quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Europa já era, agora tentam apear Trump...

Conclusão de:

A Verdade que lhe escondem sobre Charlottesville

Golpe de Estado anti-Trump continua nos Estados Unidos



"Antifas" e outros esquerdopatas histéricos estão a exigir de Soros os seus pagamentos. Em dinheiro e tatuagens.

Pseudo-conservadores falam como os democratas (ter-se-ão juntado ao Partido Democrata?) e pseudo-republicanos do establishment  também.
O objectivo geral é o mesmo: fazer um golpe e derrubar um presidente legalmente eleito.
A coligação excremencial contra Donald Trump desde a sua eleição continua a ser maligna.
Ronald Reagan teve que lidar com sórdidas manobras e insultos, George Walker Bush teve que enfrentar cem vezes mais do que Ronald Reagan, quando os Estados Unidos estavam em guerra contra o terrorismo islâmico (e a esquerda americana comportou-se como aliada do terrorismo islâmico). Donald Trump enfrenta dez mil vezes mais do que George Walker Bush.
A coligação excremencial lançada contra ele inclui todo o Partido Democrata, boa parte do Partido Republicano, todos os intelectuais pseudo-conservadores, quase todos os principais meios de comunicação (incluindo metade da Fox News), os "antifas" (esquerdistas fascistas cada vez mais parecidos com os Khmer Vermelhos), o Black Lives Matter, as organizações étnicas negras e hispânicas, empresários de alta tecnologia, como o presidente da Apple e os do Facebook e do Google.
Esta coligação não recua perante nenhum meio sórdido e criminoso, como acabamos de ver em Charlottesville. Ele comporta-se em aliança com o esquerdismo totalitário e (os slogans em várias manifestações demonstram-no) do islamismo. Ela usa o medo do racismo e do anti-semitismo de extrema-direita nos Estados Unidos para promover o racismo e o anti-semitismo da extrema esquerda, muito mais presentes e infinitamente mais perigosos.

Esquerdopatas dos "Antifa" e afins admitem ser pagos pelo bilionário de extrema-esquerda e ex-nazi George Soros, enquanto ameaçam de morte toda a gente que não seja comunista, islamista e racista anti-Brancos:


Para acalmar a tempestade, Donald Trump deu a seus inimigos uma renúncia, a de Steve Bannon, cujas posições são constantemente distorcidas e que é objecto de um ódio intenso e convergente, apresentando-o constantemente como ele não é.
É, espero, uma decisão táctica que dará a Steve Bannon liberdade de falar e agir e que não mudará a revolução Trump. Espero que esta não seja uma maneira de Trump querer ser mais conciliador com os seus inimigos. No primeiro caso, a tempestade durará, mas a revolução Trump continuará. No segundo caso, os inimigos do Trump ganharão.
Devo dizer que a presença contínua do general McMaster na Casa Branca deixa-me céptico e preocupado. Vejo nele um defensor do apaziguamento do islamismo radical e do Irão, e um homem que não é amigo de Israel.
Enquanto a esquerda americana e seus aliados continuam a realizar o seu golpe, Donald Trump avança, mas a desinformação faz com que ninguém saiba o que ele está a fazer: é esse o propósito das operações de desinformação.

Dos terroristas racistas Black Lives Matter já falámos bastante neste blogue. Os "Antifa" são outra tropa de choque da aliança islamista-comunista-globalista. A CNN e a Imprensa em geral tratam-nos carinhosamente como "activistas que buscam a paz através da violência":


Como a esquerda americana e os seus aliados estão cuspir continuamente em Trump, os efeitos do escarro são sentidos globalmente. Trump é apresentado como um cretino vulgar por pessoas que deveriam ser lúcidas, mas estão intoxicadas.
Enquanto a esquerda americana e seus aliados continuam a realizar o seu golpe, o mundo continua a ser um lugar muito perigoso, e um presidente forte e decidido dos Estados Unidos é mais essencial do que nunca. Mas aqueles que lideram o golpe prefeririam um presidente dos Estados Unidos cúmplice do pior.

 Obama , muçulmano e apoiante confesso da jihad islâmica, fomentou os grupos terroristas supremacistas Negros como o Black Lives Matter e os Black Phanters durante os seus catastróficos mandatos:





O Comunismo é um camaleão ideológico. Aliam-se a Hitler hoje, combatem o Nazismo amanhã. Condenam consumidores de droga nos países comunistas, são representados por consumidores de droga nos países livres. O objectivo é alcançar o Poder, custe o que custar. geralmente milhões de vidas humanas e muito horror.


