segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Historiador “palestino”: "Nunca existiu um povo povo palestino"




Em vez de aceitar a História e viver com ela, o líder "palestino" Abbas escolheu inventar factos, perpetuando a guerra "palestina" contra a existência de Israel. 
O chefe da "Autoridade Palestina" (AP), Mahmoud Abbas, publicou um artigo no Guardian do Reino Unido para marcar o 100º aniversário da Declaração de Balfour, no qual desconsiderou os factos históricos e apresentou uma versão revisionista dos eventos.    
A Declaração de Balfour, de 2 de Novembro de 1917, foi uma carta do Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico Arthur Balfour ao Barão Rothschild afirmando que "o governo de Sua Majestade vê com agrado o estabelecimento na Palestina de uma casa nacional para o povo judeu"
Em 1922, a Liga das Nações adoptou essa resolução e tornou o Mandato Britânico "responsável pela execução da declaração", o que levou à votação das Nações Unidas em 1947 e ao estabelecimento do Estado de Israel em 1948.



O governo do Império Otomano na Terra de Israel, bem como na maior parte do Médio Oriente, começou em 1512 e durou mais de 400 anos. Nunca houve uma entidade "palestina" na região. No entanto, Abbas, depois de verberar Lord Arthur Balfour por prometer "uma terra que não era sua para prometer", passou a descrever o povo palestino como "uma nação orgulhosa com uma rica herança de civilizações antigas e o berço das crenças Abraâmicas"
Contrariando o revisionismo histórico de Abbas, apenas um dia antes, a TV oficial da AP transmitiu uma entrevista com o historiador Abd Al-Ghani Salameh, que explicou que em 1917, na época da Declaração Balfour, não havia “palestinos”
"Sempre houve uma luta histórica sobre a Palestina, e muitos queriam governá-la. Como é que as aspirações de governar afectam a existência palestina, as opções dos palestinos e as possibilidades de desenvolvimento dos palestinos?", perguntou o anfitrião do programa a Salameh durante uma transmissão especial dedicada ao aniversário do centenário da Declaração de Balfour. 
"Antes da Promessa de Balfour (isto é, da Declaração), quando o domínio Otomano terminou (em 1917), as fronteiras políticas da Palestina como as conhecemos hoje não existiam, e não havia nada chamado povo palestino com uma identidade política como conhecemos hoje" disse Salameh na televisão “palestina”, de acordo com o Palestinian Media Watch (PMW), uma organização que monitoriza o incitamento “palestino”.
Salameh explicou que "as linhas de divisão administrativa da Palestina se estendiam de leste a oeste e incluíam Jordânia e o sul do Líbano, e que todos os povos da região [os palestinos] foram libertados do domínio turco e imediatamente mudaram para o domínio colonial, sem formar um povo ou uma identidade política palestina"

Confira os factos históricos

No seu artigo no The Guardian, Abbas continuou a fazer revisionismo histórico, afirmando que tinha 13 anos "no momento da expulsão de Safed". Isso contradiz as próprias palavras de Abbas em 2013, quando admitiu na televisão da AP que os moradores de Safed não foram expulsos, mas deixaram Israel em 1948 por iniciativa própria.    
"O Exército de Libertação [árabe] retirou-se da cidade [Safed em 1948], fazendo com que as pessoas [árabes] começassem a emigrar. Em Safed, assim como em Hebron, as pessoas temiam que os judeus se vingassem do massacre [árabe] [dos judeus] em 1929. 
O massacre de 1929 foi mais severo em Safed e Hebron. O povo (de Safed, em 1948) foi dominado pelo medo e isso causou que as pessoas saíssem da cidade de forma desordenada ".
As Forças de Defesa de Israel não se vingaram do hediondo massacre de 1929, no qual 67 judeus foram mortos em Hebron e 18 em Safed. 

100 anos de rejeição árabe 

Ao longo do século 20, os líderes árabes rejeitaram os direitos dos judeus, promoveram uma visão de mundo exclusivista de que a terra pertence apenas a eles e encorajaram ataques violentos contra a população judaica.
Esta rejeição da reivindicação legítima e internacionalmente reconhecida do povo judeu a uma pátria nacional na Terra Santa é a causa do conflito árabe-israelita
"É o fio que liga todas as guerras, todas as atrocidades, toda a manobra diplomática e todos os actos terroristas iniciados pelo lado árabe, de 1917 até hoje", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel. 
"Mesmo agora, os “palestinos”, em vez de educarem as novas gerações para construírem um futuro de paz, continuam a tentar voltar atrás no tempo, re-litigar, negar e rejeitar a aceitação mundial da justiça da reivindicação do povo judeu” – completou o ex-ministro.
Abbas anunciou na Cimeira da Liga Árabe de Julho de 2016 a sua intenção de processar a Grã-Bretanha pela emissão da Declaração de Balfour. 
A rejeição dos próprios líderes “palestinos” da Declaração de Balfour reflecte a negação consistente de qualquer direito do povo judeu à sua terra natal e, assim, afasta a paz.
A veemente oposição à Declaração de Balfour permaneceu enraizada na visão anti-histórica de que os judeus são estrangeiros na sua Terra e na falsa suposição de que eles não têm conexão com a Terra e nenhum direito de qualquer tipo a viver lá. Esta atitude de exclusivismo árabe continua a conduzir o conflito árabe-israelita até hoje. 
Por: United with Israel (Com arquivos da PMW)







