quarta-feira, 29 de março de 2017

História de Israel - Guerra dos Seis Dias

Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:

Bibliografia:
Stand With Us.  
Jewish Virtual Library 

Myths and Facts



Os três protagonistas de uma foto histórica voltam ao Kotel, juntos.


Guerra dos Seis Dias

A Guerra dos Seis Dias representou uma impressionante vitória das forças israelitas, apesar de todas as probabilidades estarem contra o pequeno país, que então estava apenas na sua segunda década de existência. Atormentado pelos ataques de seus vizinhos árabes desde 1948, Israel conseguiu contudo realizar um ataque surpresa, derrotar os bem financiados exércitos árabes e ganhar partes significativas de terra, incluindo a Cidade Velha de Jerusalém.

Após a vitória de Israel na Campanha do Sinai na década de 1950, o presidente egípcio Gamal Abdel Nasser prometeu buscar vingança pelas perdas árabes. Em 1960, Israel tentou chegar a a acordo com os seus vizinhos árabes e negociar um tratado de paz. O Presidente Nasser respondeu que os árabes nunca reconheceriam o Estado judeu e que uma negociação pacífica era impossível. Em 1964, a OLP, a Organização de Libertação da Palestina, foi fundada, com o objetivo explícito de "libertar" a Palestina através da erradicação do Sionismo e da destruição de Israel. A maior e mais influente facção da OLP, a Fatah, dominou a OLP, e o líder da Fatah, o terrorista egípcio Yasser Arafat, tornou-se o presidente da OLP.

OLP passou a lançar ataques contra Israel, aos quais Israel respondeu militarmente. Os árabes infiltraram-se em Israel através da Jordânia, da Faixa de Gaza controlada pelo Egipto e através do Líbano. As hostilidades afectaram Israel em todas as frentes. No norte, o governo israelita, para aumentar o suprimento de água para os seus cidadãos, construiu a National Water Carrier, que desviou a água do rio Jordão para Israel. A Síria opôs-se ao aqueduto e começou a bombardear as povoações israelitas a partir da sua posição estratégica nos Montes Golan. Os ataques aumentaram em intensidade em 1965 e 1966. Em abril de 1967, a Síria informou falsamente que Israel estava a reunir tropas em preparação para um ataque, pedindo a Nasser para vir em seu auxílio.


 A Guerra Acabou - Vitória Total de Israel.


Enquanto isso, na fronteira egípcia, as tensões continuavam a crescer, desde a Campanha do Sinai, uma década antes. A Força de Emergência das Nações Unidas, posicionada na Península do Sinai como um amortecedor entre Israel e Egipto, foi mandada retirar-se por Nasser, uma demanda que a UNEF cumpriu. Em 22 de maio de 1967, o Egipto bloqueou o Estreito de Tiran, na costa de Eilat, proibindo qualquer navio de sair ou entrar em Israel. Os suprimentos de Israel, incluindo os embarques críticos de petróleo, foram cortados. Esta foi a segunda vez que os estreitos foram bloqueados. Após o incidente de 1956, Israel recebeu garantias internacionais de que continuaria a ter direito de transporte no estreito, e Israel deixou claro que outro bloqueio seria considerado um acto de guerra. O Egipto e a Jordânia assinaram rapidamente um tratado que prometeu ajuda mútua. Forças árabes foram mobilizadas e reunidas na fronteira israelita.

Os Exércitos da Síria, Egipto, Jordânia e Líbano, estavam prontos para a guerra. As tentativas de paz fracassaram, e os Estados Unidos permaneceram neutros durante o conflito, deixando Israel isolado. Israel foi ficando cada vez mais alarmado com a rectórica e as acções dos Árabes. As Forças de Defesa de Israel sabiam que se tomassem uma posição defensiva, à espera de serem atacadas, não conseguiriam resistir à poderosa coligação das forças unidas árabes. Em vez disso, Israel foi para a ofensiva, lançando um ataque surpresa contra o Egipto.


Tocando o shofar a anunciar o cumprimento da Profecia.


Dos quatro países árabes que se propunham mais uma vez obliterar Israel, o Egipto era o que tinha a maior força aérea. Em 5 de Junho de 1967, por volta das sete da manhã, quase toda a Força Aérea israelita, com excepção de alguns aviões de combate que ficaram para trás como defesa, partiram para o Egipto. A escolha do início da manhã foi deliberada - Israel sabia que a maior parte dos aviões egípcios estariam em terra, e os oficiais ainda a tomarem o pequeno-almoço ou a dirigirem-se para o serviço. Israel também conseguiu escapar dos radares egípcios, voando por rotas inesperadas. A aposta de Israel compensou: 309 dos 340 aviões egípcios foram demolidos. As forças terrestres então movimentaram-se, protegendo a Península do Sinai e a Faixa de Gaza.