O que querem aqueles que lideram esta tentativa de golpe? É muito simples: mais terrorismo islâmico sem dúvida, menos liberdade individual, menos democracia, menos liberdade de expressão, e um mundo mergulhado num caos liberticida.
Eles estão prontos para tudo, para alcançarem os seus fins, e quando um meio de desestabilização está esgotado, eles empregam outro.
Quem notou que as acusações de "conluio" com a Rússia desapareceram repentinamente dos jornais? Robert Mueller continua o seu trabalho Estalinista a la KGB; mas não já pouco se fala disso.
Agora a primeira página é "Trump aliado aos neonazis e ao Ku Klux Klan". E a ordem do dia é fazer tábua rasa do passado, destruindo estátuas.
O ódio à Polícia partilhado por "antifas" e Black Lives Matter e apoiado pelos democratas continua a dar frutos: vários assassinatos de polícias ocorreram nos Estados Unidos nos últimos dias.
O comentarista conservador Rush Limbaugh diz que os EUA estão à beira de uma nova guerra civil fomentada pela Esquerda. É o que eu digo há muito tempo.
A Europa está perdida, temo. A América profunda, felizmente, não está pronta para cair silenciosamente.

 Dreuz.info.


As pessoas de bem, que trabalham, que amam a paz, continuam a suportar pacificamente os assaltos continuados das forças do Mal. As pessoas de bem não apoiam o terrorismo, o crime e o caos. Esta é a face das pessoas  de bem:


E vão continuar a vencer o Mal!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Verdade que lhe escondem sobre Charlottesville


A Esquerda está a usar a morte de um manifestante de extrema-esquerda como Hitler usou o incêndio do  Reichstag. A Esquerda provocou a tragédia e está a colher os frutos, exigindo que todas as vozes conservadoras sejam caladas pela força. Um ataque sem precedentes.O objectivo é demolir Trump, o maior obstáculo à Nova Ordem Mundial comunista-islamista-globalista.

A habitual "tolerância" esquerdista - pessoas com bandeiras dos Estados Unidos ou de Israel quase foram linchadas pelos bandos terroristas Black Lives Matter e Antifa. Agressões, insultos, histeria e  muito mais:





É cada vez mais claro que os eventos em Charlottesville foram uma manobra montada.
Jason Kessler, um activista de extrema-esquerda que trabalhou para Obama, realizou um evento chamado "Unite the Rigth" (Unir a Direita), e convidou os conservadores, mas também grupos neo-nazis e do Ku Klux Klan. O seu nome estava escondido, por isso a armadilha não foi detectada imediatamente.
Uma vez lá chegados, os conservadores não quiseram estar com essas pessoas menos recomendáveis, e tentaram abandonar a manifestação, mas a armadilha já tinha funcionado.
Uma manifestação dos "Antifa" e do Black Lives Matter foi organizada em resposta, e a Polícia recebeu ordens para deixar os manifestantes "Antifa" e do Black Lives Matter virem armados com uma variedade de meios para ferir.
Os manifestantes dos "Antifa" e do Black Lives Matter puderam então cercar os manifestantes opostos, e quando estes foram convidados a sair, a Polícia disse que para tal tinham que atravessar as hordas de esquerdistas armados, sem protecção policial. Os confrontos físicos só poderiam seguir-se, e seguiram-se.
As câmaras de televisão estavam lá e captaram imagens de neo-nazis e de membros do Ku Klux Klan, muito pouco numerosos aliás, apresentando-os como os agressores. Ora por muito repugnantes que possam ser as suas ideias, eles foram atacados. Um deles, irritado, cometeu um erro irreparável e matou um jovem manifestante de extrema esquerda.
O plano funcionou. Neo-nazis e Ku Klux Klan foram filmados em actos violência e apresentados como instigadores de violência enquanto os "Antifa" e os Black Lives Matter foram apresentados como anti-fascistas  e anti-racistas. O que eles não são nem por um  segundo.
A extrema-esquerda teve um morto e ficou assim em posição de afirmar que os neo-nazis matam, mesmo que o assassinato de Charlottesville seja a excepção que confirma a regra. Os democratas e os principais meios de comunicação dos EUA foram novamente agitando a ameaça racista da extrema-direita e regressaram à campanha pela destruição de monumentos, em que se engajaram em 2015, a fim de reavivar as tensões raciais no país e para soprar sobre as brasas da divisão.
Donald Trump, que recebeu a missão de unir o país, e que vê muito bem as tácticas insurgentes de extrema-esquerda, pediu unidade e fraternidade, e condenou a extrema-direita racista e a extrema-esquerda racista, equiparando-as, o que é justo, porque o racismo é de ambos os lados.
Trump foi censurado por não condenar os neo-nazis e o Ku Klux Klan, isentando os "Antifa" e o Black Lives Matter, o que ele muito justamente se recusou a fazer. Os democratas e a grande Imprensa dos EUA, de repente, acusam Trump de ter relações com neo-nazis e com o Ku ​​Klux Klan, o que é absolutamente nojento.
Eles usaram os comunicados do KKK a agradecer a Donald Trump, sem nunca dizerem que o Ku Klux Klan publica esses comunicados para prejudicar Donald Trump. O Ku Klux Klan, absolutamente anti-semita, absolutamente odeia Donald Trump porque ele tem uma família em grande parte judaica. E porque é pro-Israel.