Desmontando o mito da Palestina Árabe
Os "palestinos" são conhecidos por fazerem afirmações ridículas de serem um povo antigo que remonta a milhares de anos. Existe alguma verdade nas suas reivindicações?



Este vídeo vai ao fundo do mito palestino que ganhou crescente credibilidade na arena internacional.

Ele determina de onde o termo "Palestina" veio e quando apareceu pela primeira vez.

Responde à questão de porque é que um grupo de pessoas sem ligação histórica ou étnica comum perpetuou um mito que tomou uma vida própria e lhe proporcionou uma grande legitimidade, aos olhos do mundo, na sua guerra contra Israel.

Não perca este vídeo educacional sobre o povo "palestino", um mito mantido pelo anti-semitismo:



QUESTIONÁRIO "PALESTINO"

    1. Quando é que o país foi fundado e por quem? 
    2. Quais eram as suas fronteiras? 
    3. Qual era a sua capital? 
    4. Quais eram as suas cidades mais importantes? 
    5. Quais eram as bases da sua economia? 
    6. Qual era a sua forma de governo? 
    7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat? 
    8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixasse margem a interpretação? 
    9. Qual era a língua da Palestina?
    10. Qual era a religião predominante da Palestina?
    11. Qual era o nome da sua moeda? Escolha uma data qualquer na História e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.
    12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?





 


EXPLORE AS NOSSAS SECÇÕES


domingo, 17 de dezembro de 2017

Jerusalém - Paulo Tunhas, "Observador"

Transcrevemos abaixo (com destaques a amarelo nossos) o artigo de Paulo Tunhas no Observador. Já tivemos este artigo em destaque na barra lateral, com ligação para o Observador, mas pedimos aos nossos leitores, ainda assim, que cliquem no original, que merece ter muitas visitas. Caso o autor ou o site pretendam, retiraremos de imediato este post. Prestamos homenagem a este comentador e a todas as pessoas que põem a sua consciência acima do receio das represálias do sistema.

 

A decisão de Trump sobre Jerusalém rompe com a hipocrisia vigente quando se fala do Médio Oriente, que tudo na aparência igualiza para na verdade sistematicamente condenar Israel desde o princípio.

Sendo, na aparência, um dos poucos portugueses que não é cidadão dos Estados Unidos da América, pouco falo de Donald Trump. No máximo, com as raríssimas pessoas com quem falo de política, o que me vem à cabeça é dizer que, com a excepção de Donald Trump, tudo conspira para me fazer simpatizar com Donald Trump. Não é um raciocínio muito elaborado, mas confesso que ao ler notícias em jornais onde, a partir de uma fotografia de Trump com os atacadores do sapato direito desapertados, se elaboram desenvolvidas doutrinas sobre a sua política nacional e internacional, é aquilo de que sou capaz.

No entanto, o seu reconhecimento ontem de Jerusalém como capital de Israel, no seguimento de uma decisão do Congresso americano datada de 1995, levou-me a sentir com ele um acordo que antes nunca experimentei inteiro. Porque, na malsã atmosfera de hipocrisia política em que se vive, o gesto não é despiciendo e manifesta, contrariamente ao que por aí imediatamente se escreveu, alguma sensatez. Traz problemas? Traz, sem dúvida. Mas representa a possibilidade de um novo início das coisas, que rompa com a hipocrisia vigente quando se fala do Médio Oriente, que tudo na aparência igualiza para na verdade sistematicamente condenar Israel desde o princípio. Não digo que a hipocrisia não seja por vezes necessária em política (e, de resto, nas relações humanas em geral) e não tenha, em certas situações, bons frutos. Acontece que neste caso preciso nenhuma necessidade a guia e os frutos são maus.