Certo do seu sucesso na fronteira egípcia, Israel voltou-se para a fronteira jordana, a leste. O primeiro-ministro Levi Eshkol pediu que o Rei Hussein da Jordânia não se envolvesse no conflito, mas logo no dia 5 de Junho, a Jordânia começou a bombardear Jerusalém Ocidental - a secção israelita. Na manhã seguinte, as Forças Aéreas da Jordânia e da Síria tinham sido largamente destruídas, e as tropas terrestres avançavam para a cidade de Jerusalém. Na manhã de 7 de Junho, a Legião Jordana foi derrotada, e os pára-quedistas israelitas tomaram a Cidade Velha. Num dos momentos mais emocionais do Israel moderno, os judeus chegaram ao Muro das Lamentações pela primeira vez em décadas, e o local mais sagrado do Judaísmo passou a estar sob controle judaico pela primeira vez em 2.000 anos. O capelão do IDFRabi Shlomo Goren, fez soar o shofar para assinalar a vitória de Israel. Naquela noite, um cessar-fogo estabelecido pela ONU entre Israel e a Jordânia entrou em vigor.


Soldado israelita refresca-se no Suez.


Visto que a Jordânia se envolveu na luta, muitos colonos árabes que viviam na Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia) fugiram, não querendo ser apanhados no fogo cruzado entre as tropas jordanas e israelitas. Aproximadamente 325.000 árabes ditos “palestinos” fugiram para a Jordânia. O IDF evacuou alguns pela força. Muitos foram autorizados a retornar. Outros receberam ofertas de assistência do governo israelita para se estabelecerem em outros lugares. No entanto, o problema dos refugiados, que começou em 1948, foi exacerbado, com novos refugiados e pessoas deslocadas aumentando a população de refugiados existente.

Proteger a fronteira do norte da Síria mostrou-se o mais difícil. Os sírios tinham a vantagem estratégica da posição mais alta que ocupavam, e as escassas forças israelitas no norte só poderiam ser reforçadas assim que as fronteiras jordana e egípcia estivessem garantidas. Em 9 de Junho, as forças israelitas conseguiram romper as linhas sírias, ganhando o controle das Colinas de Golan. No dia seguinte, a Síria e Israel assinaram um acordo de cessar-fogo.

Os países árabes esperavam uma vitória rápida e decisiva sobre o isolado Israel. As perdas sofridas pelos países árabes foram devastadoras - o Egipto, a Jordânia e a Síria perderam um total combinado de 18 mil soldados. Em comparação, o IDF perdeu 700 soldados, uma perda ainda assim significativa para um país tão pequeno. Os países árabes também perderam muitos dos seus aviões e armamento.




Os territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias - sobretudo a Faixa de Gaza e a Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia) - têm sido objecto de muita disputa. Durante os Acordos de Camp David em 1978, Israel deu a Península do Sinai ao Egipto. Essa dádiva, de cerca de dois terços do seu território, em troca de um acordo de paz, foi mais um de muitos sinais de boa vontade por parte do Estado Judaico, que logo na restauração da sua independência deu 88% do seu território aos colonos árabes para estes fundarem a Jordânia, um país completamente inventado, sem História.

Israel manteve o controlo sobre os locais sagrados judaicos em Jerusalém, mas permitiu que o Monte do Templo, indiscutivelmente o lugar mais sagrado no Judaísmo, permanecesse sob controlo muçulmano. Em 2005, Israel renunciou ao controle da Faixa de Gaza a favor da chamada “Autoridade Palestina”. Os habitantes de Gaza escolheram ser governados pelos terroristas do Hamas, ainda mais radicais. Desde então, o território de Gaza serve de base para ataques terroristas contra Israel.



DOCUMENTÁRIOS SOBRE A GUERRA DOS SEIS DIAS:




NÃO SE PODE VENCER UMA PROFECIA:

terça-feira, 28 de março de 2017

BBC Brasil: Terrorista de Londres pode ser um Lutador da Liberdade



Raramente, se é que alguma vez sucedeu, a BBC se refere a actos de violência politicamente ou nacionalisticamente motivados contra israelitas como sendo terrorismo. No entanto, a BBC não hesita em chamar terrorismo ao terrorismo quando se trata de ataques em solo britânico, sejam estes levados a cabo por republicanos irlandeses ou pelos chamados lobos solitários, inspirados pela Jihad Islâmica.