  - CONTINUA -

O despudor da Esquerda contemporânea e dos seus media avençados não tem limites. Os muçulmanos chacinam diariamente centenas de inocentes, está um Holocausto em curso, mas os jornalistas fazem todo o possível para branquear o Islão e para demolir o único homem capaz de travar a islamização global: TRUMP!
Os jornalistas , comentadores e propagandistas afins, estão a espalhar, entre outras FAKE NEWS, que Trump disse que os terroristas islâmicos deveriam ser mortos com balas banhadas em banha de porco, coisa que ele jamais disse!
A morte do manifestante de extrema-esquerda é pretexto para uma revolução global, mas os inocentes que são mortos pelos muçulmanos de nada valem. Hoje os muçulmanos estrangularam uma mulher em França porque esta ia a fumar. Silêncio dos jornalistas...

Três meros exemplos do "jornalismo" de hoje, financiado pelos petro-dólares islâmicos:

Golpe de Estado anti-Trump continua nos Estados Unidos


O ataque terrorista que atingiu Barcelona expulsou dos media o que está a acontecer nos Estados Unidos.

O que aconteceu em 20 de Agosto em Boston: uma marcha pela liberdade de expressão havia sido organizada por pessoas de várias denominações, conservadores, neo-conservadores, libertários, membros da associação de esquerda ainda leais à primeira emenda à Constituição. 
Os esquerdistas dos movimentos "Antifa" ou do Black Lives Matter organizaram uma contra-manifestação e mobilizaram um público estudantil. Os slogans da contra-manifestação eram oficialmente contra o racismo e o fascismo, mas, na realidade, os contra-manifestantes estavam contra o direito de expressão de ideias diferentes daquelas dos "Antifa" e do Black Lives Matter. 
Não chegou a haver violência séria: a Polícia estava lá, mas em vez de proteger o direito de as pessoas se manifestarem, a Polícia ordenou às pessoas que se reuniram para defender a liberdade de expressão, para dispersarem rapidamente. Um homem que levava uma bandeira americana e uma bandeira israelita foi molestado porque tinha uma bandeira israelita. Outro foi acossado porque tinha uma bandeira americana.

Este jovem foi verberado por levar uma bandeira de Israel:

O Partido Democrata continua a apoiar os "Antifa" e o Black Lives Matter, o que significa que se estão a tornar-se cada vez mais claramente um partido de esquerda apoiante do fascismo de esquerda, do racismo anti-brancos, do anti-semitismo, do "anti-sionismo" e da rejeição de todos os valores americanos.
A grande Imprensa dos EUA (CNN, MSNBC) disse que a manifestação pela liberdade de expressão foi "fascista" e "racista" e que o evento promovido pelos "Antifa" e Black Lives Matter foi "anti-fascista e anti-racista", o que significa que "eles apoiam" os "Antifa" e do Black Lives Matter, e que apoiam a deriva do Partido Democrata e tudo o que isso implica.
Em Boston, a Primeira Emenda e seus defensores foram difamados. Fascistas e racistas conseguiram o apoio da esquerda e dos principais meios de comunicação norte-americanos.
Dreuz.info.

Manifestação dos fascistas de Esquerda pelo Comunismo, pela islamização, e contra Trump. Aqui na Europa, desde há anos que vemos manifestações comunistas de apoio ao ISIS. Mesmo em Portugal, o Louçã e a malta apoiam abertamente o terrorismo islâmico.

Nota nossa: aqui na Europa, logo após os Massacres de Barcelona, as manifestações de apoio à islamização da Europa, promovidas pela Esquerda, foram universalmente louvadas pela Imprensa.
As manifestações em homenagem aos mártires e contra a islamização da Europa foram universalmente consideradas pela Imprensa como obra de "nazis".
Israel e os Estados Unidos são os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial. Daí tanto ódio e difamação.

Netanyahu e a Árvore Venenosa


- CONTINUA -

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Antirracismo: uma patologia necrófila" - Gabriel Mithá Ribeiro


Pedro Passos Coelho, líder do Partido Social Democrata (e vencedor das eleições, afastado do poder por um golpe de Estado extrema-esquerdista) concorda que Portugal deve ter cuidado com a admissão de muçulmanos ordenada pela senhora Merkel. O suficiente para a extrema-esquerda o apodar de... nazi! O ódio é tanto que nem a Esposa, Laura Ferreira, é poupada!