Em 2003, publiquei conjuntamente com Fernando Gil um livro intitulado Impasses, seguido de Coisas vistas, coisas ouvidas, por Danièle Cohn. O livro lidava com a reacção ocidental ao 11 de Setembro e ao terrorismo islâmico, incluindo um capítulo sobre a segunda guerra do Golfo. Antecipando tudo o que se dirá e escreverá por estes dias acerca de Israel, fui reler algumas páginas então escritas. Reproduzo aqui uma passagem do livro. Dada a sua extensão, decidi omitir as referências ao que então era a opinião comum do muito que se publicava. Guardo apenas uma que é particularmente ilustrativa. Miguel Sousa Tavares explicava por essa altura que Israel é “a maior ameaça à paz mundial”, continuando: “Se algum dia o planeta implodir, vai ficar a devê-lo a Israel e à dependência política do establishment americano relativamente ao lobby israelita dos Estados Unidos”. Israel, note-se, é “a maior ameaça à paz mundial”. O que se segue, entre aspas, é o que no livro é dito em relação a essa doutrina comum, com que teremos de voltar a conviver em breve, sobre Israel. Limitei-me, tirando pequenos detalhes, a alterar o texto num ponto: duas afirmações citadas vêm agora com os seus autores devidamente identificados. (Quando escrevemos o livro, Fernando Gil e eu optámos por não referir directamente os autores, porque o que nos interessava era estabelecer o quadro geral de uma atitude dominante na opinião publicada no que respeitava ao pós-11 de Setembro.)

“A questão de Israel é infinita. Os pontos serão portanto aqui selectivos. O ódio a Israel não foi sempre, muito pelo contrário, uma característica da Esquerda. Ele acompanha-se da descoberta, nessa mesma Esquerda, de uma paixão, a que nada historicamente a obrigava, pelo terrorismo. Israel é uma sociedade democrática (segundo qualquer um dos critérios ao nosso dispor: critérios que remontam ao exemplo do exercício da sociedade ateniense no século V a. C.), rodeada de sociedades que, segundo esses mesmos e exactíssimos critérios, não são, nem de perto nem de longe, democráticas.
“O ódio a Israel relaciona-se com uma tendência relativamente recente de uma parte substancial da Esquerda a, em linguagem e em acto, abandonar os patamares da democracia. O ódio a Israel – e, diga-se por fim, a palavra ódio não é exagerada – tem a ver com o desprezo crescente que essa mesma parte da Esquerda ostenta pelos regimes do Ocidente e pelas democracias representativas (“socialmente fascistas”, nas palavras do Prof. Boaventura Sousa Santos). Israel é objecto do desprezo que só timidamente – e por vez ou outra mais atrevidamente – se enuncia em relação à democracia em geral.

“Percebe-se. Israel: sociedade democrática responsável por si mesma. Israel: sociedade onde os actos do Governo são fiscalizados e censurados através do voto. Israel: sociedade onde os cidadãos livremente se manifestam contra as decisões políticas do seu Governo. Israel: sociedade onde a vida dos cidadãos é livre, onde, entre outras, as coisas do amor são abertamente discutidas. Israel: sociedade onde o masoquismo “suicida-ideológico” não faz parte dos costumes políticos e onde, como optimamente Alain Finkelkraut escreveu um dia, não se encontra nenhuma disposição para “expiar os horrores da história ocidental”, porque parece aos seus cidadãos – e não se vê como lhes negar autoridade para essa reflexão – “terem sofrido eles próprios mais do que lhes calhava nesse capítulo. Israel (ainda nas palavras de Alain Finkelkraut): “pequena nação: pequena em superfície; pequena em número de cidadãos; pequena no sentido mais profundo em que a sua existência não se encontra automaticamente garantida, em que permanece contestada trinta e cinco anos depois da criação do Estado [Finkelkraut escrevia em 1983]”. Israel: sociedade cuja auto-defesa – os problemas são esses, e não os mais alambicados da “auto-estima” – se joga dia-a-dia, contra terroristas que assassinam cegamente. Israel: voltemos ao princípio – sociedade democrática.

“O ódio a Israel é o ódio recalcado que uma parte do Ocidente vota a si mesmo. Não é acidental que as críticas à democracia e as críticas a Israel se fundam no mesmo gesto. Elas transcendem largamente a preocupação com os sofrimentos que palestinianos ou israelitas experimentam no seu dia-a-dia. De facto, nada disso conta – nada disso tem de contar. O que interessa é a questão da existência, pura e simples, de Israel: é ela que está perpetuamente em causa. Tal como a da democracia.
“O jornalista (Miguel Sousa Tavares) que escreve que Israel é “a maior ameaça à paz mundial”, diz, sem obviamente o dizer com as palavras todas, que a democracia é a maior ameaça à paz mundial. Quando, levado pelo seu alegre raciocínio, conclui: “se algum dia o planeta implodir vai ficar a devê-lo a Israel”, diz (continuando a não se servir das palavras todas) que a democracia é a causa da destruição do mundo. E pode bem ser que venha a ter razão. Esperemos que não, mas pode ser que sim. Em todo o caso, não convinha que falasse como se estivesse a falar defendendo a democracia: o que ele pede é que se abdique de tudo. Não de várias coisas acidentais e secundárias, nem sequer daquilo que poderíamos pensar, com razão ou sem ela, ser o essencial – mas de tudo; nada mais e nada menos do que de tudo. Está, em suma, a pedir uma coisa impossível. Em primeiro lugar, impossível para ele mesmo. Mas não está, sem dúvida, a ser original.”