Dada a necessidade de atender ao seu público interno, não foi uma surpresa que a BBC tenha classificado o terrível ataque terrorista da semana passada na Ponte de Westminster e no Parlamento de Londres, como um acto de terror. O público britânico aceitaria menos?


No entanto, os pagadores da taxa de TV e Rádio do Reino Unido, que custeiam a BBC e os políticos que ficaram sitiados  durante várias horas durante e após o ataque ao símbolo da democracia britânica, teriam ficado indignados com a política da subsidiária brasileira da BBC.

Quando um consumidor de notícias interessado questionou na página do Facebook da BBC Brasil porque é que o ataque terrorista de Londres tinha sido descrito como um "incidente", a resposta foi chocante:



Ironicamente, a taxa de licença da BBC, paga pelo público britânico, é definida pelo governo britânico, e promulgada pelo próprio Parlamento que foi submetido a um ataque terrorista. Embora a taxa de licença não financie muitos dos serviços de língua estrangeira da BBC, estes são considerados um braço importante para espalhar a influência da cultura britânica no exterior.

Assim, enquanto o Membro do Parlamento  Tobias Ellwood, Ministro para o Médio Oriente  e África no Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico, lutou bravamente para salvar a vida do agente da Polícia Keith Palmer, a subsidiária brasileira da BBC não só se recusou a chamar ao assassino do agente Palmer terrorista, como questionou se ele poderia ser qualificado de terrorista.

O  Editor da Honest Reporting, Simon Plosker, diz:

Será esta a mensagem que a BBC pretende difundir, em Português ou em outras línguas - de que um horrendo ataque terrorista contra membros do público e contra os políticos britânicos é simplesmente para ser tratado como um "incidente", sem qualquer julgamento moral?
Mesmo em Português, o público britânico e o governo entenderão que a BBC não só trai as vítimas do terror em todo o mundo, como está agora preparada para fazer o mesmo às vítimas à sua própria porta.



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O nosso breve comentário: a devoção da BBC aos terroristas islâmicos e às ditaduras islâmicas é por demais conhecida. É impossível acompanhar a avalancha diária de encómios tecidos por essa prestigiada (!!!) estação de TV e Rádio ao reinado de terror do Islão global. Ficou célebre, por exemplo, a canonização do terrorista islâmico e canibal Abbu Sakkar:

Abu Jihadista Canibal


Não sabemos mesmo se a BBC não estará a cobiçar o título de publicação mais jihadista do mundo ao conhecido Al-Público, o maior ninho de serventuários do Islão no Mundo Livre! 

Se estiver interessado em dar uma vista de olhos na bandalheira islamo-comunista que é hoje o jornalismo, dê uma vista de olhos na nossa secção homónima, sff..

Sobre anti-semitismo nos media, isso nem vale a pena abordar. É um pré-requisito, nos tempos que correm. Nomeadamente na BBC

domingo, 26 de março de 2017

Nova Ordem Mundial Para Totós


Entenda porque é que o Sistema está em pânico com as vitórias de Trump, de Victor Órban, de Benjamin Netahyahu, de Malcolm Turbull, o Brexit, o sensacional segundo lugar de Geert Wilders na Holanda, o abrir da pestana das massas para a desinformação e propaganda grosseira que lhes servem como sendo Jornalismo:

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

Marionetas esquerdistas anti-Trump clamam pelo globalismo (os cartazes apelasm ao fim das nações e das fronteiras), e pela islamização global. As forças do Mal unem-se e criam o caos, contra o inimigo comum: a Liberdade, a Democracia, o Direito, a Moral; a civilização judaico-cristã. A Civilização.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Olha! Jihad Automóvel em todo o Mundo!


"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

 Na sequência de:

Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

Olha! Mais Jihad Automóvel em Itália!