Postamos aqui um excelente texto de Gabriel Mithá Ribeiro

no OBSERVADOR

Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. É apenas um cadáver em putrefação.

À boa maneira provinciana, a agenda mediática portuguesa decidiu apontar baterias a Pedro Passos Coelho. O líder do PSD vive e viverá compelido a envergar a farda de racista e xenófobo, entre outros mimos. Os pretextos multiplicam-se.

Há semanas foi a manutenção do apoio do PSD ao candidato autárquico a Loures, André Ventura, por este ter abordado – e bem! – questões associadas à integração problemática da minoria cigana na sociedade portuguesa, como se esse não fosse um problema existente e como se a simples referência a qualquer identidade coletiva (cigana, portuguesa, africana ou outra) não implicasse necessariamente uma certa carga de estereotipação. Sem estereótipos seria impossível qualquer cabeça normal gerir o sem-número de informações intrínsecas aos objetos que envolvem pessoas, isto é, sem estereótipos não seria possível qualquer discurso racional sobre a vida social. Não haveria esquerda, direita, católicos, islâmicos, homens, mulheres, crianças, etc. A vida social e a sua interpretação equivaleriam a folhas em branco, num mundo ainda mais absurdo do que aquele que temos. Quem quiser que experimente pensar sem estereótipos.

Há dias o pretexto foi o de Pedro Passos Coelho ter referido – e bem! – que compete ao Estado cumprir um dos seus deveres básicos: proteger a dignidade da identidade portuguesa, prática indissociável da garantia de condições de segurança no espaço territorial nacional. Para que se saiba, qualquer Estado existe para regular as relações com os outros Estados e, necessariamente, para regular as relações da sociedade acolhedora que tutela com os imigrantes. Não apenas um Estado que não cumpra essa função será necessariamente um Estado falhado, como também fechar a porta ao debate público sobre o assunto significa recusar, e de forma grosseira, a legitimidade da existência de propostas distintas na matéria. Isso é o mesmo que recusar a liberdade e o pluralismo próprios de uma democracia.

Num momento histórico em que um dos desafios mais sensíveis das sociedades ocidentais é o da xenofilia, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra a xenofobia. Num momento histórico em que as sociedades ocidentais integram minorias (raciais, religiosas, sexuais, étnicas) como não acontece noutros locais do planeta e como nunca se verificou no passado, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra o racismo existente na Europa e nos EUA.

Estou-me marimbando para o que pensam, nestas matérias, antixenófobos e antirracistas encartados e respetivas entidades repressivas que usurparam as funções do Estado numa democracia. Faço-o com o à-vontade de quem tem um seguro de vida tão simples quanto estúpido: não sou branco. É nesse mesmo caldo cultural obscurantista que, ainda assim, Pedro Passos Coelho tem também garantido o seu escudo: um casamento “multirracial” e “multicultural”.

De forma manifesta ou, bem pior, de forma latente a importância decisiva conquistada no espaço público por atributos dessa natureza tão primária como fundamento do direito à liberdade de pensamento e à legitimidade da palavra sobre temas tão sensíveis demonstra, se dúvidas existissem, que as discussões sobre xenofobia e sobre racismo não partem de pressupostos racionais, antes de lógicas tribais primárias. É o que me permite escrever o que escrevo e é o que permite a Pedro Passos Coelho escapar à imolação. Sintoma da conquista intelectual do Ocidente pelo terceiro-mundismo mental.

Por cobardia própria, a população branca perdeu o direito à sua dignidade identitária como nenhuma outra pertença racial na face da terra. O facto revela-se ainda mais absurdo porque os seus controleiros internos – a minoria também branca que tomou de assalto o espaço público – nem sequer evidencia preocupações morais genuínas ou de sentido de justiça em relação às minorias. Limitam-se a seguir o instinto porque a anti-xenofobia e o antirracismo permitem colher votos. A escolha do alvo Pedro Passos Coelho constitui prova que sobeja. A complementar está a composição exclusiva ou esmagadoramente branca de grupos parlamentares como os do PS, PCP e BE em mais de quarenta anos de democracia.

Parece também que os controleiros esquerdistas acreditam que se não colocarem depressa o açaimo no homem, Pedro Passos Coelho, depressa veremos nas ruas de Portugal brancos a matar ciganos e pretos a-torto-e-a-direito. Aqui fica o meu agradecimento pessoal e público a indivíduos como Fernanda Câncio, Isabel Moreira, Catarina Martins, Ana Catarina Mendes ou, aqui mesmo no Observador, a Luís Aguiar-Conraria.