Citei esta longa passagem – escrita, repito, em 2003 – porque o que vem aí vai ser mais do mesmo. Não é que Israel não seja continuamente demonizada. É-o, de facto, sem interrupção. Não há cantor pop que não se veja policiado pelos profissionais dos “boicotes”. Mas a intensidade aumentará por estes dias. Entre outros por aqueles que, em nome de “negociações de paz” que se perpetuam de modo puramente fantasmático, desejam a todo o custo manter uma ficção que lhes é conveniente: a da possibilidade de um acordo entre quem quer continuar a existir e aqueles que apenas desejam a destruição. O que Trump fez tem pelo menos um mérito: introduzir um novo princípio num estado de coisas onde nenhuma solução verdadeiramente era possível. Pelo menos, com Jerusalém como capital de Israel, as coisas ficam mais claras. O que a médio prazo só pode ser bom.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Jornalistas e terroristas: a mesma luta!


Não perca o nosso post anterior:

Jerusalém: muitos prometeram, Trump cumpriu!


Jornaleiros de todo o Mundo (que bocejam enquanto os cristãos do Médio Oriente são massacrados, os tibetanos são massacrados, os budistas do Myanmar são massacrados, os cristãos africanos são massacrados, os não-muçulmanos do Sudão são massacrados, os não-muçulmanos de todo o Mundo são massacrados) estão agora em Israel, em peso, ao serviço da narrativa islamista, extrema-esquerdista e globalista. Estão lá desta vez por causa de Jerusalém e do "Trâmpe".
Ambicionam prémios e prestígio, contando pela enésima vez o libelo anti-semita dos judeus mauzões (a quem chamam "colonos") que oprimem os pobres "palestinos". Milhões de pessoas em todo o Mundo são assim envenenadas pelos jornaleiros.

No único país livre do Médio Oriente, os colonos muçulmanos manifestam-se contra a existência de Israel - esta semana:


Em qualquer outro país do Médio Oriente, se se manifestassem pela obliteração do mesmo, seriam abatidos à vista. Quanto mais se atacassem civis e forças de segurança! Em Israel, contam com a certeza de que do outro lado está o Exército mais moral da História.

Na Antena 1, a Rádio do Estado (paga pelos contribuintes, mas que é uma célula do Partido Comunista) o 'pivot' das notícias chama um tal José Manuel Rosendo em Israel, com a introdução: "Então, José, como de costume, pedras contra granadas...". 
O tal José, em Hebron, conta dos valentes jovens árabes que partem blocos de pedra em pedras mais pequenas e as atiram aos "colonos" israelitas, enquanto os vis soldados israelitas estão "no topo dos prédios, de dedo no gatilho e olho na mira, e lhes atiram granadas".
Como a lata do tal José ainda não chegou a tanto, lá diz finalmente que as granadas só fazem barulho. Vá lá...
Mas não diz que esses "jovens" são TERRORISTAS, que matam inocentes. Não diz nada da Intifacada. Não conta de Pallywood. Ele É Pallywood.

- Unidade das Forças Armadas de Israel, sob disfarce, neutraliza terroristas que estão a queimar pneus e a atirar pedras e cocktails molotov:


- A horda de jornaleiros cúmplices dos terroristas apressa-se a recolher as imagens, como hienas famintas, para documentar a "brutalidade" dos israelitas.
Os terroristas estão lá porque estão lá jornalistas. Os jornalistas estão lá porque estão lá terroristas. É a indústria de demonização de Israel.

Passados os três "Dias de Raiva" decretados pelas lideranças terroristas islâmicas da "Autoridade Palestina" e do Hamas (iguais ao ISIS ou à Al-Shabab, e a quem os jornaleiros amam e veneram), e enquanto espera por mais Pallywood para vender, o tal José foi hoje entrevistar os deputados árabes do Parlamento israelita. 
Sentados no Parlamento do país que invadiram e cuja destruição visam, os deputados islamistas queixam-se de estarem a ser vítimas de "Holocausto". E que Trump "pagou favores aos Sionistas". Os Josés só ouvem os islamistas. Israel não tem voto na matéria relativamente ao que se passa dentro das suas fronteiras.
A esquerda ODEIA Israel.
A Esquerda ressuscita o ódio mais antigo do Mundo, porque Israel não entrou no bloco comunista.
Nos 58 Estados muçulmanos do Mundo, não existe nada parecido com democracia, liberdade ou direitos humanos. Mas no micro-Israel, onde gozam de todos os direitos de qualquer cidadão do Mundo Livre, os deputados islamistas advogam livremente a obliteração de Israel e a extinção dos judeus.
E os jornaleiros lá estão, com total liberdade, também eles, difamando Israel, semeando mais ódio anti-semita nos milhões de pessoas incautas que tomam a palavra dos senhores da televisão, da rádio ou dos jornais, como um Evangelho.
Eu só calhei a ouvir este indivíduo por acidente. Não ligo nenhuma a jornalistas nem a políticos do sistema.