ALGUNS ATAQUES RECENTES DA JIHAD COM AUTOMÓVEL E FACA: 
O ataque terrorista de hoje em Antuérpia é o mais recente de uma série de incidentes semelhantes em todo o mundo, onde extremistas usaram veículos como armas. 
Ontem, quatro pessoas foram mortas num massacre nas imediações do Parlamento Britânico, em Londres, quando um terrorista inspirado pelo ISIS esmagou peões e esfaqueou um polícia. 
Foi morto a tiro por polícias armados. 
No Dia da Bastilha, no Verão do ano passado, 86 pessoas foram mortas quando um camião foi atirado contra a multidão que assistia ao fogo de artifício em Nice. 
Quatro meses depois, um massacre inspirado pelo ISIS foi realizado na Alemanha, quando um terrorista atirou um camião contra um mercado de Natal em Berlim. 
Doze pessoas morreram no ataque, em 19 de Dezembro. 
Este ano, um motorista de camião ‘palestino’ atropelou e depois fez marcha-atrás e voltou a atropelar, um grupo de soldados israelitas. 
O ataque ocorreu em 8 de Janeiro e matou quatro pessoas. 
Até agora, morreram quatro pessoas no ataque de Westminster Bridge, que ocorre no aniversário de outro acto mortal de terrorismo em nome do Estado Islâmico, em Bruxelas, que matou 32 pessoas. 
A revista de propaganda da ISIS pede regularmente aos atacantes solitários que usem camiões e outros veículos como armas mortais. 
Em resposta à ameaça de terror, a França está em processo de construção de um muro à prova de balas, em torno da Torre Eiffel, destinado a proteger o marco icónico de potenciais jihadistas. 
(É um muro bonzinho, porque é na França socialista e islamófila. Se fosse em Israel ou nos Estados Unidos, para SALVAR VIDAS, era um muro mauzão!).
A seguir, recordamos alguns dos casos mais aparatosos, de que aqui falámos na devida altura:
TERROR EM WESTMINSTER


Ontem, no primeiro aniversário de um ataque terrorista inspirado pelo ISIS em Bruxelas, que matou 32 pessoas, houve terror nas ruas de Londres. 
Quatro pessoas morreram quando um extremista islâmico atirou o seu Hyundai 4x4 contra a multidão, em Westminster Bridge, esmagando pedestres e ciclistas. 
Quarenta pessoas ficaram feridas.
Depois de bater com o carro nas grades da Câmara dos Comuns, o atacante correu para o edifício icónico e esfaqueou um polícia até à morte. 
O atacante foi morto a tiro por polícias armados.

DIA DA BASTILHA

 
Na noite de 14 de Julho de 2016, um camião de carga de 19 toneladas atropelou a multidão que celebrava o Dia da Bastilha na Promenade des Anglais, em Nice.
O "migrante" tunisino do ISIS, Mohamed Lahouaiej-Bouhlel, estava ao volante, e depois de trocar tiros com a Polícia, foi morto a tiro.
86 pessoas morreram e 434 ficaram feridas.
MERCADO DE NATAL DE BERLIM

Um camião esmagou a multidão num mercado de Natal na Breitscheidplatz, em Berlim, Alemanha. 
Anis Amri roubou um camião de carga e matou 12 pessoas. 
Entre a dúzia de pessoas mortas no ataque terrorista inspirado pelo ISIS a 19 de Dezembro de 2016, estava o motorista original do camião, Lukasz Urban, que foi encontrado, morto a tiro, no lugar do passageiro. 
Amri era um tunisino que não conseguira obter asilo político no país. Foi morto em Milão quatro dias depois, após uma caçada internacional.

 ATAQUE A SOLDADOS EM JERUSALÉM
Em 8 de Janeiro deste ano, um 'palestino' chamado Fadi Qunbar, de 28 anos, atirou um camião contra um grupo de soldados israelitas que visitavam um ponto turístico popular em Jerusalém, matando quatro pessoas e ferindo 15, numa imitação chocante dos massacres de terror de Berlim e Nice.
O vídeo chocante da cena mostra o motorista a fazer marcha-trás sobre os soldados, deixando 10 deles sob as rodas.
Nota: agências noticiosas particularmente amigas da jihad, como a Associated Press, não consideram a matança de israelitas como terrorismo. 

OHIO STATE UNIVERSITY

Um refugiado somali feriu 13 pessoas quando atingiu com o seu carro um grupo de pessoas na Ohio State University, em Columbus. 
Abdul Razak Ali Artan foi morto a tiro pela Polícia. O ISIS alegou, através da sua agência de notícias Amaq, que ele tinha agido em nome do grupo terrorista. Depois de esmagar as pessoas com o carro, saiu e tentou esfaquear mais pessoas.

