quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Jihad islâmica em Barcelona: 15 mortos e reféns



Post-Scriptum: o muçulmano marroquino naturalizado espanhol, Driss Oukabir, foi capturado. Mais 5 terroristas foram abatidos. Se este massacre tivesse ocorrido em Israel, a Imprensa noticiaria: "Israel mata 5 'palestinos'". E haveria uma chuva de condenações internacionais contra Israel.

 "A Polícia local diz que ainda não conhece a motivação do ataque, mas está a tratá-lo como terrorismo".

7 de dezembro de 1941: "A polícia local em Honolulu diz que ainda não conhece a motivação do ataque, mas está a tratá-lo como uma possível provocação do Império japonês".


Agora mesmo, mais um ataque terrorista islâmico, em Barcelona, Espanha, de acordo com os mandamento da Religião da Paz, que manda fazer a guerra aos "infiéis" até que estes se rendam, se convertam, sejam escravizados ou paguem a jizya, o "imposto de infiel".  

Dizem-nos que "o terrorismo é normal nas grandes cidades". Dizem-nos que temos de nos deixar matar caladinhos. Ou somos "racistas".

Após este massacre ficará mais uma vez estabelecido pelo pensamento oficial que "os muçulmanos são as 'verdadeiras' vítimas".

Leiamos o Alcorão:
  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

Ver:

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão

O problema não é estar lá escrito isto; o problema é eles praticarem isto todos os dias!

A União Europeia está apostada na islamização sistemática da Europa, e as vítimas do terrorismo islâmico são mais uma ajuda para a substituição populacional:

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Ataques como este estão de acordo com a lei islâmica. Não são, como dizem os muçulmanos, os neo-nazis, a extrema-esquerda e o pensamento oficial politicamente correcto, "actos de quem não compreende o Islão".
Por alguma razão, o Islão é a única religião que nos nossos dias continua a matar em nome do seu deus.
Aqui está uma passagem sobre esta questão de um manual Shafi'i da lei islâmica, cortesia de Robert Spencer, especialista em Islão:


     "Quando um homem adulto é levado em cativeiro, o califa considera os interesses ... (do Islão e dos Muçulmanos) e decide entre a morte do preso, a escravidão, a libertação sem pagar nada, ou se o resgata em troca de dinheiro ou por um cativo muçulmano detido pelo inimigo."
(Confiança do Viajante o9.14)

Um venerado jurista islâmico, Al-Mawardi, concorda:


     "Quanto aos cativos, o emir tem a opção de tomar a acção mais benéfica de quatro possibilidades: a primeira, matá-los, cortando-lhes o pescoço. A segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão em relação à sua venda ou submissão. A terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros. E em quarto lugar, mostrar-lhes favor e perdoá-los."
(Al-Ahkam As-Sultaniyyah (The Laws of Islamic Governance), 4.5)


O Verão europeu dos nosso dias: fugindo dos muçulmanos, concertos de solidariedade com as vítimas dos muçulmanos, ursinhos de peluche e velas nos locais das matanças feitas pelos muçulmanos, importação de mais e mais e mais "refugiados", leia-se: muçulmanos.

O Islão já matou pelo menos 670 milhões de inocentes, e continua a matar, sob os aplausos da ONU, dos políticos ocidentais e do exército de lacaios (jornalistas, opinadores e outros).
Quem disser a VERDADE arrisca-se a sérias represálias. Muitos estão presos, outros foram mortos, outros perderam o seu ganha-pão, por exporem a realidade do islamismo. O Islão é o novo Nazismo que caiu sobre a Europa.



Mais do que tudo isto, temos a realidade diária em todo o Mundo. Os muçulmanos matam, torturam, estupram, raptam, milhares de inocentes todos os dias. Os muçulmanos, do mais reputado clérigo ao rapazote da rua, admitem abertamente o carácter supremacista e terrorista da sua ideologia. Os sermões, a literatura, estão disponíveis para quem queira. Mas os líderes ocidentais continuam a mandá-los vir. Em Portugal, mais 400 mil estão a entrar este Verão. A Espanha é o que já se vê.

Valerá a pena deixar-mo-nos matar todos apenas para não parecermos "racistas" aos olhos de meia dúzia de badamecos, incapazes de verem este vídeo e de o analisarem com espírito crítico?



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