O QUE OS JORNALISTAS ESCONDEM


Estes "jovens palestinos" mascarados, na área de Ramallah, usaram uma ambulância para as suas acções terroristas nos recentes "Três Dias de Raiva", gulosamente publicitados pelos seus cúmplices jornalistas.

O uso de ambulâncias como cobertura para o terrorismo jihadista "palestino" tem sido repetidamente documentado.


Na segunda-feira, o IDF (Forças de Defesa de Israel) publicou o vídeo abaixo, mas os jornalistas, que receberam o comunicado de Imprensa, deitaram a informação no lixo.
Os terroristas sabem que as forças de segurança israelitas jamais usariam tácticas anti-motim contra uma ambulância:


No domingo, um terrorista "palestino" esfaqueou gravemente um israelita, como pode ver no vídeo abaixo, que as câmaras de segurança captaram:


Os jornalistas escondem terrorismo contra os israelitas, sejam as facadas, sejam os tiros, sejam as bombas, sejam os mísseis, sejam as pedradas, sejam os atropelamentos. 
Esta estratégia vem sendo cultivada há décadas. Foi fabricada na antiga União Soviética, é muito bem paga e consiste em demonizar tudo quanto é judaico-cristão e ocidental, com destaque para os Estados Unidos e Israel.
Jornalistas, artistas, académicos, o sistema é dominado por estes manipuladores, que formatam as novas gerações no ódio à democracia e no fascínio pelas ditaduras comunistas e islamistas.
Invertem os valores, glorificando os terroristas e difamando quem os combate:




JORNALISTAS E TERRORISTAS: A MESMA LUTA!

Alguns exemplos da colaboração entre jornalistas e terroristas, montando cenas de massacres inexistentes:

Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:



Onde chega o requinte maléfico dos jornalistas:

 


 Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA (mortos irrequietos):



- Muitos dos jornalistas desejam apaziguar os seus leitores e editores, oferecendo-lhes histórias que difamam Israel.
- Alguns jornalistas acreditam que escrever histórias anti-Israel lhes prepara o caminho para ganharem prémios de diversas organizações de "sinalização de virtude".
- Muitos jornalistas acreditam que difamar Israel lhes dá acesso aos chamados "liberais" e a uma elite supostamente "esclarecida" que romantiza o estar "do lado certo da História".
Os jornalistas não querem ver que 21 Estados muçulmanos têm tentado por muitas décadas destruir um Estado judeu; em vez disso, eles pensam que se os jornalistas forem "liberais" e "abertos", devem apoiar o "perdedor", que eles acreditam serem "os palestinos".
- Muitos dos jornalistas vêem o conflito como sendo entre pessoas malignas (supostamente os israelitas) e pessoas boas (supostamente os "palestinos") e que é seu dever ficar com os "bons", mesmo que os "bons" se envolvam em violência e terrorismo.
in:

Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:



Os jornalistas são cúmplices da MENTIRA:

   

Os jornalistas são cúmplices do TERRORISMO:





Etc...

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Jerusalém: muitos prometeram, Trump cumpriu!



Trump é o alvo a abater pela Nova Ordem Mundial.

Vitaminas contra a desinformação generalizada dos media, escravizados ao sistema:




Porque é que a nova política do presidente Trump é tão importante
O presidente Donald Trump anunciou que os EUA reconhecem oficialmente Jerusalém como a capital de Israel e que o Departamento de Estado iniciará o processo de mudança da embaixada para Jerusalém a partir de Tel Aviv.


Pode não ser claro, a princípio, porque é que esta mudança de política é tão importante. Jerusalém é, afinal, a capital de facto de Israel. O Parlamento israelita (Knesset) está lá, assim como o gabinete do primeiro-ministro, a residência do presidente, o Supremo Tribunal e todas as agências executivas. Os israelitas consideram Jerusalém como sendo a capital, mesmo se os Estados Unidos não a reconhecessem como tal. Na prática, a mudança é simbólica. Mas, como tal, ainda é extremamente importante.
Para entender o porquê, é importante compreender a História da cidade. O Antigo Testamento descreve em 2 Samuel 5 como o Rei David conquistou a cidade e a tornou a sua capital, há mais de 3000 anos.
Mais tarde descreve em 1 Reis 8 como o filho de David, o Rei Salomão, construiu o Templo Sagrado em Jerusalém e instalou lá a Arca da Aliança. Desde então, os judeus sempre se viraram para Jerusalém nas suas orações diárias. É o centro da fé judaica e o núcleo da História judaica.
A Bíblia também conta a História de como os judeus foram exilados de Jerusalém pelos Babilónios, e depois voltaram para reconstruir o Templo.
Outro exílio aconteceu no ano 70 da Era Cristã, quando os Romanos destruíram o Segundo Templo e a própria cidade. Ainda assim, muitos judeus permaneceram, e os judeus em todo o mundo rezaram durante 2.000 anos pelo retorno a "Sião".
Os judeus são o maior grupo étnico em Jerusalém há quase 200 anos e a maioria desde meados do século XIX.