 ATAQUE AO PARLAMENTO CANADIANO

O ataque terrorista ao Parlamento Britânico tem semelhanças impressionantes com o assalto ao Parlamento do Canadá em Outubro de 2014. 
Esse incidente também combinou o uso de um veículo como arma e um ataque à Polícia - e não teve consequências muito piores graças à rápida reacção das forças de segurança. 
Um atirador, mais tarde identificado como Michael Zehaf-Bibeau, matou uma sentinela que guardava um memorial de guerra perto do edifício do Parlamento, em Ottawa.
Entrou no carro e dirigiu-se para o Parlamento, ainda empunhando a espingarda de caça, antes de sequestrar outro veículo e se dirigir para o edifício principal do complexo. 
Zehaf-Bibeau - um jihadista de 32 anos - chegou ao Parlamento, e alvejou um polícia, antes de ser ele próprio alvejado pelo sargento Kevin Vickers e depois morto por outro agente.
Fonte
Lembramos que este são apenas alguns dos ataques da jihad automóvel. Israel (leia-se os judeus de Israel) é o país mais atingido - ver INTIFACADA

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Os especialistas continuam sem conseguir descortinar o que provoca estes ataques...


O Islão não é, de certeza!

P.S. - E porque não ler o Alcorão e estudar a sua interpretação por parte das diferentes autoridades islâmicas? As pessoas passam a vida a dizer que o Alcorão é uma maravilha e nunca lhe leram uma linha. 

 

E JUNTE-SE-LHE O SENSO-COMUM:

Olha! Mais Jihad Automóvel em Itália!



"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".
 Na sequência imediata de:
Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

Itália: 'Norte-Africano' tenta atropelar Polícia e esfaqueia um  agente
por Liam Deacon, Breitbart, 23 de Março de 2017:

Um migrante "norte-africano" tentou atacar a polícia com um carro numa cidade do sul da Itália na quarta-feira, antes de atacar e ferir um agente com uma faca. 
A Imprensa italiana disse que o ataque no bairro ferroviário de Foggia "lembra a dinâmica" do ataque de quarta-feira em Westminster, em Londres, que vitimou três pessoas. 
Nota nossa : já são quatro os mortos, e os feridos estão contabilizados em 40. 
De acordo com o Repubblica, o "cidadão africano" não parou num controlo policial e tentou atropelar os agentes. Enquanto fugia no seu veículo, embateu num camião estacionado. 
Saiu do carro imobilizado e lançou um ataque à facada contra os polícias, tendo ferido um deles.
O ataque em Londres também começou com um homem atropelando polícias e membros do público com um veículo, antes de bater com o carro e esfaquear um agente. 
Houve um terceiro ataque semelhante na quinta-feira em Antuérpia, na Bélgica. Um homem "franco-tunisino" dirigiu o seu carro contra a multidão numa rua movimentada de compras, forçando os pedestres a fugir. O indivíduo foi parado pela Polícia antes que pudesse prejudicar mais pessoas, e transportava várias armas, incluindo facas.
Comentando o ataque da quarta-feira na Itália, Franco Landella, o presidente da câmara de Foggia disse que a alta população de imigrantes do Bairro da Ferrovia apresenta desafios agudos de segurança.

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Que grande racista e islamofóbico, que grande Trump, que grande  malandro que é o presidente da câmara de Foggia!!!!!!! Com que estão, os "migrantes" põem problemas de segurança!!! Ainda não percebeu que passar-nos com os carros por cima e matar-nos à facada faz parte da cultura islâmica, e que devemos respeitar a liberdade religiosa dos muçulmanos!!!


Em Israel, a Polícia há muito que vive no estado em que a Polícia europeia agora vive: alerta total. Estes processos de assassinar "infiéis" foram testados primeiro pelos terroristas em Israel, sobre os judeus (veja a nossa secção INTIFACADA). 
É por causa destas medidas de segurança (que agora são comuns em todo o Mundo, por causa da jihad islâmica) que o "foto-jornalista" do Hezzbolah, o Lobitinho Incha Lá e outros anti-semitas se queixam de "serem tratados como cães" quando são revistados no aeroporto em Israel - como toda a gente é, para o bem de todos. O esses marotos queriam era que mais terroristas matassem mais judeus... 
Os corruptos políticos europeus, pagos em petrodólares, ansiosos pelo voto islâmico e pela substituição populacional, continuam a importar bárbaros, e quem se opuser é um racista e islamofóbico.

A VOZ DO SENSO-COMUM:

Invasão Islâmica - as pessoas começam a entender!

