quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 3

O Rei David trazendo a Arca da Aliança para Casa, conforme relatado no Segundo Livro de Samuel, capítulo VI. Imagem do Instituto do Templo. Segundo a narrativa islâmica-soviética forjada nos anos 60 do século XX, todos os Reis, Profetas, Sacerdotes, todo o Povo Judeu, toda a História e Cultura Judaicas, seriam afinal... Árabes e Muçulmanas. Haja paciência!!!

A despropositada simpatia pela "causa palestina"

Se leu os dois posts anteriores e viu cuidadosamente os vídeos, já sabe que os Árabes acorreram em massa a Israel, a fim de reivindicarem a Terra para eles, antes que os Judeus no exílio voltassem, quando se preparava a restauração da independência do Estado Judaico.
Isto significa que, quando um número significativo de judeus entraram na Terra de Israel havia Árabes que já lá viviam.

Há muitas reivindicações que dizem que os judeus expulsaram
os Árabes à força. O suposto evento é chamado de "Nakba", que significa "catástrofe".
(O que sucedeu foi exactamente o oposto, como temos mostrado repetidamente. Os líderes Árabes muçulmanos não se contentaram com uma divisão da Terra que lhes deu a parte de leão (88%) e que constitui hoje a Jordânia. Assim que lhes "cheirou" a restauração da independência de Israel, iniciaram os ataques contra os Judeus, e, na véspera da proclamação, uma força conjunta de países Árabes atacou Israel, que ainda nem tinha Exército. Contra todas as expectativas, Israel ganhou a guerra! E isso o Mundo Islâmico não lhe perdoa. Para começar, os Judeus que viviam em países Árabes foram perseguidos, expulsos e massacrados. Essa sim, foi a verdadeira "Nakba". Depois, tem sido uma guerra de fogo e de propaganda, sem interrupções, desde 1948 - o conflito mais antigo do mundo, na actualidade!).

Tudo isto este blogue tem mostrado, de permeio com outros temas ligados a Israel.
Mas... o que aconteceu com os Árabes que foram para a Terra de Israel, como peões no jogo que visava abafar a Restauração da Independência? Para onde foram eles? O que os fez sair?

Aqui está a resposta, bem documentada, com filmes da época, com testemunhos de quem viveu esses dias, nomeadamente de Árabes:

Esperemos que alguma boa alma traduza para Português, ou pelo menos Castelhano, que a gente entende. Mesmo que não domine o Inglês, compreenderá que a "Nakba" é um evento forjado. E o tema será revisitado neste blog, para que não restem dúvidas.
A "Palestina" é uma invenção que visa a aniquilação de Israel e a extinção definitiva dos Judeus

Agora que o amigo leitor entende o que é a "Palestina" é de onde veio esse mito, p
or favor, compartilhe esta sequência de posts, para que as pessoas saibam a verdade sobre Israel. A propaganda "palestina" é das calúnias mais persistentes do mundo de hoje.
Não há nenhuma ocupação. O Povo judeu não "invadiu" a sua própria Terra. Israel nunca foi a Pátria do povo "palestino" - que, aliás, não existe nem nunca existiu. Jerusalém é a capital de Israel e não pode ser dividida ou transformada num Estado "palestino".

Em Paris, e em outras cidades europeias onde a população muçulmana atingiu mais de 5% da população nacional, Hitler é louvado a par com a "Palestina". Os ataques antissemitas fazem regressar o clima do Holocausto e recordam-nos que os Árabes muçulmanos foram grandes aliados do Nazismo. De que lado está você?

Voltamos a aconselhar:

Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL
Se o amigo leitor tem honestidade intelectual e boa-fé, não deixe de se informar. Ninguém o obriga a "gostar" dos judeus e de Israel. Pode até odiar a ambos. Mas se for uma pessoa íntegra, pelo menos assuma o ódio pelo ódio, e não se escude em MENTIRAS.


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