Francamente, só é ignorante quem quer:
Jerusalém também é sagrada para os cristãos e para os muçulmanos, embora seja menos central para qualquer destes. E sob a soberania israelita, todas as religiões gozaram sempre da liberdade de adoração nos seus respectivos locais sagrados. O Monte do Templo - ou Haram ash-Sharif, para os muçulmanos - só foi fechado quando houve ameaças de segurança iminentes, já que os radicais às vezes usam esse site sagrado para atacar os judeus que adoram no Muro das Lamentações - o último remanescente do Templo.
Os judeus começaram a retornar à região em grande número no final do século XIX como parte do movimento sionista, que visava restabelecer Israel como um Estado moderno e como um refúgio para os judeus perseguidos da Europa. Em 1917, o governo britânico apoiou o estabelecimento de uma "Casa Nacional" judaica no que era então chamado Palestina (embora os árabes da região não se chamassem "palestinos"), em terras sob controle britânico desde a Primeira Guerra Mundial.

Nando Moura explica, para quem queira entender:


A comunidade judaica de Jerusalém, então, expandiu-se para além da Cidade Velha e desenvolveu bairros a oeste.
Em 1947, as Nações Unidas votaram para aprovar a partição do Mandato Britânico da Palestina a oeste do rio Jordão em dois Estados - um judeu, um árabe. Jerusalém deveria ser uma cidade internacional, sob o controle de nenhum dos lados. Os judeus aceitaram o plano e declararam a independência em 1948; os árabes rejeitaram o plano e declararam a guerra em vez disso.
Durante essa guerra, as forças árabes lutaram para romper a conexão entre a comunidade judaica de Jerusalém e as comunidades judaicas mais a oeste. Havia apenas uma estrada para Jerusalém, e estava constantemente sob ataque. Na Cidade Velha, os judeus foram desbaratados pelas tropas jordanas - que, treinadas pela Grã-Bretanha, eram as melhores do mundo árabe. A Jordânia ocupou a Cidade Velha e arrasou o bairro judeu, limpando etnicamente os seus habitantes.
De 1948 a 1967, Jerusalém foi dividida em duas partes. No lado oeste, Israel estabeleceu sua capital numa cidade moderna. No lado oriental, a Jordânia governou a Cidade Velha e os bairros árabes circundantes da Judeia e Samaria/Cisjordânia. Nunca houve discussão sobre o estabelecimento de um Estado "palestino" na chamada Cisjordânia ou uma capital "palestina" em Jerusalém. Os judeus foram proibidos de ter acesso aos locais sagrados da Cidade Velha, especialmente o Muro Ocidental, conhecido como o Muro das Lamentações.

 
Na Guerra dos Seis Dias de 1967, Israel - sob ameaça directa de destruição pelos Estados árabes ao redor - obteve uma vitória surpresa e assumiu o controle da Península do Sinai, da Cisjordânia/Judeia e Samaria e dos Montes Golan. As tropas israelitas também conquistaram toda a Jerusalém, reunindo-a e libertando a Cidade Velha. Mas os Estados árabes ainda se recusaram a negociar com Israel, e a maioria dos países recusou-se a colocar as suas embaixadas lá, por medo de antagonizar os "palestinos".
Na década de 1990, quando as negociações formais começaram entre Israel e os "palestinos", Jerusalém foi uma das questões mais difíceis - mais difícil do que as questões das fronteiras e dos refugiados "palestinos". Embora o Congresso tenha aprovado o Acto da Embaixada de Jerusalém em 1995, deu ao presidente o poder de assinar uma renúncia a cada seis meses, atrasando o movimento da embaixada. A ideia era preservar o status quo em Jerusalém para não comprometer as negociações de paz em curso.
Mas, como os funcionários da administração explicaram aos repórteres na terça-feira, depois de mais de duas décadas, ficou claro que o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel não foi jamais um obstáculo real para a paz. Era claro para todos que a parte ocidental de Jerusalém, pelo menos, estaria sob a soberania israelita em qualquer acordo de paz concebível. A ideia de que toda a cidade seria negociada era pouco mais do que uma concessão para as demandas "palestinas" mais extremas.
Como tal, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel e movendo a embaixada dos EUA, há apenas um reconhecimento da realidade. Mas também é uma decisão corajosa, mostrando que os EUA ficarão em pé com os nossos aliados, independentemente de ameaças terroristas.
A decisão do presidente Trump também representa uma garantia da soberania israelita em pelo menos parte de Jerusalém. Como tal, representa o cumprimento de milhares de anos de oração judaica e mais de um século de esforços sionistas para estabelecer e proteger um Estado judeu na pátria ancestral do povo judeu.
Não é exagero dizer que, para os judeus, o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel é um evento de significado quase Bíblico. E somos testemunhas disso.