A Invasão que eles escondem - 1

A Invasão que eles escondem - 2

A Invasão que eles escondem - 3

A Invasão que eles escondem - 4

A Invasão que eles escondem - conclusão


Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

Bélgica: Muçulmano que tentou esmagar infiéis levava  gás líquido, metralhadoras e facas no carro
O Daily Mail chama ao agressor um "muçulmano francês". Na verdade, ele mesmo negaria vigorosamente ser francês. Ele considera-se não um francês, não um europeu, mas um orgulhosos colono e um cidadão da umma global islâmica.


Há 1 ano, um massacre na Bélgica.  

Nos jornais, os comentadores, os especialistas, os opinadores, os jornalistas - os palhaços deste circo macabro, em suma - continuam a perguntar-se porque o que terá levado o terrorista de Londres, que "nasceu no Reino Unido, era casado, tinha filhos e era professor de Inglês", a atropelar uma multidão e degolar um polícia.
O facto de o ISIS ter reivindicado o ataque, o facto de ele ser um muçulmano  a cumprir o dever de guerra santa, o facto de ele ter várias condenações anteriores por ter atacado "infiéis", passa ao lado das "análises".
É como se durante a Segunda Grande Guerra tentássemos analisar as acções das tropas alemãs excluindo à partida a ideologia nazi. 


Entretanto, mais um ataque com carro e faca, um dia depois do de Westminster (e de vários ataque menos falados*).
* Por exemplo: 
"Polícia belga abate terrorista muçulmana. E se fosse em Israel?"
Mais um muçulmano que pega num carro carregado com armas e explosivos e carrega sobre a multidão de "infiéis". 
Porque terá sido? Qualquer análise que inclua o Islão como motivação deve ser à partida excluída porque é "racista" e "pode provocar o ódio". E que Alá nos livre de "provocar o ódio"!!! Mais depressa nos deixaremos todos esmagar e degolar, mais depressa daremos as nossas mulheres e filhos para escravos sexuais dos islamistas, do que correremos o risco de sentir ódio!!! Crescente Credo!

"Muçulmanos francês preso após tentar atirar um carro carregado com gás líquido, metralhadoras e facas contra a multidão, a alta velocidade numa movimentada rua comercial de Antuérpia"
de Gareth Davies, Mailonline, 23 de Março de 2017:
(...) A polícia belga, que confirmou que mais pessoal de segurança havia sido enviado para a área, disse que o carro ia a alta velocidade e que os pedestres tiveram que fugir para evitar ser atingidos.
(...) O ataque ocorre apenas algumas horas depois de três pessoas terem sido mortas em Londres por um terrorista que atropelou pedestres e ciclistas nas imediações do parlamento, antes de apunhalar um polícia até à morte.
(Nota nossa: já são quatro, as vítimas mortais)
A polícia belga prendeu o homem, chamado Mohamed R, de 39 anos, esta quinta-feira, depois de este ter tentado atropelar a multidão a alta velocidade, numa área comercial na cidade portuária de Antuérpia, por volta das 11 horas.
O suspeito, que não foi confirmado como um muçulmano, mas que tem o nome do profeta dessa religião e é dito ser um dissidente norte-africano, usava um camuflado quando foi preso. 
Forças de segurança belgas encontraram uma metralhadora e outras armas (...) no carro. 
O Ministério Público Federal também disse que as unidades de desactivação de bombas estavam no local para examinar o veículo. 
"O suspeito é Mohamed R, nascido em 8 de Maio de 1977, de nacionalidade francesa e residente na França", disse o comunicado.


Porque será que este tunisino a viver à custa do contribuinte francês, de nome Mohamed, fez este ataque em nome do ISIS? Eis uma pergunta misteriosa, que provavelmente nunca será respondida... Possivelmente foi devido ao aquecimento global. Ou ao Donald Trump e à "escalada do populismo". Talvez tenha sido por ser Sagitário com ascendente Peixes.


Aliás, daqui a uma semana já ninguém se lembra. Haverá novos ataques para fazer esquecer os anteriores, e os "especialistas" do costume ruminarão as mesmas banalidades durante horas a fio, iludindo a QUESTÃO ESSENCIAL. É para isso que são pagos.

