, é capaz de malhar com os ossos na cadeia. Já ele, recebe prebendas e aplausos e ninguém lhe vai à mão. Os camaradas que pregam a "igualdade" são assim...
P.P.S. - Mais um bocadinho da arte e sabedoria de João Quadros, e do que hoje em dia se considera ser intelectual e de bom tom (desde que venha da esquerda - e só da esquerda podem vir coisas intelectuais e de bom tom):

Alguns mimos dedicados ao então Presidente da República Cavaco Silva (note-se que para esta gente, o Nicolás Maduro, o aiatola Khameini ou o Kim Jong Un, são 5 estrelas):
 

 











Sempre os insultos às esposas:


Sempre a mesma obsessão comunista por matar quem não o é:



Aqui são mimos dirigidos a pessoas que não são da extrema-esquerda, por não serem da extrema-esquerda:








Aqui afiança que vai vandalizar um estabelecimento:


Aqui, festeja a morte de Eusébio:









Um rapaz que não é de Lisboa respondeu a Quadros. Eis como o comunista vê quem não vive em Lisboa:




De notar que Quadros evoca o Diabo, que é a quem gente como ele adora.

Etc....