- Via BREIBART.

 ------------------------------------------------------

"É público e notório que a mídia, amparada pelo marxismo cultural que permeia nosso sistema educacional, tem feito um grande estrago na mente dos jovens ao longo das últimas décadas. Quase que diariamente, escutamos no rádio ou na TV, algo envolvendo “violação de direitos” do “povo palestino” ou coisa análoga. Por outro lado, todo tipo de notícia envolvendo ameaça, atentado ou declarações hostis contra Israel é imediatamente censurada ou relegada as notas de rodapé, quase sempre com excesso de eufemismos. Você acreditaria se disséssemos que um teste decisivo para o sucesso de uma sociedade é sua atitude em relação a Israel? Bom, é verdade. Como George Gilder explica, um bom indicador do progresso de uma sociedade pode ser relacionado ao comportamento da mesma, ou seja, se a mesma inveja e ressente do sucesso alheio ou celebra e tenta reproduzi-lo. Os países que passam no chamado "Teste de Israel" tendem a prosperar, os demais tendem a passar por sérias dificuldades.



Israel é o único país no Mundo que tem o mesmo nome, fala a mesma Língua, professa a mesma fé e habita a mesma terra há mais de 3,000 anos.


Há 3,000 anos, Jerusalém foi estabelecida como a capital de Israel. Foi atacada 52 vezes, ocupada 23 vezes, saqueada 39 vezes, destruída e reconstruída 3 vezes e capturada e recapturada 44 vezes.
3,000 anos depois, continua a ser a capital de Israel.

Consulte as nossas secções:




Alguns posts recentes sobre este assunto:

Embaixada em Jerusalém: uma perspectiva religiosa

O verdadeiro problema dos Árabes (e não só...)

Análise: A verdadeira resposta "palestina" ao discurso de Trump sobre Jerusalém

Trump e a Embaixada em Jerusalém: por trás da histeria


Netanyahu faz um discurso de envergadura Bíblica na ONU:

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Orang Rimba - Maometanos à força e censurados


O Facebook removeu as notícias sobre os Orang Rimba da Indonésia, forçados converter em-se ao Islão 
O Facebook proibiu esta história, bloqueou-a e removeu-a. Porquê? Porque mostra o Islão sob uma luz desfavorável. Devemos libertar-nos da aplicação da lei islâmica no Facebook. Precisamos de intervenção do governo. 
O artigo da BBC demoniza as corporações que destruíram as florestas tropicais para cultivar óleo de palma, mas não emite qualquer juízo os grupos muçulmanos que forçam estes pobres seres humanos a seguirem a ideologia mais extrema e radical do mundo. A BBC não diz nada sobre a religião que comanda tal desumanidade. 
Imagine o que o Islão fará a estas meninas:









A HIPOCRISIA DO FACEBOOK

Mais uma vez e como é seu hábito, o Facebook (como o Google/Youtube) demonstram que acima de quaisquer regras, nas suas empresas vigora a sharia, a lei islâmica. E a sharia PROÍBE toda e qualquer crítica ao Islão. 
O pretexto aqui evocado foi de que, por as meninas estarem em tronco nu, o artigo promove a pornografia.  Os hipócritas do Facebook e companhia também removem sistematicamente os vídeos que mostram o terrorismo islâmico, "porque são violentos". Mas permitem a propaganda da jihad, do nazismo, do racismo anti-brancos e do anti-semitismo. 
Não nos temos cansado de denunciar a submissão do Facebook, do Google, do YouTube (o Twitter já é propriedade maometana) ao Islão. Para não vos cansarmos, sugerimos só a leitura deste post: 

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook




 Mark Zuckerberg


---------------------------------

ORANG RIMBA DA INDONÉSIA: FORÇADOS A RENUNCIAR À SUA FÉ
Por Rebecca Henschke, Editora da BBC Indonésia
BBC, Novembro de 2017:

As florestas tropicais de Sumatra, na Indonésia, são o lar do Orang Rimba - o povo da selva. A sua fé e o seu modo de vida nómada não são reconhecidos pelo Estado e, como suas florestas são destruídas para abrir caminho para plantações de óleo de palma, eles são forçados a converter-se ao Islão para sobreviver.
Numa cabana de madeira sobre palafitas, um grupo de crianças vestidas de branco senta-se no chão. Elas cantam "Eu protegerei o Islão até morrer" e gritam "Não há deus além de Alá", em uníssono.
Há três meses, as 58 famílias que compõem a tribo Celitai dos Orang Rimba converteram-se ao Islão.
Foram capturados e levados para Jambi, a cidade mais próxima, e deram-lhes roupas e tapetes de oração.