 A VOZ DO SENSO-COMUM:




Mesmo quando os próprios muçulmanos explicam com todas as letras ao que vêm, há quem ache que é nosso dever acatar e submeter-mo-nos:

quarta-feira, 22 de março de 2017

Breves notas sobre o ataque terrorista de Westminster


Ainda hoje ouvimos o Primeiro-Ministro António Costa, insultar Geert Wilders, o político holandês que quer banir o terrorismo islâmico na Holanda. Chamou-lhe lobo sem pele de cordeiro, racista, homofóbico, xenófobo, etc.. 
Estão assim as coisas na Europa. Os muçulmanos, que seguem uma ideologia que os manda eliminar-nos e submeter-nos, são intocáveis. Quem denuncia esta nova tirania  que paira sobre a Europa, é demonizado.
Os Britânicos começaram a tomar em mãos a sua defesa contra os invasores, já que o Poder nada faz:


Podemos facilmente chegar a uma situação de guerra civil, se os responsáveis continuarem a demitir-se das suas obrigações e continuarem a deixar os cidadãos à mercê do Islão. Esperemos que ainda seja possível evitar a catástrofe.

ISLÃO É INSEPARÁVEL DE "JIHAD" (GUERRA SANTA)

Todos os dias, em todo o Mundo,  desde o século 7, o Islão persegue, escraviza, mata, tortura, estupra, mutila, milhares de inocentes.

- É mentira que o Islão seja uma religião de paz.
- É mentira que apenas uma minoria de muçulmanos defendam o terrorismo. 
Como pode haver quem continue a acreditar em tal absurdo, se as Escrituras muçulmanas, as declarações dos clérigos muçulmanos, e as acções dos muçulmanos demonstram o contrário???


Confira as estatísticas muçulmanas:
Muslim Statistics
 

As 4 Etapas da Conquista Islâmica


Maro explica:



O massacre de hoje é resultado de uma política de islamização:

 
Os países do Leste não querem mais ditaduras:
Já na Europa Ocidental, temos mais medo de ser chamados "racistas" do que de sermos mortos pelos muçulmanos:


TERRORISTAS CELEBRAM


Cartaz comemorativo do ataque, pelo ISIS/Estado Islâmico.

- O ISIS/Estado Islâmico celebrou o ataque com os tradicionais cânticos de "Allahu Akbar", chamando-lhe "abençoado", postando fotos horríveis das vítimas e imagens como a de cima, que mostra o Big Ben em chamas e a legenda:
"EM BREVE A NOSSA GUERRA SERÁ NA VOSSA TERRA. AINDA NEM COMEÇÁMOS. VAMOS CHEGAR EM BREVE. ESPEREM SÓ".

LAMENTÁVEIS POLÍTICOS


  
Roseanna Cunningham

- Para ilustrar os políticos que temos: a Secretária de Estado do Ambiente, Roseanna Cunningham, teve um ataque de histeria porque o ataque terrorista vai atrasar o voto sobre a independência da Escócia.


António Costa.

- Esclarecedor também, o comentário do Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa, a mais este ataque terrorista:
"Relacionando o atentado com a actualidade europeia, António Costa disse: “Em vez de perdermos tempo abrindo visões inúteis, criando conflitos entre nós, é triste ser necessário eventos destes para nos lembrarmos que temos que nos unir” (...) "urge uma “maior cooperação policial, maior cooperação judicial e maior troca de informações” entre os países europeus, assim como “trabalhar na prevenção dos factores de radicalização”.
Para além de continuar com a velha narrativa de que a culpa do terrorismo islâmico não é do Islão, Costa não conseguiu ainda digerir que os Britânicos saíram da União Europeia precisamente porque estão fartos do Islão, querem controlar as suas fronteiras e serem donos da sua segurança. 


Um dos terroristas, a ser socorrido pelos serviços médicos.

- E agora, vamos todos mudar a bandeira do nosso perfil do Facebook para a do Reino Unido? Vamos cantar, acender velas e acumular ursinhos de peluche no meio das praças? Ou já caiu na rotina e já não há pachorra? Para os massacres islamistas em África ou na Ásia, nunca houve. Para os ataques terroristas em Israel, apenas a condenação das vítimas.



O nosso respeito e profundo pesar por mais estas vítimas do terrorismo islâmico. Estas pessoas são mártires do politicamente correcto, da cobardia e da estupidez. Da venalidade dos políticos, dos jornalistas e dos líderes de opinião. De todos os que têm Poder e nada fazem para proteger os seus concidadãos do flagelo do Islão.


Vítimas do politicamente correcto e da islamização da Europa.

Mais um massacre islamista no Reino Unido

"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

A RELIGIÃO DA PAZ VOLTA A ESPALHAR A PAZ EM LONDRES
Testemunha viu muçulmano com uma faca de 8 polegadas a correr para o edifício do Parlamento.

"Uma testemunha disse ter visto um homem asiático com uma faca de oito polegadas a caminhar em direcção ao edifício."
"Asiático" é o código dos jornalistas para "muçulmano".