Anoto, no entanto, que tanta perfeição moral só pode esconder algum defeito, no caso, a necrofilia. Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo (tal como o da xenofobia) deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. Trata-se de um cadáver em putrefação que faz com que alguns se percam de amores por ele.

Insisto, por isso, em ideias que há muito defendo. O que está a acontecer no século XXI é como se, no século XIX, se tivesse continuado a chamar escravatura ao racismo, apenas porque um e outro fenómeno tinham elementos em comum. A verdade é que aquilo que os distinguia, aos olhos da época e bem, era bem maior do que aquilo que os aproximava. Daí que a escravatura nunca se tenha confundido com o racismo.

Comparativamente e cingindo-me aos temas em apreciação, as sociedades ocidentais são hoje menos racionais do que eram no século XIX. Basta qualquer ocidental pensar comparativamente o que eram as suas sociedades há meio século em matéria de relações raciais e em matéria de relações com os estrangeiros e no que se tornaram hoje. Tal comparação permite a qualquer inteligência mediana compreender a fraude intelectual que é persistir na utilização da palavra racismo no século XXI.

Existem e existirão, sem dúvida, desafios intrínsecos às relações entre maiorias e minorias. Porém, as sociedades brancas ocidentais são as que melhor os resolveram e resolvem comparativamente às demais sociedades. Continuar a utilizar a palavra ‘racismo’, e o modo como se faz no debate público e político, serve apenas para perpetuar no tempo o estigma da população branca. O resultado disso, hoje por demais evidente, é o do agravamento dos problemas e da violência associada porque a palavra ‘racismo’ impede a identificação dos obstáculos onde eles hoje são verdadeiramente problemáticos e graves. A saber, fora das sociedades ocidentais maioritariamente brancas e no interior das minorias raciais, étnicas ou religiosas que, vivendo nas sociedades ocidentais, integram segmentos que usam e abusam da sua tolerância como nenhum outro tipo de sociedade admite.

E não é difícil compreender as razões do fenómeno ter deixado de existir. O racismo é do tempo da discriminação racial formalmente instituída no interior dos Estados, prática historicamente ultrapassada no final da segunda guerra mundial (1939-1945) e nas décadas imediatas que se sucederam. O racismo é do tempo da colonização europeia, fenómeno que também passou à história vai para meio século. O racismo é do tempo da guerra fria; é do tempo dos regimes brancos da África Austral; é do tempo do apartheid sul-africano – conjunto de fenómenos que fecharam em definitivo o seu ciclo em inícios da década de noventa do século XX quando já eram historicamente residuais.

Não é possível que os fenómenos-chave que geraram, enquadraram e alimentaram o racismo tenham sofrido transformações profundas e irreversíveis ao longo de décadas e, por seu lado, o racismo, tal como o conhecíamos, permanecer intacto. A postura atual de antixenófobos e antirracistas europeus e ocidentais constitui inclusivamente um insulto ao esforço histórico que as suas sociedades de maiorias brancas fizeram no último meio século. Foram, aliás, as únicas que o fizeram de forma genuína e com provas dadas. Não conheço outras.

Sendo o racismo um cadáver em putrefação resta a decência de sepultá-lo.


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 Vale muitíssimo a pena ler mais de Gabriel Mithá Ribeiro:

O colapso moral da esquerda: Freud explica

Moral coletiva: a vantagem civilizacional europeia

A pandemia esquerdista

Trump e os ‘agentes da virtude’


Papa: Direitos dos 'migrantes' muçulmanos acima da segurança nacional

O Papa disse recentemente: "Podemos falar hoje sobre uma invasão árabe" da Europa. Mas cá está ele activamente a encorajar essa invasão. Achará o Papa que os 'migrantes' muçulmanos não incluem aqueles que desejam destruir a sociedade existente por meio da jihad e impor a sharia?
Ele disse que "o islamismo autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência", por isso ele deve pensar que os 'migrantes' muçulmanos na Europa estão aí para envolver os nativos num abraço amoroso.

"Deixa-os, eles são guias cegos. E se um cego conduz um cego, ambos cairão num poço."
(Mateus 15:14)
Robert Spencer/JihadWatch


"Papa: os direitos dos migrantes superam as preocupações de segurança nacional"
de Nicole Winfield, Associated Press, 21 de Agosto de 2017 

    CIDADE DO VATICANO (AP) - O Papa Francisco exortou na segunda-feira os países a melhorarem grandemente a sua recepção aos migrantes e impedirem as expulsões colectivas, dizendo que a dignidade dos migrantes e o direito à protecção superam as preocupações de segurança nacional.