O cacique Ustad Reyhan

A Frente de Defensores do Islão - um grupo de vigilantes cujo líder enfrenta acusações de incitação à violência religiosa - ajudou a facilitar a conversão.
Ustad Reyhan, do grupo missionário islâmico Hidayatullah, permaneceu, para se certificar de que a nova fé é praticada.
"Por enquanto estamos focados nas crianças. É mais fácil convertê-las - a sua mente não está preenchida com outras coisas. Com os mais velhos é mais difícil", diz ele.

As crianças opõem menos resistência...

"Antes do Islão, eles apenas acreditavam em espíritos, deuses e deusas, não no deus supremo, Alá.
"Quando alguém morria, nem sequer enterravam os mortos, eles simplesmente deixavam o corpo na floresta. Agora, a sua vida tem sentido e direcção". 
"SEM ESCOLHA" 


Yuguk
Mas o líder da aldeia Muhammad Yusuf - Yuguk, para usar o seu nome de Orang Rimba - pensou apenas na sobrevivência do seu povo quando aceitou a conversão. 
"Foi uma decisão muito pesada e difícil, mas sentimos que não temos escolha, se queremos continuar a viver", diz calmamente. 
"Para que os nossos filhos possam ter as mesmas oportunidades que os estrangeiros, as pessoas da luz, não tivemos outra escolha. Tivemos que nos converter todos ao Islão".

A vida nómada e tradicional acabou. 
------------------------------------------

FILHOS DE UM DEUS MENOR



Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!


O que está a passar-se com esta tribo, é mais uma vez a História do Islão. Todo o Norte de África, todo o Médio Oriente, o sul e o leste da Europa, a Península Ibérica, a Índia, grandes partes da Ásia, foram varridas pela jihad, e as populações, ou converteram-se, ou foram escravizadas, ou foram exterminadas. 
No Egipto sobrevivem os coptas, os verdadeiros egípcios,  10% da população, que se converteram ao Cristianismo e que  vivem há 1,400 anos sob a perseguição islâmica.  
Lá perto, Israel resistiu 1,400 anos e conseguiu restaurar a sua independência, a duras penas. 
Timor esteve 1/4 de século sob o jugo maometano da Indonésia, com os horrores que todos conhecemos. 
A Índia teve que se desfazer do que é hoje o Paquistão, e sofreu o maior morticínio da História. 
O Islão é isto...
Mas os jornaleiros de todo o planeta choram baba e ranho É com a treta dos Rohingya
Até o Papa lá foi, pessoalmente, defender is Rohingya, apesar de ter fechados os olhos enquanto eles massacravam a população não maometana. 
Este Papa nunca mexerá uma palha pelos Orang Rimba, nem sequer pelos cristãos do Médio Oriente, que estão a ser exterminados, no meios de horrores indescritíveis.
SIM! O ZUCKERBERG É PARVO OU FAZ-SE!



- "Ah, mas o gajo do Facebook, o Mark Zuckerberg, é judeu! E vocês defendem os judeus!" - dizem algumas pessoas. 
É difícil argumentar com quem tem um modo de pensar tão  preconceituoso. Mas vamos tentar: 
Não existe uma entidade colectiva e homogénea chamada "os judeus".  O Zuckerberg é judeu e dobra-se ao Islão. A Pamela Geller, a cujo site fomos buscar esta notícia, é judia e é uma lutadora incansável contra a jihad e a islamização, estando na lista de pessoas a abater pelos maometanos com carácter prioritário.
Os judeus são descendentes de Abraão, Isaac e Jacob, são uma família, um grupo humano. Pode-se entrar nessa família mesmo não tendo nascido judeu, ao contrário do que acontece com outros grupos humanos, pelo que não procedem acusações de racismo ou elitismo. 
Os judeus são tão diferentes uns dos outros como acontece em qualquer grupo humano. Da mesma forma, não existe uma ideologia judaica, nem sequer em termos religiosos, onde podemos encontrar judeus ortodoxos, reformistas, reconstrucionistas, humanistas e outros.
Há judeus ricos e pobres, comunistas e conservadores, capitalistas e colectivistas, religiosos e ateus,  simpáticos e antipáticos, bonitos e feios, gordos e magros, etc., etc.. Os judeus não são mais nem menos do que quaisquer outros seres humanos. 
O que reivindicamos é que os judeus não sejam julgados de forma negativa (nem de forma positiva) por serem judeus. Todos os seres humanos são iguais em dignidade. Cada um vale pelo seu carácter e pela sua conduta.



Os Orang Rimba desaparecerão em breve e silenciosamente. As suas terras e a sua identidade foram roubadas. Não merecem a compaixão que é dispensada aos Rohingya. Não terão a mesma sorte que os judeus, os coptas ou os timoreneses, que conseguiram sobreviver.