ACTUALIZAÇÃO - Vídeo retirado pela censura islamista; assim podem sempre alegar que foi mais um falso ataque blabla teorias da conspiração (aliás, os islamistas, enquanto celebram o ataque, dizem que ele nunca ocorreu e que ocorreu e foi Israel):


 
Terroristas, tiros, facadas, atropelamentos. Feridos, mortos. Mais uma vez, aqui na Europa. Mais uma vez, no Reino Unido. Desta vez a Polícia (que é de bom tom odiar) não conseguiu evitar, como faz todos os dias, desde há anos.

Nas Televisões, os comentadeiros e jornaleiros estão aos saltos e aos gritos, a isentar o Islão de responsabilidades. Não podem estar-se mais nas tintas para as vítimas. O que lhes interessa é inocentar a ideologia responsável pelo massacre.

Dantes eram "pessoas que não compreendiam o Islão". Depois passaram a ser "pessoas com problemas psiquiátricos". Agora são pessoas que matam e morrem "apenas para dar mau nome" ao excelente Islão!

O "Trâmpe"! O "Trâmpe" é que é preciso combater. O "Trâmpe" é que é mau, porque não quer esta gente nos Estados Unidos! Estes encantadores senhores que esmagam inocentes com os seus carros e que degolam polícias, estão apenas a espalhar a sua maravilhosa cultura e exercer o seu direito à liberdade religiosa.

80% dos muçulmanos de Londres (pelo menos!) estão delirantes:

80% dos muçulmanos de Londres apoiam ISTO *


É ESTE TERRORISMO QUE TAMBÉM ATINGE ISRAEL
Um atropelamento colectivo como o de hoje em Londres deu-se a 8 de Janeiro deste ano, em Israel (mas deste caso os media não falaram, obviamente):

Israelitas esmagados por terrorista islâmico. Jornalistas culpam camião.

Terrorista mata em Jerusalém. Jornalistas culpam camião.

Soldados hesitaram em atirar no terrorista, temendo repercussões legais 

A INTIFACADA é isto que aconteceu hoje em Londres. Só que, como é Israel, e são judeus que são atacados e assassinados, o Mundo acha bem, acha romântico.




A NOTÍCIA NO 'EXPRESS':


    "Tiroteio no Parlamento: 'Eu vi um homem com uma faca' - Testemunha relata carnificina de Westminster"    

por Katie Mansfield, Express, 22 de Março de 2017:

    
Uma testemunha do ataque de Westminster descreveu o terror que sentiu ao ver um homem com uma faca  a correr em direcção ao Parlamento. Três tiros foram disparados no ataque de Londres.

    
As testemunhas chocadas disseram que viram os corpos no chão, na ponte de Westminster,  perto do Parlamento.

    
Uma testemunha disse ter visto um homem asiático com uma faca de oito polegadas a correr em direcção ao edifício.

    
Jayne Wilkinson disse: "Estávamos a tirar fotos do Big Ben e vimos as pessoas a correr em nossa direcção, e um homem asiático com cerca de 40 anos, com uma faca com cerca de sete a oito polegadas de comprimento.

    
"Foram disparados três tiros, nós atravessámos a estrada e fomos ver. O homem estava no chão ensanguentado".
 

    "Ele vestia um casaco leve, calças escuras e uma camisa. ia em direcção aos portões do Parlamento, e a Polícia estava a persegui-lo." 

(...)

(O terrorista foi abatido. Se tivesse sido em Israel haveria já acusações de "execução extra-judicial" e muito, muito amor pelo "militante").

TÊM A PALAVRA OS "ESPECIALISTAS"...
Na TV, está um "especialista em Islão" (que ganha a vida a pregar as delícias islâmicas) a ruminar que os Britânicos mantêm uma "relação de confiança com a comunidade islâmica, para evitar que aquela rapaziada seja apanhada pelas garras dos extremistas" e que "está a ser desenvolvido um trabalho excelente com as mesquitas moderadas".
Eis o que se passa nas "mesquitas moderadas" do Reino Unido, uma sociedade já em avançado estado de islamização:





"Aquela rapaziada", dizia o grande especialista, como se estivesse a falar de miúdos traquinas que vão andar de skate para a escadaria da câmara municipal.
É curioso como é que não é preciso "trabalhar com" as comunidades anglicanas, católicas, judaicas, budistas, hindus, sikhs, ateístas, agnósticas, para evitar que se "radicalizem".