    
A mensagem politicamente apontada de Francisco foi feita em vista do dia mundial dos refugiados da Igreja Católica de 2018, comemorado em 14 de Janeiro. Chega no meio do crescente sentimento anti-imigrante na Europa em face das sucessivas ondas de chegadas de migrantes e ataques extremistas islâmicos.

    
Na mensagem, Francisco exigiu que os governos recebam, protejam, promovam e integrem migrantes, dizendo que a mensagem de amor de Jesus está enraizada em acolher os "estranhos rejeitados de todas as épocas".

    
Ele exigiu um processo simplificado de concessão de vistos humanitários e temporários e rejeitou as expulsões arbitrárias.

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Que o Vaticano insista em tratar os terroristas islâmicos da Fatah e outros que matam judeus, como "parceiros para a paz", compreende-se. É um sonho antigo, quer do Islão quer do Cristianismo serem senhores de Jerusalém, a Cidade Santa. Ambos o tentaram e conseguiram, inúmeras vezes. Ter Jerusalém significa, para as duas religiões, que são as "legítimas" versões revistas e melhoradas do original.
Além disso, os judeus já duram há 5 milénios. Impérios ergueram-se e foram reduzidos a pó, e Israel persiste, em cumprimento das profecias. Matar ou deixar morrer os judeus todos para reinar finalmente sobre a Terra Santa é uma ideia agradável às duas religiões e acaba-se finalmente com esses chatos que têm a irritante mania de viver.
Mas porque raio quererá tanto o Papa que os europeus continuem a morrer? Fará parte de algum acordo que não conhecemos? Porque será que o Papa se está totalmente nas tintas para o Holocausto dos Cristãos, que são chacinados à média de 1 a cada 5 minutos? Esses infelizes, que preferem morrer a negar a Deus, parecem ser moeda de troca de qualquer coisa.


O líder máximo do Catolicismo foi distinguido com o título de defensor do Islão pelo líder de 80 a 90% de 1,8 biliões de muçulmanos, os sunitas.

Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Os filhos dos judeus são chacinados todos os dias, como desde sempre, e mais ainda agora que Israel voltou a ser independente, para gáudio das Bestas. Mas isso é apenas a ordem natural das coisas. Judeus, moscas, mata-se e pronto.
Mas se tolerarmos isto, os nossos filhos serão os próximos! E aí vai doer. Já dói, vejam o sangue inocente que corre por essa Europa. Para gáudio das Bestas. 


Holes in your head today
But I'm a pacifist
I've walked La Ramblas
But not with real intent

And if you tolerate this
Then your children will be next

Os Esquecidos:

Obrigado, Jerry Lewis/Joseph Levitch!


Jerry Lewis (1926 - 2017)

Devia ter uns 6 ou 7 anos quando vi o filme 'Sailor Beware' (não me lembro do nome em Português), com a dupla Dean Martin e Jerry Lewis. Foi a minha primeira comédia.
Esta cena, muito de humor físico, encheu completamente as medidas deste jovem espectador:


Não conseguia conceber, na altura, coisa mais engraçada que a representação de Jerry Lewis. Lewis era para mim a face do humor, até hoje o meu género preferido. O humor é um dos aspectos mais extraordinários da experiência humana. O sentido de humor anda frequentemente a par com outras boas qualidades, e vice-versa.
Esta cena da ginástica na recruta foi também inspiradora para a minha vida.  Na infância e adolescência, se tivesse que me comparar a um dos elementos da dupla Martin-Lewis, seria o segundo, sem qualquer dúvida. Não era muito forte, não era muito bonito, não era muito popular nem era muito desembaraçado. No entanto, sabendo rir de mim mesmo e das contrariedades, não procurando ser o que não sou, acabei sempre por chegar onde quis, a par com os mais capacitados, que nunca me negaram uma ajuda, como a personagem de Martin fazia à de Lewis.


 Dean Martin e Jerry Lewis.

Mais tarde, soube que  Jerry Lewis era o nome artístico de Joseph Levitch, norte-americano filho de judeus russos. Os pais de Lewis foram dos muitos judeus que fugiram da perseguição anti-semita, foram acolhidos nos Estados Unidos e aí refizeram as suas vidas.
Soube do intenso trabalho de Lewis na angariação de fundos para crianças doentes com distrofia muscular (chegou a ser proposto para Nobel da Paz). Soube da sua luta contra a doença (uma queda em cena marcou-o para o resto da vida). Lewis mostrou-se tenaz perante as contrariedades e retribuiu o seu sucesso sob a forma de ajuda aos doentes.
Uma vez, Lewis disse ser "o judeu mais afortunado do mundo". Era também um conhecido defensor de Israel.

Depois de sair do avião em Israel em 1981, na sua primeira visita à Terra Santa, para angariar dinheiro para crianças com deficiência, ele exclamou: "Tenho tentado vir aqui [Israel] desde que nasci há 55 anos. Na verdade, eu tinha reserva num voo desde Londres na noite anterior à Guerra dos Seis Dias".
Jerry Lewis morreu esta madrugada, em Las Vegas, Estados Unidos. Quero agradecer-lhe publicamente pelas horas de intensa alegria que me proporcionou, a mim e a tantos fãs em todo o mundo. Quero agradecer-lhe a inspiração que foi na minha vida.
Que a memória de Joseph Levitch seja uma bênção.



POST-SCRIPTUM:

"Basta!" - Gonçalo Dorotea Cevada


Da série: Os atentados são perpetrados por europeus e não por "refugiados": Ahmed Bourguerba é argelino e foi preso em Julho, por pertencer a organizações terroristas, estava a receber 625 euros em ajuda de integração mais 250 euros para arrendamento de casa.


Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa?

Já se escreveram dezenas, centenas de artigos de opinião sobre o terrorismo islâmico. Sobre os ataques que assassinaram nesta e naquela cidade Europeia, gente como nós. Inocentes. Muitos deles crianças. (Eu próprio já o fiz: o meu último artigo no Observador foi aliás sobre o 22 de Março em Londres).

Impõe-se a pergunta: será que depois de tantas palavras ainda há alguma coisa a dizer sobre o terrorismo islâmico? Será que já não foi escrito tudo e mais alguma coisa? Não. Falta sempre, e há sempre alguma coisa a dizer. E este gesto é provavelmente a única, e a melhor homenagem que nós, cidadãos, podemos fazer às vítimas de Barcelona.

Escrever mais um texto é simultaneamente não cair na tentação da indiferença de mais um ataque terrorista, e não cair na tentação da banalidade dos acontecimentos, nas estatísticas das vítimas. É evitar o quotidiano do medo. E é por isto que sou mais um a escrever sobre os ataques das Ramblas.

A 17 de Agosto, Barcelona entrou para a lista negra das cidades Europeias vítimas do terror. Palcos do pior que há nos homens.

E não tentemos racionalizar estes acontecimentos. Não tentemos justificar actos criminosos com explicações conjunturais de natureza social ou económica. Não há justificação para a matança das Ramblas, como não houve justificação para a matança de London Bridge ou para a matança no mercado de Natal de Berlim.

O atentado de Barcelona não foi diferente dos anteriores em Manchester, Londres ou Nice. Tal como nesses, no de Barcelona há um “nós” e há um “eles”. E a diferença não reside no ser, no acreditar ou no pensar mas no fazer. Eles mataram inocentes. Nós fomos as suas vítimas.

E isto tem que ficar claro: há um “nós” inocentes e há um “eles” terroristas islâmicos. Há um “nós” vítimas e há um “eles” culpados.

O 17 de Agosto em Barcelona não revela uma potencial fraqueza das autoridades Espanholas, que como sabemos têm neutralizados várias células terroristas e evitado vários ataques aqui e ali, mas a imprevisibilidade característica deste tipo de ataques.

Já o escrevi e repito: devemos fazer ou mudar alguma coisa? Não. Pelo menos se quisermos continuar a viver à nossa maneira. Como escrevi na altura do 22 de Março em Londres, a vida continua para aqueles que tiveram a sorte, sim, a sorte, de não estar naquela icónica Rambla que nos leva ao Mediterrâneo.

Mas não mudar nada no nosso quotidiano não significa que não possamos exigir mais aos nossos Governos. E exigir mais significa identificar mesquitas de propaganda política que não são mais do que buracos de lavagem cerebral de jovens e adultos. Exigir mais significa encerrar mesquitas onde se ensina o manifesto do Estado Islâmico e onde se planeiam ataques cobardes a inocentes como nós. 

Exigir mais significa repensar as relações diplomáticas com países do Golfo como o Qatar, a Arábia Saudita e o Kuwait. Países que não são mais do que fontes de financiamento de mesquitas salafistas que não servem mais do que centros de propagação da Sharía na Europa.

Dirão: este delirou. Respondo: longe disso.

Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa, e financiadas por Estados supostamente “amigos”? Quantos mais vão ter que ser esmagados por carros para dizermos basta? Se queremos manter as nossas Democracias temos que ser claros quanto a isto: não há espaço para ninhos de culto terrorista na Europa.

Em 2015, a Tunísia, país maioritariamente muçulmano, encerrou perto de 100 mesquitas salafistas que não eram mais do que antros de fanáticos e potenciais assassinos. Porque é que não fazemos o mesmo? Que suposta superioridade moral é essa que nos impede de reconhecer que para mantermos as nossas liberdades há linhas que têm que ser cruzadas? De quê é que estamos à espera?

Perdoem-me mas não há diálogo possível ou integração possíveis. E não há diálogo possível ou integração possíveis porque não podemos desculpar, racionalizar ou justificar os atentados de Barcelona, Bruxelas, Paris e Estocolmo.

Não temos que pedir desculpa por sermos Europeus, por nos embebedarmos a níveis de pré-coma alcoólico nas Ramblas ou por irmos nus tomar banho às seis da manhã a Barceloneta. Somos assim. É esta a nossa natureza. Acusem-nos de “infiéis”. Assumirei tal adjectivo como um elogio sobre os Homens livres.

Basta de justificação, basta de pedirmos desculpa, basta de acharmos que o problema é nosso e que está em nós e no nosso modo de vida. Nós somos os inocentes e eles, os terroristas, os culpados.

Como escreveu Rosa Díez, “El mejor homenaje a las víctimas y la mejor herencia que podemos dejar a las próximas generaciones es que no pidamos perdón por vivir en democracia”.


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O colunista do Observador não pode ir mais longe. Porque o problema não são as "certas mesquitas". Se um padre ou um rabino pregassem a morte dos "infiéis", as respectivas congregações seriam as primeiras a denunciá-los.
O problema é que o Islão é isto, sempre o foi e sempre será. A excepção são as mesquitas e os imãs moderados - que os há, mas pouquíssimos!
E de que serve uma mesquita ter fama de moderada se a doutrina é terrorista, genocida, criminosa, supremacista, ainda que para fora eles digam outra coisa?
Eis o que se ensina às crianças nas mesquitas "moderadas":


O Poder decidiu islamizar o Mundo:





Karl Popper e o Paradoxo da Tolerância
"A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância.
Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, então, os tolerantes serão destruídos, e a tolerância juntamente com eles.
Essa formulação não implica que devemos sempre suprimir as filosofias intolerantes, desde que tenhamos mecanismos para combatê-las com argumentos racionais, e que possamos mantê-las sob controlo diante da opinião pública. [.......] Devemos, portanto, em nome da tolerância, reivindicar o direito de não tolerar os intolerantes.
Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser considerado fora da lei, e considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal."

- Fonte: Livro "A Sociedade Aberta e os seus inimigos".

 Não é segredo, está à vista de toda a gente:


domingo, 20 de agosto de 2017

Alemanha: 6 meses de prisão por foto da colaboração nazi/muçulmana


O Islão e o Nazismo foram aliados. É um facto histórico tão indesmentível como a II Grande Guerra. Houve diversos batalhões muçulmanos a combater ao lado de Hitler, e o Grande Mufti de Jerusalém foi o principal incentivador do Holocausto. Aliás, os movimentos islamistas como o Hamas, continuam a defender a doutrina nazi, e o livro de Hitler é um best-seller no mundo islâmico.

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

Michael Stürzenberger é alemão. Postou no seu Facebook uma imagem de Hitler a apertar a mão ao Grande Mufti. Apanhou 6 meses de prisão, apenas por dizer uma verdade histórica. Aqui o temos a dizer de sua justiça:

O Juiz era do calibre deste pró-islamista, decerto. As pessoas que foram assistir ao julgamento foram tratadas como terroristas (como se fossem elas que andassem aí a fazer explodir) e as suas identidades recolhidas (decerto para irem constar das listas).
Este senhor não é o único preso por dizer a VERDADE sobre o Islão, longe disso!
O caso merece destaque devido ao momento peculiar que estamos a viver:
Não tem havido um único dia sem ataques terroristas aqui na Europa, como os nossos leitores e amigos devem saber, por muito que evitem jornais e TV. Em resposta a esses ataques jhadistas islâmicos, os poderes político, judicial e os media, estão a rotular quem se opõe à islamização da Europa como... nazi!
O comunista, islamófilo e auto-proclamado assassino João Quadros tem sido dos mais efusivos nessa tarefa, curiosamente.
Em Barcelona, por exemplo, a Esquerda saiu à rua após o massacre da passada quinta-feira, em manifestação de apoio ao Islão, sob a designação de "manifestação anti-racista".
Outros cidadãos saíram à rua em manifestação de apoio às vítimas.
A Imprensa e o Poder apelidaram estes últimos de... nazis!
É perversamente irónico! 


 E Não Sobrou Ninguém
"Quando os nazis levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata.
Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista.
Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu.
Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"

Martin Niemöller


Martin Niemöller, pastor luterano e opositor ao Nazismo.